História Self Help Home - Interativa (Kpop) - Capítulo 2


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Categorias ASTRO, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXID, EXO, F(x), Girls' Generation, Got7, Miss A, Rainbow, Red Velvet, Sensational Feeling 9 (SF9), TWICE, Wanna One
Personagens BamBam, Dahyun, Dawon, Eunwoo, Guanlin, Hani, Irene, Jackson, JB, Jennie, J-hope, Jimin, Jimin, Jin, Joy, Jungkook, Kai, Krystal Jung, Mark, Momo, Rap Monster, Sana, Sehun, Suga, Suzy, Taeyeon, Tzuyu, V
Tags Bts, Casa Da Autoajuda, Danistoessel, Depressão, Drabble, Fanfic, Got7, Interativa, Kpop, Lírica, Revelaçoes, Romance, Self Help Home, Suícidio, Transtornos, Tristeza, Vagas Fechadas
Visualizações 154
Palavras 2.291
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, LGBT, Lírica, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


▶ Oiee, leitoras ♥

↪Chegou o dia esperado, às aceitas! O Google docs onde está dando o resultado, estará nas notas finais!

↪Esse primeiro capítulo, é mais para mostrar um pouco a rotina do Park Hyun e sobre ele, é muito importante, e não aparecem todos os personagens, mas no segundo capítulo, já estará todos.

↪Desculpem a demora, mas eu tinha ficado uns dias sem internet e não dava para postar, e outra coisa se o capítulo não ficar bom, não ficar tão detalhado, isso é porque estou escrevendo pelo celular, e eu odeio escrever fanfic pelo celular.

↪Boa leitura para vocês, se tiver algum erro ortográfico me avisem, eu não revisei ainda...

Capítulo 2 - 01. Psiquiatra.


Fanfic / Fanfiction Self Help Home - Interativa (Kpop) - Capítulo 2 - 01. Psiquiatra.

❛ Não há nada de errado em dizer que você precisa de ajuda ❜

 

A terapia dos familiares não estava indo muito bem, ao pensar de Park Hyun; familiares não compreendiam as palavras do psiquiatra. Os mesmos estavam no quinto andar do enorme prédio daquele hospital, que no total eram cinco pais responsáveis. Era assim quase toda semana, até porque, o que adianta tratar seus filhos, se os seus pais não tinham uma mente aberta sobre o que realmente estava acontecendo dentro da mente deles; e Park Hyun sempre com uma grande paciência, conseguia fazê-los – pelo menos por um breve momento – entender o que realmente os seus filhos precisarão, a total compreensão deles.

Park Hyun gostava de marcar essas reuniões, sendo duas ou três vezes por semana; segunda, quarta e sábado, mas algumas vezes ele muda, mas isso não vinha ao caso. O homem gostava de poder conversar com os familiares de seus pacientes, para fazê-los entender o que se passa na cabeça de seus filhos e ensiná-los também, há claro, não julgá-los, porque isso faz muito mal por dentro, apesar de ser “simples palavras” na mente dos mais velhos, consegue se tornar algo muito pessoal na mente dos mais novos.

— Precisamos terminar essa reunião, daqui a pouco já são 18 horas, e antes de voltar de novo para o hospital, preciso passar na Self Help Home. — o psiquiatra se pronuncia interrompendo os pais que falavam ao mesmo tempo, tirando a paciência do Park Hyun; não estava com energia para ouvir mais nada depois de longas duas horas de falatórios perdidos.

— Mas, e a questão do meu filho, doutor. Você me disse que ele estava angustiado ultimamente, ainda é sobre o amigo Hoseok, ou por não poder dançar nunca mais? — Min Hye, mãe do Mark, perguntava um tanto preocupada, realmente as palavras do Park Hyun no começo daquela reunião, mexeram com a mãe do garoto. — Estou preocupada, ele me parecia muito bem quando falei com ele ontem. — a mulher abaixou a cabeça.

— Senhora Min Hye, muitas das vezes não tem motivo nenhum, eu vi o mesmo muito alegre, mas de repente mudou o seu estado. Se ele não entende, eu não vou fazer a senhora entender, até porque a reunião já encerra por aqui, me desculpe. — os pais que se faziam presente olhou o homem com um certo desapontamento, esperavam uma resposta mais coerente, mas Hyun deixava muito claro que estava com pressa.

— Tudo bem, mas por favor, senhor Hyun, me deixe saber de tudo o que está acontecendo com ele. — falava a senhora Min minimamente, fazendo Hyun sorrir sem mostrar os dentes, tentando transbordar confiança para todos que estava presente. Alguns pais não entendiam que Park Hyun estava sob controle.

— Não se preocupe, irá saber de tudo, mas não fique com isso na sua cabeça, sabe que o Mark está muito bem convivendo comigo, minha esposa e todos os seus amigos.

— Fico feliz por isso.

Com a reunião encerrada depois de determinadas duas horas, Park Hyun acomodou-se na sua cadeira e se espreguiçou, estava um pouco cansado, e nada como passar na Self Help Home para poder se distrair do seu trabalho no hospital.

Ele sempre saía cansado das reuniões, por causa dos pais, tem aqueles que ouvem o mesmo atentamente e confiam nele e no seu trabalho, compreendem seus sermões, lições de morais, e tentam de tudo para seguir os conselhos do psiquiatra e entender os seus filhos. Todavia, há aqueles pais que são mais exigentes e mentes um tanto fechadas. Sempre questionando, dizendo que não entendem os filhos, e que há pessoas que sofrem de câncer e não estão reclamando. Park Hyun, não sente uma coisa ruim nesses tipos de pais, ele encara como um grande desafio fazê-los finalmente entender a cabeça dos jovens de hoje em dia. Enfim, a vida é cheia de altos e baixos, e muitas vezes adolescentes pensam que é o fim do mundo, mas Park Hyun entende a mente deles, estar sempre fazendo eles lhes contar o que se passa na mente, só assim para fazer seu trabalho direito.

O psiquiatra se levanta de sua cadeira olhando para seu relógio de pulso marcando exatamente dezoito horas da noite. Vestiu seu casaco por conta do frio, e saiu da sala de reuniões. Desceu de elevador, desejou uma boa noite para a recepcionista e foi na direção onde seu carro se encontrava, adentrou o veículo e saiu em disparada para a Self Help Home.

O caminho estava bem tranquilo, Park Hyun podia esfriar um pouco a cabeça, para depois voltar ao trabalho com mais disposição. O mesmo não ficava vinte e quatro horas por dia no hospital, mas esses dias estavam sendo corridos para ele, mal dando tempo de ficar muito na Self Help Home, mas todos naquele local entendiam perfeitamente, já que ele não tem somente pacientes da instituição da autoajuda, mas também aqueles que têm doenças um tanto graves demais e que precisam de um tratamento mais profundo. Hyun adora o que faz, sentia-se orgulhoso de tudo o que conquistou até agora, mas isso não o impede de continuar renovando o seu trabalho e buscando mais conhecimento. Adora de coração todos os pacientes da Self Help Home como se fossem praticamente seus filhos, assim como sua esposa, Kim Somin, que sente muita felicidade em estar com alguém de bom coração.

Chegando na instituição estacionando o carro logo na frente, o mesmo buzinou para chamar a atenção das pessoas que estavam dentro da casa. Saiu do carro, logo percebendo a porta de entrada ser aberta e sua esposa caminhar na sua direção.

— Chegou na hora do jantar, tinha que ser você! — Kim Somin estava encostada na porta, enquanto Hyun queria entrar.

— Hoje realmente, foi um dia cheio. — o psiquiatra disse deixando transparecer estar cansado e Somin logo sela seus lábios no dele, deixando o mesmo adentrar a casa.

— Próxima terapia, eu quero estar presente, pelo menos irei ajudá-lo com os pais. — a psicóloga fala abraçando o homem por detrás enquanto caminhavam para a cozinha, onde todos estavam reunidos.

Era sempre assim, todas as refeições do dia eram sagrados. Todos tinham que estar presente juntos mesmo se não forem comer, isso ajuda muito os adolescentes na casa a se sentirem bem. Já com os anoréxicos era uma batalha difícil sentar-se naquela enorme mesa observar os colegas comerem, muitos deles acabavam sedentos e acabam experimentando, mas outros só reviram a comida, fingindo comer alguma coisa, só para o tempo passar e finalmente serem liberados da cozinha.

— Olha que família linda, estou gostando de ver. — falou Park Hyun assim que chegou na cozinha, sendo recebido pelos sorrisos desses jovens. Era tudo o que o psiquiatra gostava de ver, mesmo alguns não sendo verdadeiros, Park Hyun percebia, já que conhecia eles muito bem.

— Boa noite. — todos falaram em coro e Hyun sorriu de orelha a orelha assim que se deparou com a mesa cheia de comidas deliciosas. Sentou na última cadeira e começou a colocar o que queria comer.

— Eu sei que vocês querem saber o que se passou na reunião com seus pais, mas agora, eu estou com muita fome. — Park Hyun se pronunciou por causa dos olhares que eles mandavam para o mais velho.

— Minha mãe ligou para mim a minutos atrás, e parecia bem preocupada. — começou Mark falando enquanto comia, o mesmo segurava os seus hashis.

— Ela não estava muito bem, mas isso é algo que vou consertar nas terapias, não vamos falar sobre isso, principalmente agora, Mark.

— Tudo bem, eu entendo, mas por favor, não deixe-a preocupada, isso me faz se sentir péssimo. — continuou a falar com um semblante triste, mas Park Hyun que estava sentado do seu lado nas últimas cadeiras da mesa, segurou sua mão de uma forma confortante, fazendo o mesmo sorrir minimamente.

— Está bem, Mark. — Park Hyun falou e logo depois continua a comer, todos na mesa conversavam entre si, ele se perguntou onde Park Hana tinha se metido, mas provavelmente deve estar com o namorado.

Park Hyun nunca esteve de acordo em contratar a Hana para ser uma pessoa de grande ajuda para os pacientes da Self Help Home; por a mesma ser muito desastrada, atrapalhada e algumas vezes não ter papas na língua. Com o tempo, Park Hyun, viu que todos gostaram dela, e que a mesma os faziam rir, então percebeu que a Self Help Home precisava da Hana.

Jimin também não se fazia presente naquele jantar, se perguntava também onde estava, o mais velho estava atolado de trabalho, e com isso se desligava um pouco da sua vida. Isso tudo, porque recebeu muitas pacientes esses dias e que pretende trazê-las para Self Help Home. Amanhã mesmo entraria algumas garota.

— Hoje vai ter a terapia aqui da gente? — perguntou Im Nari um pouco receosa, todos estavam receosos também, não era fácil a terapia, não era fácil passar pelo o que todos ali presentes passam. Algumas vezes não há motivos, não há causas, simplesmente são assim e nem eles mesmos entendem o porquê, mas Park Hyun e Kim Somin estavam ali para fazê-los entender que a uma força dentro de cada um e cabe a eles mostrar mesmo sendo difícil.

— Hoje não vai ter, estão livres, acho melhor a nossa próxima terapia ser quando as novas pacientes chegarem. — ele disse com um sorriso confortante na sua face, e todos os olharam surpresos.

— Vai vim mais pessoas para cá? — Era a vez da Sunny Jeon se pronunciar com seus olhos arregalados.

— Sim, a família vai crescer, isso é horrível quando se é pensado no que as garotas que vão vim passam e já passaram, mas pelo menos aqui, estaram se recuperando e tentando superar.

— Jin e Namjoon, se quiserem mostrar a casa estão liberados, mas se outras pessoas quiserem mostrar vai ser melhor ainda, porque eu vou dar pontos. — disse Somin e todos assentiram, menos alguns que não faziam questão pelos pontos.


 

××

 

Park Hyun voltou ao seu hospital e na sala de espera, se fazia presente um homem e uma garota agasalhados por conta do frio que fazia do lado de fora.

— Annyeonghaseyo, desejam alguma coisa? — ele pergunta se aproximando dos mesmos se curvando.

— É o doutor Park Hyun? — o homem pergunta confuso e o próprio assente. — Ótimo, é que estou a procura de um psicólogo para minha filha e sei que sua esposa Kim Somin é. Minha filha estava a alguns meses com uma outra psicóloga, mas resolvi tira-la e tentar colocar aqui.

— Ah sim, entram na minha sala, vamos conversar. — Park Hyun falava assentindo tudo e fazendo os mesmos segui-lo até a sala; a garota que estava do seu lado não se pronunciou em nenhum momento.

Todos já se faziam presentes na sala, sentados e a vontade, a garota parecia um tanto insegura, dava para perceber que não queria estar aqui, se passava na cabeça do Park Hyun o que ela tem para estar aqui.

— Desejam um café ou chá? — o psiquiatra pergunta colocando o seu café numa xícara.

— Um café. — o senhor tinha se pronunciado. Dito e feito, Park Hyun entregou a bebida para o homem.

— Bom, por onde posso começar, doutor. Então, me chamo Lee Kwan e essa é minha filha, Lee Ye-Rin, aconteceram umas coisas com ela que é muito difícil falar assim, mas antes de tudo, saiba que a mesma tem sinestesia

O que tinha acontecido com ela era de chocar Park Hyun, totalmente triste para uma jovem como ela, tão nova. O psiquiatra ouvia atentamente todos os detalhes do que o seu pai falava, Lee Ye-Rin, não parecia confortável quando seu pai falava o que aconteceu, também falou que ela sofre de depressão reativa, que é quando surge algum acontecimento estressante, como morte de um familiar. A única solução que o psiquiatra conseguia enxergar era colocá-la também na Self Help Home.

— Eu tenho uma instituição onde abrigo jovens de sua idade com problemas psicológicos, talvez você convivendo com eles e tendo terapias lá dentro, você possa conseguir superar, mas isso pode levar um tempo. — Park Hyun fala, deixando a Lee Ye-Rin bastante surpresa e confusa ao mesmo tempo.

— Como conviver com pessoas com problemas psicológicos vai me fazer superar, Park Hyun? — a mesma perguntava um tanto receosa.

— Você irá viver muito bem na Self Help Home, viver no lugar onde pessoas lhe entendem, que não vão te julgar. Terá terapias e tudo mais… E, já ouviu a frase; Tudo o que precisamos é de amor”?

Lee Ye-Rin o olhava um tanto desconfiada, se recusou a ir, mas com os conselhos que Hyun e seu pai lhe davam estava conseguindo mudar  a sua mente,ela não estava aguentando a sua realidade, sempre se lembrando do que aconteceu com seu melhor amigo. Mesmo ainda não entendendo sobre a instituição que o Park Hyun falou, a mesma confia nele, já que é um psiquiatra. Mesmo sendo a única solução nesse momento, ela irá encarar, seu pai também achou uma boa ideia dessa casa da autoajuda, e estar contente de sua filha ter uma certa maturidade e aceitar que estar precisando, mesmo muitas vezes ela não deixando transparecer.

Talvez, finalmente ela possa superar, mas ainda se sente insegura sobre sua sinestesia, a mesma não pretende falar a ninguém no momento, somente o Park Hyun que precisou saber.

Isso não é um problema… É um super poder. Que cor aparece para mim? — perguntou Park Hyun sorrindo, deixando Ye-Rin bem confortável.

Um amarelo e rosa um tanto vibrantes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


↪Se sua personagem não foi aceita, por favor, saibam que foi muito difícil escolher, já que todas as fichas ficaram maravilhosas, mas saibam também que se sua personagem não estar aqui, não quer dizer que sua ficha não ficou ao meu agrado, por que eu li todas as fichas que me mandaram, e eu adorei todas, mas infelizmente, eu não podia colocar todas as personagens, não desanimem, o esforço de vocês não foi por água a baixo, eu reconheço todo o esforço!

· Aceitas: https://docs.google.com/document/d/193SQv2-w_IHOpf1giZK-QPxurDVR8VynoVWLMgmoWVo/edit?usp=drivesdk

↪Quero falar também que preparei uma playlist para a fanfic, músicas que acho que se identificam muito com a história, e a maioria dos personagens, confira:

· Playlist: https://www.youtube.com/playlist?list=PL6GIUc_LZfHDvquFWkpEUKhsjZWibANvd


↪Novos couples: https://docs.google.com/document/d/1voC3NU62Iz1ivNmufJR5ODHY8lq0g2o_DwhTF0TtQA0/edit?usp=drivesdk

↪Eu estou um pouco apressada, porque eu fico ansiosa para postar logo, então, espero que tenham gostado, o primeiro capítulo, era somente para o Park Hyun, mas saibam que muitas coisas ainda vão acontecer, beijos e até o próximo ♥


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