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História Sem Ela - (Imagine TodoBakuDeku) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Roi! Buenas Nothes banbin_s!

Sejam bem vindxs a mais um de meus projetos!
É uma honra imensa ter sua ilustre presença aqui, he-

Bem mios amores, tenho certas declarações a dar sobre esse seguinte enredo...

---"📌"_🆁ecadinhos_-----

- A história:
Está fanfic seria um "ova" ou extra, a qual, estará ligado ao projeto principal em que estou produzindo.
Apesar que, os seguintes acontecimentos que cá estão presentes, não estão em ordem cronológica (poderão ter ciência em meio a leitura ^^)

- Capítulos:
Serão três capítulos publicados e, como adiante perceberão, este imagine será um pouco "anormal" (ao menos, em meu ponto de vista, eu o considerei assim, heuheu)
O próximo pretendo atualizar ainda essa semana, ele já está em seus momentos iniciais. Calculo que esteja em suas 500 e poucas palavras...

- Personagens + universo:
Bem, não aprofundarei muito sobre, pois não quero dar spoiler's 👁👄👁
Entretanto, tudo se passará em acontecimentos de Nanatsu no Tazai, com mudanças aqui e acolá.
Tal como os personagens em si, a aparência e parte da personalidade permanecerão, porém, como os universos não sejam lá muito coerentes, possivelmente, ocorrerá mudanças radicais em alguns pontos.
Ah, claro! Falaremos sobre a aparência em si dos personagens! Estou me baseando no "Fantasy Au", de Boku no Hero Acabemia, já que o mesmo tem essa pegada medieval e tal's!


- Inspiração:
Sim sim, a escrevi a base de inspiração. Tanto a produção do projeto principal, quanto essa "extra" (a chamamos assim), foram roterizadas com alguns empurrãozinhos através de coisas que me agradam.
Está fanfic em questão, fora baseada na música/rap " VMZ - Sem Ela _ Feat. LUCAS A.R.T", estarei a disponibilizado nas notas finais, caso tenham o interesse de ouvir.


-"📖"_Ferramentas de Interpretação_-

• Itálico: estará representado o diálogo que ocorrerá entre os personagens;

• Negrito: pois bem, ele estará em dois breves momentos, no momento de enfatização de algo - seja dito por você, ou algum outro personagem - . Em outro, é na "passagem temporal" da história, ou seja, quando estiver citando um acontecimento do passado ou futuro - com tudo, resolvi adicionar "*", para melhor compreensão - .

• "______" : novamente, está ferramenta estará presente no seu campo de interpretação para que você troque para "(S/N)", ou seja, "Seu nome".

• Parênteses "()": bem, já citei sobre ele em projetos anteriores. Ele também se refere a troca, a troca das características físicas da personagem.

• Diferente de outras situações que abordo em minhas obras, "[...] a ferramenta que está em aspas representará apenas uma divisão no decorrer do capítulo.

---------------------"✏"---

Sem mais delongas;

BOM APROVEITO!

(Perdão por qualquer errinho, estarei o revisando no momento, porém, sempre sobra um felizardo para trás :"D)

Capítulo 1 - (One) Culpa - Midoriya Izuku;


A passos lentos, o rapaz, pertencente ao clã das fadas, caminhava dentro daquela floresta rodeada de árvores gigantescas. O semblante em sua face era de tremendo desgosto e dor, acompanhado com um rastro fino de um líquido avermelhado, que descia de sua testa, passando vagarosamente pelas bochechas sardentas do mesmo... o sangue presente no rosto do jovem, também poderia ser encontrado em diversas partes da vestimenta que o mesmo trajava. Os olhos esverdeados não contiam nenhum brilho, estavam nublados, tonalidades escuras o rodeavam.

A brisa que passava pelo local, fazia com que as árvores balançassem de um lado para o outro, numa dança calma, daquele entardecer. As madeixas esverdeadas da fada, também se movimentavam, por conta do vento.


- Porque...-, a voz máscula se fez presente, preenchendo o local silencioso. Tão breve, soluços puderam ser ouvidos, seguidos por um grito de tamanho sofrimento que o rapaz contia em sua alma. Não mais aguentando permanecer em pé, o garoto caiu sobre seus próprios joelhos, enquanto levava as mãos até o rosto o cobrindo. Ele desmoronava em lágrimas, se encontrava no limite, sentia-se desfragmentado, o coração parecia não existir mais, por tamanha escuridão e vazio que o apossava.



Em poucas horas, a vida de Midoriya Izuku foi destruída completamente...

Em menos de uma dia, o garota fora culpado de cometer uma traição a corte real, sendo acusado de matar o chefe dos cavaleiros sagrados, All Might, o qual era seu superior no reino - levando em conta que, o jovem era aprendiz e estava, a dois anos, estagiando junto de amigos, para ser titulado como um paladino guardião; lutando pelo rei , o próprio reino e seus súditos - . Izuku, junto de sete outros - os quais, o jovem conhecia, e os considerava como "amigos" - foram acusados de cometer um golpe de estado, assassinando o paladino chefe, para trazer desordem e insegurança e a toda capital, assim, ele e os outros, se tornaram procurados/traidores, tendo, em tão pouco tempo, a condenação a morte como punição de seus atos pecaminosos. Restando apenas a luta para que pudesse preservar a própria vida, e a de seus companheiros, o rapaz batalhou, e por esse fato, não sendo algo de sua vontade - ao menos, naquele momento - , a necessidade de derramar sangue das pessoas a qual vivera foi a consequência de tal acontecimento. Ele havia matado aprendizes de cavaleiros sagrados, companheiros que conviveu ao longo se sua estadia no reino, e tais guerreiros, não hesitaram nem por um instante, em matar os oito traidores, mesmo que não estivessem a par de todas as informações de tal atitude, o rapaz tivera de o fazer, não poderia morrer ali, não agora, e por um motivo tão fútil, aonde havia sido acusado injustamente pela corte, pagando um pecado o qual não havia cometido... porém, não poderia julgar aqueles guerreiros, pois, provavelmente, teria a mesma atitude perante aquela situação, aqueles paladinos menores, apenas estavam cumprindo seu trabalho, protegendo o que lhes era resignado.

No final da contas, acabou por se tornar mesmo um assassino, tirou incontáveis vidas - dentre elas, vários inocentes, que no momento da fulga dos condenados, estavam a vagar pelas ruas, nos centros comerciais; lavando toda a capital com sangue; mulheres, crianças, idosos... tiveram seu fim sem saber sequer o motivo - . Em todo aquele caos a qual presençeava, o rapaz acabara se apresentando em sua real forma, uma fada, pois, em meio a situação, a ação mais aconselhável era sobrevoar em uma altura considerável do solo, assim, evitaria a luta corpo a corpo, assim, não mataria ninguém novamente... entretanto, tais cavaleiros, pareceram ter seu ódio ainda mais alimentado, ao ver alguém de outro clã infiltrado, vivendo sobre o mesmo teto, bebendo do próprio vinho, como se fosse um humano, os irritaram. Talvez, o plano do golpe tenha sido ideia daquela fada, a qual os havia enganado nos últimos anos.

Midoriya e os outros sete, cometeram assassinato em massa, era o que todos alegavam, e toda a situação ficou ainda mais horrenda, somando-se ao fato que os acusados possuíam títulos significativos ao reino, afinal, trabalhavam para a coroa... e pessoas que antes olhava os guerreiros com admiração e esperança, agora os encarava com ódio e remorso. A situação era deveras incomum a todos os desinformados, pois, o reino, no máximo, tinha algumas situações de roubos aqui ou acolá, nada muito agravante... agora, ruas repletas de sangue, paladinos e súditos feridos a todos os lados, explosões em dadas localizações do reino, além de um dragão junto de uma fada sobrevoando a área, não era algo do habitual, afinal, um acontecimento marcante a qual balançou toda a paz e a segurança mundial, envolvendo as raças, fora a guerra que ocorrera a séculos, onde o clã dos demônios tentaram opor liderança, tentando alcançar o patamar de ficar acima das outras raças, e quase conseguira, entretanto, um demônio traidor acabou se aliando aos que deveriam ser seus inimigos, deste modo, o clã dos demônios fora selado pelas deusas, e a paz prevalecera... até o momento, ao menos. Alguns temiam a volta das criaturas das trevas - vulgo, demônios - , era o que aquele atentado ao reino parecia.

Com tudo, Izuku não queria a luta, não queria a guerra, apenas queria o bem de seus amigos - que assim como ele, tiveram seu julgamento injusto, agora, estavam envolvidos naquele inferno - . Passava na cabeça da fada, a possibilidade de traição envolvendo algum de seus superiores, os quais armaram tal armadilha para incriminá-los. Os humanos a qual tivera que matar não fizeram aquilo por gosto, por querer matá-lo, eles estavam seguindo as ordens, sendo manipulados por alguém que não poderiam ir contra, eles não eram pessoas más, cumpriam seu dever de proteger o reino. Ao menos, era o que tentava se convencer... porém, ao contemplar a cena mais dolorosa de sua vida, via que os humanos não passavam de serpentes asqueirosas e traiçoeiras, um bando de desgraçados que faziam movimentos que levavam ao extremo extermínio, a pessoas da própria raça... a admiração que sempre levava, descobriu ser apenas um ódio tremendo que levava no profundo de sua alma.

Izuku, observou com seus olhos esverdeados a pessoa a qual mais se importava, perder a vida, sendo assassinada pela pessoa que mais invejava - e que julgava ser seu amigo, mesmo com os desentendimentos do cotidiano - Bakugou Katsuki, um bárbaro que conhecera a anos, junto da (cor da sua pele), que também, por pura impiedade do destino, acabam também sendo culpados pelo assasinao do chefe paladino. O esverdeado contemplava com horror o loiro perfurar a moça de olhos (cor de seus olhos), direto no coração. Seu mundo despencava, a doce garota, a qual o acolhera e criara laços, era a que mais sofrera com tudo o ocorrido... fora acusada por traição á corte, que a bela moça os tratava como parte da família, sendo útil a vários afazeres do castelo que fazia de bom grado, tivera a profunda dor de ter que batalhar contra pessoas que se importava, outros aprendizes de cavaleiros, que a (cor de sua pele) tinha laços de amizade, uma ligação fortíssima; tivera que matar, algo que a jovem odiava nas guerras, a morte que ocorria em massa; e por fim, após viver toda aquela maldição, ver pessoas que amava morrer, matar, ser odiada, ela/você acabaria por morrer, sendo assassinada por uma das pessoas que mais amava - afinal, os oito acusados, contando com a moça, tinha laços importantíssimos; ao longo da convivência na capital, todos, ao acaso, se conheceram, assim, se tornaram amigos - . A garota de madeixas (comprimento do cabelo: curtas; medianas; longas), estava, estramente, trajada com o manto do príncipe, o qual, também fora um dos acusados.

Os acontecimentos foram rápidos, pois, no momento em que a fada ia ao socorro da amiga, notou estar sendo seguido por paladinos, de classes altas, comparadas aos outros soldados. Assim, uma das suas últimas visões daquela dolorosa situação, fora a vista do companheiro dragão de Katsuki, Kirishima Eijirou, que sobrevoava o bárbaro e a donzela - que agora, apoiavá-se em Bakugou, tendo a espada ainda fincada em seu corpo; a jovem pendia para trás, já que o lugar o qual se localizavam, era um precipício - . Kirishima, o dragão trasmorfo, direcionada suas chamas ao solo, em uma distância segura, criando uma barreira protetora aos outros dois. O ruivo também acabara por ser acusado de traição, não por ter "matado" o paladino chefe, e sim por ser considerado um cúmplice de tal golpe, já que o rapaz ajudara na fuga dos pecadores...

Em um piscar de olhos, e com uma tremenda dor no coração, Izuku fugiu, voando com uma velocidade considerável, para bem longe de todo aquele inferno... abandonado tudo e todos paras trás... abandonando ______ para trás, como um verdadeiro covarde.

Com tudo, recordações pairavam em sua maldita mente... o rapaz de madeixas esverdeadas, sofrera de amnésia, assim, ficou sobre os cuidadosda mesma que o garoto acabou por abandonar, deixando para morrer, para que pudesse preservar sua própria vida... ele tinha repulsa de si mesmo, era um ingrato fodido. No momento, lembranças anteriores a ser encontrado pela moça de olhos (cor de seus olhos) voltavam vagarosamente... o rapaz era pertencente ao clã das fadas, no passado, em algum momento, vivera em uma bela floresta, a qual, julgava ser seu antigo reino... porém, aquilo era o de menos, afinal, a clara recordação de possuir o título de rei das fadas era um tanto assustador... ligando-se ao fato de uma aliança com humanos, que resultou na morte de inúmeras fadas, que tinham suas asas arrancadas com tamanha crueldade.

- Seus...-, Midoriya, desabando em lágrimas, precegue, com o tom vocal um pouco mais rouco e grossa do que habitual. Seu ódio por aqueles seres que foderam com sua vida, aumentava a cada instante - apenas _______, sua amiga humana, passava-se ilesa de tamanha repulsa - ... e pensar que ele os invejava, pois, os mesmos viviam suas vidas de modo perfeito; muitos, eram conhecidos como heróis pelo clã, enquanto a sua própria raça, as fadas, eram mal faladas por aquelas bocas imundas... aquilo o deixava aos cacos, pois, por conta daqueles desgraçados, Izuku havia perdido sua humanidade, sendo culpado por um golpe de estado, sentenciado a morte, perdera seu reino - que o mesmo, em um breve momento de sua fuga, foi até o local que sua mente o guiava; encontrando a floresta, que um dia chamara de lar, em cinzas, totalmente sem vida - . E por fim, a morte de _______, a gentil moça que não tinha culpa de nada, e por esse "nada", acabou sendo morta.

Com pesar, o rapaz levantou-se, ainda em um estado deplorável, com os olhos avermelhados, os quais, não cessavam as lágrimas. Seu semblante se encontrava vazio, sem qualquer vestígio do Midoriya Izuku gentil, simpático e sonhador, o qual, em uma oportunidade tentara ser.

Sua mente o recordava de uma emocional situação a qual passava com a (cor de sua pele) e alguns dos acusados onde a garota citava:

"- Não me importaria em perder a vida por um bem maior... seja pelo príncipe ou qualquer outro habitante da capital!-, ______ comentou, enquanto encurtava a manga da farda comprida que trajava. - Imagino que a dor da morte, seja menor quê a dor de ver alguém que você se importe morrer...-, ela/você continua, em um tom calmo e tristonho, mesmo que possuísse um sorriso singelo nos lábios, os quais, dificilmente, deixaram de sorrir . - Não pensaria duas vezes em me sacrificar por um de vocês!-, conclui, sorrindo amarelo aos outros presentes ali, que a observavam com admiração, pela confissão da moça, que citava cada palavra, como se fosse sua razão de vida."*

As lágrimas deixavam o rosto do esverdeado ainda mais molhado, misturando-se com o sangue, que ainda descia do ferimento que obteve em meio a luta. O rapaz trincou o maxilar, enfurecido com a lembrança, que apertava, o que se entendia como o coração garoto - mesmo que Midoriya não considerasse possuir um, ao menos, não agora - .

- Katsuki...-, Izuku começa, fechando os punhos com uma força considerável, na tentativa de conter imensa fúria de seu corpo. - Eu juro que vou matar você, seu filho da puta!-, ele gritou aos quatro ventos daquela floresta silenciosa, sendo suas ouvintes, as árvores, que contemplavam a promessa vingativa da fada. - Matarei você e cada humano imundo que cruzar meu caminho!-, essa foi sua conclusão, e sem o mesmo perceber, uma marca foi desenhada em seu corpo, e uma voz misteriosa disse sua real condenação á meio a todos aqueles pecados; "inveja".



"------[...]------"



Com a inveja que possuira, e com o desprezo que obtera daqueles humanos que rastejavam em prol de desavenças para acontecer guerras entre as raças... a Serpente da Inveja foi originada.

Midoriya Izuku, rei das fadas, fora marcado com essa maldição, pois, com a inveja que sentia de Katsuki, e demais guerreiros, o rapaz tinha o almejo de superá-los, ou se tornar os próprios.

O esverdeado ficou cego com seu pecado, deixando de lado o que realmente era importante, o que realmente era necessário... a proteção que fora designado a ele e não um título sem qualquer significado.

Sua inveja resultou em morte... inúmeras mortes... dentre elas, a pessoa a qual amava.

Os pecados que cada acusado cometeu, foram descontados na pobre _______, que fora do conhecimento dos outros, se condenava a maior pecadora...


--[...]--


"Acho que agora é tarde para te pedir perdão...-, fora uma das últimas palavras da moça de cabelos (cor de seus cabelos), antes de cair abismo abaixo, onde, mesmo com tamanha desgraça, esboçou um belíssimo - porém doloroso - sorriso, nos lábios manchados em sangue; assim, despediu-se silenciosamente de cada pecador, a qual, queria tanto proteger."*


Notas Finais


Hello hello!
Agradeço que tenha chego até aqui!

Buenas... confesso estar bastante empolgada com esse novo projeto (quando eu não fico empolgada com algo? Ksks), afinal, não vi nada do gênero na plataforma e como gosto de renovar... cá estou eu!

Quria dizer:
Muchas gracias @Fallen_X , que me inspirou ainda mais em fazê-lo!
Heuheu

-------"📚"----------
• Vamos algumas considerações finais?


Com tudo, o enredo ira ser baseado na visão e sentimentos de seus "pecadores favoritos" (os chamaremos assim he-)
Sendo assim:

- Um senti a tremenda culpa em questão do abandono que cometeu, além de não cumprir a proteção a qual era resignado.

- Outro, carrega o fardo de ter lhe "matado", tendo suas mãos lavadas com o seu sangue..

- O último, seria a causa da sua morte, onde ele, como pensavam, deveria ter morrido;


Huuum, confuso? Não sei ao certo..
Tenha alguma teoria? Gostaria se compartilha-la? Então fique a vontade e as adicione nos comentários, estarei anciosa para ler!


- A música:
Ah sim! Preciso dizer mais algumas informações sobre...
Ela seria meio que a confissão de Midoriya, Bakugou e Todoroki; eles transmitindo os sentimentos internos a qual os destrói.
Então, em como certo trecho da música diz "noites eu vivi, vendo seus olhos serenos chorar...", essa "confissão", seria adiante desses acontecimentos, já que na próprio capítulo apresenta que passaram-se apenas algumas horas.

https://youtu.be/lVeR8WsFW0Y


------"📖"--------
Ah, caso sinta-se interessad_ em minhas obras, convido você, leitor_-san a visitar meu perfil, poderá encontrar mais "livros", assim, dar continuidade ao seu momento de leitura he-
Sem mais enrolação, me despeço aqui!

Até!

- PLUS ULTRA ~


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