História Sem classe - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Visualizações 12
Palavras 1.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Primeiro capítulo


Ela gargalhava como nunca em sua vida.

- Eu nem sei conversar direito com esse tipo de gente, pai, mãe, isso é loucura.

- Loucura é você mentir para os seus pais, Sakura Haruno, e essa é a minha exigência. - Kizashi disse em um tom irredutível.

- E nós não vamos lhe ajudar em nada, eu sinto muito por isso, filha. É um mal necessário. - a situação não agradava Mebuki, mas se isso fosse ajudar sua filha a melhorar, então, valeria a pena - E pra começar isso, nós vamos jantar em um restaurante da família Nara, daqui a uma semana, eu espero que esteja pronta.

Olhou indignada para seus pais e levantou do lugar aconchoado.

- Vocês só podem estar malucos! Qué saber? Eu vo vazar daqui. - andou em direção a porta e saiu pisando duro.

Seus pais só podiam ter pirado de vez!

Deus!

E ela realmente queria esse dinheiro, não só pra ajudar as crianças com problemas financeiros, mas também as que tinham doenças. Ia investir em vários hospitais, além de abrir o seu próprio. A herança era dela!

Saiu pela rua, após dispensar o motorista particular e ligou para Hinata.

- Hina! Eu preciso desabafar, me encontra na lanchonete. - desligou o celular e correu mais rápido, ao atravessar a rua, um carro em alta velocidade passou e quase a atropelou - Passa por cima! Desgraça!

- Olha para os lados antes de atravessar, garota maluca! - olhou pro dono daquela voz grossa e autoritária e se não estivesse com raiva, com certeza, o mandaria para um lugar nada agradável.

Um vento leve bateu e foi inevitável não olhar para os cabelos negros indo levemente para trás. Ele fechou a cara ao perceber que estava sendo observado.

- Vá se ferrar, e em vez de comprar a porcaria da carteira de motorista, vê se pelo menos tenta conseguir uma com mérito próprio. -não esperou a resposta do homem de olhos penetrantes e saiu de lá, não podia se atrasar.

Chegou na lanchonete simples mas aconchegante e logo viu a morena sentada no banco e bebendo um suco.

Se aproximou e sentou ao lado de Hinata.

- Meus pais piraram de vez.

*

- Poxa, Sasori. A gente marcou de se ver naquele Café de gente fina, não vacila.

- Eu tenho que ir falar com um cliente, no mesmo Café. É necessário, meu bebê.

- Tá bom. Mais a gente se vê amanhã, beleza? As duas dá tarde, tenho que trampa de manhã.

- Okay, nenê da minha vida, te vejo amanhã, beijo.

- Beijo.

O ruivo desligou o celular e voltou a olhar para o loiro ao seu lado.

Gostava de Sakura, ela era uma pessoa legal e divertida, mas seu coração só bateu mais forte pelo loiro que estava com os cabelos esparramados pelos travesseiros.

Não sabia exatamente por quê ainda estava namorando com Sakura, não gostava de mentir pra rosada muito menos para Deidara.

- Ei, acorda Deid, temos mais o que fazer.

- Só mais um pouco.

- Você sempre diz isso. - sorriu minimamente - Vamos logo pro chuveiro.

Deidara levantou devagar até se sentar na cama, olhou para o ruivo meio estranho e estreitou os olhos.

- Com quem você estava falando?

O sangue de Sasori gelou e ele arregalou os olhos.

- Ééé... A minha mãe...

- E a sua mãe é o nenê da sua vida? - estreitou ainda mais os olhos azuis - Olha, eu não vou mentir pra você igual você está fazendo comigo... Eu te vi outro dia com uma garota no centro, de mãos dadas e dando celinhos. Está brincando comigo? - podia-se ver a tristeza do loiro ao dizer isso.

Deidara sentia a queimação em seu peito assim como nos olhos, mas não ia chorar. Nunca!

O ruivo se sentiu o pior ser humano por isso e achou que fosse o momento "certo" pra falar a verdade. Mas não podia magoar a pessoa que amava, certo? Tinha que evitar isso ao máximo.

- Eu posso explicar, mas não agora. Me espera aqui às sete da noite, tá bom?

Precisava urgentemente de um banho, e de uma fuga.

*

Depois de dar muitos conselhos a melhor amiga, resolveu ir para casa. Sua irmã precisava dela.

- Nabi, cheguei! - a casa era enorme, algo que ela só achava necessário nos dias que seu pai fazia festas ou algum evento.

- Hina, que bom que chegou. Como foi na faculdade? - perguntou em quanto descia as escadas.

- Bem, e como foi seu dia?

- Entediante. Mas você pode me ajudar na lição de casa? Não sou boa em matemática. - riu sem graça.

- Sim. Vamos lá pra cima. - assim que chegaram no corredor puderam ver Hiashi Hyuuga parado em frente ao quarto da caçula. Ele olhou na direção das duas.

- Vim perguntar se você já comeu alguma coisa.

- Já comi sim, papai. Obrigada por se preocupar.

- Bom, estarei no meu escritório.

Passou reto descendo por onde elas subiram, e em passos rápidos já estava no primeiro andar.

- Ele me ignorou de novo... - se pronunciou pela primeira vez e olhou para baixo se sentindo mal.

- Isso vai melhorar... Relaxa.

*

Depois de discutir com seu pai, a última coisa que queria era se estressar mais. Só que a garota de cabelo cor de rosa que entrou no caminho, conseguiu tirar o resto da paciência dele.

Mas estava com pressa - como sempre - e não ia ficar brigando com aquela muleca. Ia dar as costas a ela, porém, ela pensou nisso antes e andou rapidamente para longe. Mal educada! Após esse momento desagradável ele voltou ao carro e acelerou. Marcou de encontrar com Itachi no restaurante e logo depois tinha uma reunião de negócios.

Estacionou o carro e entrou no lugar de luxo, avistou ao longe seu irmão e andou calmamente até lá.

- Papai não é uma pessoa muito fácil de lidar e você sabe disso. Acredite ou não, ele é uma boa pessoa, mas com a morte da mamãe ele deixou de ser essa alma que era antes. Sasuke, ele nos ama, só que nunca teve facilidade de demonstrar isso, sabe?

- Eu ainda nem contei o que aconteceu, Itachi.

- Eu sei, mas você só me chama quando é pra falar dele.

- Precipitado como sempre...- suspirou profundamente e só então se sentou em uma das três cadeiras disponíveis ali, já que Itachi ocupava uma delas.

- Pode começar a contar. - o mais velho o olhava fixamente e os olhos que estavam sempre inexpressiveis, agora, estava com receio e um pouco de dor talvez. Realmente, não gostava desse tipo de conversa.

- O negócio com a empresa Hyuuga teve alguns problemas, muito fáceis pra falar a verdade, e ele começou a dizer que na minha idade ele já fazia negócios grandes e sem nenhum defeito, jogou na minha cara que é melhor que eu e várias outras coisas. Na hora em que ele mencionou a mamãe, eu explodi, falou que se ela não tivesse engravidado da segunda vez, ela poderia estar viva e todos estariam mais felizes.

- Ele é assim mesmo, irmãozinho tolo...

- Pare de defende-lo! Quer saber? Eu vou embora. - se levantou bruscamente e foi embora. Estava exausto.

*

A ruiva bonita colocava amaciante nas roupas que estavam na máquina de lavar, apertou alguns botões e saiu de lá.

Arrumou direito o rabo de cavalo e passou as mãos pela roupa azul escuro.

Mal colocou os pés sobre o chão da cozinha e sentiu as mãos fortes contornarem sua cintura por trás. A boca quente estava no pescoço e a língua deixava rastros quentes no corpo bonito e curvilíneo.

- O que temos pra comer, Karin?


Notas Finais


O próximo vai demorar um pouco.

Esse já demorou mt e eu peço desculpas... Bjs e até o próximo.


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