História Seja Ardente à Meia-Noite - Viktor - Capítulo 24


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Drama, Luta, Romance, Sangue, Sobrenatural, Terror, Tragedia, Vampiros, Viktor
Visualizações 132
Palavras 1.632
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CHAMA A LUDMILA Q É HJ! HAHAHAHA

Preparem ae o coração, os pontos sensíveis ( se é q me entendem hehehe) VÃO PARA UM LUGAR SEM ABSOLUTAMENTE NINGUÉM, DESERTO, ALONE TOTAL! E boa leitura:

Capítulo 24 - Alimente-me, Grace


Fanfic / Fanfiction Seja Ardente à Meia-Noite - Viktor - Capítulo 24 - Alimente-me, Grace

Antes:

-... Eu... Eu estou, só preciso de uma coisinha... .

-O quê? Precisa do quê? Eu busco para você.

-... Eu... Eu... AH, PRO INFERNO! PRECISO DE UM ABSORVENTE, CACETE! VÁ BUSCAR UM PRA MIM! .

-Sinto muito... O que eu posso fazer para aliviar sua dor? .

-... Pode me chupar.

Agora:

 

Alimente-me, Grace

 

-O QUÊÊÊ?! Ficou maluca?! .

-N-não, é sério... Eu vi u-uma vez no Google que sexo anal relaxava o corpo.

Vik ficou de boca aberta, o pior que seus argumentos tinham algum fundo de verdade.

-... Mas... .

-Você perguntou o que poderia fazer para me ajudar, não foi?! .

-Sim, foi! Mas quis dizer preparar um banho quente, uma massagem, sei lá! .

-Pois, então... Pode fazer uma massagem entre minhas pernas... .

Vivito fechou a cara erguendo a sobrancelha. Concluindo por bufar, Grace deixou-se cair na cama, já não ligando mais.

-Quer saber? Esqueça.

-Hã? .

-... Eu estou aqui... O tempo todo gritando ou brigando com você, nunca satisfeita... .

-Mas, mas você tem esse direito. Está passando por poucas e boas.

-... Sei lá...

Encarando o teto, seus olhos começaram a brilhar, um brilho que refletia seu pesado coração.

-... Acho que minhas criticas e reclamações não passam de banais.

-Banais? Por que diz isso? .

Dando-a completa atenção, a morena podia sentir os olhos recheados de curiosidade nela.

-Eu estou clicando na mesma tecla, sempre. Estou brigando com o único que realmente está se importando comigo, estou exigindo coisas que estão muito além de mim... Só acho que deveria parar.

Apertando os olhos, se aproximou dela sentando-se ao seu lado, ainda buscando entendê-la.

-... O-olha para mim, Viktor... Por que estou com tanta pressa em voltar para casa? Por que estou? .

Direcionando o olhar a ele, uma lágrima escorreu. Esmorecendo, Viktor ficou em silêncio, sem se achar na razão de opinar.

-... N-ninguém está me esperando, ninguém... Snif, snif... Estou correndo de volta para minhas angústias e fracassos... É isso que estou fazendo... .

Cobrindo o rosto, chorava em dizeres dolorosos, dolorosos de quem escapava e para quem absorvia.

Finalmente compreendendo, tocou-a nos fios brincando com a fina mecha.

-Não acho que esteja correndo de volta para suas angústias e fracassos, Grace.

-Snif, snif... O-o quê? .

Separando os dedos, olhou-o com trêmulos lábios.

-Se sua vida for destinada a sempre cair, você está certa, não deveria regressar, mas... Se há a mínima possibilidade de mudar, de pôr novas linhas escritas... Acho que vale a pena recomeçar.

Enrolando o cacho no seu indicador, disse tudo sem procurar os olhos atentos dela. Observando-o, queria tanto ter essa força, tal força que apenas ele emanava.

-O que está dizendo, Viktor? .

Sentando-se, não se importou com ele mexendo no seu cacho já desfeito.

-Oh, Grace. Sua vida tem muitos furos, há muitos buracos propícios a quedas, mas... Você ainda pode construir uma ponte.

Bem perto, ouvir sua voz calma e suave adentrar em seus ouvidos era como quase a massageasse. Secando suas poucas lágrimas corridas, tombou para o lado encostando-se ao braço dele, que logo o mesmo ajeitou sua posição para recebê-la melhor.

Calados, Grace suspirava pensativa em novas tentativas. Tudo parecia que desabava, a cada vez mais, todavia, Viktor ia mondando e remodelando esperanças tão calorosas que poderia ser socorrida por elas.

-... O que eu devo fazer então? .

Abaixando o tom, praticamente sussurrou no vigoroso tórax tão cordialmente cedido. Envolvendo-a em seus braços, trouxe-a para mais perto, num perfeito casulo.

-Continue. Apenas continue. Siga fraca, rastejante, delirante, mas siga.

Gemendo, seus olhos arderam em lágrimas, e com isso concordou balançando a cabeça fechando seus olhos, abraçando-o.

-... Eu não sou seu inimigo, Grace... Não precisa ser forte o tempo todo, não precisa ser tão dura consigo, todos nós estamos dispostos a errar, humanos ou vampiros, seres da luz ou das trevas, tente não se perfurar.

-... É, eu faço isso, não é? .

Com um sorriso fraco já sentindo seus olhos se inchar, disse.

-Desde que te conheço, minha pequena humana.

Apertando-a no abraço, Grace sorriu em saber que estava sendo “vigiada” por ele há tempo, ainda não entendia bem, mas foi gostoso saber. Ele prestava atenção onde ninguém mais prestava.

Encostando sua cabeça na dela em repouso, sentiu-a se mexer, sentando-se em seu colo, aproveitando suas pernas esticadas na cama.

-Hã? .

Levantando sua cabeça, encontrou seu olhar ao dela, que não estava tão distante assim. Corando-o, Viktor não imaginou uma situação tão controversa chegaria a tal ponto. De um pedido obsceno para um momento de explosões de sentimentos.

Recuando um pouco para trás, pôs seus braços de apoio, distanciando-se. Com as mãos em toque do robusto peito, era impossível para Grace retirar seu olhar fixo.

Engolindo a seco, a pele branca de Viktor logo denunciava o tom corado se alastrando, o que fazia Grace achar muito fofo.

-Não precisa ficar envergonhado não, sei que já fez isso muito antes de eu nascer.

Se aproximando, desceu um pouco as mãos para achar a abertura da blusa, a fim de tocá-lo na pele nua endurecida. Conseguindo, Vivito logo reagiu abrindo os lábios, nada confortável. Subindo em palmas abertas, senti-lo na lisa pele macia, em cada dobradura do seu definido abdômen, queria mais, queria contar os quadradinhos, simplesmente não aceitaria se limitar apenas isso; era isso que queria: seu corpo ardente e certamente era isso que sua área mais sensível também ansiava. Indo mais e mais subindo por ele, Viktor não lhe restava escolha a não ser recuar para trás, deitando. Ficando totalmente por cima, sentada nele, aproximou seu rosto do dele, lentamente.

Detalhando cada feição perfeita dele, a luminescência do olhar dourado era o maior chamativo.   

-Gra-Grace, o que está fazendo? .

-Oh, não se finja de santo, Viktor. Quando eu nasci você já tinha “dado” para meio mundo.

Encostando o grosso lábio bem próximo dos dele, sua língua o marcava como território, suas mãos já tinham livres acesso a toda parte frontal, onde dançavam e se divertiam com os mamilos “desprotegidos”.

Levantando-a e abaixando-a, a respiração de Viktor era uma forma de excitação em Grace; deitando-se ainda mais, apertou seus seios nele, fazendo-o sentir bem.

Sentindo uma quentura subir, Grace pegou a mão, que não mais estava servindo de apoio, para pôr por debaixo de sua blusa de moletom, onde o “forçou” tocá-la no seio.

Se prendendo um pouco, Viktor arregalou os olhos, totalmente pego de surpresa. Isso não estava em seus planos, ele era um homem sistemático, tudo que planejava queria ver feito e feito bem, e agora... Estava perdido e travado num começo de ritual, no qual não havia previsto.

-Gra-Grace... .

-Ah! .

Retirando a blusa do tecido grosso, conduzia essa situação, deixara ao vivo e a cores seu sutiã preto, que convenhamos, não cobria quase nada.

Pondo seus braços em volta do pescoço dele, firmou sua cintura na dele, claro, provocando-o com a pressão.

-Por que me olha assustando assim, Viktor? Não me diga que não está gostando porque sei que é mentira...

Falando confiante, mordia o lábio inferior no término do seu relato afiado.

-... Seu corpo comprova isso.

Sorrindo maliciosamente, prontamente começou a retirar o cinto da calça dele, bem à vontade, enquanto Viktor imaginava que ela era de outro mundo. Como alguém que diz não confiar em uma pessoa começa a agarrá-la assim? .

Abrindo a calça, tudo com permissão, ficou empolgada e loucamente curiosa.

-Vamos ver o que você tem para mim.

Cantarolando, fez Viktor perder a vermelhidão, finalmente relaxando.

-Eu pensei que fosse eu que te daria prazer.

Enfim se impondo, lhe deu um sorriso meigo com listras maliciosas, uma carinha de anjo-safado, em outras palavras. Fazendo-a se alegrar, lhe devolveu o sorriso, levantando e deitando com as pernas abertas no meio da cama já puxando sua calça um pouco. O que o fez refletir como algo constrangedor, mas considerou: Grace é reta e direta, ambos precisavam relaxar, por que não? .

Indo para o local mais do que indicado, segurou as duas pernas, fazendo Grace dar um riso de nervoso. Dando-a um olhar predominador, mostraria um lado seu ainda não conhecido.

Indo a beijinhos pela coxa, queria preparar o terreno, fazê-la enlouquecer em espera, usar todas as suas armas.

-Ah, rápido, Viktor! .

Dando motivos para ele sorrir vitorioso, o mesmo obedeceu. Puxando a calça totalmente, o mesmo se repetiu com a fina calcinha. Não se importando mais com as peças, deixou perdidas no quarto direcionando suas “preocupações” em outra coisa.

-Ah! AH! .

Começando a gemer e estremecer, o vampiro teve que segurá-la nas coxas, enquanto sua atenção e língua davam total interesse numa área molhada.

-Ah... Uh, ah.

Reagindo a cada mordiscada ou chupada, só havia uma forma de respirar agora, e ofegar era o mais confortável. Agarrando a coberta da cama puxando e repuxando, sentiu as mãos de Viktor subirem por sua barriga, alisando a brilhosa e suave pele morena.

Levantando um pouco a cabeça, o que conseguia na verdade, o viu bem posicionado entre suas grossas coxas abertas. Não se aguentando permanecer quieta sentou-se pondo a mão na nuca dele, empurrando para nova posição, sem querer que houvesse qualquer separação, ele estava muito bem onde estava.

Foi junto a ela, mas ergueu-se em pé limpando os lábios... Lambuzados de sangue.

-H-hã? .

O que foi de grande surpresa para Grace, a mesma tinha se esquecido completamente desse fato tão vultoso.

-Vi-Viktor... Eu me esqueci, eu...

-Eu quero mais.

-O-oi? .

Olhou-a fixamente, sua voz mudou, sua expressão mudou. Com a costa da mão ainda na boca, seus olhos brilharam como nunca, um jeito sombrio, sexy, misterioso, fazendo o dourado resplandecer ainda mais, até a parte branca se escurecer... Mostrando sua verdadeira face, ou pelo menos, seu lado vampiro.

 

 

 -Estou com fome, Grace. Dê-me você.

 

 


Notas Finais


HUHAUHUAHAUA! AUTORA CONSEGUIU PÔR UM HOT SEM PRECISAR DE 500 CAPITULOS KKKKKKKKKKKK ai, gente! Vcs n sabem como me torturo com isso, eu n leria minhas fics kkkkkkk se bem q leio, né, já q sou q edito e corrijo, mas entenderam lkkkkk Ô MULHER ENROLADA Q SOU! Mas n desistem de mim, juro q a Fic n ficará só nesse hot levinho naum. Oq? N achou leve? eu achei... Cof, cof... HEHEHE!

*Desculpem os erros!!
*N SE ESQUEÇAM DE COMENTAR. Gostou? não gostou? CONVERSEM COMIGO, POW! SOU FILHA ÚNICA KKKKKK pior q sou msm, é zueira naum kkkkkkkkkkkk sad :??
*Até qualquer dia ae, ae eu broto e PAW! HEHEHE


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