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História Segura No Meu Amor - Livro Dois. - Capítulo 2


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Notas do Autor


Capítulo Novo!
Boa leitura 😊

Capítulo 2 - Amor


Fanfic / Fanfiction Segura No Meu Amor - Livro Dois. - Capítulo 2 - Amor

| Victor |

Júlia grita o meu nome, depois de ter um orgasmo em baixo de mim. Ela treme e aperta as suas pernas a minha volta. É a melhor sensação de todo o mundo. Eu amo-a com todo o meu ser.

Depois do pedido de casamento, comemos apressadamente o nosso jantar, e viemos para o quarto. Já aqui estamos a mais de três horas e estou longe que acabar tudo o que tenho planeado para fazer com o seu corpo gostoso e delicado. 

Fizemos as posições mais loucas e imaginarias possíveis, pois, Júlia gosta de inovar cada vez que fazemos amor. No chão, na beirada da janela, na cadeira, no sofá... Há umas noites, fizemos na varanda, no lado de fora de casa.

O que me ajuda a relaxar, é saber que não tem ninguém pelas redondezas, pois não consigo imaginar, nem suportar que alguém veja a minha mulher nua. Só eu posso ter esse privilegio. E que visão. Posso ter um orgasmo só de a ver andar a circular pelo quarto quando se arruma para o trabalho, de manhã. É a melhor coisa que já aconteceu na minha vida.

— Estás cansado? — ela pergunta, depois que eu suspiro profundamente duas vezes seguidas.

Se eu estou cansado? Sim, porra. Esta mulher mata-me de cansaço, e ela continua cheia de energia para dar e vender. Não sei como ela consegue. É até um pouco vergonhoso para mim, mas nada que uma boa olhada na sua bunda bonita e grande não ajude. 

— Não. — minto.

— Então vamos fazer outra vez! — ela diz, e caí em cima de mim. Deus me ajude!

— Amor, dá-me só cinco minutos, por favor. — digo a rir quando vejo a sua expressão de espanto. 

— Eu pensei que os homens sempre estivessem sempre prontos. — ela resmunga, mas não para de dar-me beijinhos gostosos no peito e no meu pescoço. 

Talvez eu não precise dos cinco minutos, afinal.

— Linda, eu estou sempre pronto para ti. Mas tu és um furacão. — digo e passo a mão pelas suas pernas nuas e suaves. Retiro o seu cabelo do pescoço e beijo a região sensível por trás da sua orelha. 

— Os cinco minutos já passaram? — ela pergunta e sinto a sua pele arrepiar com os meus beijos. 

— Já. 

Beijo os seus lábios com fome e força. Ela retribui.

Júlia é a mulher mais forte que já conheci na vida, além da minha avó. 

Depois da nossa primeira noite juntos, onde Júlia contou-me todo o seu passado e tudo o que sofreu nas mãos do seu ex-marido, soube que comecei a amá-la naquele momento. 

Os seus olhos brilhantes por causa das lágrimas que escorriam, a sua voz rouca e nervosa por reviver as memórias e mesmo assim ela relatou tudo e foi forte. Mesmo quando Samuel a raptou, uns dias depois, ela foi forte e superou tudo com a sua força. Ela é mais do que eu alguma vez poderia imaginar para mim. 

E depois de um grande desgosto amoroso, pensei que nunca mais iria sentir isto por alguém. Mas, agora, acredito que todas as coisas já estão escritas. Tudo já tem um grande propósito e o meu, era ficar livre de uma pessoa que sempre colocou os seus interesses assim do dos outros, alguém que nunca me amou e que nunca vai saber o que é o amor. Eu tinha que ficar livre para amar Júlia Collins. 

Em breve, Júlia Rivera.

A minha esposa.

A minha mulher.

O meu amor.

— Vamos tomar banho? — ela pergunta, depois de trocarmos beijos quentes e perfeitos.

Concordei, óbvio. 

Entramos na pequena casa de banho e liguei a água quente. Esperamos que a água chegasse ao ponto que queríamos e entramos dentro da banheira. Mantivemos sempre as nossas bocas unidas, degustando do sabor único dos seus lábios grossos. Ela sempre soube bem.

Desde o nosso primeiro beijo na minha carrinha. 

— Victor... — ela geme. 

Eu levo a minha mão até ao meio das suas pernas, que para além da água do chuveiro, esta molhada com a sua excitação. Ela sempre está pronta para mim. Linda! 

— O que queres? — pergunto. 

— Quero-te a ti. — ela sussurra — Quero tudo de ti.

Ela não precisa de dizer de novo. Pego no seu corpo e tenho cuidado com o seu braço. Ela segura-se a minha só com um braço e encosto as suas costas no azulejo frio. Os seus pelos ficam arrepiados com as diferentes temperaturas e enfio forte e rápido o meu pénis dentro dela.  

Gememos alto. Estamos entregues um no outro.

Como deve ser, como sempre será.

— Amo-te. — digo, chegando quase ao clímax. 

Continuo a enfiar e a tirar. Continuo a beijar os seus lábios e levo a minha mão até ao seu clítoris. Circulo o seu montinho e beijo o seu pescoço. Ela grita coisas que não entendo — eu nunca entendo o que ela diz quando tem um orgasmo, mas é gostoso demais. 

Sinto as suas paredes apertarem. Ela já chegou lá! Porra. É bom demais!

— Victor! — ela grita, quando eu impulsiono mais duas vezes, forte e com força. 

Gozo nela e grito o seu nome com o rosto enfiado no meio dos seus seios. 

Dou beijos neles e desço o seu corpo para o chão. 

Finalmente tomamos banho.

***

— Vens buscar-me? — Júlia pergunta depois que a deixo no "Texas Pearl".  Ela insistiu em trabalhar, mesmo estando com o braço aleijado. Ela consegue fazer coisas básicas e Clara aprecia a sua companhia. 

Clara foi a pessoa que me disse que Júlia tinha ido com um homem estranho. Clara chorou imenso quando soube o que tinha acontecido com  minha Júlia. Ela é uma grande amiga. 

— Venho, linda.

Trocamos um beijo e vou para o orfanato. Ao que parece um cano arrebentou, então vou passar por lá e arranjar. Além disso, há muito tempo que não vejo aquelas crianças. 

Arranco com a carrinha e sigo caminho. Quando estou quase a chegar sinto o telemóvel vibrar no bolso das calças. Estaciono na primeira vaga que encontro e tiro o aparelho e vejo quem me liga. Dona Glória.

— Estou? — digo ao atender — Avó?

— Olá, filho. — ela diz e sei, imediatamente, que alguma coisa não está bem pelo tom da sua voz.

— Avó, o que se passa? — pergunto, preocupado.

— Querido, não queria trazer-te problemas, mas precisas de saber quem está na cidade.

— Quem? — quem poderá ser? Quem deixaria a minha avó assim?

— A Helena, filho. — ela diz e PUTA MERDA!

— Tens a certeza? — diz que não, diz que não!

— Tenho, querido. — ela suspira — Acabei de a ver aqui perto da loja. Parecia que andava a tua procura. 

— Que merda! — digo, exasperado. 

A minha avó não diz nada. Respiro fundo e agradeço-lhe por me ter avisado. 

Depois de desligar a chamada fico a olhar para o nada e sem vontade de sair da carrinha. Ligo a mesma e sigo para casa. 

Assim que chego mando uma mensagem a Rute, dizendo que surgiu um imprevisto e que não pude ir ao orfanato. Preciso pensar.

O que raios aquela mulher faz aqui? 

Ela que não pense que vai destruir o que tenho com Júlia, pois eu não vou deixar isso acontecer.


Notas Finais


Obrigada por lerem 💕
Já começamos bem kkk
Penso que este livro terá mais capítulos que o outro e mais ação 🤭


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