História Seis motivos pra te amar - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jikook, Jimin Masoquista, Jimin!botton, Jungkook!top
Visualizações 2
Palavras 1.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu aqui!!! Bom estou aqui pra lhe desejar uma boa leitura e até as notas finais.

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Seis motivos pra te amar - Capítulo 1 - Prólogo.

Jihyo on

Hoje faz 3 anos que estou casado com Jeon Jungkook, e posso dizer que sou o cara mais feliz de todo esse universo, mas nem tudo é perfeito. Eu queria poder ter tempo para dizer o quanto eu amo meu coelhinho, e quanto ele é importante pra mim, mas consigo olha-lo. 

Eu realmente não planejava que iria estar em um um hospital bem no dia que estamos fazendo aniversário de casamento, eu não planejava o ver com seu rostinho todo vermelho me pedindo pra ficar enquanto, eu mau conseguia me mexer. Talvez seja o nó na garganta, ou apenas sangue querendo sair pela boca novamente.

- Amor....mantenha os olhos abertos! Por favor não me deixe! ENFERMEIRA!! - O maior segurava minha mão com firmeza, enquanto as lágrimas insistiam em cair sobre suas adoráveis bochechas, agora vermelhas.

- N-não Kookie. - puxei a manga de sua camisa branca social, que o mesmo usava. - eu p-preciso que me escute. Há uma caixa....no fundo do armário do nosso quarto, onde tem seis cartas. Leia, leia cada uma.

- Jihyo, do que esta falando!? Isso não é uma despedida!

- G-gukk oque eu disse sobre ser mimado? - Fiz um pequeno esforço para acariar seu rosto. - Sim meu amor, é uma despedida - abaixo minha mão já sem força.

- Não! Você não tem o direito de fazer isso comigo! Para agora de fazer Isso!

- Apenas me prometa cuidar dele, apenas o ame, e o proteja.

Relaxei meu corpo, já totalmente sem forças, sentindo meu coração bater de vagar a cada segundo, e o som, um tanto melancólico da máquina de batimentos cardíacos parar.

Narradora on

Jihyo escondeu a leucemia de todos, menos do marido, e também o obrigou a não contar sobre a doença para mais ninguém. Jungkook não conhecia os familiares de seu marido, já que a Coréia e bem longe de Canadá.

Jihyo morreu, ali, fitando o rosto de seu marido que tinha um olhar desesperado, e cheios de água. Jungkook estava em um verdadeiro pesadelo. Acabou de perder o amor da sua vida, e não sabia oque fazer, ou oque pensar, só não aceitou aquele ser, que era dono de seu coração estar morto. O moreno se perguntava como o pequeno Jihyo conseguir ser tão angelical, seus lábios tão carnudos, que sempre tinha um lindo sorriso no rosto, agora sem vida e pálidos. Aquilo era bem pior que o inferno.

- Não você não pode morrer! 

Jungkook, em um ato de total desespero, abriu a roupa de seu - agora falecido - marido a começou a tentar reanimar o marido.

- 1! 2! 3! - Jungkook usava toda sua força, mas nada adiantava. Park havia falecido.

- Senhor Jeon! Saía daqui agora! Tirem ele daqui.

O médico ordenou, pegando um reanimador de choque, tentando ao máximo trazer Jihyo a vida novamente, mas acabou falhando. Jungkook observava pela pequena janela o corpo de seu pequeno ser caberto pelos lençóis que haviam por perto. Seu peito doía, sua cabeça tava uma bagunça, e a única coisa que se ouvia era seus soluços altos.

Duas semanas depois...

Jungkook tinha pego as tais cartas, mas não as abriu. Na verdade abriu apenas uma que tinha o endereço do irmão de seu falecido marido. O Moreno fez uma pequena carta pro Park mais velho avisando sobre o falecimento do marido, junto com a localização do enterro. Jungkook com certeza não ia para o enterro, não conseguia nem sai de sua cama direito, quem dirá ir ao interro da pessoa que mais amou na vida. Podia ser egoísmo da sua parte, mas era incapaz de dizer adeus.

Jimin quando recebeu a notícia, estava acabando de se formar a fãs universidades de arte mais reconhecidas de toda a capital da França. Já fizia dois anos que estava em Paris para estudar oque mais gostava; a arte da dança. 

Aquilo fez seu mundo desabar, chorou tudo que conseguia chorar, gritou até sua voz falhar. Mas do que aquilo iria adiantar? Isso traria Jihyo de volta? Com certeza não. Então Jimin tinha que ser forte, não só por ele, mas toda sua família, que também estava sofrendo c tudo aquilo. 

Lá estava ele, com seu terno preto, e seus cabelos loiros perfeitamente aliandos. Estaria perfeito se não fosse seus olhos inchados de tanto chorar. Park respirou fundo e saiu de seu quarto pegando seu carro indo para o funeral de seu irmão mais novo.

Era um dia chuvoso e escuro, dignos de filme de terro, ele poderia dizer. O silêncio se instalou pelo local, mas não chegava a ser desconfortável, pois cada um tava sofrendo do seu próprio jeito, e com certeza não tinha palavras bonitas o suficiente para descrever seu irmão. Nenhuma palavra conseguia descrever o quão maravilhoso era Park Jihyo. Jimin só estranhou que o tal marido que seu irmão tanto falava não estava presente. O Park mais velho sabia do casamento de seu irmão, mas não pôde ir, não por falta de querer, mas por conta que seu irmão não deixou. Ele ficou bem chateado com isso, mas logo entendeu que seu irmão tinha seus motivos, mesmo que ele não soubesse quais, e ass aconteceu com toda sua família, ninguém sabia do tal marido de Jihyo.


Uma semana depois...

Jimin voltou para Busan, indo direto para casa dos pais. O ambiente que era tão alegre agora tinha perdido a magia, dando lugar ao silêncio.

Jimin arrumou suas coisas no guarda roupa, no quarto que divida com seu irmão. Seus país insistiram para o loiro dormi no quarto de hóspedes, mas os de cabelos dourados insistiu em ficar no antigo quarto.

O pequeno lourinho começou a arrumar o quarto, quando percebeu a pequena caixa azul, no lado em que Jihyo guardava suas coisas. Exatas seis cartas mas o que poderia está escrito? Seu irmão nunca tinha falado de carta nenhuma, muito menos deixava suas coisas por aí desse jeito. Jimin ia abrir a primeira carta, mas sua mãe o chamou para comer junto a todos, esses apenas; seus país e sua avó, que já era de uma idade lemeveme avançada.


Continuo?





Notas Finais


Choraram? Tá muito bosta? Cometem, amanhã tem mais, e vai começar uma "nava fase" da fic.


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