História Seja meu (Sterek) - Capítulo 10


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Categorias Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Derek Hale, Ethan, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Jordan Parrish, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Personagens Originais, Peter Hale, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Amor, Drama, Romance, Sexo, Sterek
Visualizações 648
Palavras 3.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Harem, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aaaaaaaaaa!
Aqui eu novamente ❤️❤️❤️

Bem, docinhos, não tenho muito o que falar, espero que gostem ❤️

(leiam as notas finais)

Capítulo 10 - Ops... A Toalha Caiu


Fanfic / Fanfiction Seja meu (Sterek) - Capítulo 10 - Ops... A Toalha Caiu


    — Porra...

Minha primeira reação foi travar e ficar ouvindo o lobo do outro lado caminhar pelo quarto, era óbvio que ele ouvia meu coração... Caralho, ele devia ter ouvido tudo... Meus gemidos nada discretos. E meu xingamento, ah, com toda a certeza que havia em mim, ele acharia que havia algo errado.

É claro que havia algo errado, eu estava ereto!

Senti meu rosto esquentar e eu quis me afogar de verdade na banheira, arregalei os olhos diante da possibilidade de ser pego no flagra, o que já tinha acontecido. Puxei o ar com força enchendo o pulmão e depois soltei, com sorte ele poderia ver que eu estava ocupado, ocupadíssimo no caso, e me deixar sozinho.

— Stiles? Está tudo bem? — Sua voz estava com um leve tom de preocupação.

— E-está s-sim! — Me amaldiçoei internamente por gaguejar.— Eu... Eu só tô tomando banho de banheira!

Porra... Eu não sabia nem mentir direito.

Então ele bateu na porta, o som saiu ainda mais alto.

— Abra a porta.— Mandou em um tom duro.

— Eu não estou me suicidando merda! — Guinchei largando toda a privacidade que eu tinha e me pondo de pé.

Então bati com a mão na cara, se eu estivesse me matando seria extremamente aquilo que eu diria. Mas eu não estava me matando, mas estava trêmulo e bom o coração espancando minhas costelas.

Ele devia estar sentindo o cheiro, não devia? Por que se eu fosse um lobo com um super olfato, uma porta fina não me impediria de sentir que o cara do outro lado estava quase gozando.

— Então abre a porcaria dessa porta e me deixa te ver!

Bufei rolando os olhos. Eu não ia deixar que ele me visse naquele estado, nem que sentisse o cheiro de alguém que estava necessitando de sexo. O que eu ia fazer?

Eu ainda estava completamente duro, latejando dez vezes mais do que antes e tinha um lobo do outro lado querendo arrombar a porta por que estava achando que eu ia me matar... Podia piorar?

Claro que podia, Derek tinha a chave mestre.

A única coisa que tive tempo de fazer foi pegar a toalha de rosto e esconder apenas minha virilha com a palma da mão segurando firme meu amiguinho feliz. Com a outra mão tapei os olhos com vergonha da existência. Eu estava pelado, excitado, e com uma mão segurando a toalhinha na virilha.

O vento frio do quarto entrou com tudo no banheiro abafado e com um puta cheiro de... Eu nem fazia ideia que cheiro podia ter no ar!

— Satisfeito? — Resmunguei ainda com a mão no rosto.

— Muito.

O tom grave da sua voz fez com que um arrepio forte percorresse minha espinha, causando reações nada boas considerando meu estado lá embaixo. Eu não queria olhar para ele, mas a falta de resposta me fez suspirar frustrado.

Retirei a mão lentamente do rosto para ver um Derek sério, os olhos me avaliando de cima abaixo, e uma expressão indecifrável.

Puxei o ar lentamente. Céus, tinha como meu tesão aumentar com aquela imagem do pecado? A tensão acumulada só fez com que eu sentisse algo escorrendo do meu amiguinho e eu sabia o que era. Derek também.

Puta que pariu.

— Está tudo bem?

CARALHO... Aquela voz.

— Eu pareço bem? — Retruquei baixinho.

Derek me olhou nos olhos, percebi um leve tremular entre verde e azul enquanto ele caminhava na minha direção.

— Você parece ótimo.— Murmurou.

— É por que eu não estou me matando.

— Já percebi.

Então chutou a porta com leveza, nos trancando dentro do banheiro úmido e quente... Bem, ao menos estava quente para mim. E pelo visto ficaria escaldante...

Derek me beijou com vontade, empurrando meu corpo contra o balcão de mármore da pia, uma mão segurando meu rosto e a outra minha cintura, fazendo uma pressão tão forte que eu achei que pudesse me derreter ali mesmo, sua virilha se apertou contra a minha mão e eu gemi com o contato viril.

Meu baixo ventre queimava, eu já não suportava mais, a qualquer mero toque eu me derramaria com força contra ele. Ou melhor, contra a toalha.

— A encomenda chegou? — Perguntei ofegante enquanto ele descia com beijos por meu rosto.

— Está na mansão preparando tudo.— Murmurou raspando os dentes na minha clavícula.

Gemi apertando meu membro com força enquanto sentia que poderia desmaiar de prazer.

— Eu não sei se estou entendendo muito bem.— Sussurrei puxando sua boca para mais um beijo afoito.

— Vai entender... Depois...

Nesse momento minha preocupação com a toalhinha sumiu, erguia a mão e a coloquei entre seus cabelos, segurando firme uma boa porção e puxando com vontade. Simultaneamente prensei meu quadril contra o dele, querendo mais contato, mais intimidade. Derek se afastou minimamente e olhou para baixo arfando.

Foi instantâneo, seus dedos se apertaram na minha pele, causando uma pressão mais que gostosa.

— Ops...! A toalha caiu...— Murmurei.

Ele ergueu a cabeça lentamente para mim, os olhos brilhando num azul intenso, me deixando claro o quanto estava lutando para controlar o lobo que devia rosnar dentro dele naquele momento. Olhei para o azul que me deixava ainda mais trêmulo e suspirei.

Sua boca cobriu a minha com calor, sugando meu lábio inferior com fome e ganância. Suas mãos desceram pelo meu corpo até minhas coxas, deixando um rastro de fogo na minha pele, pararam logo abaixo da minha bunda e num impulso ele ergueu meu peso, me fazendo entrelaçar minhas pernas na sua cintura.

Me agarrei ainda mais nele, para mim era como se o que estávamos fazendo fosse pouco para sanar a fome que me consumia por dentro ansiando por mais. Seus braços seguraram meu corpo com firmeza, nos tirando de dentro do banheiro e levando para o quarto.

Finquei minhas unhas em suas costas, aranhando a pele bronzeada.

Derek se sentou comigo nu em seus braços, uma mão aberta na minha bunda e a outra nos meus cabelos.

Soltei um gemido sôfrego quando sua língua fez o desenho da linha do meu pescoço, sugando com audácia e ferocidade.

— Der...— Gemi.

— Hum...?

O contato entre a minha ereção com o pano seco da sua calça estava começando a incomodar, quando olhei para baixo a procura dos seus olhos, não foram eles que me chamaram a atenção, mas o volume no meio das suas pernas, e me fez abrir um sorriso contente.

— Não tínhamos que descer? — Com um suspiro movi o quadril lentamente sentindo o tremor no baixo ventre.

Derek suspirou com o movimento fechando os olhos.

— Temos tempo.

— Quanto? — Perguntei ofegante.

— Eu não sei, uma hora...

— E os outros? — Puxei sua blusa pela cabeça.

— Já mandei todos para lá, estamos só nós dois aqui.

Isso! Eu poderia dançar hula, mas não naquele momento, deixaria para depois... Bem depois... Talvez depois do sexo.

Desci minhas mãos pelos seus ombros expostos, pesseando os dedos pelo seu peito largo e sentindo a textura maravilhosa da sua pele quente, sua respiração saia em jatos quentes, batendo nos meus braços enquanto Derek acompanhava meus movimentos com os olhos acesos, era como se tocá-lo atingisse o lobo em seu inteiror o fazendo se manifestar.

Minhas mãos continuaram a tocar, descendo cada vez mais, numa investigação de sensações magnífica, quando cheguei em seu abdômen fiz questão de dedilhar cada pedacinho firme, me deliciando com os suspiros que saiam da sua boca, que naquele momento estava entreaberta. Lentamente Der se curvou para frente e passou a deixar uma trilha de beijos por minha pele

Arfei jogando a cabeça para trás, dando acesso total ao meu pescoço.

— Alguma coisa me dizia que você precisava de mim.— Decretou por fim erguendo a cabeça e me olhando com os olhos acesos num tom de azul escuro.— Nunca fiquei tão feliz por seguir meus extintos.

Sorri procurando sua boca.

— Eu realmente preciso de você.— Sussurrei mordendo sua orelha.

Num grunhido Derek me ergueu e me jogou contra o colchão fofo caindo por cima de mim, nos fazendo afundar nas cobertas fofas, sem perder tempo sua boca desceu pelo meu peito diretamente num dos mamilos e sugou com vontade passando a língua entorno do bico e raspando os dentes na pele sensível, uma de suas mãos passeou lentamente por minha barriga até chegar na minha ereção latejante.

— Derek! — Ghinchei curvando minhas costas quando lentamente ele começou a bombear meu membro.

Num ritmo que me desconstruía.

— Você precisa ir rápido, caso contrário eu vou gozar antes da gente começar isso, e eu não quero acabar antes da gente fazer a festa, por que eu ainda...— Fui interrompido por sua boca tomando a minha num beijo calmo, ao fundo pude ouvir o som do zíper da sua calça descendo e quando dei por mim Derek estava de pé puxando a peça pelos pés.— Minha nossa...

O lobo sorriu ostentando uma beleza rara.

Por um pouquinho mais e eu gozava.

Me ergui num cotovelo e observei o monumento em forma humana se aproximar de mim, enquanto ele subia na cama com os olhos verdes brilhantes e o sorriso aumentando, eu quase tive uma mini parada cardíaca.

— Seu coração parece uma escola de samba.— Murmurou subindo sedutoramente em cima de mim e encaixando o quadril perfeito no meio das minhas pernas.

Puxei o ar.

— Gosta do Brasil? — Perguntei baixinho segurando um gemido quando nossas ereções se tocaram.

Der puxou o canto do lábio num sorriso fatal.

— O batuque me faz lembrar você.— Sussurrou movendo o quadril minimamente.

Estava escrito na sua testa o quanto ele gostava de me verg tão entregue, tão necessitado, a forma como sorria ao me ver fechar os olhos e morder o lábio, ele se abaixou e beijou meu pescoço com carinho.

— Tem certeza que quer fazer isso?

Ergui uma perna e a prendi na sua cintura, aumentando o contato, implorando para que ele não desistisse.

— Eu não tirei a roupa para só olhar você.

— Você já estava sem roupas.

— Por que eu ia para o banho.

— Mas antes...

Fiz uma careta com a ousadia do infeliz que eu amava tanto.

— Precisei fazer uma pausa para aliviar minhas tensões musculares, vai me dizer que nunca bateu uma? — Rebati sentindo sua barba me fazer querer gritar.

Derek estava raspando a barba no meu mamilo... Cara, como aquilo podia ser tão provocante?

— Quem nunca? — Sussurrou me beijando.

Quando se levantou deixando vários beijos por meu rosto, ele estava sério. Por pouco eu não gritei com ele, guinchando que meu pau ia explodir se ele não desse a merda de um jeito logo, ou deixasse que eu mesmo dava um jeito! Afinal, se fosse para ficar me exfregando eu transaria com o lençol.

Era possível transar com o lençol?

— Se não estiver pronto...

— Cara, será que eu vou ter que te obrigar a transar comigo? — Resmunguei fechando os olhos e levando uma mão até nossas ereções juntas.

A minha tão dolorida, tão necessitada que chegava a ser um tipo de tortura. Quando toquei as duas juntas, foi como abrir as portas do paraíso, mas eu não poder entrar.

O suspiro que veio dele em seguida me fez querer trocar de posições e deixá-lo por baixo, e eu faria isso se Derek não tivesse me beijado em seguida e posto os dois dedos na minha boca, que eu suguei faminto.

Oh sim!

Der me beijava quando me invadiu com o primeiro dedo, mas eu precisava tanto de atenção, toques e amor, que só fui sentir um certo incômodo quando o terceiro dedo entrou no meu canal. Cheguei a morder o ombro dele, quase sem querer ou não... Não era um nível de dor absurda, mas eu tinha que morder alguma coisa.

— Desculpa, eu ainda não tô acostumado com essas invasões.

— Essas invasões? — Derek moveu a mão com cuidado, estocando com paciência.

— Isso... Dedos no... NOSSA!

Arregalei os olhos quando em um momento suas investidas começaram a me fazer querer mais, movi o quadril em direção a sua mão involuntariamente e suspirei quando ele retirou os dedos.

— Relaxe Stiles.— Pediu se posicionando.

Estreitei os olhos para ele.

— Claro, não é você que vai tomar, literalmente, no cu.— Murmurei.

Derek deu uma risadinha e então entrou.

— PUTA QUE PARIU DEREK! — Guinchei sentindo todo o meu canal arder e por pouco o tesão ir por água abaixo.— Me diz que você pôs tudo...— Choraminguei.

Ele olhou para baixo e fez uma careta.

— Não foi nem a metade, mas se quiser...

Arregalei ainda mais os olhos e neguei.

— Nem pense em sair! Agora que entrou fica!

Puxei o ar entre os dentes e tentei relaxar, puxei o ar lentamente enquanto sentia que a dor ia se abrandando, Der ainda pairava sobre mim com um olhar quente, a boca vermelha por causa das minhas mordidas. Movi minhas mãos dos seus ombros e puxei sua boca para minha, à espera que tudo se normalizasse lá embaixo.

— Se mova Der.— Pedi baixinho não suportando espera.

Em silêncio o lobo saiu e entrou, cravei minhas unhas nas suas costas tentando suportar a ardência e a invasão, até que a dor foi sumindo, dando lugar a algo maior e melhor.

— Ah! — Gemi quando uma estocada veio mais forte e mais funda.— Isso! Isso... Der...

Ele grunhiu com vontade repetindo o processo. Se movendo com carinho, entrando e saindo, em movimentos cheios de precisão e que me faziam arranhar suas costas com as unhas. Eu me sentia preenchido de todas as formas possíveis, sentindo meu membro ser esmagado pelos nossos corpos cheios de prazer, mas era uma pressão gostosa, que me levava ao céu e trazia a terra novamente.

— Isso amor...— Murmurei soluçando de prazer.

— Assim? — Derek deu uma estocada funda, que arrancou um gritinho agudo de mim.

Eu deveria me envergonhar, mas não era como se eu pusesse fazer alguma coisa a respeito.

Seu olhar estava verde, tremulando para o azul.

— Mais forte!

— Mais forte? — Repetiu com a voz rouca.

Concordei passando a língua nos lábios secos.

— Eh! Ah...ah...ah! — Cada estocada era um gemido alto e escandaloso.

— Mais...

— Mais?

— Isso... Isso... Isso!

O som da fricção dos nossos corpos era alto e desavergonhado, cheio de luxúria e prazer. Dei graças a Deus que estávamos só nós em casa, caso contrario eu poderia me trancar e viver naquele quarto pelo resto da minha vida. Se Xirus não me buscasse antes. Mas não era hora de pensar nele.

— Stiles! — Grunhiu passando um dos braços pela minha cintura, vagando pelas costas e puxando meu quadril ainda mais na sua direção.

— Sim! — Passei os braços ao redor dos seus ombros e procurei sua boca querendo saciar minha sede dele, que crescia ainda mais.— É amor, desse jeito!

Todos os meus músculos tremiam, ansiando pelo alívio.

Era um prazer tão grande, sentir que ele entrava com força, mas ainda sim com cuidado, ouvir os rosnados que vinham do fundo da sua garganta era de mais para mim.

— Eu amo você Derek! — Suspirei quando ele aumentou as estocadas.

Meu corpo queimava, minha ereção pingava na minha barriga, sendo esfregada por nós dois, pelos dois corpos suados e pela vontade imensa de alívio. Derek entrava e saia, num vai e vem gostoso, prazeroso, que fisgava o resto de coerência que eu tinha e jogava no poço.

— Meu, você é meu não é? — Ele disse sussurrando enquanto beijava minha clavícula e sugava meu pescoço.

Não podia ter uma mistura melhor, ser reivindicado pelo homem que eu amava durante o sexo, segurei seu rosto entre as mãos e sorri tentando conter os gemidos.

— Stiles Stilinski nasceu para amar Derek Hale.

Plock! Esse som era lindo aos meus ouvidos... Der entrando e saindo, entrando e saindo...

Céus... Eu ia ter um treco.

Puta que pariu...

Puta que pariu...

Seus olhos piscaram em azul, me apresentando o lobo num momento tão íntimo, ele estava tão entregue, tão perto que eu não consegui não arquear ainda mais as costas, encaixar as duas pernas na sua cintura e deixar ainda mais acesso às suas investidas.

Caralho...

— Eu amo vocês dois.— Sussurrei diretamente para ele.

Era claro que eu entendia a falta de resposta dele, não estava cobrando nada, confiava no meu taco... Ou talvez no meu buraco, não fazia diferença, eu tinha os dois.

Num movimento rápido Der se levantou me levando junto e se sentou escorando as costas na cabeceira da cama e me conduzindo para movimentos ainda mais rápido, estralados e profundos. Derek entrava cada vez mais fundo, meu canal sugando com vontade seu membro grosso, firme e pulsante, querendo cada vez mais dele.

— Você é apertado...— Ele murmurou deixando beijinhos no meu ombro enquanto subia o quadril para encontrar comigo.

Os estalos eram altos.

Sexys.

Luxuosos.

E gananciosos.

— Ah! Mais forte Der! Isso... Ah! Isso!

Minhas pernas estavam moles, tudo que eu ouvia e sentia era sua entrada e saída, me fazendo delirar de prazer.

Eu queimava por dentro, minha ereção estava dolorosa de aguentar, e ele sabia disso, quando desceu a mão lentamente tocou meu membro com delicadeza todo o meu corpo se retraiu, Derek gemeu com a pressão do meu canal e passou a bombear.

Não demorou muito e eu explodi num orgasmo forte e poderoso, sujando meu peito queixo e bochecha, Derek também de lambuzou, mas não se preocupou muito, estava chegando ao próprio orgasmo.

— Ah! Isso...— Murmurou enquanto eu gemia sentindo o líquido quente preencher meu interior.

Deixei meu corpo cair para frente e ser abraçado por ele, encaixei o rosto na curva do seu pescoço e suspirei.

— Essa foi a melhor foda de toda a minha vida.— Murmurei letárgico.

A mão de Der passeou por minhas costas, numa carícia gentil.

— Já teve outras então? — Não esperou que eu respondesse e bufou uma risada.— Esquece, não sei se quero saber.

Sorri diante da tentativa que ele tinha de ficar bravo, e me ergui lentamente só para observar a expressão linda de pós-sexo que alguém poderia ter. Cabelos grudados na testa de suor, olhos com as pupilas ainda dilatadas e uma expressão de bom humor inegável.

— Não, eu nunca tive ninguém.

Der piscou algumas vezes.

— Nunca?

Abri um riso.

— Se a minha mão contar como foda.

Mas Der devia saber disso, não devia?

Ele rolou os olhos. Ficou em silêncio, passou os dedos pela minha testa, retirando o cabelo grudado, se aproximou e deixou um beijo no meu nariz.

— Eu tô todo sujo.— Murmurei.— Não terminei meu...

— Eu amo você Stiles.— Disse me interrompendo.

Arregalei os olhos.

— Como?

— Eu amo você.— Repetiu sorrindo ainda mais.

Pisquei algumas vezes tentando processar, eu não podia ter ouvido errado, podia?

— Repete, por favor.

Derek riu e coçou o nariz.

— Eu amo você.

Caralho... Eu ia desmaiar.

Puxei ar calmamente.

— Me ama?

— Amo.

Então eu pulei de cima dele. E mesmo com a bunda doendo, e as pernas moles por causa do orgasmo potente, eu dei pulinhos no quarto, arrancando uma gargalhada do lobão ainda sentado na cama. Então, finalmente, dancei hula.

— Você é de mais.— Falou se levantando e vindo na minha direção.

Der passou os braços ao redor da minha cintura e beijou o topo da minha cabeça.

— Vamos tomar banho, temos que ir para a mansão.


Notas Finais


Vcs gostaram do cap? Eu não sei, p mim ficou faltando alguma coisa, mesmo eu tendo lido e relido, bem, talvez seja só impressão não? 😑😑😑

Comentem tá, adoro responder comentários ❤️❤️❤️
Amo vcs!

Obs: Eu queria dizer um oi para os leitores fantasmas, pq eu sei que estão aí, então Olá! ❤️😙😙😙 Vcs também são docinhos ❤️


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