História Seis Beijos e Mais Um - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Colegial, Comedia, Got7, Jikook, Lemon, Namgi, Namjin, Namkook, Nammin, Namseok, Namson, Shounen Ai, Sope, Taejin, Taejoon, Vjin, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 48
Palavras 2.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Planos Infalíveis.


JackSon o heterogay: 1 - Eu chamo Jin aqui em casa e peço para brincar de cobra-cega com ele;

2 - Vendo ele e farei com que ele vá para o segundo andar;

3 - Empurro ele da janela, e BOOOM!!! NamJoon está lá em baixo e pega ele no colo;

4 - SeokJin se sente tão agradecido que ira beijar ele.

O que acha???

Markinho o predador: Vc estuda ciências?! Quando um corpo cai de um lugar muito alto em alta velocidade e é parado no meio do percurso, os ossos simplesmente quebram

JackSon o heterogay: Mas nos filmes de super heróis...

Markinho o predador: PARA DE SER RETARDADO


Hoje em dia a amizade esta assim; você inventa um plano para ajudar o crush e vai mostrar para o seu amigo na esperança que ele diga: "NOSSA CARA, QUE GÊNIO". Mas é claro que não, realidade é diferente dos sonhos. Aqui você leva uma facada nas costas e ainda continua amigo da peste, e porquê não largamos?!

Simples,

a gente é trouxa.

Suspirei na cadeira da minha escrivaninha e rasguei o papel com "o plano infalível" pelas mãos. Era o terceiro plano que eu inventava e só ganhava críticas de Mark, um velho amigo de escola.

Eu poderia voltar ao inicial, onde o NamJoon resgata o JungKook dos tigres do zoológico. É claro, não seria eu que iria colocar o garoto dentro da jaula do tigre... Ou talvez sim, mas isso é não vem ao caso agora, não é mesmo?

Ri um pouco diabólico, me esticando e estralando o pescoço na cadeira giratória.

Olhei em volta do meu quarto; simples, havia pouca coisa no local já que eu não gostava de muitas coisas em um espaço pequeno, mas, sinceramente, era bem arrumadinho ali. Minha única decepção com meu espaço pessoal era ver as inúmeras fotos que eu tinha com NamJoon em vários quadros decorados com corações e arco-íris. Bem gay, mesmo.

Me levantei frustado e fui até a cama, me jogando desajeitadamente e afundando a cabeça no travesseiro, este que estranhamente tinha o cheiro de NamJoon. Ergui a cabeça confuso, olhando a almofada estranhamente e levantado-a com a mão, fazendo cair um papel de dentro da fronha.

Era uma pequena carta perfumada com o perfume de Joonie – ele é bem menininha, ele. –, era na cor branca com as famosas listras azuis; ele até que era simples, né. Desdobrei vagarosamente o papel, sorrindo ao ver o conteúdo.

Sim, eu envadi o seu quarto uma horas dessas e coloquei a cartinha no seu travesseiro. Eu queria basicamente agradecer pela a futura ajuda que você vai me dar, só não envolva meus bebês – o moreno conseguia ser enjoativo quando queria – em perigo. Sem tubarões, tigres ou qualquer tipo de queda, não vai ser você que ira levar um pata na cara.

Sorri abobadamente, guardando o pedaço de papel em uma gaveta qualquer. Suspirei, e logo procurei meu celular entre as cobertas da cama, não demorando a acha-lo e abrir num aplicativo para conversas.


JackSon o heterogay: Cara invadir a casa dos outros é feio!! Oq a minha mãe disse?

Monstro cuty: Me deixa... Eu agradeci pelo mens

Menos*

JackSon o heterogay: Era só ter mandado uma MSM

Monstro Cuty: Eu te amo cara 🐸 acha mesmo q eu só ia mandar uma MSM?

Jackson o heterogay: Claro 👀 os amigos de hj n fazem mais demostrações de afeto

Monstro cuty: N fala mais comigo! Depois de me dar o trabalho de escrever a poRCARIA de uma carta Vc ainda vem reclamar cmg

T A B O M


Gargalhei feito idiota e deixei o celular de lado, olhando fixamente para o teto, me deixando divagar pelos vários pensamentos de como ajudar meu amigo, aliás, eu não podia ficar de folga.


[♣😪♠]


Caminhava apresado pelos corredores que já estavam vazios, o sinal já havia batido a tempos e eu não estava conseguindo achar a minha sala naquela imensidão de corredores. Não queria chegar atrasado logo no meu primeiro dia de ensino médio, qual seria a impressão que eu iria passar para meus futuros crushs assim? Isso, com total certeza, era preocupante.

Desesperado, abri a primeira porta que me veio pela frente, me deparando um um vestuário vazio e bem espaçoso. Cauteloso, comecei a caminhar pelos pequenos vãos que tinham entre os vários armários a procura de algum tipo de zelador que pudesse me ajudar.

Fiquei tão distraido andando por ai, que quase nem notei quando tropecei numa mochila. Numa maldita mochila. Olhei aquela cena ridícula pasmado; quem quase bate com a cara no chão por causa de uma mochila, num vestuário?! Isso mesmo, eu!

Resmunguei uma coisa ou outra olhando raivosamente para mochila, amaldiçoando o dono desta a ser meu amigo, por quê ai sim o cara vai sofrer comigo. Eu posso até fazer ele se engasgar com farofa!

Minha cabeça foi bruscamente virada para o lado quando ouvi um som de chuveiro, vendo que alguém tomava banho ali, não podendo-se ver o rosto de félho de uma mãe por causa da água de onde saia vapor.

— Ei, você! – Chamei, vendo o outro se virar para mim, no entanto ainda não podia-se ver o rosto. – Eu quase perdi um dente por causa da merda da sua mochila, aprenda a deixar as coisas organizadas.

Resmunguei e olhei para aquele ser furiosamente, porém me deixei vacilar quando o mesmo desligou o chuveiro e se movimentou.

Merda, Jackson! Você não sabe com quem se meteu!

Quando o vi se encaminhar para mim, gelei e engoli em seco, tremendo um pouco.

A cada segundo seu rosto ficava mais visível, mas ainda estava um pouco embaçado por causa do vapor que tinha se espalhado pelo vestuário.

Quando ele chegou perto o suficiente para visualizar seu corpo, pude ver que ele era estupidamente alto e um pouco forte, me fazendo corar ao perceber que este estava nu. Automaticamente, meus olhos caíram nas partes íntimas do desconhecido, vendo que ali não havia nenhum pelo pubiano – invejá, toda vez que me depilo fica uma merda – sequer. Só que não foi o fato do cara não ter pelos que me fazer corar e arrepiar, e sim porque aquele negócio era grande...

Não estou brincando, era enorme.

Imagine uma régua de vinte centímetros, e se isso é o pênis dele dormindo, imagina acordado.

Eu realmente apenas estava focado naquela área, sentindo as bochechas queimarem com os pensamentos sujos que eu tenho toda vez que vejo uma espada de Hércules.

— Ei, para de olhar para meu pau, isso é constrangedor. – Ele falou, me fazendo desviar o olhar timidamente para sua cara, onde tinha um lindo sorriso de covinhas.

Ótimo.

O filha da puta era lindo.

Era só o que me faltava depois de me imaginar chupando a genitália dele.

— Desculpa te fazer cair. – acenou com a mão num gesto simples. – Meu nome é Kim NamJoon, aliás; você parece novo aqui. – Ele sorriu novamente, pegando a mochila do chão e de lá tirando uma toalha.

— S-sim, acabei de chegar e me perdi. – Desviei o olhar para o lado, evitando olhar aquele corpinho desaparecendo entre a toalha.

— Então você deve ser do primeiro ano, que turma? – pegou outra toalha, jogando esta no ombro.

— 1D.

— Ah! Que legal, somos da mesma turma. Você chegou na metade do ano, perdeu muita coisa, se quiser eu posso ajudar na matéria... Seu nome...? – Parou no meio da frase, me fazendo um questionamento.

— Ah, JackSon Wang, sou chinês, me mudei para Coréia a pouco tempo, e aliás, tenho dezenove anos.

— Tenho dezoite, Wang.

Sentei num banquinho que tinha ali, passando a observar ele silenciosamente. Da mochila ele tirou uma troca de roupa, logo já estava retirando a toalha e mostrando aquelas nádegas fartas e sua genital – gigante, vale lembrar. – e cobrindo-as de novo com a roupa.

Ele me fitou por breves segundos, me dando um sorriso convencido que só me fez corar.

— Você é gay, não e mesmo?

— Olha, eu posso ser afeminado, mas você foi muito direto, não acha? – Franzi o cenho em desgosto.

— Me poupe, você olhou 'pro meu pênis com tanto desejo que pensei que você iria chupa-lo, hyung. – Sorriu.

Óh! Que audacioso! Eu não sou uma puta, apenas doze horas do meu dia.

— Quem te deu tanta intimidade para me chamar de "hyung", Kim? – Bufei. – O que eu faço ou não faço com a minha boca é problema meu.

— Relaxá, apesar de eu parecer um cara másculo, sou gay com todo orgulho, depois que me conhecê todo mundo vê que sou um amor de pessoa.

Colocou a mochila nas costas e passou a caminhar, passei a fazer o mesmo e alguns segundos depois já estávamos do lado de fora.

— Ui, o viado é confiante! – Debochei, gargalhando em seguida.

Ficamos calados por um tempo até que chegássemos numa porta de madeira clara, onde em cima estava cravado "1D" bem grande. Apenas idiotas não conseguiriam ver aquilo; ou seja, euzinho aqui!

NamJoon bateu a porta, recebendo um "entre" calmo de uma voz masculina bem grossa. Quando entramos os alunos estavam bagunçando enquanto o professor mexia no celular, o que é bem estranho para ser sincero. Entrei cautelosamente, observando meus futuros rolinhos que conversavam entre amigos.

O professor olhou-nos e sorriu, se levantando e pedindo para que todos ficassem quietos. O moreno que eu havia conhecido a minutos atrás foi se sentar ao lado de um menino com cabelos negros, lábios cheios e vermelhos como cereja. O menino olhou para NamJoon e sorriu, trocaram um abraço carinhoso – -se grudento. – e afagaram-se.

— Turma, esse é um mais novo aluno que chegou hoje, – o professor (que, por acaso, era bem jovem e gostoso) olhou para mim e sorriu simpático. – se não me engano seu nome é JackSon Wang, não é gracinha?

Gracinha...

ALGUÉM ME SEGURA, SENÃO EU CRIO UM CRUSH NO PROFESSOR.

— C-Claro.

— Sente-se do lado de Mark – apontou para o menino. – ele é bom de papo.

Assenti, caminhando até a cadeira vazia e vendo que os alunos recomeçaram a conversar.

— Oi, Wang. – Falou sem ânimo, olhando ao redor.

— Eai... – Respondi no mesmo tão. – Que baderna é essa? – Perguntei, me referindo aos alunos.

— Hoje é aniversário daquele carinha ali. – Apontou para o rapaz que estava do lado de NamJoon, que continuava grudado com o mesmo. – O professor da aula livre quando alguém faz aniversário.

Fiquei quieto, observando a sala e deixando meu olhar cair sobre a mesa do mais velho do local, vendo que ali tinha uma plaquinha com um nome e uma idade. Meu cérebro automaticamente deduziu ser o nome do educador, sendo este Chanyeol, com a idade de vinte e oito anos.

Ou seja,

eu posso dar em cima a vontade.


[♣😐♠]


Quase saltei da cama quando ouvi o toque de celular.

Tratei de relaxar, pegando o celular ainda de olhos fechado, atendendo a chamada.

Eu estava estranhamente quente e suado por causa do sonho, que mais parecia uma antiga lembrança de um ano atrás.

— Alô, demônio? – Bocejei, coçando o pescoço e lentamente abrindo os olhos.

— Que mau humor, viado, tava sonhando com o crush, é? – A voz de NamJoon saiu como um deboche, com uma risada de seguida.

— Nossa, você é vidente ou o quê?

Abri finalmente os olhos por completo, me deparando com uma ereção e o short levemente úmido por causa do pré-gozo.

Merda... – Murmurei.

— O que foi? Aconteceu algo?

— N-Não, relaxa Joonie.

Toquei no pequeno moro, começando a acariciar a glande suavemente – o que... – suspirei. – quer?

— Hobi ira vim aqui, algum plano?

— Caia de propósito, – deslizei minha mão por até o cóccix do meu short, começando a acariciar a virilha. – tente ficar por cima dele e beije ele "acidentalmente", – Minha mão começou a brincar com os recentes pelos pubianos que haviam crescido. – depois peça desculpas.

— Ah~, JackSon... – Aquilo pareceu como um gemido, piorando minha situação. – Isso é tão complicado... Esta doendo...

Porra.

Vai tomar no meio do cu.

— Pare de sussurrar... – Pedi manhoso, envolvendo minha mão sobre meu falo.

— Você ta bem, cara? – Perguntou preocupado, parecendo agitado.

— E-Eu preciso desligar.


(...)


Decidido, fui tomar um banho para me livrar daquilo da forma mais prazerosa que conseguia.

Fui até o box do banheiro, colocando na água mais quente possível para relaxar meus músculos que estavam rígidos pela ereção. Deixei a água percorrer meu corpo inteiro, me fazendo suspirar com as gotículas caindo sobre minha pele.

— Oh, Joonie... Como eu queria que você me ajudasse nessa situação...

Mordi meus lábios em delírio, imaginando coisas impuras e excitantes ao extremo.

Meu pênis começou a pedir atenção, o que me fez contrair ainda mais os músculos do corpo. Escorreguei minha mão até meu falo, apertando ali e suspirando.

Subi minha mão lentamente, deixando gemidos escaparem da minha boca enquanto pensava no meu melhor amigo, enquanto pensava em ter seu pau bem fundo em mim de maneira delirante. Acabei apertando a glande, não segurando o murmúrio alto de prazer ao fazer tal.

Minha palma subia e descia tortuosamente devagar, tentando dar-me algum tipo de prazer extra, mas era só imaginar a boquinha de lábios cheios por volta do meu pênis já me fazia revirar os olhos.

Ah, NamJoon é tão fodidamente gostoso que eu poderia me abri todo para ele caso pedisse, sem ao menos pensar duas vezes.

Com os pensamentos ainda fluindo pela mente, comecei a aumentar meus movimentos, subindo e descendo freneticamente com a mão, prendendo meus inferiores entre os dentes e lambendo-os a cada segundo.

— NamJoon...!

Gemi alto finalmente me deixando gozar, lambuzando minha mão com aquele líquido viscoso e branquinho que eu gostaria de fazer alguem tomar, mas quê infelizmente não iria acontecer tal ato.

Desliguei o chuveiro, encostando na parede gelada recebendo um pequeno choque. Estava ofegante e com os lábios bem abertos enquanto eu sussurrava o nome dele várias vezes em delírio.

Ah! Esse cara estava me fodendo, o pior é que nem erva no sentido literal.

Eu realmente tinha me apaixonado pela pessoa errada.

Fala serio, ele gostava de sete pessoas ao mesmo tempo!

Eu sou tão trouxa por gostar dele, gostar ao ponto de ajuda-lo!

Eu podia ter ficado com o professor dês da vez em que ele me pediu um relacionamento as escondidas. Poxa, o ser humaninho fode tão bem! Que desperdício.



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