História Seja Ardente à Meia-Noite - Viktor - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Drama, Luta, Romance, Sangue, Sobrenatural, Terror, Tragedia, Vampiros, Viktor
Visualizações 243
Palavras 1.574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Okay, okay, eu sei que disse que o prox cap seria só semana que vem, mas vcs estão sendo tão amorzinhos comigo, que precisei mostrar um pouco mais dessa história, que já amo heeheuehe <333 ENTÃO, TOMEM MAIS UM!
Boa leitura ^^

Capítulo 2 - Uma Voz No Meio Do Caminho


Fanfic / Fanfiction Seja Ardente à Meia-Noite - Viktor - Capítulo 2 - Uma Voz No Meio Do Caminho

Antes:

Andando um pouco tonta com a noite efervescente, sentia cada dedo ferido.

Olhando o céu, parou com pressentimento pesando ao peito apertando seu coração.

-O que é isso? .

Virando-se para trás, olhou o caminho já percorrido estando em deserto, virando para prosseguir, avistou ao longe uma silueta escura parada em sua observação. 

-H-hã? .

Agora:

 

Uma Voz No Meio Do Caminho

 

Paralisando-se subindo o medo, olhou de boca aberta sem coragem de descobrir o que era. Aparentemente, era uma pessoa mais à frente.

-... Q-quem... .

Começando a ofegar, pôs a mão ao peito em busca de se alto tranquilizar.

-O que uma menina está fazendo tão tarde na rua? Não sabe que pode ser perigoso? .

-... Essa voz... .

Baixa e tranquila, assim podemos qualificar a voz, como estivesse no total controle da situação. Recuando um passo, Grace não lhe devolveu uma resposta, e sim uma reprovação, mas também não deixava de ser uma resposta, do estilo Grace.

-Não sou uma menina! .

-É mesmo? Daqui parece ser, sim.

-Ora, então se aproxime e se frustre! .

Irritando-se, disse sem pensar.

-... Tem certeza que quer isso? .

-... .

Percebendo seu erro, engoliu a seco. Não havia outro caminho, se quisesse chegar em casa antes do sol raiar, tinha que continuar.

Suspirando fundo, apertou as alças dos saltos e andou um passo de cada vez. Entretanto, mesmo se aproximando, ainda assim, não conseguia ter a revelação da face.

Vendo sua determinação e seu pingo de coragem, esboçou um fraco sorriso e no seguinte vento, onde a fez, mais uma vez, cobrir seu rosto, desapareceu.

-Hã?! Cadê...? .

Olhando em volta nas aceleradas pulsações, correu sem querer ter outra infeliz surpresa.

Aparecendo no mesmo lugar, olhou-a correr desesperadamente e, mais uma vez, sorriu.

-... Você... É sempre tão engraçada... Grace.

 

De volta em casa, pôde respirar em paz. Batendo a porta quase arrebentando, suas mãos tremiam demais para trancá-la.

-Arf, arf... O-o que... Arf, arf... O que era aquilo? Um... Sequestrador? Estuprador? Assassino? Ou simplesmente alguém me “trollando”? Tanto faz... Pelo menos, não me atacou... .

Por fim se acalmando e trancando a casa, subiu para seu quarto, já era normal chegar algumas noites nesse horário, seus pais não ligavam mais. Entrando, jogou os saltos em um canto qualquer e despencou na cama, cansada. Uma noite de emoções, assim podemos nomear.

-Hm... Castiel... .

Com um sorriso cheio de confiança, gemeu o nome.

-Que delícia de lábios... Mas Nathaniel também não fica atrás... Charlotte tem razão... A forma que ele fica envergonhado... Excita-me.

Retirando a blusa do corpo suado, bagunçou os cabeços no ato de relaxar. Despencando, dessa vez, de barriga para cima, fitou o teto não realmente vendo-o.

-... Ambre teve tantas chances quanto eu... Não tenho culpa se ele não a quis... “Pegarei” ele de novo e o irmão dela também... Não sou a vilã daqui, sou a esperta! .

 

Acordando com o ruído esganiçado da cortina se abrindo, abriu um dos olhos, ainda bem sonolenta.

-Humpf! Você está se superando a cada dia, Grace! .

-Hããan... .

Sentando, coçando o olho esquerdo, tombando para o lado, começou a se espreguiçar, finalmente despertando.

-O que você disse mesmo? .

-Que a mocinha voltou depois das duas da madrugada! Acha isso certo?! .

-Aaaah, isso... E o que tem? Meus pais nem ligam.

Fechou os olhos falando, desanimadamente.

-Mas eu me importo, menina! Toma juízo! .

-Ah, Marie! Eu tenho dezoito anos! Sou maior de idade, quanto os meus pais, é só os vizinhos não perceberem que estará tudo bem! .

-... Sim, minha filha... .

Suspirando, a empregada concordou.

-Muito bem, agora vá se arrumar, hoje é dia de aula.

-Hã?! Hoje é domingo! .

-Não, madame! Hoje é segunda, ontem foi domingo.

-Quê?! Eu achei que era sábado! .

Com a mão no rosto, disse, incrédula.

-Pois é, agora vá tomar banho.

Com a mão na cintura, Marie disse sem se surpreender com a conduta, não seria a primeira vez, em todo caso. A mesma tinha longos cabelos castanhos batidos na cintura, altura um pouco mais baixa do que de Grace, olhos castanhos claros, e de uma personalidade forte. Grace aprendeu muito com ela.

-Merda! .

Depois de arrumada, desceu para tomar seu café, de costume encontrou sua mãe. Seu pai, já desconfiava que já tivesse saído.

-Oi, mãe.

-Bom dia, filha.

Lendo o jornal e comendo sua salada de frutas, Madalena nem ao menos a olhou em resposta. Bufando prevendo isso, sentou-se à mesa esperando seu desjejum.

-Aqui, meu bem.

-Grata, Marie.

-Eu soube que a senhorita voltou depois do horário permitido, certo? .

-Hã? .

Erguendo sua sobrancelha à sua mãe, não entendeu onde queria chegar. Nunca predominaram um horário.

-Não se faça de desentendida! .

-Não estou me fazendo de nada! Nós nunca tivemos essa conversa.

-Há! Você sabe bem que os Washitons dormem tarde.

-E? .

-E você tem que chegar antes! Para depois não ficar mal falada.

Rodando os olhos, preferiu dar um gole no seu suco.

-E os estudos? Espero que esteja tudo de acordo.

-Sim, sim.

Levantando e pegando sua bolsa, pensou que já estava há tempo demais com ela. O assunto não evoluiria, ficaria nesse mesmo mande e desmande, queixas e mais queixas.

-Tenha um bom dia, mãe.

-Te desejo o mesmo.

Falando em tom sem se importar, Grace abaixou o olhar e depois deu um sorriso para Marie que acenou, tristonhamente.

 

Já na escola, suspirou. Ajeitou o cabelo, colocou um sorriso na cara e entrou, fingindo que sua vida era digna de se tornar um reality show.

-Bom dia, Grace.

-Bom dia.

-Bom dia, Grace! .

-Oi, bom dia! .

-Olá.

-Oi, tudo bem? .

Acompanhada pelos diversos cumprimentos, isso não era mais raro, Grace era popular, era organizadora da torcida, fazia canto e era uma das meninas mais lindas e desejadas. Aos seus olhos, tinha uma boa base para se engrandecer.  Ao final do corredor percebeu que Ambre, Charlotte e Li estavam a conversar. Novamente suspirando, deu seu melhor sorriso. Só espera que Ambre não faça nenhum outro barraco.

-Ambre.

-Hã? .

Virando-se para ela, não parecia mais estar brava.

-... Grace.

-Olha, eu... Eu queria te pedir...

-Não! A única a se desculpar aqui sou eu.

-O quê? .

-Eu percebi que não fui justa com você, por isso, me desculpa, okay? .

Dando um sorriso radiante, fez com que Grace se chocasse, não apenas ela, mas todos que por lá passavam.

-É... Sério? .

-Claro! Oh, vem cá! .

Abraçando-a, tudo pareceu mais real.

-Vamos fingir que nada aconteceu, okay? .

Com as mãos em seus ombros, continuou a sorrir. Piscando ainda surpresa, concordou.

-Ótimo! Você sabe que eu te amo, né! Minha linda! .

Sorrindo de novo, a loira se dedicava.

-É... Claro, claro que sei! .

-Legal. Ah! Lembrei, preciso mostrar para vocês uma coisa, algo bem caro que minha mãe me deu! Está na minha mochila, vou lá buscar.

Andando, animada, Ambre parecia realmente ter se esquecido do vexame, olhando-a, contente, Grace ficou feliz por estar de bem, como sempre. Percebendo que o pingente do celular da amiga havia caído, Grace correu para pegá-lo e quando se ergue a fim de chamá-la, sentiu algo se aproximar de si.

-Hã...? .

Passando por ela um garoto alto com fios negros, sentiu um arrepio subir sua espinha.

-Com licença.

Dizendo baixo e no tom calmo, a fez arregalar os olhos... Lembrando-se dessa mesma voz... .

-... Ah... .

Como se o mundo tivesse parado de girar, o colégio congelou, olhou-o pelas costas indo para perto de Ambre.

-... Essa voz... Eu conheço essa voz... Eu conheço...? .

“-O que uma menina está fazendo tão tarde na rua? Não sabe que pode ser perigoso? .”

-Ah! Você! .

O mesmo cara acabou tombando com Ambre sem querer, o estojo de maquiagem foi para o chão.

-Hã?! Olha só o que você fez! .

Irritando-se na hora, começou a gritar.

-A-ah, sinto muito.

Abaixando-se, pegou e limpou.

-Aqui, desculpe.

-Ah! Você sujou meu estojo novinho! Cretino! .

-Eu... Eu limpei, o chão está limpo até, não tem problema.

-Sim, o chão está, mas as suas mãos imundas, não! Dá aqui, seu idiota! .

Tomando, Viktor olhou-a sentindo cada palavra. Como alguém pode ter tanto acúmulo de arrogância? .

-Que merda! O mais esquisito da escola tocou no meu estojo novinho! Irei mandar meu irmão te expulsar, idiota! .

-... .

Olhando toda a cena, viu que ele parecia que nunca iria se defender. Observando-o um pouco mais, poderia dizer que estava até atônito.

-Eu sinto muito, se quiser, eu pago outro para você.

-Hã? .

Sendo surpreendida, Grace, e todos os outros, não esperavam por tanto vindo dele. Ele realmente ia fazer isso? .

-Pagar um novo? Você, por acaso, sabe quanto custa? Mal tem onde cair morto, seu retardado! .

-Tem razão, eu não sei... Mas se me disser o preço, eu pagarei.

Controlado e sutil, esse era seu tom e expressão. Fitando-o, descaradamente, estava ansiosa para saber o que faria se Ambre dissesse o real valor.

Percebendo que estava sendo encarado, não apenas por ela, e sim, por quase todos que estavam no corredor, corou e abaixou o olhar.

-Isso custa mais que a sua vida, entendeu?! Suma da minha frente! .

Dando um encontrão nele, partiu ainda enfurecida. No mesmo lugar, Viktor continuou impecavelmente endurecido, até que subiu os olhos encontrando-se nos dela.


Notas Finais


AAAAAA MEU BB APARECEU! AAAAA QUERO QUERO QUERO!

Ah, dando uma explicação que achei viável explicar kkkkk. O Viktor de Amor Doce (Jogo) e o meu Viktor tem personalidades diferentes, então não espere algo totalmente na linho do personagem, além do mais, tivemos mt pouco do próprio original. Mas pelo que conheço dele, meu Viktor não estão tããããão longe ^^

COMENTEM! Continuem mostrando amor pela Fic <333

*Desculpem os erros
*Até semana que vem ( Agora é sério kkkkk ainda n corrigi o 3° Cap cof cof kkkkk )

Sobre a imagem de Cap, SIM, ESSE É O VIKTOR! DEU MT TRABALHO PARA ACHAR, ENTÃO NÃO RECLAMEM KKKKK Sério, mt difícil.

BYE BYE PEQUENOS GAFANHOTOS


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