História Seja Ardente à Meia-Noite - Viktor - Capítulo 36


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Drama, Luta, Romance, Sangue, Sobrenatural, Terror, Tragedia, Vampiros, Viktor
Visualizações 114
Palavras 1.557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


KKKKKKKKKKKKK DESCULPEM, EU TINHA QUE PÔR ESSA IMAGEM!

Capítulo 36 - Saudade Perigosa


Fanfic / Fanfiction Seja Ardente à Meia-Noite - Viktor - Capítulo 36 - Saudade Perigosa

Antes:

-... V-você vai sozinha? Digo, não quer que eu te leve? .

-Hã? Por quê? Nunca me ofereceu antes.

-Lembrei que tenho que comprar umas coisas no mercado, ele fica na esquina da sua casa, não é? .

-... É... .

-Então vamos juntos. Venha.

-Ah, chegamos.

-Oh... Você mora sozinha? .

-Na verdade... Eu tinha que ligar para eles, para saber notícias, sabe? Mas... .

-Eu sinto muito, Grace.

Fitando Nathaniel, agradeceu mentalmente por ele estar aqui. Sem ele... Continuaria sozinha, sozinha em casa e sozinha no colégio.

Agora:

 

Saudade Perigosa

 

No dia seguinte, não tendo uma boa noite, Grace precisou se colocar forças para mais um dia. Tendo um pesadelo, não queria sair da cama, mas tinha.

Preparando seu café, abriu a torneira em prol de lavar suas mãos e, consequentemente, seu rosto, para ajudar a despertar, todavia... Os embalos angustiantes voltaram contra si mais uma vez. Enxergando o que só em seus olhos faiscavam, via-se no seu “sonho” perturbador.

 

-Hã? .

Sentindo gelar seu corpo, não estava mais em sua cozinha, parecia um quarto, o quarto de Viktor! Era isso, estava no quarto dele e alguém estava deitado em sua cama, coberto.

Engolindo a seco, resolveu se aproximar coletando sua micra coragem.

-... T-tem alguém aí? .

Soltando um gritinho quando “alguém” se mexeu debaixo dos lençóis, apenas sentiu mãos cobrirem sua boca por detrás, querendo sufocá-la.

-Uh-uh! Uuh! .

Buscando, desesperadamente, tirar quem a sufocava, virou-se, e mesmo assim algo a pegou da mesma forma: cobrindo sua boca. Alguém ou alguma coisa, não queria ser visto, por isso permaneceu sempre atrás. No momento do pavor, olhou pelo reflexo no espelho e viu: um homem, coberto dos pés a cabeça com uma túnica negra. Não era possível ver seu rosto, mas certamente era um homem.

Arregalando os olhos, de um segundo para o outro não mais estava no sufoco, no ataque, e sim... Outra pessoa. Na mesma posição, no mesmo contexto, o seu “ex-inimigo” sufocava alguém que vestia de túnica branca, onde também não se via o rosto.

Arrepiada e ainda naquela sensação gelada, sentiu seu coração disparar ainda mais, seu corpo ficar pesado. Lutando, o homem de branco caiu por terra, aparentemente... Morto. Unicamente pelo reflexo, Grace via sangue por aquelas mãos que antes estavam em si, viu alguém ser assassinado brutamente.

Assustada, não conseguia respirar, embora nada a impedisse, simplesmente não conseguia. Assim como o homem que desabou no duro chão de madeira, também ficou sem o seu fôlego. Ficando turva sua visão, desabou despertando.

-AH! .

No susto, soltou um grito de pânico, como se acabara de acordar de um terrível pesadelo, embora estivesse em um, ciente e consciente.

-Arf, arf, arf.

Tremendo, viu suas mãos dançarem sem música. Um forte e ruim pressentimento abalou todo seu coração, e a pior parte era que não conseguia retirar um nome de sua mente: Viktor.

 

Depois das aulas, Grace teve uma ideia louca, todavia, estava mais para angústia. Do mesmo jeito que se enfiou na floresta para ver Viktor, faria de novo.

Saindo apressadamente, só parou com o chamado de Nathaniel.

-Ei, Grace.

-Hã? Ah, oi, Nath. Desculpa, mas hoje não dará para ficarmos estudando.

-Ah... .

Não dizendo nada, seu rosto disse tudo.

-Bem, então... Até segunda.

-Sim, até.

Sendo a mais rápida possível, sentiu-se mal no corredor por ter o tratado tão secamente. Ele tem sido alguém tão bom. Então voltando, lhe deu um beijo na bochecha e sorrindo, saiu correndo, gritando:

-Te vejo depois! .

Corando paralisado, ficou confuso tentando entendê-la, mas ao encostar na bochecha escolhida, sorriu bobamente.

-Essa garota é maluca?! .

Vendo tudo, Melody não conseguiu se conter, abismada.  

-Sim... Completamente maluca... .

Ainda abobado, disse sem prestar atenção naquela que rosnava, sorrindo alegremente.

 

Em direção oposta da sua costumeira, seu coração se agitou vendo-se nos mesmos passos daquele dia. Na estrada que levava à floresta, hesitou em adentrar mais uma vez nesse lugar. Estalando os dedos nervosamente, pensou que poderia não mais sair.

-Ah... Vamos, Grace. Você já fez isso antes... E me ferrei, né?! Mas agora eu sei mais ou menos o caminho... Mas não adianta muito em um lugar que só tem mato... Mas estou mais esperta! Ai... Mas tudo de ruim acontece comigo... AH! VAI LOGO, MULHER! SIM! .

Depois do seu questionamento “íntimo”, entrou “na raça” ou na burrice, como preferirem.

Passo por passo, árvore por árvore, assim ia nossa Dora-Aventureira mais uma vez. Cada mísero galho quebrado era motivo suficiente para berrar histericamente.

-Aiii... Por que eu faço essas coisas? Por que não posso esperar ele voltar? Por isso que me ferro, sou burra! .

Não tento mais sua alta confiança em veias, lembrou que na primeira vez foi tudo mais fácil. Realmente, a ignorância era uma benção.

Respirando fundo a cada minuto, já não mais sabia voltar, o que fez choramingar xingando-se mais uma vez.

-Ah! Quando eu encontrar o Viktor é bom ele fazer um sexo bem gostoso, já estou arriscando minha vida demais já! Ai! .

Tropeçando em uma pedra, parou paralisada sobre seus temores. Invadindo-se por lembranças ruins, sentiu um arrepio percorrer por todo seu corpo.

-Pare com isso Grace! Se ficar cismando com tudo nunca irá conseguir! Você é forte, você consegue! E se vir um vampiro mau te comer, tu chuta as bolas dele e sai correndo! É isso aí! .

Soltando o ar desinflando seu coração votando se desanimar, pensou que era mais fácil falar do que fazer.

Olhando para os lados, tinha uma ideia do caminho, só lhe restava seu senso de direção não falhar. Indo e indo, teve que parar em prol de puxar fôlego. Sempre mantendo contato com o céu, não queria, de jeito nenhum, ter que procurar de noite, de novo não! .

-Ah! .

Reconhecendo uma pedra pontuda, lembrou que viu Amaya e outras bruxas aqui, no dia que estava saindo desse inferno, quem diria que voltaria, hein? Mais aliviada, sabia que não estaria tão longe.

*Crack*

-Hã?! .

Mas parecia praga, toda vez que achara que conseguiria, algo vinha e destruía tudo. Ouvindo galhos se quebrarem, arregalou os olhos já sentindo seu peito pesar, congelando-se.

-Ah, não... Não, não, não! .

Dando passos para trás, caçou rapidamente um galho, uma pedra, qualquer coisa que poderia lhe servir como arma, embora soubesse que nem se achasse uma AK-47 serviria.

-Quem está aí?! .

*CRACK*

O barulho aumentava, aumentava para próximo de si. Tremendo as pernas, cerrou as mãos não podendo se deixar abalar, não teria Viktor para lhe salvar agora.

-Uma humana? Que coisa boa! .

-Hã? .

Saindo dois homens gêmeos do meio das árvores, ambos sorriam contentes e surpresos. Engolindo a seco, Grace já se preparava para usar, com força, suas pernas.

-... V-v-vocês são v-v-vampiros? P-porque se não forem... “D-de boas”... .

-Olha, ela sabe de nós, Peter.

-Que coisa, agora vamos ter que matá-la! .

Abrindo a boca, assustada, sua cabeça começou a latejar, consequência do seu repentino pavor.

-Há, há! Até parece que já não a mataria! .

-Há, há! Começa você, meu irmão? .

-Não, fique à vontade.

Como se tratassem de um pedaço de bolo, Grace se reprimia odiando isso! Novamente estava sendo tratada assim.

-... Grrr, não! Isso de novo não! .

Abaixando-se colhendo, rapidamente, terra, jogou-os e correu para bem longe.

-Ah! Maldita! .

-Meus olhos, merda! Atrás dela! .

Correndo a todo vapor, xingou-se por não ter entrado na academia antes, sabia que teria que voltar a fazer a pior coisa do mundo para si: correr igual gazela.

-Arf, arf, arf! AH! .

Aparecendo um deles à sua frente, tentou frear, mas não conseguiu. Sendo agarrada, lutou para se livrar.

-Não! Me solta! Arf, arf! Não! NÃO! .

-Quieta! .

-Muito bem, irmão. Segure-a firme, estou morrendo de fome.

-N-não... Por favor...

Segurando pelos braços, a forçou ficar de frente para o irmão que aproximara. Vendo-o cada vez mais próximo, se urinou temendo o pior. Por que sempre tinha que assim? Rebatia isso em sua mente.

Lambendo os lábios sustentando um sorriso apavorante, fez Grace fechar os olhos gemendo.

-Há, há, há! Estou morrendo de fome! .

-Que engraçado, eu também! .

-Hã? .

Ambos olhando para cima, a voz fez Grace parar de tremer. Identificando-a, pensou ouvir coisas, pois tal dono de voz... Seria impossível.

Mas lá estava ele, apontando seu arco e fecha bem decidido.

-... Não pode ser... .

Chocada, abriu a boca não sabendo se podia comemorar ou... Desistir. Ele? Justo ele? .

-Estou avisando... Se fizerem mais alguma coisa contra essa “saco de ossos”... Pagarão caro! Ela é minha! .

Com tom duro, fechou um dos olhos apontando sua potente arma em total maestria.

Arregalando os olhos, sentiu as mãos que a segurava afrouxarem. Soltando a respiração ainda fixada nele, caiu de joelhos, não tendo mais forças. Foi salva, mais uma vez foi salva.

-Bartolomeu, meu amigo! Come com a gente.

Apavorando-se novamente, tinha entendido errado? Eles eram amigos? Ele realmente iria a proteger? .

-Venha! Vamos fazer um lanchinho.

Convidando-o, o chamado abaixou sua arma, sustentando um sorriso afirmativo.

-Ótimo, estou mesmo com fome.

Falando olhando-a diretamente, lhe deu uma piscadinha sem vergonha.

Não acreditando e com os olhos cheios, deixou-se tombar para frente, para o chão. Desistindo, poderia morrer, mas certamente o amaldiçoaria com todo coração.

-Bartolomeu, seu filho da put*.

 


Notas Finais


N sei vcs, mas eu ri com esse Cap kkkkkk sei lá, foi meio tenso, mas EU, claro, consegui estragar o pouco terror da Fic kkkkkkkkkkkkk e pior que próx Cap terá Bartolomeu ainda kkkkkkkk imaginem o estilo de piadinhas kkkkkk

GOSTARAM? Espero que sim, eu gostei, de vdd. Consegui ri, embora estivesse revoltada kkkkkk
COMENTEM AE!!!


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