História Segunda Temporada de Linhas: Entrelaçadas - Capítulo 9


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Categorias Block B, Monsta X, Neo Culture Technology (NCT), VIXX
Personagens Hendery, I'M, Johnny, Joo Heon, Ki Hyun, Kun, Min Hyuk, Show Nu, Taeil, Ten
Tags 2won, Abo, Changhyuk, Changnu, Jhonil, Jhonten, Longfic, Showmin, Soulmates, Taedery
Visualizações 43
Palavras 975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Harem, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu vou acaabar me ferrando postando cap sem escrever mais, mas vcs merecem pelo tempo que eu fiquei sem dar notícias.

Capítulo 9 - Capítulo 9


Kihyun começou o trabalho na mansão do casal Lee naquele dia. Era um lugar que ele conhecia muito bem devido às vezes que brincava com as meninas por aqueles corredores imensos, mas não era a mesma coisa, parecia que faltava algo naquelas paredes revestidas de obras de arte maravilhosas e com uma pintura perfeita. Faltava um cheiro, uma presença que não continha naqueles cômodos mobilhados com charme e elegância, faltava algo naquele ambiente requintado e nobre, faltava Lee Jooheon e Lee Sooyoong.

Por mais que adorasse Chengmei e Hyejin, não tinham a conexão que havia entre ele e a menina tão parecida com o pai.

Mesmo que a decisão de trocar de babás fosse inteiramente sua, não significava que estava feliz, pelo contrário, estava miserável.

Ele vivia falando com Kun sobre como o alfa era um covarde por não ir atrás de seus soulmates, mas ele mesmo não movia uma unha pra se resolver com Jooheon.

Era tão dolorido tudo isso, mas pelo menos tinha Kun ao seu lado. O alfa era um ótimo amigo e um conselheiro péssimo, mas dava pro gasto.

Muita gente achava que eles namoravam devido à proximidade de ambos, mas os dois sabiam que isso nunca iria dar certo. Kun vivia para a sua filha e para honrar a memória de seu falecido marido, e Kihyun...

O beta fazia de tudo para não virar aquilo que sua família sempre falou de si. Falando em família, ele sentia falta da época em que vivam em paz, mas ele não poderia ficar se lamentando, tinha que trabalhar.

Ele nem teve tempo de reagir quando sentiu um monte de tapinhas em sua perna, assim que passou por um corredor perto da entrada principal da casa. Tapas esses que ele descobriu vir se Sooyoong, que estava acompanhada do babá e de seu “tio” Wonho, que não foram barrados pela segurança por já serem de casa.

A garota estava furiosa e sua carinha de choro era evidente, coisa que partiu o coração de Kihyun.

- EU TE ODEIO OPPA! – repetia a menina gritando, atraindo a atenção de todo mundo – PORQUE VOCÊ FOI EMBORA? O KWAN É O OPPA DA MEIMEI, VOCÊ É O MEU OPPA, VOCÊ VOLTA PARA CASA COMIGO!

Kihyun estava assustado, olhando em volta, vendo Seungkwan e Wonho rindo da sua cara.

- Minha princesa, eu não fui embora, eu vou continuar aqui, mas morando com a Meimei e a com a Hye. – disse o beta acariciando gentilmente os cabelos da menina.

- Eu não quero, eu quero o oppa morando comigo, contando história pra eu dormir e penteando meu cabelo. – a menina disse chorando agarrada nas pernas do beta, fazendo com que ele quase chorasse com ela.

- Sooyoong... – Kihyun disse pegando a menina no colo e a abraçando.

- Volta pra casa comigo oppa. – disse a menina chorando nos ombros do beta.

- Eu não posso. – Kihyun via Wonho enxugar suas lágrimas enquanto via os dois.

- É porque você é o novo pai da Meimei? – perguntou a menina inocentemente, fazendo Kihyun quase derrubar a mesma.

- De onde você tirou isso? – Disse o beta corado.

- Papai disse que você e o tio Kun andam muito grudados e parecem namorados.

Kihyun não sabia o que sentir naquele momento, só sabia que não poderia dizer a verdade para a mais nova, nem prolongar aquela situação, porque tanto Sooyoong quanto Chengmei tinham aula em alguns minutos.

- Eu não sou o novo papai da Chengmei, eu sou amigo do tio Kun, igual você é amigo da Meimei e da Hye. Eu precisei mudar de casa porque tem um fantasma no quarto do Kwan é um fantasma bonzinho, mas ele não fica quieto, e você sabe como ele é impaciente, eu vou fazer o fantasma ir embora e depois eu volto.

Kihyun sabia que dizer que ele e Kun tinham algo seria menos trabalhoso para explicar, mas não queria envolver o alfa nessa história, não tinha cabeça pra fingir um relacionamento, inventar histórias fantasiosas lhe parecia a melhor saída, claro, se a menina acreditar.

- O fantasma pode fazer mal pra Hye ou pra Meimei? – disse Sooyoong preocupada.

Kihyun riu, amava aquele jeitinho da pequena ômega.

- Não, não, ele só vive no quarto do Kwan, ele não vai fazer mal pra ninguém.

- Nem pro oppa? – disse a menina abraçando ainda mais Kihyun.

- Ele não vai me machucar meu anjo, eu prometo.

Kihyun a colocou no chão e Sooyoong já não chorava mais, ela interrogava Seungkwan sobre o tal fantasma enquanto Hoseok se aproximou silenciosamente do beta.

- Porque preferiu inventar um fantasma a inventar um namoro falso. – perguntou o alfa baixinho.

Kihyun se assustou, mas disfarçou bem.

- Eu não gosto da ideia de envolver o Kun nisso, nem de mentir sobre minha vida amorosa, isso não vai adiantar de nada, eu ainda vou continuar soulmate do seu ômega e vou continuar sendo rejeitado por ele, se me dá licença, preciso acordar Chengmei, ela não acorda com muita facilidade e já tá passando do horário, leve Sooyoong pra ela terminar de se arrumar e nos vemos daqui a pouco.

Kihyun não viu a reação do alfa e foi em direção ao quarto de Chengmei, mas foi interrompido por Hyerin. A ômega mais velha lhe chamou para um canto e  segurou suas mãos delicadamente enquanto lhe encarava docilmente.

- Tem certeza do que está fazendo é o correto, pequeno? – A voz terna da senhora fez com que Kihyun liberasse as lágrimas que segurava há algum tempo e foi envolvido em um abraço tão aconchegante, que ele não sentia há tanto tempo.

- Eu preciso estar noona, eu preciso estar.

Kihyun saiu do abraço e se recompôs, fez uma reverência para a senhora Lee e foi acordar Chengmei.

A dor em seu coração não diminuiu, mas ele iria superar, como sempre fez.


Notas Finais


mds é muito drama n sei como vcs aguentam.


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