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História Segundas Chances (Second Chances) - Capítulo 15


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Capítulo 15 - Sentimentos Estranhos


Emma estava tão absurdamente feliz que ela mal podia se conter. Tudo estava simplesmente incrível com Regina. Ela era sua namorada agora. Emma tinha uma namorada. Uma namorada por quem ela era louca. E que ela não podia parar de chamar de namorada. Cada segundo que ela passava com Regina só a fazia se apaixonar ainda mais por ela. Emma nunca achou que fosse possível se sentir dessa forma sobre outra pessoa e, no entanto, aqui estava ela. Andando nas nuvens. O que era curioso considerando que Emma nem ao menos sabia que queria isso até conhecer Regina. Até aquela fria noite na cidade de Nova Iorque onde uma morena misteriosa chamou a sua atenção. A morena era sua namorada agora e Emma mal podia começar a compreender o quão sortuda ela era.

             Emma estava com pressa dirigindo até os estábulos. Ela havia ligado para Regina mais cedo e a convidado para almoçar, mas infelizmente, Regina estava tendo um dia corrido no trabalho e então, Emma sugeriu que elas se encontrassem nos estábulos. Ela estava fazendo a sua ronda naquela manhã e decidiu incluir oficialmente a área dos estábulos na sua área de cobertura. Era muito longe da cidade? Não! Nada é longe quando se tem um carro, Emma ponderou.  Além do mais, ela estava prestes a ter o seu intervalo de almoço em meia hora. Nesse momento, Emma estava tanto fazendo o seu trabalho como Xerife quanto estava prestes a ter seu intervalo de almoço como uma trabalhadora assalariada.

             Emma estacionou o Cruiser do Departamento de Xerife e pegou a sacola da Granny’s do banco do passageiro. Ela andou até o prédio administrativo onde ficava o escritório de Regina. Ela bateu na porta, mas ninguém atendeu. Ela tentou de novo. Sem resposta. Emma abriu a porta e percebeu que não havia ninguém dentro. Ela pegou o telefone do bolso da jaqueta e ligou para o número de Regina e então, ouviu o celular dela tocar dentro do escritório. Droga, Emma pensou. Ela viu um dos funcionários e perguntou se ele sabia onde Regina estava. A resposta foi simples ‘A chefe tá com o cara novo’. Emma agradeceu o rapaz e começou a descer, até onde ficara a área de treino onde ela de fato encontrou Regina e o cara novo. O cara novo estava bem ao lado de Regina. Um pouco perto demais, não? Enquanto Emma andava, ele esticou o braço e parou a mão bem no meio das costas de Regina. Emma não gostou disso. Ela não gostou nada disso. Regina olhou para ele e sorriu enquanto acarinhava a cabeça do cavalo e Emma começou a andar um pouco mais rápido, tentando chegar até Regina e fazer o cara novo se afastar um ou dois passos.

“Hey” Emma disse quando os alcançou.

“Emma, oi” Regina disse sorrindo para ela.

“Você não estava no escritório” Emma disse e a beijou nos lábios “Um cara me disse que você estava aqui”

“Eu estava mostrando a Robin a área de treino e nossos cavalos novos” Regina disse “Emma esse é o Robin” Regina os apresentou “Robin, essa é minha namorada, Emma”

“Oi” Emma disse dando-lhe a mão.

“Milady” Ele disse apertando sua mão.

Milady? Sério? Quem diabos fala assim em pleno século vinte e um? Ah, é bom ele não está usando esse tipo de linguajar para tentar flertar com Regina. Ela já estava comprometida. Muito bem comprometida. Com ela. Emma sorriu educadamente e então disse:

“Foi bom te conhecer, Robin. Mas se você me der licença, eu preciso roubar minha namorada agora”

“Claro!”

             Emma interlaçou seus dedos com os de Regina. Ela deu mais algumas instruções para Robin e então saiu andando com ela. Quando elas chegaram ao seu escritório, Emma colocou a sacola da Granny’s em cima da mesa e puxou Regina para dentro dos seus braços. Ela capturou seus lábios em um beijo, um que era só língua e dentes. Regina gemeu dentro do beijo e Emma sorriu. Regina mordeu o lábio inferior de Emma e dessa vez, Emma gemeu. Ela amava quando Regina fazia isso. As mãos de Regina deslizaram por suas costas até sua bunda e apertou com força e Emma geme de novo. Ela também amava quando ela fazia isso.

“Oi” Emma disse quando elas se separaram.

“Oi, querida”

“Então, você sentiu minha falta?” Emma sorriu.

“O que você acha?” Regina disse e deu uma piscadinha “Quanto tempo você tem?”

“Todo o tempo do mundo?”

“Mesmo?”

“Sim” Emma disse e olhou para o relógio “Desde que todo o tempo do mundo dure quarenta minutos”

             Regina riu de todo coração e então abriu a sacola na mesa. Ela ficou genuinamente surpresa quando viu que Emma havia comprado uma salada e o suco verde que ela tanto gostava.

“Eu não sei como você bebe isso” Emma disse.

“Faz bem para você”

“É verde”

“É assim que você sabe que faz bem para você” Regina disse abrindo sua salada de couve.

             Emma sentou-se na cadeira em frente a Regina e tirou o seu sanduíche de dentro da sacola.

“Então, esse cara, o Robin” Emma disse dando uma mordida no sanduíche.

“O que tem ele?” Regina perguntou.

“Ele usa é meio mão boba, você não acha?”

“Do que você está falando?”

“Ele estava com a mão na sua cintura quando eu cheguei. Ele estava quase descendo até a sua bunda”

“Ah, isso. O cavalo que a gente estava acariciando, ele é um pouco agressivo. Ele tinha acabado de tentar dar um coice na gente. Eu perdi o equilíbrio e Robin me segurou. E a mão dele estava nas minhas costas não na minha cintura”

“Ah! Okay, mas mesmo assim. Ele não precisava te tocar tanto”

“Você está com ciúmes?”

“Daquele cara? Claro que não!”

“Você está com ciúmes!” Regina disse.

“Eu não estou com ciúmes. Eu só não gostei da forma como ele te tocou, só isso”

“Bem, eu te expliquei o que aconteceu”

“Eu sei”

“Está tudo bem, Emma?” Regina perguntou.

“Sim! Tudo bem” Emma lhe disse com um sorriso falso.

             Elas continuaram a comer com uma conversa mais leve. Regina disse a Emma o quanto ela queria que ela aprendesse a cavalgar, mas Emma ficou dando desculpas para não fazer isso. Uma coisa era montar em um cavalo com Regina atrás dela, outra coisa era ela subir em cima de uma daquelas bestas sozinha. Isso simplesmente não ia acontecer! Além do mais, ela queria que Regina olhasse para ela com admiração e ficar caindo de cima do cavalo a cada cinco segundos não ia fazer isso acontecer.

“A que horas você sai hoje?” Emma perguntou.

“Umas cinco”

“Eu não vi o seu carro no estacionamento”

“Sim, eu peguei um táxi até aqui. Meu carro não estava pegando”

“Ah! Eu vou sair às cinco. Se você não se importar de esperar um pouco eu venho te pegar”

“Emma, você não precisa fazer isso”

“Eu seu que não preciso. Eu quero. Chame de a experiência de ter uma namorada” Emma deu uma piscadinha.

“Bem, eu gosto do som disso. E o que mais essa...experiencia pode proporcionar?”

“Deixa eu vir te pegar mais tarde e eu te mostro”

“Temos um acordo, Srta. Swan”

             O telefone de Emma tocou e ela suspirou quando viu que era o David ligando. Ela sabia que precisava voltar, mas ela realmente não queria fazer isso. Ela atendeu o telefone e o informou que ela estava terminando sua ronda e que estaria de volta em alguns minutos.

“Eu tenho que ir” Emma disse levantando-se da cadeira “Eu venho te pegar mais tarde, okay?”

“Okay!” Regina disse levantando-se também.

             Regina andou com Emma até a porta e a beijou antes de abrir a porta. Emma sorriu e roubou mais um beijo antes de andar de volta até o estacionamento. Enquanto dirigia, ela pensou sobre o cara novo, Robin. Ela estava com ciúmes dele? Não! Sim? Talvez? Não era ciúmes, não de verdade. Ela se sentiu desconfortável com ele tocando Regina. Mas, ela imaginou que ela se sentiria assim em relação a qualquer um que a tocasse. Emma balançou a cabeça e obrigou esses pensamentos a saírem de sua cabeça. Ela chegou no departamento de Xerife e e David disse o que era tão importante. Arquivos! A prefeita havia decidido que toda a papelada que saísse do Departamento de Xerife tinha que ter a assinatura da Xerife. Emma realmente odiava aquela mulher.

“Hey, Emma” David disse “Você está com o arquivo da prisão da Ruby?”

“Ah, sim, eu não o arquivei. Joguei fora”

“O que?”

“Não era nada, David. Não havia motivo para arquivar e colocar aquilo na ficha criminal dela”

“Emma, você não pode decidir quais arquivos você irá processar e quais não”

“O que exatamente você está dizendo, policial?”

“Eu sei que Ruby é sua amiga. Ela é minha amiga também. Mas ela começou a briga e danificou propriedade particular”

“Eles estão processando-a por isso?”

“Não que eu saiba”

“Então, qual é o problema?”

“O problema é que não é a primeira vez que ela faz isso e a gente não pode continuar deixando-a se safar”

“Olha, não se preocupa. Eu vou até o Rabbit Hole conseguir um acordo pra ela, okay? Eu vou concertar isso”

“Okay, mas da próxima vez...”

“Da próxima vez, se houver, a gente faz o que tiver que fazer”

“Okay! Meu turno acabou, então eu vou para casa”

“Okay. Te vejo depois”

             Emma suspirou quando David saiu. Ela não gostou do tom na voz dele ou da forma como ele a acusou. Mas não gostar não significava dizer que ele não estava certo. Ele estava. Ruby havia criado muita confusão no Rabbit Hole, ela não apenas destruiu propriedade privada como atacou dois caras. Emma só conseguiu jogar o arquivo dela fora por que em mais de uma semana, nenhum deles havia aparecido para prestar queixa. Por um momento, Emma pensou que o sexo masculino de Storybrooke havia tirado o dia só para irritá-la.

“Você vai me deixar ir também, irmã” Uma voz disse atrás dela.

“Você sabe que não, Leroy”

“Por que? É porque eu não tenho peitos?”

“Cala a boca, Leroy”

             Sim! O sexo masculino de Storybrooke definitivamente havia tirado o dia só para irritá-la. Emma sentou-se em sua cadeira e começou a trabalhar. Ela tinha esperanças de que o tempo passasse rapidamente. Ela mal podia esperar para dirigir de volta até os estábulos para pegar Regina. Ela queria vê-la de novo. Não importava que ela a tinha visto apenas a algumas horas atrás, ela queria está com Regina de novo. Tudo ficava melhor quando elas estavam juntas, só as duas. As horas passaram e para a surpresa de Emma, uma hora ela estava assinando documentos e na outra era hora de ir embora. Emma pegou suas coisas e abriu a cela de Leroy antes de sair para pegar Regina. Ela dirigiu até os estábulos e e sorriu quando que Regina a esperava no estacionamento. Regina abriu a porta do fusca e entrou, beijando a bochecha de Emma dizendo Olá. Emma sentiu seu coração bater mais rápido dentro do peito, por causa de um beijo bobo na bochecha. Os lábios de Regina eram sempre tão quentes contra a sua pele. Emma sorriu e manobrou o carro para longe do estacionamento e dirigiu até a mansão. Ela segurou a mão de Regina o caminho inteiro enquanto elas conversavam sobre o dia.

             Na mansão, as duas trabalharam juntas na cozinha para fazer o jantar. Emma cortava, Regina cozinhava. Era meio que um acordo silencioso entre elas, um que Emma amava de todo coração. Ela se sentia tão domesticada fazendo esse tipo de coisa e Emma gostava de ser domesticada. Elas comeram a maravilhosa e absurdamente deliciosa massa que Regina fez para o jantar com uma taça de cidra. Isso era outra coisa que Regina fazia e que Emma adorava. Depois do jantar, Emma começou a limpar a cozinha, mas era quase impossível já que Regina ficava beijando seu pescoço e apertando sua bunda. Emma deixou a louça de lado e subiu com Regina para o quarto, beijando-a por todo caminho até lá e Emma se deu conta de que essa era a parte da domesticidade que ela mais gostava.

“Então” Emma disse levantando a blusa de Regina “Você sentiu minha falta?”

“Eu acho que já respondi isso” Regina disse beijando seu pescoço.

“Diz de novo” Emma disse enquanto desabotoava o sutiã dela e apertava seus seios.

“Ah, sim” Regina gemeu “Ah sim, eu senti sua falta”

“Quanto você sentiu minha falta?” Emma perguntou.

“Por que eu não te mostro?”

             Regina pegou uma das mãos de Emma e a guiou para dentro de sua calça, correndo um único dedo em sua boceta. A boca de Emma abriu-se parcialmente e enquanto ela olhava para Regina, um gemido escapou de seus lábios. Deus, ela estava tão molhada. Tão deliciosamente molhada. Emma abaixou-se um pouco e pegou Regina nos braços, carregando-a a curta distância até a cama. Ela deitou Regina gentilmente no colchão e então moveu-se mais a sul para tirar sua calça e calcinha. Emma se deu um minuto para olhar para Regina. Sua respiração estava rápida e seus lindos olhos castanhos estavam negros. Sua boceta estava pingando e Emma umedeceu os lábios antes de se livrar do resto de suas roupas.

             Ela deitou-se nua em cima de Regina e gemeu quando os seus mamilos roçaram um contra o outro. Regina moveu-se embaixo dela e posicionou seu joelho entre a sua boceta, colocando pressão em seu clítoris.

“Porra, Regina” Emma disse beijando o seu pescoço “Você está tão molhada”

“Eu sempre estou molhada para você”

“Deus, eu amo quando você diz coisas assim”

             Emma chupou o lóbulo da orelha de Regina, algo que ela sabia que era um dos seus favoritos. Regina correu suas unhas pelas costas de Emma e apertou a sua bunda. Emma sabia já a algum tempo o quanto Regina gostava de sua bunda. Emma moveu sua mão mais para baixo e começou a esfregar o clítoris de Regina, adorando cada gemido que escapava de seus lábios enquanto ela se esfregava no joelho de Regina.

“Emma, por favor” Regina implorou.

“Por favor, o que?” Emma sussurrou em seu ouvido.

“Por favor, me come”

“Você é impaciente”

“Eu estou excitada”

“O que você quer?”

“Eu quero você dentro de mim”

             Emma sorriu e a penetrou com dois dedos. Ema bombeou dentro dela enquanto os seus lábios atacam o pescoço dela. Regina começou a se mover com Emma, e fez movimentos de ida e volta com o seu joelho no clítoris de Emma. Emma gemeu e continuou movendo-se dentro dela. Ela quase xingou quando se posicionou melhor para ter certeza de que o calcanhar da sua mão também roçasse contra o clítoris de Regina, mas quando ela ouviu os gemidos que escaparam de seus lábios ela soube que tinha feito a escolha certa. Ela abaixou-se de novo e dessa vez capturou os mamilos de Regina em sua boca, chupando-os em sua boca. Regina gemia e mexia-se embaixo dela, implorando a Emma para não parar. Emma sabia que Regina estava perto de gozar, só pela forma como ela se esfregava contra a sua mão e quando Emma mordeu a pontinha de seu mamilo, ela ouviu um gemido alto e então uma onda de sucos escorrendo por sua mão.

             Emma levantou-se um pouco, não querendo colocar muito peso em cima de Regina, mas também não querendo sair de dentro dela ainda. Ela esperou até que Regina abrisse os olhos e quando ela finalmente fez isso, Emma lentamente retirou seus dedos de dentro dela e os chupou em sua boca.

“Você é deliciosa”

“Deixa eu experimentar”

             Emma tirou os dedos de sua boca e penetrou Regina de novo, sorrindo com o gemido de surpresa que Regina deu com a invasão. Quando ela teve certeza de que seus dedos estavam cobertos do gozo de Regina, elas os tirou de dentro dela e os colocou em sua boca faminta. Regina chupou os dedos de Emma, sentindo o gosto de si mesma a cada lambida. Emma sentiu o seu clítoris doer de tanto tesão enquanto uma onda de sucos escorreu pela sua perna. Ela estava pingando só de ver Regina chupar os seus dedos.

“É bom” Regina disse quando tirou os dedos de Emma de sua boca “Mas eu gosto mais do gosto de outra coisa”

             Regina gentilmente empurrou Emma de cima dela e a beijou. Emma gemeu quando sentiu o gosto do gozo da Regina misturada com sua saliva em sua boca e sentiu que ela ficou ainda mais molhada, se é que aquilo era possível. Regina beijou todo o seu corpo descendo com sua língua até entre suas pernas, chupando-a até que Emma gozasse em sua boca. As duas se reversaram em adorar o corpo uma da outra, fazendo amor pela noite até que a exaustão as consumiu e elas adormeceram nos braços uma da outra.

 



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