História Sem Escolha - Capítulo 15


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Categorias Pristin, Red Velvet, Seventeen
Personagens Eunwoo, Hong Jisoo "Joshua", Irene, Jeon Wonwoo, Kyungwon, Lee Chan "Dino", Mingyeong, Nayoung, Pinky, Seulgi, Seungcheol "S.Coups", Yebin, Yeri
Tags Irene, Minkyebin, Rena, Roa, Seulgi, Seulrene
Visualizações 108
Palavras 3.752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ~

Capítulo 15 - Sem escolha - XV


O resto da tarde Yaebin e Wonwoo passaram comendo salgados enquanto a loira descobria um pouco mais sobre as atividades de Roa dentro da Pledis, a surpresa sobre a Pristin deixou a jovem consciente que não sabia quase nada sobre a mais alta, afinal de contas nunca teve interesse nas atividades da máfia. Mas isso estava mudando, especialmente quando o Wonwoo o impedia de esquecer o fato de Minkyung ser um pedaço de mal caminho que era amplamente desejada dentro e fora da Pledis. Para a sorte do negociador antes que a loira tentasse cometer um assassinato depois de contar o quarto episódio seguido de quando alguém tentou algo com a sua gangster, a mãe de Minkyung apareceu dispensando o homem já que ela tinha que examinar Yaebin.

 

- Eu recebi seus exames do neuro e o raio X das suas costelas. Os exames neurológicos mostraram que você realmente ficou sem qualquer sequela, já as suas costelas e toda a região abdominal realmente foram bem maltratados a recuperação está um pouco mais lenta, mas com todo o descanso que você teve já consegue andar sem tanta dor e com os 15 dias de licença que vai receber, creio que vá conseguir ter total recuperação desde que evite muita movimentação ou atividade de contato. Então nada de ser vítima de outro sequestro por um tempo, pode ser? - A doutora Kim brinca fazendo a loira rir junto com a própria médica.

 

- Farei o meu melhor, mas eu ainda sou uma Kang, então isso pode ter seus desvios…

 

-  E como eu sei disso, eu só consigo manter um Kang internado sob ordens. A sua família é bem trabalhosa às vezes…- A matriarca dos Kim resmunga em desgosto e Yaebin só pode se limitar a rir já que ela sabia melhor que ninguém sobre isso.

 

- O que é isso?  Reunião de família? - Minkyung pergunta assim que colocou a cabeça para dentro do quarto, com a permissão da médica, a mais alta entrou no quarto com o seu típico ar de malícia e mistério, que a loira negava, mas sentia falta por todo o dia. A herdeira rapidamente abraça a sua mãe plantando um beijo em sua cabeça.

 

- Espero que leve suas palavras a sério, Kim Minkyung. Eu realmente quero uma nora e seu irmão só está me enrolando. Sem dizer que eu não ficaria nada satisfeita em ver todo esse seu comportamento possessivo com a Yaebin e não mostrasse um compromisso sério. - Para a surpresa do casal, especialmente da loira, a mãe de Minkyung apareceu bem verdadeira e séria ao falar. Diferente da loira que estava paralisada diante do que acabou de ouvir, Roa só aumentou o sorriso, soltando a mãe para então envolver a loira num abraço por trás deixando um beijo no canto dos seus  lábios.

 

- Basta você liberar a minha garota, para que eu possa começar a trabalhar nisso, mãe. - Roa comentou divertida, chegando até mesmo a rir quando a jovem vira de uma vez o pescoço para encarar a mais alta em choque com a resposta que ouviu. - Oh, pelo visto seus reflexos já estão perfeitos, baby. - Com a provocação Rena revirou os olhos antes de dar uma cotovelada na barriga alheia. - Aish… Até demais.

 

- Sem dúvida ela foi mesmo treinada por uma Bae. - A matriarca dos Kim não pode deixar de rir de como Yaebin conseguia lidar tão bem com o gênio até difícil da sua filha. - Se o ponto é esse, melhor começar a se preparar, que eu vou dá alta para ela amanhã pela manhã. Ela estará sob seus cuidados até que se recupere totalmente. Enquanto isso… - A doutora caminha em direção a porta já abrindo ela. - Yaebin, você tem autorização de bater na Minky se ela perturbar demais. - A jovem concordou prontamente com isso, antes de se despedir e ver a mais velha se retirar.

 

- Eu não acredito que a minha mãe acabou de deixar você me bater. Será que ela tem noção o quanto você pode ser selvagem quando quer? - A morena ergue a sobrancelha com aquilo, mas claramente não se importou, já que no instante seguinte se aconchegou ainda mais em volta da mais baixa, chegando a esconder o rosto no seu pescoço. .

 

- Ela sabe que eu preciso me defender do seu ego… E… - A jovem deu uma cotovelada um pouco mais forte, assim podendo se libertar do abraço da mais alta, para então poder encará-la. - O que diabos você acabou de falar para sua mãe?! Fez parecer que temos algo sério ou sei lá… Como se estivéssemos namorando há anos.  

 

- O quer dizer com que parece? Não são anos, mas estamos namorando, não? As suas amigas já sabem, as suas mestres já sabem, até a minha família já sabe, então o que tem de errado no que eu falei?. - Minkyung argumenta ainda massageando o seu abdômen de forma lenta depois do ataque súbito da loira. A loira cruzou os braços, revirando os olhos não acreditando no argumento da mais alta.

 

- Sério, Minkyung? Você inventar para minha melhor amiga que somos namoradas, quando você tem uma arma apontada para a minha costa, não sei no mundo dos Kim, mas no dos humanos, como é o meu caso, isso tá longe de ser um pedido de namoro ou algo semelhante a isso. Então fica muito difícil que eu achei que estamos num relacionamento e  numa sessão de tortura, não concorda? - A loira foi até a pequena geladeira procurando algo gelado para colocar no abdômen da mais alta. Para a sua surpresa, seu pulso foi capturado e logo o corpo foi virado ficando de frente para Roa.

 

- Se o problema é apenas um pedido oficial… - A mais alta anda para frente, consequentemente fazendo a jovem dar alguns passos para trás até colar seu corpo contra a parede. As mãos da mais velha deslizam lentamente pela lateral o corpo mais baixo, enquanto diminuía a distância entre as suas, passando a mão em volta do corpo da loira. - Kang Yaebin, quer namorar comigo? - Seu tom era baixo, um tanto quanto sedutor que a loira tinha certeza que seria possível dar uma parada cardíaca em qualquer pessoa, diante de tanta sedução e carinho num único olhar, contudo isso fez a jovem lembrar de algo.

 

A mais baixa passou os braços pelos braços de Minkyung até encontrar sua nuca envolvendo enquanto aproximava mais o rosto ao mais alto. Assim que estavam prestes a se beijar, o sorriso se tornou uma feição séria. - Não. - Disse antes de empurrar a mais alta que nem relutou em dar um passo para trás, já que parecia bastante chocada com a resposta de Rena. - Porque você não vai perguntar para os seus milhares de pretendentes lá no NU’EST? Aposto que muitos estariam interessados em lhe dar uma resposta.

 

Minkyung piscou algumas vezes, claramente confusa com a fala da mais baixa. - NU’EST? Do que você está falando, Yaebs? Espera… Você tá dizendo não pro meu pedido, porque está com ciúmes daquela palhaçada que acontece no NU’EST? - Rena apenas revira os olhos e cruza os braços, não tinha como argumentar o contrário. A expressão de susto da mais alta logo é substituída pelo um sorriso ao notar que não havia feito nada errado ao final das contas. - Por Deus, Yaebin, eu nunca liguei para qualquer um desses idiotas… Eu só vou para aquele lugar para achar membros que valem a pena para os grupos especiais, afinal de contas não podemos viver só com Kang, Bae e Park nas nossas equipes.

 

Minkyung puxou a loira pela cintura até colar seus corpos mais uma vez, não tendo qualquer resistência dessa vez. Era evidente que a gangster não conseguia esconder o sorriso divertido e um tanto quanto orgulhoso diante da demonstração de ciúmes da garota em seus braços, Yaebin não era do tipo que mostrava suas emoções, então momentos como aqueles eram realmente valiosos para a mais alta. - Vamos, lá… Eu nunca dei a chance para nenhum deles, no máximo os humilhava por diversão. Sem dizer que eu marquei foi você, hm?  - Os braços apertaram o corpo mais frágil, enquanto os lábios de Minkyung passaram a depositar pequenos beijos por toda a extensão do pescoço da ciumenta médica. - Foi a você que eu dei a oportunidade de me fazer sua.

 

A loira não disse nada, na verdade ficava difícil pensar muito quando tinha os lábios de Kim Minkyung abusando da sua pele com tamanho carinho e malícia. As unhas de Rena logo se prenderam contra os braços da mais velha, arranhando bem devagar toda a extensão até o pescoço alheio, enquanto fechava os olhos apreciando cada toque. - Yaebs… - Os lábios da mais alta foram até a mandíbula da loira, marcando a região com beijos ainda mais lentos e tentadores, fazendo toda a pele da Rena se arrepiar com o ato. A  loira pode sentir os beijos subindo lentamente por sua pele até a parte de trás da sua orelha, que logo foi mordiscada antes que a voz levemente rouca fosse sussurrada em seu ouvindo. - Eu realmente quero que você seja a minha garota… Você quer namorar comigo?

 

Era irônico depois de todas as vezes que Roa a deixava sem escolha, agora estava lhe perguntando aquilo, um pequeno riso escapou dos seus lábios, será que um dia a vida pararia de ser irônica com ela? A loira ficou tentada em continuar provocando a mais alta, mas desistiu quando ouviu a outra sussurrar.

 

-  Não seja tão má, eu sei que não resiste a mim. - Era incrível como Kim MInkyung tinha o poder de criar um clima perfeito e no instante seguinte destruí-lo com seus comentários de ego inflado. A loira se afastou um pouco para encarar a arrogante princesa da máfia com o maior dos seus sorrisos sedutores.

 

- Você é uma idiota, sabia?

 

- Uma idiota que quer você como namorada… - Roa concluiu com um sorriso ainda mais divertido, deixando um beijo demorado no queixo da loira que ainda estava com um olhar repressor para a mais alta, mas logo sentiu seus lábios serem selados e mordiscados diversas vezes. Para tortura da loira, Minkyung sabia exatamente como usar de sua beleza e sedução para tirar qualquer um do sério, especialmente ela. - Eu ainda quero a minha resposta… - Sussurrou contra os lábios da loira, antes de sugar seu lábio inferior bem devagar sem tirar os olhos de raposa dos castanhos que agora estavam evidenciando a luta interna de Yaebin para não atacar aquela mulher a sua frente.

 

- Não… - A resposta fez a morena erguer a sobrancelha, antes que pudesse argumentar mais uma vez, Yaebin foi mais rápida em segurar o rosto alheio e puxar para si. - ...Porque eu já sou a sua garota e agora a sua namorada. - A mulher mais alta sorriu e no instante seguinte seus lábios já buscavam aos da médica, para a sua surpresa era um beijo apaixonado, seu toque era tão carinhoso ao mesmo tempo tão quente, que fez as pernas de Yaebin ficarem bambas por um momento, mas era protegida pelos braços possessivos que a protegiam de qualquer coisa. Antes que Minkyung pudesse aprofundar o toque, a jovem se aproveitou do fato de estar segurando o belo rosto de beleza fatal, para afastar levemente de si, para que pudesse olhar em seus olhos.

 

- Lembre-se Kim Minkyung, você é apenas minha e só minha. Dani-se pedidos de casamentos, negócios ou Pledis… Você é única e exclusivamente minha e eu não irei tolerar qualquer tipo de verdade que não seja essa. Entendeu? - O tom baixinho que as palavras saíram dos lábios de Yaebin não diminuíram a sua ameaça, nem a sua possessividade, que nem mesmo a loira conhecia, até aquela bela mulher entrar na sua vida tom todo o seu autoritarismo e carisma único. Dar ordens ou ameaçar um Kim era algo que nenhuma pessoa em seu juízo perfeito era capaz de fazer, mas Kang Yaebin não se importava com isso, ela nunca foi do tipo de abaixar a cabeça para a mais alta, isso não mudaria agora. E particularmente não se arrependeu do que fez ao ver o brilho dos olhos de raposa, claramente tinha jogado um galão de gasolina dentro da fogueira ardente que era Roa.

 

Era evidente que as palavras de Rena mexeram com ela, pois no instante seguinte a mais baixa se se viu colada mais uma vez na parede, tendo dificuldade de acompanhar o ritmo intenso que os lábios alheios tomavam os seus. O toque era cheio de luxuria e uma intensidade que fazia a temperatura do quarto esquentar a ponto de já sentir algumas gotículas de suor brincando em sua nuca. A loira prendeu os dedos nos fios negros os puxando algumas vezes, enquanto se permitia conhecer os desejos de Kim Minkyung. Está última não conseguia deixar as mãos longes das curvas da pequena médica, não demorando para adentrar a blusa alheia, tocando o abdômen que não estava tão definido quanto de costume pela falta de alimentação e atividade física, mas ainda assim não deixou de ser interessante para a morena marcar com a ponta das unhas, arrancando um gemido baixo e abafado pelo beijo.

 

Nem mesmo quando o ar faltou para as duas, os toques cessaram, os lábios ágeis deixavam beijos molhados da mais alta rumaram para a mandíbula alheia, passando lentamente por todo o pescoço alvo. Yaebin se limitou em morder o inferior tentando conter qualquer som que pudesse escapar e denunciar a dupla. MInkyung por sua vez não parecia ligar para isso, já que assim que notou a loira se arrepiar quando beijou a parte mais sensível do seu pescoço, fez questão de deixar um chupão na área, nem mesmo ligando quando as unhas de Rena cravaram em seus ombros por puro extinto. Assim que as mãos de Roa passaram a subir a blusa da mais nova, a jovem finalmente acordou do seu transe e conseguindo acumular alguma força se soltou do corpo alheio, para segurar os pulsos da mais alta.

 

-  Nã-não… Nã-não podemos… Não aqui. - Yaebin lutava para manter a postura mesmo diante do olhar de desejo da namorada, especialmente diante da expressão de decepção ao ouvir aquilo.

 

- Não faça isso comigo, Yaebin… - A mais alta implorou já tentando enfeitiçar a médica com um novo beijo, que por mais que tenha correspondido o toque, não soltou os pulsos alheios, fazendo a mais alta gemer em frustração antes de se afastar. - Eu estou começando a odiar a palavra “não”, especialmente quando sai da sua boca, sabia? - A morena soltou um suspiro forte e até mesmo birrento, fazendo a loira rir baixinho, soltando os pulsos da mais alta, segurando o rosto dela entre as mãos.

 

- Talvez seja porque é a primeira vez que alguém tem coragem de dizer isso a você e continuar vivo. - A loira riu mais uma vez, antes de deixar um demorado beijo nos lábios dela. - Tenha paciência comigo, ok? Aqui não é o seu apartamento… Nós estamos no hospital, Minkyung. Você pode ser a dona desse lugar, mas ainda é o meu ambiente de trabalho. Sem dizer que eu ainda estou machucada, não seria uma boa companhia. -  Ficou evidente na carranca da mais alta que ela só se convenceu dos motivos de Yaebin, quando a jovem lembrou que ainda estava ferida, seu rosto não tinha mais marcas, fora a pequena cicatriz na sobrancelha, mas seu corpo ainda tinha extensas áreas com hematomas ainda roxos e bastante doloridos. - Vamos dormir antes que você perca o controle de novo e eu tenha que expulsar para o divã. - A loira foi para cama, ainda divertida com a carranca de frustração da mais velha.

 

- Sabe, se eu não devia ter matado o cara que te bateu… Eu juro que estou com vontade de trazer ele de volta dos mortos, só para matar ele de novo. - A morena resmungou desligando as luzes e indo para cama, sob as risadas da loira.

 

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- Hm? Você ainda está assim? Eu achei que você estaria vestida e pronta para ir embora. - Seulgi disse ao entrar no quarto com uma pequena mala em mãos, acompanhada de Irene que também demonstra surpresa em ver Yaebin sentada a própria cama olhando tv de forma bem entediada.

 

- Pronta? A Minkyung ainda nem voltou… Ela acordou antes de mim, deixou um recado que ia comprar um café da manhã para tomarmos juntas e buscar as minhas roupas no seu carro, mas ainda não voltou.

 

- O que você quer dizer com que ela não voltou? O carro dela está estacionado na sua vaga exclusiva e o motor do carro está frio já. - Irene olha para a loira com surpresa assim como, a mais nova fica com a notícia. Seulgi abre a mala sobre o sofá ali e aponta para a irmã.

 

- Talvez ela tenha ido falar com a mãe dela, antes de vim me ver? Ela estava se perguntando ontem que horas a mãe dela me daria alta. - A loira disse levantando da cama, indo até a pequena mala com roupas suas, já que ficaria no apartamento de Minkyung enquanto Irene cuida diretamente da instalação das coisas no apartamento da jovem. Ainda era perigoso para Yaebin ficar sozinha para resolver a mudança do seu apartamento, o risco de Yuha descobrir sobre o local e tentar atacá-la, não valia o risco ainda mais quanto Rena ainda estava debilitada fisicamente.

 

- É talvez… - Seulgi e Irene se olham, conheciam a chefe o suficiente para saber que ela nunca deixaria de vim ver primeiro a loira, já que mimar a namorada era sempre uma das suas prioridades. - Binnie, vá se trocar, vamos adiantar as coisas para quando a Roa chegar, com toda a certeza ela esta louca para te tirar daqui. - O tom tranquilo não chamou atenção da loira que concordou com aquilo, pegando algumas peças de roupa na mala e indo para o banheiro se trocar. Irene já está ligando para Roa, mas não está recebendo resposta. Seulgi liga para a sua prima que é a Kang auxiliar da mãe de Roa e é informada que a morena não havia ido no consultório da mãe ainda.

 

- Ela não sairia sem o carro dela… - Irene diz já demonstrando um pouco de preocupação, já eram nove da manhã e Yaebin normalmente acorda por volta das sete da manhã, então tinha tempo o suficiente para a morena ir em seu apartamento tomar um banho e voltar com o café, como era seu plano original.

 

- Kyla, a Roa teve alguma ligação urgente? - Seulgi pergunta ao ligar para a mais nova, a Kang mais velha estava com uma sensação ruim desde que soube que a chefe ainda não havia chegado. Com a resposta negativa da hacker, ela olhou apreensiva para Irene, que negou com a cabeça lentamente de ter consigo contato com a qualquer um dos contatos da mais velha, nem mesmo na Pristin de acordo com Stone, se não fosse nada Roa iria ficar irritada, mas estavam preocupadas. - Kyla, peça permissão a Yeri para usar o localizador do celular de Roa, ela não está com a Yaebin e nem com a mãe dela, está sumida a mais de duas horas. Use as câmeras da hospital para ver se acha ela pelo hospital ou algo assim.

 

- Vocês acham que a Minkyung pode estar com problemas? - A loira pergunta ao sair do banheiro já vestida e notar a clara tensão que existia entre as membros pessoais da namorada. Irene e Seulgi acabam concordando com a cabeça ambas no celular, com as resposta positiva sentiu um frio percorrer a espinha. Não podia acreditar que a irritante que lhe provocou até finalmente pegar no sono na noite anterior, poderia estar com problemas. A jovem se apressa em fechar a mala, ainda rezando que não fosse nada demais.

 

- Estarei esperando notícias. - A Kang mais velha desliga o celular colocando no bolso interno do blazer, logo pegando a arma presa na cintura e certificando que estava carregada. -  Irene, ligue para o resto da equipe… Eu acho que teremos notícias em breve, talvez precisaremos agir de alguma for-... - A mais velha concordou ouvindo o celular da namorada tocar, mas estranha quando Seulgi se cala ao olhar para o aparelho. Toda a cor do seu rosto sumir e as veias do seu pescoço ficam bem evidentes devido a tensão que fez na área da mandíbula. - Merda…

 

- A Roa está brigando com você…? - Irene se aproxima ao ver a preocupação e a raiva tomando conta da face da namorada, mas ao chegar perto e olhar para o visor seu corpo enrijeceu, involuntariamente olhou para a loira. Aquilo foi um sinal claro para a médica que tinha algo errado. - Yaebin… A Roa… - A loira sentiu seus joelhos tremerem quando ouviu aquela frase, relutante se aproximou da irmã, no celular que tinha na mão da agora irada Seulgi, possuía uma foto de Minkyung possivelmente amarrada e desacordada, ao seu lado  estava Yuha com a legenda “ Ela está bem e agora está com a pessoa certa para estar ao seu lado. Não se preocupe, eu cuidarei e farei ela feliz~”.

 

Todo o corpo de Yaebin congelou naquele momento, de todos os seus piores temores, Minkyung estar sobre o domínio de Yuha era tudo que não podia acontecer, ainda mais agora que Yuha não tinha nada a perder.

 

- Yeri… A Yuha… Ela apareceu, você precisa rastrear o número que mandou a mensagem para Seulgi. Sim...Ela pegou a sua irmã, precisamos achar onde ela está o mais rápido possível, informe todo mundo, para iniciarmos as buscas.

 

- Não precisa, eu sei onde elas estão. - Irene interrompe a própria fala quando ouviu o comentário de Yaebin que ainda tinha os olhos fixos na foto. - Eu nunca esqueceria esse lugar na minha vida. Eu sei onde é o esconderijo da Yuha.

 

- Ótimo.. - A irritação de Seulgi era tão evidente ao mesmo ela estava tão fria, que seu comportamento lembrou até mesmo o de Roa quando estava no ápice da sua irritação. Seulgi olhou para Yaebin de uma forma que a loira se arrepiou de medo. - É hora de uma reunião de família.

 


Notas Finais


Eu quero a opinião de vocês sobre algo ~

Vocês acham que essa história está ficando grande demais ou acham que ainda poderia rolar mais coisas? Eu realmente estou com algumas ideias, mas não quero que pareça que eu estou apenas enrolando para terminar.

Então gostaria de ter uma opinião de vocês, já que a história é para vocês.

Comentem ai ^^


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