História Selenia - Capítulo 3


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Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Geeeente, me desculpem pelo super atraso!

Capítulo 3 - Capítulo 3


Sem revisão...

Selenia meraz.

Aquilo era tão bom.

Eu não tinha como negar.

Eu não tinha como reagir.

Eu só consigo beija-lo, eu queria senti-lo, seu beijo  me deixa louca querendo ainda mais. Meu corpo o quer e eu não consigo disfarçar minha excitação com apenas um beijo. Eu odeio adimitir más Adrian está me dominando nesse momento e para piorar eu desejo que ele me domine, me faça mulher, desejo que ele faça tudo que quiser comigo.

Nesse momento eu me sinto uma drogada e Adrian é o meu vício. Uma parte de mim quer que eu dê um chute nas suas bolas, más, tem outra que está implorando para que ele nunca mais pare de me beijar. E isso me deixa confusa, não gosto de ficar confusa. Não gosto de me sentir assim.Adrian para de me beijar para que nos possamos respirar más ele começa a beijar meu pescoço dando leves mordidas me fazendo ir ao delírio. Suas mãos vão deslisando por meus braços e para na minha cintura.

Então eu saiu do mundo do prazer e deixo minha parte racional dominar novamente. Puxo sua mão da minha cintura e o empurro más o homem parece uma parede.

—  Que Droga!— Ele fala com raiva.

Seus olhos estão vermelhos e suas mãos estão fechadas em punho, ele parece está uma fera por eu ter interrompido nosso "momento".

— Preciso ir embora!—  Falo tão baixo que se ele não estivesse tão perto não escutaria. Adrian me ignora e passa seus dedos pelo meu lábio inchado .

— Por que você tem que ser tão teimosa? Séria más fácil se não resistisse.—  Ele me olha estranho e continua a falar e eu me mantenho quieta. — A um minuto atrás você estava tão molinha, tão entregue...

— Cala a boca!— Agora eu estava com raiva e ele estava me olhando divertido como se achasse engraçado minha irritação. Eu estou me odiando por ter deixado ele me beijar. Droga. Mil vezes Droga.

— Não precisa ter vergonha meu anjo.Nos vamos fazer muito isso, então você tem que se acostumar. —  Adrian fala com naturalidade me deixando pasma com seu atrevimento.

— Más que merda você tem na cabeça?— Eu falo um pouco alto.— Não era para isso ter acontecido, não era.

— Anjo...— Adrian se aproxima ainda mais de mim, me encarando intençamente. Ele vai aproximando seu rosto do meu com a intenção de me beijar. Mas eu tomo uma decisão imprudente, perigosa para ser exata.

[email protected]!— Arian grita. — Você me chutou!— Ele fala com as mãos no meio das pernas, onde eu acabei de dar um chute nas suas bolas.

Ele sai um pouco de perto de mim e eu aproveito para me desvencilhar do seu aperto. Saio de perto dele rápido, ficando de frente a ele más um puco afastada. Ao invés de sair correndo eu fico o observando encostado na parede com os olhos fechados e a expressão de dor no seu rosto vai suavizando com o passar dos segundos e em pouco tempo ele abra os olhos. Ele sorri com maldade e isso me deixa com medo.

— O que você esta fazendo?— pergunto quando ele se aproxima de mim. Eu tento recuar más ele me pega pela cintura e me coloca sobre seus ombros e eu começo a gritar.

— Me larga seu idiota!— Eu falo e começo a bater na sua costa— Me larga!.

Eu começo a gritar ainda mais, porém  de nada funciona pois ele começa a andar para fora daquele beco. Logo eu sinto novamente a claridade do sol e algumas pessoas passam por nós olhando com cara feia, más a mula do Adrian parece não se importar com os maus olhados.

Ele anda mais um pouco até chegar em um carro preto, abrindo a porta e me joga dentro na parte do carona e ele fecha a porta no processo, Adrian dá a volta no carro e abre a porta do motorista entrando em seguida. Ele da partida no carro é saí dali rapidamente.

Eu fico o encarando perplexa e com muitas perguntas em mente. Para começar eu iria perguntar por quê ele estava me perseguindo? E para onde ele estava me levando?

— O quê foi?— Adrian pergunta assim que percebe que eu não tiro meus olhos sobre ele.

— Para onde está me levando?— Pergunto com o resto da calma que ainda tenho.

Adrian ne olha como se eu fosse uma retardada e isso me irrita.

— Para sua casa, a onde mais você quer ir?— O babaca fala com cinismo.

— Desculpa, más essa foi a primeira vez que um maluco me persegue e me obriga a entrar no seu carro.— falo com ironia.

— Muito engraçadinha.— Ele fala com um sorriso falso.

Bufo de raiva e encosto minha cabeça no vidro do carro tentando processar a loucura que acabou de acontecer. Em uma hora eu estou naquela empresa para deixar a maldita pasta e em menos de duas horas eu estou no carro do chefe da minha irmã, que até agora vem mostrando ser um doente mental.

Helena estava certa quando disse que seu chefe era o capeta na terra, más eu não achava que séria ainda pior do que ela descrevia. Ele não era feio totalmente pelo contrário, eu nunca tinha visto um homem tão bonito em toda minha vida. Seus cabelos eram grandes, para falar a verdade ele era todo grande. O homem cheirava a pura testosterona e masculinidade.

Ele era o tipo de cara que deixa qualquer mulher aos seus pés com seu jeito bruto é capaz de despertar fantasias um tanto indecentes, se é que me entendem.

Más que [email protected] eu estou pensando?

Esse cara é um idiota com diploma. Eu não deveria estar pensando esse tipo de coisa dele, más isso é culpa da minha irmã que me fez entrar na empresa do babaca, se eu não tivesse vindo eu não estaria com o pé cheio de bolha de tanto correr, e também não estaria nessa situação esquisita.

— Chegamos.— Adrian fala estacionando o carro.

Eu acho que fiquei tão presa nos meus pensamentos que não percebi quando tínhamos chegado.

— Espera, essa não é minha casa!— falo o olhando uma casa que tinha no minimo três vezes o tamanho da minha.— Você disse que me levaria em casa...— Adrian me interrompe.

— Mudei de ideia, decidi trazer você para minha casa.— Ele fala com naturalidade e sai do carro e eu Fasso o mesmo.

— Pelo amor de Deus eu preciso voltar para casa!

Ele não me da atenção e sai em direção a casa, más eu fico encostada no carro o observando. Adrian parece apertar um botão que eu presumir ser a campainha, porque logo depois a porta é aberta revelando uma senhora baixinha que assim que vê Adrian ela o abraça e destribui beijos por seu rosto. Adrian sorri carinhoso e fala uma coisa no ouvido da senhora , que eu tenho quase certeza que era sobre mim pois ela me olha pela primeira vez e abre um sorriso e faz um jesto com a mão para que eu me aproximasse, me desencosto do carro e vou em direção aos dois. Eu posso ser qualquer coisa que possa se imaginar, más mal educada eu nunca fui.

— Minha filha, qual seu nome?— Ela fala me abraçando.

— Selenia.— Eu falo tímida.

— Que nome bonito! Más não é só o nome que é bonito.— Ela fala me olhando da cabeça aos pés.— Ah me desculpe. Adrian nunca trouxe nenhuma namora para mim conhecer.

Ah? Namorada?

— Nós nã...— Adrian me interrompe.

—Luiza, nós temos que ir agora. Eu só vim para ver como a senhora estava.

— Más vocês já vão, não vão entra pelo menos? — Ela fala com tristeza.

Luiza tem a pele morena e seus olhos são castanhos, seus lábios são carnudos, ela também tem o cabelo negro curto na altura do ombro com alguns fios de cabelo branco, que se destacam em meio ao escuro do seu cabelo. Eu fico pensando qual séria a relação entre Adrian e essa senhora.

— Não. Nos temos um compromisso. — Adrian fala é coloca sua mão na minha cintura e eu fico tensa com seu toque.

— Meu filho eu entendo, você é uma pessoa compromissada, não pode ficar perdendo tempo.— Ela fala olhando Adrian, más ainda era aparente sua insatisfação.

Ainda parados alí eles conversam mais um pouco coisas que eu não dou muita atenção. Eu começo a olhar ao redor, a rua era bem limpa, e também não tinha muitas pessoas, na verdade só havia um garoto  na casa do lado que estava regando umas flores. O menino parecia ter por volta dos 16 anos, ele estava sem camisa ele só vestia um short. Ele logo percebe que eu estava o olhando e sorri para mim, eu sorriu também mas logo desvio o olhar.

Adrian ainda estava segurando minha cintura,más ele logo tira sua atenção de lá para pegar minha mão e me direciona para sair dali.

— Foi um prazer conhece-la Luiza!— falo para senhora.

— Eu que o diga, minha querida. Volte novamente para conversa.— Eu apenas aceno com a cabeça em concordância, más Adrian vai me puxando até o carro. Seu aperto estava forte.

— Me larga!— Falo e dou um tapa em sua mão.

— Eu percebi quando você ficou olhando para o garoto. Você acha que eu sou cego Selenia?— Ele fala abrindo a porta do carro com violência.

— O quê?— Eu pergunto para ele sem entender o motivo da sua explosão.

— Não se finja de desentendida. Você ficou olhando para o garoto sem camisa, pior você sorrio para ele.— Adrian fala com os olhos vermelhos.

— Você está.... Completamente louco— Eu falo sorrindo do seu jeito possessivo.

— Não ria de mim!— Ele fala chegando mais perto de mim.


Notas Finais


Obrigado por ler😋

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