História Selected - Interativa - Capítulo 3


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cruella De Vil, Elsa, Hades, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Tinker Bell, Ursúla (Bruxa do Mar), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Brigas, Colegial, Contos De Fadas, Interativa, Magica, Mistério, Mistico, Romance
Visualizações 77
Palavras 4.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um bônus, docinhos. não, não ficou como eu esperava, mas estamos aí. Esse bônus é só para avisar que falta dois dias para o prazo terminar, enfim, não vou enrolar pois já estou com sono. Aproveitem o bônus que ficou enormeeee

Capítulo 3 - Cap 00,1 - Bônus Capítulo


Fanfic / Fanfiction Selected - Interativa - Capítulo 3 - Cap 00,1 - Bônus Capítulo

Uma canção de Billie Elish, Bad Guy. 

"Eu sou do tipo ruim

Do tipo que deixa sua mãe triste

Do tipo que deixa sua namorada brava

Do tipo que talvez seduza seu pai

Eu sou a vilã, dã."

Point Of View Narradora 

Um conto sobre Starr, a filha da Malévola.

A garota que também acreditava no amor, e também deixou de acreditar.

A vilanina estava mais escura que nunca, a grande nuvem que soltava relâmpagos em cima da cabeça dos considerados vilões estava mais escura e horripilante que nunca. Starr não negava que gostava do tempo, por mais que tivesse apenas dez anos, ela cresceu na Vilanina e já havia se acostumado com o tempo e aprendido a se virar sozinha. Viu um garotinho andando em um carrinho de um parque mal assombrado do outro lado da ilha, aonde havia os fantasmas, o mesmo carregava um pirulito colorido em uma das mãos, era engraçado que o pirulito chegava a ter mais cor que a cidade em si. Starr foi até o menino, roubando o pirulito de sua mão. Não era culpa dela ela agir assim, ela sempre foi ensinada a agir assim, a maioria das vezes fazia sem pensar.

 Ei, isso é meu!  o garoto gritou, fez uma cara brava e cruzou os bracinhos enquanto estendia um enorme bico em seus lábios. 

 É, não é mais. Starr retrucou, dando de ombros e dando as costas para o menino.

 Agora é, de novo...— o menino retrucou, fazendo a menina se virar rapidamente e olhar para ele incrédula, já com uma resposta na ponta da língua.

 Oque você pensa.... ela disse com o semblante mais irônico possível, no entanto, arregalou os olhos ao ver que o garoto continha o pirulito novamente.  como você fez isso...? ela perguntou, abaixando a guarda e relaxando os ombros.

 Eu também tenho meus truques. o meninos lhe lançou um de seus sorrisos mais doces possíveis, lhe dando uma piscadinha em seguida. Sou Tyler. ele disse, enquanto estendia a mão para a mesma apertar.

 tá, isso foi legal... ela confessou, dando um sorriso de lado. Sou Starr... ela disse, ignorando a mão do garoto.

 Starr, filha da malévola? o garoto perguntou, enquanto arregalava os belos olhos cor de mel, recolhendo sua mão imediatamente.

 Surpresa. ela disse com irônia, não escondendo a careta que se formou em seu rosto ao ver a reação do menino, enquanto estendia as mãos para cima e as balançava, como se estivesse em uma torcida organizada.  Ótimo, agora que você já sabe, já pode ir embora correndo com medo. Starr disse, virando as costas e seguindo o seu caminho, não antes de dar de ombros.

Starr estava tão acostumada em começar a dialogar com algumas pessoas e no segundo seguinte eles partirem com medo, que nem se abalou com a reação do menino. Tyler não negava que estava com medo, mas alguma coisa em si, dizia que Starr valia a pena. É, talvez esse fosse o maior erro da vida de Tyler. Tyler após ver que a garota sumia da sua vista, saiu de cima de seu carrinho em um pulo e foi correndo atrás da menina, alcançando seu braço e a puxando bruscamente para fazer ela parar. Mas uma vez, ela o olhou incrédula, pronto para matar ele com o olhar se ela pudesse. Mas substituiu a raiva por surpresa, arregalando os olhos pela segunda vez no dia.

 E quem disse que eu estou com medo? o garoto disse, dando um sorriso travesso. Starr ficou surpresa com aquela declaração, tanto que chegou a dar um sorriso sincero para o menino.

Nenhum dos dois sabia, mas depois daquele dia eles se tornariam inseparáveis. Os dois criaram uma ligação tão forte, que sempre quando estavam tristes, os dois sentiam. Eram totalmente inseparáveis, Malévola não tinha consciência da amizade dos dois, porém, sabia que havia algo de errado com a garota. A garota estranhamente andava mais feliz que o normal, não se abalava com os problemas do dia a dia e quando acontecia, ela desaparecia por algumas horas e quando voltava já estava renovada e sorridente.

Starr completava dezesseis primaveras naquele dia, estava indo em direção ao local de encontro dela e de Tyler, onde sempre se encontravam. No entanto, Starr sentia que estava sendo perseguida e observada. Ela sabia exatamente quem era, ela sentia, Diaval, Diaval era quem estava ali.

 Diaval, não seja tolo... a menina disse com sarcasmo, parando no meio do caminho e cruzando os braços.  Você sabe que eu sinto você, sabe que eu sei quando alguém me observa. Você foi criado da mesma magia que a minha, do mesmo sangue mágico.Starr explicava, enquanto revirava os olhos de forma tediosa.

 Não sei porque ainda escuto sua mãe... o corvo murmurou, se transformando em homem e parando ao seu lado.

 Por que você é o servo dela e tem que obedecer às ordens dela.  A menina disse com calma e simplicidade, enquanto revirava os olhos mais uma vez.

 Eu também amo você... Diaval murmurou, revirou os olhos e deu de ombros.- No entanto, eu não estou aqui para falar sobre oque eu faço. Sua mãe está te chamando para o treinamento seis.

 Puta merda... Starr murmurou, deu tapa na própria testa.  Eu havia esquecido... suspirou, enquanto olhou desolada para caminho que seguia, Tyler teria que a perdoar. Starr ficava tão desanimada quando não poderia ver ele, era como se sua felicidade dependesse do menino, nunca era bom ser tão dependente de uma pessoa.

— É somente um simples feitiço Starr, você é tão inútil que não consegue conjurar um simples feitiço?— Malévola gritou,  disse as palavras duras olhando fixamente para os olhos da filha, que se encontrava chorando. Elas já estavam treinando a tarde toda, Starr não conseguia conjurar um feitiço considerado simples para Malévola, o'que a deixou bastante irritada.

— Eu estou cansada mãe, estamos treinando a tarde toda. Eu não aguento mais... — Respondeu, enxugando as lágrimas - com as costas da mão - que insistiam em descer, por conta do nervosismo, fechando os olhos e tentando concentrar-se para a conjugação do feitiço. Pediu para todos os deuses que conhecia, ou até mesmo para qualquer um que estivesse a ouvindo, para que a ajudasse a conjurar aquele bendito feitiço.

 — Cansaço é para pessoas fracas, você é a filha da Malévola, você não é fraca. — Malévola cuspia cada palavra para sua Starr, abalando mas ainda a pequena Starr de quinze anos. Em um ato inesperado, agarrou os ombros de Starr com força, fazendo com que a garota direcionasse o olhar para a progenitora. — Ouça bem, Starr. Eu odeio ter que ser a vilã da sua história, eu não quero que você caia no mesmo erro que eu, você não pode errar. Olha aonde estamos, estamos presas nessa maldita ilha. você precisa ser a vilã perfeita, vilãs de verdade não choram. — Malévola confessou sua insegurança, suspirando em seguida, soltou os ombros da filha, que com a força gerada, acabou se desequilibrando e caindo ao chão. — Tão inútil que mal consegue se manter em pé, patética.

— Malévola...— Diaval que observava a cena a todo instante calado, se pronunciou. Malévola no mesmo instante se virou para olha-lo, seus olhos estavam verdes e exalando ódio e magia, combinação perfeita. — Não ouse a julgar o jeito que eu lido com a minha filha! — Malévola gritou, em um movimento rápido com as mãos o jogou para longe, fazendo o mesmo bater na parede e cair no chão. Starr soltou um gritinho de susto, assim que viu o'que sua mãe fez. Malévola foi andando rapidamente e perigosamente em direção ao homem, ergueu sua mão lentamente para cima, como se estivesse apertando algo - realmente estava - Diaval sentia como se fosse em seu pescoço toda vez que Malévola apertava a mão, fazendo o mesmo fazer uma careta e começar a ficar sem ar. Starr se levantou rapidamente, em um movimento rápido com as mãos, Malévola foi jogada fortemente para o outro lado da sala. Esse era o feitiço que Malévola queria que a mesma fizesse, mal sabia Starr que estava sendo manipulada. Malévola riu maldosamente enquanto se levantava.

— Essa é Starr, a filha de Malévola. — Malévola murmurou, indo em direção a menina que estava parada estática. Malévola parou em frente à garota a observando, Starr estava ofegante e suada, os fios platinados estavam espalhados por todo seu rosto. A cara não era mas de choro, era de raiva. Malévola riu, tirou o cabelo da testa suada da filha, deu um beijo no local e passou pela mesma, saindo do local. Starr suspirou, enquanto desabou no chão, deitando no mesmo. Olhou para Diaval, o mesmo acenou com a cabeça em forma de agradecimento, o'que fez a mesma dar um meio sorriso e fechar os olhos. 

Durante a noite do mesmo dia, Starr foi se encontrar com Tyler, que estava mas estranho que nunca, estava inquieto e agia de forma desconfiada. Uma noite estranha ao lado do amigo, era assim que Starr definia a noite do seu aniversário. Sempre que Starr perguntava para o mesmo oque tinha acontecido, o mesmo mudava de assunto e não dizia. Naquela mesma noite, o presente de Tyler foi um beijo, disse que era um beijo de amor verdadeiro e o seu coração aqueceu. Naquela mesma noite, quando Starr chegou em casa teve uma estranha e surpreendente surpresa. Malévola a esperava ao lado de Diaval, Starr ficou nervosa assim que viu que a mãe estava a aguardando, será que Diaval havia visto alguma coisa e contou para sua mãe? Traidor, era oque Starr pensava.

— Starr, você está escondendo algo de mim?— Malévola disse, enquanto acariciava a pedra cor de esmeralda na ponta de seu cajado, Malévola estava bastante misteriosa, tão misteriosa que Starr não sabia decifrar se a mesma estava com raiva ou não.

— Não.— Starr disse simples, dando de ombros em seguida. A mesma sentiu uma gota de suor escorrer pelo canto do rosto por estar nervosa, sentiu suas mãos soaram também. Será que sua mãe havia descoberto, ela pensava inteiramente no beijo.

— Você sabe que está perto do dia da coroação, não sabe?— Malévola disse, dando um sorriso irônico e andando impaciente sobre a sala. — O requisito para ser um rei, é matar uma fada...— Malévola murmurou, enquanto apontava com o cajado para as costas de Starr, mesmo que as asas da menina não estivesse a vista, mas Starr entendeu a referência.

— Onde você está querendo chegar, mãe...? — Starr disse, estava cansada de todo aquele mistério, todo aquele suspense. Viu que Diaval suspirou, Malévola parou de andar, pondo o cajado no chão e se apoiando no mesmo com as duas mãos no centro.

— Eu vou te contar uma história...— Malévola disse, ignorando a pergunta da filha enquanto ia se sentar em seu trono, indicando para a mesma se sentar na cadeira a frente, Starr revirou os olhos fazendo oque havia sido pedido. — Está é uma velha história de um jeito novo, veremos o quanto dela você conhece. Era uma vez dois reinos, que tinham um péssimo convívio. A discórdia entre eles era tanta, que diziam que só um bravo herói ou um terrível vilão seria capaz de uni-los. E em um deles viviam pessoas comuns, mas havia um rei vaidoso e ganancioso. Estavam sempre infelizes e invejavam a riqueza e beleza de seus vizinhos. Já no outro reino - o reino dos moors - existia todo tipo de criatura estranha e maravilhosa, não precisavam de reis e rainhas, pois confiavam uns nos outros. Em uma árvore grande - no topo de uma colina - vivia uma dessas criaturas, para os outros poderia ser só uma menina, mas não era uma menina qualquer, era uma fada. A fada ouviu boatos de que havia um humano em seu reino, e ela como a protetora daquelas criaturas, foi averiguar. Era uma criança comum - um mero humano - ele havia roubado uma joia do lago e a fada o fez devolver. Assim como a pedra voltou para o seu lugar, a fada foi levar ele até a barreira, levando ele de volta para sua casa, de volta para o seu lugar. Em meio ao comprimento, a fada se queimou com o anel de ferro do garoto, o mesmo ficou tão mal que o arremeçou longe. A fada pensou em como Stefan jogou fora o seu anel, ele que não tinha quase nada. Suas mãos voltariam a se tocar? Seu coração sorriu. Aquele jovem ladrão que esperava roubar uma joia, roubou algo bem mais precioso. Stenfan e a fada se tornaram amigos improváveis, e em um tempo - pelo menos para eles dois - o ódio entre os humanos e as fadas, foi esquecido. A amizade pouco a pouco, foi se tornando algo mais. No décimo sexto aniversário da fada, Stenfan deu a ela um presente. Disse que era um beijo de amor verdadeiro, mas na verdade não era. — Starr, que prestava bastante atenção na história que a mãe contava, ofegou na última parte. Sentiu o coração acelerar e o peito doer, será que sua mãe sabia de algo? Ela se identificava tanto com a história.  — Com o tempo, a ambição de Stefan o afastou da fada e o aproximou das tentações do Reino humano. Enquanto a fada, a mais forte entre elas, disputou como a protetora dos moors. A fada costumava andar só, por vezes imaginava aonde andaria Stefan, pois ela nunca compreendeu a ganância e a inveja dos homens. Mas ela iria aprender, porque o rei dos humanos descobriu a ascenção dos moors e jurou destrui-los. Uma guerra foi anunciada, como esperado, o reino dos moors venceu. O rei a beira da morte, mandou os pretendentes de sua filha - incluindo Stefan - vinga-lo, matando a fada. Naquela mesma noite, Stenfan foi contar o plano para a fada. Eles conversaram muito, e as diferenças foram superadas. E ela perdoou Stefan pela insensatez e ambição, e tudo voltou a ser como era antes. No entanto, assim que Stefan ganha sua confiança novamente, o mesmo lhe dá uma bebida e ela adormece, Stefan tenta aponha-la-la mas não tem coragem para matá-la, e ao invés de tal ato, corta as suas asas usando uma corrente de ferro. Stefan, que dizia ter mudado por amor a ela, leva as asas ao rei como prova de que a fada estava morta. Stefan havia ganhado o trono, pela segunda vez ele trocou a fada por sua ganância e ambição, triste por ter sido traída por Stefan e por ter perdido suas asas, a fada começa a construir um reino de escuridão na terra das fadas. Um dia, um dos seus servos, informa a fada que Stefan - agora rei - dará uma festa para o batizado de sua filha recém-nascida. E todo povo compareceu ao batizado, até um trio de fadas que veio em sinal de paz e boa vontade. Mas isso é uma outra história, que talvez eu conte outra hora...— Malévola finalizou, não antes de suspirar e encarar a filha arqueando uma das sobrancelhas.

— Tá, isso é traumatizante....— Starr suspirou, enquanto coçava a nunca e se levantava. — Porém, eu ainda não entendi aonde você quer chegar...— Por mais que a história tivesse afetado Starr, ela não iria assumir, não na frente da sua mãe. A história era tão familiar com a sua, era impossível dizer se sua mãe queria a manipular ou não.

— Você ainda não entendeu? — Malévola questionou se levantando, na sua cabeça rondava diversos pensamentos do quão lerda era sua filha. — Eu sou a fada. — Malévola confessou, enquanto observava atentamente cada reação da filha. O baque foi tão grande, que Starr quase caiu, chegou a cambalear para trás. Abriu sua boca em um perfeito "O" e observava sua mãe incrédula. Sua mãe jamais havia contado essa história para ela, porque contraria agora?

— Porque você está me contando isso...?— Starr disse em um fio de voz, quem se não conseguia falar. Malévola no entanto, estava calma demais. Se sentou sobre o trono novamente - sendo acompanhada pelo olhar de Diaval - deu um de seus melhores sorrisos para a filha.

— Não tente me enganar, filinha, eu não nasci ontem. — Malévola continuou com o sorriso, enquanto se ajeitava no trono. — Eu sei que você está andando com ele, eu observo vocês desde quando você roubou aquele pirulito ridículo dele.— Malévola suspirou, enquanto fazia um biquinho ao ver a cara de surpresa de Starr. 

— O'que, Tyler jamais faria isso comigo...- Starr gritou, enquanto sentia seus olhos ficarem verdes. Andava de um lado para o outro enquanto coçava a cabeça, havia ficado nervosa com toda aquela situação. Quando ficava nervosa, perdia o controle.

— Starr, não seja tola. Tyler é o filho do Stefan, a história está se repetindo. — Malévola disse com tédio, enquanto revirava os olhos. Starr negou com a cabeça enquanto a olhava incrédula. — Para de drama... — Malévola pediu, bufou enquanto apoiava a cabeça na mão com total tédio. 

— Não pode ser...

— Mas é, você não achou que iria viver em um conto de fadas, não é? — Malévola se posicionou, enquanto suspirava. — Pessoas como eu e você...— apontou com o cajado para a filha e depois para si. — Não tem seus finais felizes. — Malévola afirmou, enquanto dava de ombros.

— Eu não sou como você! — Starr afirmou, a olhando com desprezo. Malévola fez um biquinho, fazendo uma cara triste em seguida. Logo deu uma risada, encarando mais intensamente a filha, tanto que a mesma teve que desviar o olhar.

— Eu não iria dizer nada, eu só disse porque estava saindo do controle.— Malévola ignorou a filha, se levantando e fazendo a mesma coisa que ela - andando de um lado para o outro.- Oque fez Diaval observar, como elas poderiam ser tão iguais mas ao mesmo tempo tão diferentes? — Você se apaixonou por ele, isso foi um tremendo erro. — Malévola riu, enquanto pressionava o dedo indicador sobre a boca de uma forma pensativa.

— Eu não estou.....

— Não minta para você mesma, isso é ridículo. — Malévola pediu, enquanto parou e a observou revirando os olhos. — Eu sinto muito pelo oque eu vou fazer, mas eu não posso deixar que aconteça com você oque aconteceu comigo. — Malévola havia achado uma solução, enquanto se virava de frente para ela e puxava seu cajado em sua direção.

— Não...não faz oque eu tô pensando, isso não mãe.— Starr pediu, enquanto se afastava lentamente - dando passos para trás- até que sentiu o gélido da parede chocar com suas costas, fazendo a mesma dar um suspiro de nervoso, não havia mais para onde correr. — Por favor, mamãe... — Pela primeira vez na vida, Starr havia a chamado assim. Malévola por um instante abaixou o cajado, enquanto a olhava surpresa. No entanto, ela não queria que acontecesse com a filha o mesmo que aconteceu com ela. O seu desejo falou mais forte.

— Desculpa...—ela disse baixinho, - quase inaudível - inclinou o cajado novamente, ignorando os insultos de Diaval e Starr pedindo para que lá não fizesse aquilo. — Ouça bem, preste atenção...— Ela começou a ditar as palavras decoradas, Starr já havia começado a chorar naquele momento. Viu o cajado e ao redor de sua mãe brilharem em uma aura verde.

— Por favor....— Starr pediu uma última vez, antes de Malévola por o dedo indicador na boca, como se disesse para a meama ficar quieta.

— A todos que ousarem amar-te, se machucaram. Você não será capaz de amar e nem ser amada, para a maldição ser quebrada, só um beijo de amor à quebrara. — Após as palavras ditas, a aura verde foi toda em direção a Starr, fazendo a mesma sentir a forte magia entrar dentro de si, a mesma teve que puxar o ar para respirar, pois a magia foi tanta, que fez a mesma ficar sem ar.

 — Você é um monstro! — Starr gritou, enquanto saiu correndo de lá. Antes de sair, bateu propositalmente no ombro de Malévola, oque fez a mulher suspirar - ainda de costas - Malévola sentiu Diaval ir em direção menina. — Deixa ela ir...— pediu, enquanto ia se sentar no seu trono, Diaval a observava incrédulo.

— Você lançou uma maldição na sua própria filha...

— Eu fiz oque foi preciso.— Malévola o cortou, enquanto o encarou e olhou para o nada novamente.

Starr correu aí local de encontro, tropeçava em algo em uma vez e outra, assim como esbarrava em algumas pessoas. Chegou ao local considerado deles, que por sorte ou não, o garoto estava lá. 

— Você é filho do Stefan..? — foi a primeira coisa que ela conseguiu dizer, sua voz estava trêmula, porém, a mesma tentou soar firme.

— Rei Stefan...— Tyler a corrigiu, enquanto dizia calmamente, não se deu nem o trabalho de se olhar para trás, já sabia que a menina já sabia de toda a história. 

— Ele não é um rei pra mim. — Starr afirmou, enquanto cruzava os braços, não antes de limpar o rosto rapidamente com as costas da mão.

— Não que a sua opinião valha de alguma coisa. — Tyler deu de ombros, se levantando e virando sem sua direção em seguida. Tyler estava com uma espada de ferro, oque fez Starr arregalar os olhos, aquilo não era um bom sinal. 

— Tyler, oque está havendo com você... — Starr suspirou, voltando a chorar de novo.

— Desculpa, Starr. Assim como meu pai, eu prefiro a realeza. Não sei que mundinho amoroso e mágico você criou em sua cabeça, mas não vai acontecer.— Tyler disse, antes de suspirar. Ela parecia totalmente incomodado com a situação, não pela sua voz, que dizia algo mas seus olhos diziam outra coisa.

— Pronto, já pode me matar. Minha vida acabou aqui.— Starr disse com sarcasmo, enquanto dava uma risada de irônia em seguida. A mesma não acreditava no que estava acontecendo, era tudo tão surreal. — Oliver, diz que isso é mais uma das suas brincadeiras, por favor...—Starr pediu, se aproximando do menino. Foi por a mão nas mãos do menino mas o mesmo encostou a espada nela, fazendo a mesma se queimar e se afetar depressa. — Isso não pode ser sério....— Starr suspirou, vendo que a queimadura estava desaparecendo. 

— E mais sério do que você pensa.— Tyler suspirou, se sentando na ponte de pedra que havia ali. — Eu sinto muito, mas eu nunca me apaixonados por você, Starr. Aliás, você foi boba o suficiente de não perceber que esse era o meu destino. Eu só preciso matar você, acertar no erro que meu pai cometeu. - murmurou, enquanto alisava a ponta da faca.

— Puta merda...— Starr virou de costas, pondo a mão na cabeça e inclinando a mesma pra cima. Tentando não acreditar na situação que estava acontecendo.— Merda, Tyler. eu amei tanto você, que eu esqueci como era me odiar. — a mesma suspirou, sem sair daquela posição. — Você quer me matar a preço de quê, se você me der um motivo plausível, eu não vou medir esforços para atrapalhar você. — ela disse com sinceridade, se virando para ele.

— O primeiro motivo, por que eu estou apaixonado por você.— ele suspirou, as palavras ditas pela boca do mesmo fez o coração da menina acelerar.— segundo, eu tenho que matar você. Esse é o meu destino, a gente não pode ficar junto. Eu sou o vilão da sua história. — ele suspirou, enquanto tacava a espada no chão. — Eu não quero matar você.— ele confessa, enquanto passa a mão pelo rosto nervoso.

— então não mata!— Starr disse, indo em direção a ele e segurando suas mãos. — Fica comigo, vamos ser Rebels juntos...— Starr diz sem pensar, enquanto soltou uma de suas mãos para acariciar o rosto do menino.

— O que, Você quer enganar o destino?— Tyler murmurou, ele nunca gostou de coisas que pudessem prejudicar ele ou alguém que ele amava.

— se você diz assim...— Starr respondeu, dando de ombros.— Só...fica comigo.— disse se inclinando em direção ao garoto, selando os lábios do mesmo, fechando os olhos lentamente para observar cada reação do rosto jovem e bonito.

É, Starr não se lembrava da maldição, aposto que vocês também já haviam esquecido, mas malévola e o destino jamais esqueceriam. Eu vou deixar vocês na curiosidade para saberem o que aconteceu, eles se beijaram? Malévola apareceu? Tyler sumiu com a maldição? Isso vocês vão saber ao longo da fic, ou talvez não, Por que isso é um segredo.


Notas Finais


Iai, oque acharam?


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