História Segunda chance (Delena) - Capítulo 10


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Categorias Ian Somerhalder, Nina Dobrev, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Enzo, Klaus Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Damon, Delena, Elena, Niam, Romance, Vampiros
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Palavras 4.930
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Quarto dia Part 3


 

NARRAÇÃO ELENA (CHUVEIRO) 

 

Como ele pode me deixar tão vulnerável apenas me tocando assim?!?! É como se conhecesse meu corpo como ninguém. 

A forma como tudo dentro de mim implora e grita por ele. 

Colo minha testa na parede para tentar me controlar. 

Estou tão perto de gozar.

—Não segura, Elena. 

Sua voz rouca sussurrada em meu ouvido é demais pra mim. 

Seu dedo se enfia mais em meu sexo e me entrego pronta para gozar. 

Meu celular começa a tocar. 

Só de lembrar que é minha mãe, o tesão do meu corpo some. 

Tudo se acalma, morre dentro de mim. 

Sinto o corpo do Damon tenso me empurrando ainda mais para a parede.

—Ignora ele. Pede em meu ouvido e respiro fundo. 

Não posso ignorá-la. Preciso dizer que me decidi. Quero ser dele por completo, sem nada entre nós.

—Não posso. 

Afasto com a minha mão, sua mão do meu sexo.

—Depois você liga de volta pra quem está ligando. 

Me viro e vejo seus olhos implorando para que eu fique. 

Estou tendo que usar todo o meu alto controle, para me manter firme na decisão de ir atender.

—Preciso mesmo atender. 

Ele bufa irritado. 

Beijo seus lábios e já sinto saudades sem nem ter saído desse banheiro ainda.

—Calma! Quando eu voltar, serei sua. 

Sussurro em seu ouvido e ele afasta me olhando perdido. 

É tão difícil decifrar seu olhar. Não consigo entender o que se passa dentro dele e seus olhares são sempre perturbadores. 

Saio do chuveiro e pego uma toalha. 

Me seco rapidamente e o telefone não para de tocar. Sei que minha mãe está desesperada. 

Não vai parar de ligar até que eu atenda. Me enrolo na toalha e saio do banheiro, fechando a porta. Corro para a cama e pego meu celular.

—Oi, mãe!

—Pelo amor de Deus Elena!!!! Quer me matar do coração? Achei que estava em perigo com esse homem que nem conhece.

—Não fica preocupada. Estou bem! 

Ela ainda não aceitou minha ideia de viajar com o Damon. Acho que nunca vai aceitar. Ainda mais na semana do meu casamento.

—Espero que essa sua aventura sem pé nem cabeça termine a tempo para o seu casamento. Sua voz é quase um sermão.

—Não... eu não vou voltar a tempo.

—Não faça isso Elena. Stefan está louco querendo saber onde você se enfiou na semana do casamento de vocês. Para com essa loucura e volta.

—Já fiz a minha escolha mãe e não vou mudar de ideia.

—Você não é louca em fazer isso com seu pai e comigo. 

Quando vou responder, escuto um barulho alto no banheiro. 

Não posso discutir com a minha mãe perto do Damon. Ele provavelmente está ouvindo o que falo.

—Mãe espera só um minuto. Coloco o celular na cama e tiro a toalha. Pego no armário um roupão e o coloco. Novamente pego o celular da cama e sigo para a porta. Lá fora vai ser melhor para dizer a ela o que quero.

—Pronto!

—Ele estava perto?

—Sim.

—Ele sabe que é noiva e se casa em dois dias?

—Não, mãe.

—Então você esta enganando esse pobre homem e o Stefan? 

Minha cabeça parece que vai explodir.

—Não estou enganando ninguém. 

Stefan não sabe dele e nem Damon sabe do Stefan. 

Começo a andar pelo corredor.

—Estou omitindo apenas.

—Filha você não pode fazer isso. Pensa no nome da sua família. Imagina o destaque nos jornais de uma Gilbert que fugiu do próprio casamento.

—Mãe, não me importo com o que os jornais vão pensar. Começo a subir as escadas do hotel.

—Só quero ser feliz.

—Stefan sempre te fez feliz.

—Ele tentou me fazer feliz, mas nunca conseguiu. Nem sei por que aceitei me casar com ele. 

 

Na verdade sei sim. Meu pai sempre adorou o Stefan e para deixá-lo feliz eu aceitei.

—Isso é apenas uma aventura filha. Quando a emoção dessa viagem acabar, vai perceber que isso tudo não era felicidade com ele. Era empolgação de uma coisa nova em sua vida. 

Me encosto à parede do corredor quando chego ao ultimo andar. Sei que ela não vai aceitar o que tenho pra dizer, mas não posso mais segurar isso.

—Mãe... me apaixonei por Damon antes mesmo de vir para essa viagem. 

Ela fica calada no telefone.

—Como isso é possível? Ele estava em coma.

—Durante os 30 dias que cuidei dele, me apaixonei. Não sei explicar. A sensação dentro de mim a cada dia, era de que eu era dele e ele era meu.

—Estou preocupada com você agora. Isso não é normal. Você pode estar com alguma coisa grave.

—Mãe, não estou doente. Na verdade nunca estive tão bem como estive nesses últimos quatro dias.

—Você disse que já escolheu. Se já tomou sua decisão é sinal de que... Para de falar com medo de ouvir a verdade.

—É sinal que o amo. É com ele que quero viver o resto da minha vida. Ela respira fundo.

—Não vou fazer o trabalho sujo de falar com o Stefan. Fez sua escolha, então arque com ela. 

Ela desliga o telefone na minha cara. 

Minha vontade é de gritar, mas apenas deixo as lágrimas rolarem. 

 

Damon foi minha salvação e ao mesmo tempo minha ruína perante a minha família. A porta a minha frente se abre e Bonnie aparece.

—Você está bem, minha querida? Vem andando até onde estou.

—Vou ficar. Limpo minhas lágrimas.

—Brigou com o seu marido? 

Nego com a cabeça e vejo um enorme buque em suas mãos.

—São lindas. Ela sorri de forma doce.

—Bento pediu. Ele quer fazer algo romântico e quente para Ruth. 

Nós duas estamos rindo.

—Acho encantador os dois sempre tentarem manter acesa a chama desse amor.

—Eles sempre foram assim, Bonnie?

—Sempre. 

Ela pega a minha mão.

—Vem comigo. Quero te mostrar algo que vai acalmar esse seu coração. Entramos no terraço onde ela saiu e me encanto com as flores e o lugar perfeito.

—É lindo.

—É sim. É meu refugio. 

Olho em volta e vejo um local acolhedor em meio às flores. 

Um local perfeito para me entregar ao Damon. 

Quero ser dele aqui, em meio a essas flores e esse céu.

—Bonnie eu poderia usar esse terraço durante essa noite? 

Ela abre um enorme sorriso.

—Sim... 

 Respiro fundo. É aqui que vou amá-lo.

 

NARRAÇÃO DAMON 

 

—Aguento qualquer dor só pra te tocar. Preciso te tocar mais que tudo. 

Estamos os dois ofegantes e cheios de desejo. 

Ela se aproxima dos meus lábios e me beija com calma. 

Sua língua desliza em minha boca aproveitando cada canto, me provando. 

Elena rebola de leve sobre a minha ereção e tento, mas é impossível segurar o gemido de prazer. Mantenho minha mão esquerda em seu rosto, segurando firme nosso beijo. Desço a mão direita pelo seu pescoço, meio dos seus seios, até chegar ao nó do seu roupão. Desfaço o nó e o roupão se abre. Paro nosso beijo para ver atentamente seu corpo sendo descoberto por mim. 

Minhas mãos seguram o roupão nas laterais perto de seus seios. Olho os belos olhos a minha frente. Sua respiração é acelerada, assim como a minha. 

Começo a puxar o roupão pelo seu ombro. Me inclino e beijo onde sua pele perfeita começa a aparecer. Beijo seu ombro, indo para seu pescoço e Elena tomba a cabeça de prazer. 

Passo o roupão pelos seus braços e quando chega em suas mãos, o puxo para trás e prendo sua mão. Seus seios empinam pra mim e ela abre um sorriso safado. Sabe o que vou fazer. Mantenho a mão esquerda segurando o roupão que a mantém amarrada e trago minha mão direita para tocá-la. Primeiro toco seu rosto e os olhos dela se fecham. 

Ela está totalmente entregue ao meu toque. 

Desço a mão pelo seu pescoço de leve criando um arrepio em seu corpo. Selo nossos lábios e quando chego em seu seio ela geme. Quando seu gemido ecoa em minha boca, enfio minha língua em sua boca e a beijo firme. 

Meus lábios devorando e mostrando o quanto a quero. Solto seus lábios e vou para seus seios. Puxo o roupão embolado em seus braços um pouco mais e ela empina mais os seios. Não quero ser calmo. Quero senti-la perto de gozar só chupando seus seios. Abocanho seu seio esquerdo e o sugo forte.

—Damon... 

Ela chama meu nome cheio de prazer e isso me deixa ainda mais excitado. Solto seu seio e começo a dar pequenos chupões em torno dele. Seu corpo se contorce. Sugo seu mamilo duro e volto a minha tortura com chupões. Seu seio começa a ficar rosado quase vermelho onde passo com a boca e fico ainda mais louco por ela. Ataco o seio esquerdo já mordendo seu mamilo.

—Aí meu Deus!!!! 

Elena começa a rebolar. Se esfrega na minha ereção buscando atingir seu prazer. Ela quer gozar. Rodo minha língua em seu mamilo aliviando um pouco.

—Não... Não para. Resmunga baixinho de olhos fechados.

—O que você quer? Pergunto assim que solto seu seio. 

Elena abre os olhos que brilham.

—Quero você! Meu coração está acelerado, parecendo que vai sair pela boca.

—Quero você, Damon. Repete e rebola ainda mais.

—Me faça sua. 

Solto o roupão e ela o empurra para baixo, liberando sua mão. 

Segura o meu rosto e me prende em seu olhar.

—Por favor!!! Implora perto dos meus lábios.

—Meu corpo quer você. Tudo dentro de mim quer você. 

Ela me beija com carinho. Sua mão direita agarra meu cabelo.

—Quero fazer amor com você. 

 

Fecho meus olhos me deliciando com suas palavras. Sinto sua boca em meu ouvido.

—Quero você dentro de mim. 

Abro meus olhos me sentindo no limite. Agarro sua cintura e nos viro sobre o sofá, colocando-a deitada nele. 

Elena ainda está de calcinha. Me ergo e com cuidado envolvo meus dedos na lateral da calcinha. Começo a puxa-la pelas suas pernas. Leva as pernas para cima e enquanto puxo a calcinha, beijo sua perna. Jogo a calcinha longe e desço suas pernas, abrindo-as para me receber. Encaro seu sexo e sinto a necessidade de prová-lo. Ajoelho-me e seguro suas coxas para que Elena não se mexa. Olho pra ela e vou me inclinando. Minha boca está perto. Assopro de leve seu sexo e ela suspira. Beijo a lateral de sua coxa direita, perto de seu sexo e seu corpo se contorce. Beijo a lateral de sua outra perna.

—Por favor!!! Implora em uns gemidos de desespero. 

Ela me quer tanto quanto eu a quero. Beijo seu sexo uma, duas... Me preparo para sugá-lo. 

Um alarme irritante surge em meus ouvidos. 

Parece... parece alarme de incêndio. 

Olho para Elena que fica assustada.

—É alarme de incêndio?

—Sim.

Ela se senta assustada.

—Acho melhor sairmos daqui.

—Pode ser só treinamento.

—Damon, pode não ser treinamento. Se tiver fogo mesmo, estamos no terraço, temos que descer logo. 

Bufo frustrado por mais uma vez ser interrompido nosso momento.

—Se isso for só um treinamento, juro que mato o infeliz por trás disso. 

Ela sai do sofá rindo e pega seu roupão do chão e o meu.

—Vamos logo. Colocamos nossos roupões e saímos do terraço. 

Os hospedes estão agitados descendo as escadas assustados. Pego a mão de Elena a mantendo perto de mim. Assim que chegamos na recepção o barulho do carro de bombeiros surge. 

Elena me olha.

—Acho que a coisa é grave. 

Saímos para a rua, junto com todos os hospedes. O corpo de bombeiro entra no hotel. Vejo Bonnie em um canto e sigo até ela.

—O que houve?

—Não sei. Estava no meu quarto vendo televisão e então o alarme tocou. 

Elena se encolhe com frio e me coloco atrás dela, puxando seu corpo para o meu. Abraço-a para manter seu corpo quente. Aproveito e cheiro seu cabelo. O doce e divino cheiro de maçã. Após alguns minutos os bombeiros saem. Começo a rir vendo o casal de swingueiros com eles.

—Vocês estão bem? Bonnie pergunta.

—Sim... O velhinho diz sem jeito e vejo a velhinha brava.

—Me desculpem tudo isso. Diz encarando o velhinho. Bento teve a brilhante ideia de colocar velas por toda parte no quarto.

—Era pra ser romântico.

—E foi. Até que você derrubou o óleo de morango e fez o fogo das velas tomarem todo o quarto. 

Elena e eu não conseguimos parar de rir.

—Você queria algo novo Ruth.

—Você conseguiu. Nunca na minha vida tinha queimado a codorninha. 

Elena se vira em meus braços e enfia o rosto em meu peito chorando de rir.

—Gosto de codorninha assada.

—Não acho que seu pardalzinho mereça comer minha codorninha bem passada. Ruth cruza os braços irritada.

—Bonnie... Um dos bombeiros se aproxima dela. Conseguimos conter o fogo no quarto, vamos ser obrigados a interditar o hotel.

—Não acredito.

—Não sabemos se o fogo afetou a estrutura do prédio. Bonnie olha para o casal de swingueiros que ficam sem graça.

—Se estiver tudo bem após vistoria, amanhã podem retornar.

—Obrigado, Roger! O bombeiro se afasta.

—E agora? O que faço com esses trinta hospedes? Olho em volta.

—Alguns podem ficar na minha casa. 

Vejo Felipe se aproximando.

—E na minha casa também. 

Mirian também se prontifica a ajudar.

—Tem a escola que pode ser outro local. 

A codorninha diz sem jeito.

—Obrigado a todos! Vamos dividir os hospedes. 

Elena me olha e sorri.

—Quer se divertir?

—Diversão da que estávamos fazendo agora pouco ou diversão de zoar?

—De zoar.

—Quero. 

Olha em volta, vendo Bonnie dividir os hospedes. Pega a minha mão e me puxa pra perto do casal swingueiro.

—Bento e Ruth vão ficar na escola.

—Nós também. 

Olho pra Elena sem entender porra nenhuma.

—O que você está fazendo? Sussurro em seu ouvido.

—Vamos nos divertir com dois passarinhos.

—Está brincando né?!?!? Nega com a cabeça com um enorme sorriso. 

Olho para o casal de swingueiros e eles também estão sorrindo felizes. Caralho!!!! Isso vai dar merda. Desço meus olhos e vejo que também estão de roupão.

—Não vou ficar perto deles vestidos de roupão.

—Vai sim. Para de ser marica. 

Olho pra Elena bravo.

—Me chamou de que? 

Me olha mordendo o lábio e segurando o sorriso.

—Marica. 

Puxo-a pra mim e a beijo. Um beijo duro e intenso. 

Mordo seus lábios e os sugo com força. Quando solto sua boca, ela está toda mole.

—Ainda sou um marica? 

Encara-me ainda sem fôlego.

—Sim. Um marica que beija bem.

—Juro que se não estivesse no meio da rua, com tanta gente em volta, te sentaria em meu colo e te socava o minhocão por causa do seu atrevimento.

—Gosto de ser atrevida e gosto do minhocão. 

Olho para o lado e Ruth está com um enorme sorriso. Não acredito que ela falou isso pra mim.

—Codorninha, você pode ser atrevida para o meu minhocão quando quiser.

—Não, pardalzinho. Está de castigo por ter queimado o parquinho de diversão.

—Mas eu queria fazer algo quente pra você. 

Os dois estão se encarando.

—Você conseguiu fazer algo bem quente. Muito quente. Ela se vira pra mim.

—Quer ver como a minha codorninha ficou?

—Não, obrigado! Respondo indo para mais perto de Elena.

—Se eu for atacado por essa codorninha flamejante, te mato. 

Elena ri alto, chamando atenção de algumas pessoas.

—Relaxa que ela está fora de combate. Só vai poder usar a mão e a boca. Vai ganhar no máximo um boquete banguelo. 

Tento não rir mais é impossível.

—O problema sou eu. Me olha brava agora.

—Tem um velho sem codorninha cheio de tesão. 

Provavelmente tomou algum remedinho pra essa noite quente. Olho para o pardalzinho e vejo se tem algum volume na região baixa.

—Acho que o pardalzinho está dormindo.

—Nem todo mundo é minhocão como você, Damon. 

Olho pra ela e dou meu melhor sorriso.

—Ele é grande, né?!?! 

Ela revira os olhos.

—Esquece por um momento seu minhocão. Temos que nos vingar desses dois.

—Então ficar com eles na escola, vestidos de roupão, é seu plano para se vingar?

—Sim.

—Você não é muito boa com planos. 

Ela bate em meu ombro machucado e solto um gemido de dor.

—Me desculpa! Passa a mão com carinho e beija. Gosto dela carinhosa.

—Vamos avançar neles. Deixá-los sem graça como fizeram com a gente.

—Quer que eu dê em cima da codorninha?

—Sim. E eu vou atacar o pardalzinho.

—Se eles não recuarem?

—Olha pra mim, Damon. 

Ela me pega pelas laterais do roupão e encara meus olhos.

—Não recua. Em hipótese alguma deixe eles ganharem da gente.

—Estou com medo de você.

—Sou um pouco competitiva.

—Percebi.

—Falando sério. Eles vão recuar, então se mantenha firme.

—Sim, senhora! 

Após a divisão de hospedes e com a ajuda de algumas pessoas da cidade, entramos na escola com colchões e cobertores.

—Temos duas salas de aula e somos oito pessoas. 

Bonnie diz olhando para nós.

—Vamos fazer a divisão do pessoal nos quartos.

—Quero ficar com nossos grandes amigos Bento e Ruth. Certo, Damon? 

Trancados no mesmo quarto com dois velhinhos safados. Ótima ideia Elena.

—Claro minha querida. 

Digo com um sorriso forçado no rosto. 

Pegamos um cobertor e seguimos para a sala. 

Assim que entramos, escuto o barulho da porta se fechando e quando olho, Elena está trancando a porta. Senhor, me ajude!

—Que tal mais privacidade? 

Diz um pouco sexy e o casal swingueiro sorriem felizes.

—Bem pensado minha jovem. 

Olho para o velhinho safado um pouco puto. Ele está desejando a minha mulher? Quer dizer?!?!?! Não é minha mulher de verdade, mas ele não sabe disso.

—O que acham de unirmos os colchões para ficar maior para nós todos? 

Ai caralho!!!! Cala a boca Elena.

—Acho melhor não minha querida. Bento tem espasmos e vai com certeza bater a mão em alguma parte do seu corpo e te machucar.

—Não tem problema. 

Elena responde com a voz baixa e vem andando até a gente. Me olha e aponta com os olhos à velhinha. Ela quer que a seduza. Respiro fundo e sigo para a guerra.

—Elena está acostumada a mãos em seu corpo. 

Digo indo até a codorninha. 

Os dois estão recuando. Só espero que isso seja rápido.

—Achei encantador o que estava fazendo para sua mulher. 

Elena diz, alisando o roupão do velhinho.

—Adoro codorninha bem passada. 

Sussurro no ouvido da velhinha.

—Vocês parecem nervosos. 

Elena vem para as costas do velhinho.

—Que tal uma massagem? Começa a apertar os ombros dele.

—Você também merece uma massagem, encantadora Ruth. 

Encosto nela por trás e faço uma massagem em seu ombro.

—Ruth minha velha. O pardalzinho diz de olhos fechados.

—Fala meu velho. Ela também está de olho fechado.

—Não preciso mais de remédio pra ter ereção. 

Elena arregala os olhos e me encara.

—Você só precisa massagear meus ombros gostoso assim.

—Meu velho... minha codorninha fica molhadinha com uma massagem também. 

Puta que pariu! Meus olhos estão tentando mostrar a Elena o quanto estou assustado com tudo isso. 

Os velhinhos estão gostando desse ataque.

—Meu jovem você poderia descer um pouco mais sua mão? 

Ela quer que pegue seus seios. 

Elena me incentiva com os olhos.

—Não recua. 

Diz tão baixo que preciso ler seus lábios para entender. 

Fecho meus olhos e desço a mão por dentro de seu roupão. Desço mais... desço mais... caralho... cadê a porra desse peito?

—Meu querido!

—Sim...

—Era pra descer mais pelos ombros e não para os meus seios. Tiro minha mão correndo de dentro de seu roupão, aliviado por não ter que toca-la ali e seguro seu braço o massageando.

—Se quiser voltar... 

Merda!!! Por que fui tentar pegar o peito dela?!?!?

—Vamos com calma. Aproveite. 

Digo tentando fugir da busca pelos peitos da velhinha safada.

—Que tal uma massagem sem roupa!! 

Não acredito que Elena disse isso.

—Podemos tirar nossas roupas e ficarmos mais a vontade. 

Meu Deus!!! 

Ela não para de dar ideia idiota. 

Os dois velhinhos se olham. 

Opa!!! Eles estão assustados. 

Está dando certo.

—Uma massagem nua teria um efeito mais intenso. 

Elena me olha e sorri. Ok!!! Estou entrando na onda.

—Acho que não é necessário. 

O pardalzinho diz sem jeito.

—Mas depois de um dia tão estressado. 

A mão de Elena desce pelo peito dele.

—Vocês merecem.

—Ruth... O velhinho esta com medo e tento não rir.

—Pode deixar... ela está em boas mãos. Vou cuidar dela com muito carinho. 

Beijo o rosto da minha velhinha e ela trava o corpo.

—Meu jovem se afaste da minha mulher. Bento se solta de Elena.

—Tire essas suas mãos cheias de dedos do corpo dela. 

Ele pega Ruth pelo braço e a puxa pra ele.

—Disse que essas brincadeiras um dia dariam merda Ruth. 

Elena e eu caímos na risada e eles nos encaram sem entender.

—Viu como é constrangedor? Elena diz aos velhinhos.

—É assim que nos sentimos com os ataques de vocês.

—Vocês sabiam que era brincadeira? Codorninha pergunta aliviada.

—Sim... Felipe nos contou que é a forma de diversão de vocês.

—Então você não quer a minha codorninha?

—Não... estou satisfeito com a minha mulher. 

Puxo Elena pra mim e sinto seu corpo travar.

—Graças a Deus! O velhinho relaxa e abraça a mulher dele.

—Não divido minha velha com ninguém.

—Agora vão parar com essas brincadeirinhas?

—Sim... Bento responde sorrindo.

—Chega de atacar os hospedes.

—Precisamos achar outra diversão meu velho.

—Sim... e de preferência sem deixar os outros interessados na gente. 

O velhinho olha pra mim e depois para a Elena.

—Desculpa se deixamos vocês interessados, mas não somos do tipo que compartilha a cama. 

Ele acha mesmo que estávamos interessados neles?!

—É uma pena, mas entendemos. 

Vocês realmente são muito interessantes. Olho Elena que fala essa merda tão séria, como se fosse verdade.

—Acho melhor irmos dormir. O dia hoje foi intenso. 

Os velhinhos seguem para a cama deles.

—Boa noite!

—Boa noite! 

 

Ando com Elena para a nossa. 

Me deito e ela vem do meu lado.

—Estamos interessados neles?

—Não...

—Por que disso isso a eles? 

Ela puxa a coberta sobre nós.

—Achei que eles mereciam se sentir desejados?

—Por que? 

Elena me olha.

—Eles estão com idade avançada e se sentir desejados, nessa fase da vida, deve ser bom para eles.

—Quis ser fofa?

—Sim...

Ela vem se arrastando e deita em meu peito. Seu corpo se conecta ao meu. Sua mão entra no meu roupão e ela começa a acariciar meu peito. Meu coração está disparado com o carinho dela. Isso não é normal pra mim. Ela beija meu peito e meu coração para de bater por segundos.

—Boa noite, Damon!!

—Boa noite, Lena!! 

Ela ergue a cabeça e me olha. 

Seus olhos estão brilhantes. Que merda fiz agora?

—Me chamou de Lena. Sussurra emocionada.

—Acho que sim. 

Ela sobe e beija minha boca.

—Obrigada... Diz chorosa.

—Por te chamar de Lena?

—Sim...

—Isso te deixou feliz?

—Sim...

—Se te chamar mais vezes de Lena o que eu ganho?

—Me chama pra saber.

—Lena... 

Sinto sua mão descer um pouco.

—Lena... 

Sua mão desce e fica bem perto do meu membro. 

Me aproximo de seus lábios.

—Lena... 

Seus dedos tocam meu membro de leve e meu corpo arrepia. 

Ela está me olhando e sua boca quase toca a minha. Sua mão envolve ele todo e minha respiração acelera.

—Não faça barulho. 

Sussurra e começa a mover a mão. Seus lábios roçam os meus com calma.

—Quero te tocar. 

Peço louco para tocá-la também. Elena sai do meu peito, ficando de frente pra mim, mas não solta meu membro. Ela esta linda com esse olhar safado. 

Avanço em sua boca e a beijo. Sua mão continua me acariciando e vai acelerando os movimentos. Quero dar prazer a ela. Ainda não sei como é essa bela mulher no auge do seu prazer. Desço minha mão e coloco sobre a dela, fazendo-a parar os movimentos. 

Elena me olha assustada.

—Não quer?!?!?! 

Sussurra sem entender. É insegura sobre seu corpo e pelo que vejo, insegura também sobre dar prazer. Não faz ideia de como me deixa louco só me olhando e quando me toca, quase explodo de prazer. 

Tiro sua mão do meu membro.

—Quero te dar prazer. 

Sussurro vendo-a ficar vermelha.

—Vira de costas pra mim. Peço e ela se vira. Posso vê-la ainda perdida com o que estou fazendo. 

A sensação que tenho é que ela está acostumada a dar prazer e não a receber. 

E só o fato de imaginar que ela deu prazer a outros homens, me deixa irritado. O sentimento de raiva se aquieta, quando seu corpo cola ao meu. Suas costas em meu peito e sua bunda encaixada na minha ereção. 

Aspiro o cheiro do seu cabelo. 

Amo o cheiro dela. Enfio meu braço por baixo de sua cabeça e tento não gemer de dor. Seguro-a firme colada ao meu corpo. Posso sentir sua respiração pesada de prazer. Com a mão livre, puxo seu cabelo de seu pescoço e enfio meu nariz nele. 

Beijo varias vezes suavemente seu pescoço. Mordo a ponta da sua orelha e ela tenta não gemer. 

Levo minha mão ao seu roupão e desfaço o nó. Seu roupão se solta na parte da frente, expondo seus seios. Desço minha mão presa por baixo dela até seu seio e o seguro. Aperto e ela esfrega a bunda no meu membro que lateja por ela. Poderia facilmente entrar nela agora, mas não quero possuí-la assim. A quero gemendo meu nome alto enquanto a fodo com força. Quero provar cada parte de seu corpo, sem me preocupar se tem gente por perto. Meus dedos brincam com seu mamilo e a vejo morder o lábio inferior para não gemer. Olho em volta e os velhinhos estão capotados.

—Abre as pernas. Ordeno e ela abre um pouco.

—Mais... 

Ela abre mais as pernas. 

Puxo seu braço, trazendo-o para trás de mim. Seu seio empina, conforme seu corpo curva. 

Toco a lateral do seu corpo, perto de seu seio e vou deslizando minha mão para baixo, sentindo sua pele macia. A pele dela é tão perfeita e delicada. 

Faço círculos em seu quadril com a ponta do dedo e escuto seu suspiro. Minha mão segue para sua barriga e Elena se contorce. Conforme desço para seu sexo, sinto seu corpo travando.

—Relaxa. Sussurro em seu ouvido.

—Apenas sinta meu toque. 

Toco seu sexo e circulo meu dedo de leve. 

Sentir seu corpo se contorcendo de prazer, colado ao meu é incrível. Estranhamente estou gostando de dar prazer e o simples ato de tocá-la me excita. 

Gosto de fazer uma mulher gozar, mas o meu prazer sempre veio em primeiro lugar. 

Não hoje. 

Hoje quero que ela tenha prazer. 

Aperto mais forte seu seio, enquanto introduzo meu dedo dentro dela. 

Elena geme um pouco alto.

—Não faça barulho. Falo em seu ouvido, movendo meus dedos dentro de seu sexo. 

Sua bunda se esfrega ainda mais em mim. Começo a beijar seu pescoço e minhas mãos continuam a tortura maravilhosa em seu corpo. 

Circulo meu dedo dentro dela e outro gemido sai de sua boca.

—Se continuar fazendo barulho vou parar.

—Não... Por favor! Sua voz é quase desesperada.

—Não consigo evitar. 

Belisco seu mamilo e seu corpo treme.

—Você quer gozar?

—Sim... Enfio mais um dedo dentro dela que suspira alto. Merda!!! 

Elena vai acordar os velhinhos. Solto seu seio e subo minha mão a sua boca.

—Chupa. 

Ordeno colocando dois dedos em sua boca. 

Ela envolve os lábios neles e começa a sugar. Meu membro pulsa a cada chupada intensa dela. Movo meus dedos indo ainda mais fundo em seu sexo. 

Sinto a mão dela descendo entre nós dois e pegar meu membro. O coloca entre suas pernas, colado ao seu sexo e conforme se move seguindo os movimentos dos meus dedos a fodendo, suas pernas me masturba. Isso é bom, muito bom. Quero sentir seus lábios. Quero beijá-la até ela gozar. Tiro meus dedos de sua boca e puxo seu rosto atacando sua boca. Meus dedos aceleram dentro dela e seu corpo se move ainda mais, fazendo suas pernas me masturbarem com mais força. Seu corpo começa a tremer e Elena está gemendo em minha boca. Sinto meu corpo perto, muito perto. Ergue a mão e segura a minha em seu rosto. Me olha e pra mim é o limite. Começo a gozar, gemendo em sua boca e Elena goza em seguida. 

Seu corpo vai amolecendo como o meu. 

Tiro meus dedos de dentro dela e agarro sua cintura. Estamos os dois ofegantes, ainda nos encarando perdidos nisso que temos. Ainda não sei o que temos. Só sei que nunca me senti assim antes. 

Ela vai me dando pequenos beijos nos lábios e vou soltando seu corpo. Mesmo a soltando, seu corpo ainda esta colado ao meu. 

Elena se vira completamente pra mim e ficamos nos olhando. Seus olhos brilham e seu rosto fica levemente rosado depois de gozar. É encantador. 

Ela solta um longo suspiro e se encolhe, enfiando o rosto em meu peito. Abraço seu corpo e fecho meus olhos. É a primeira vez na minha vida que após um orgasmo, fico assim. Esse contato e carinho são novos pra mim e gosto. Gosto de saber que ela está aqui em meus braços e é minha. Pelo menos por enquanto.

Enquanto eu ainda estou vivo. Enquanto estamos nessa viagem. A possibilidade de voltar e nada disso mais existir me incomoda. 

Talvez, quando tudo isso acabar e estiver vivo, posso tentar me apaixonar por ela. 

Podemos tentar alguma coisa. 

Beijo sua cabeça, fecho meus olhos e cheiro seu cabelo. 

Poderia facilmente me apaixonar por você Elena Gilbert.



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