História Sem escolhas - Capítulo 13


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Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Kagome Higurashi, Kagura, Rin, Sesshoumaru
Tags Drama, Hentai, Inugome, Inuyasha, Paixão, Romance, Sesshirin, Sesshogura, Youkais
Visualizações 203
Palavras 1.512
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


PS: Em breve corrijo os erros de formatação ;*

Capítulo 13 - Lidando com as emoções


Fanfic / Fanfiction Sem escolhas - Capítulo 13 - Lidando com as emoções

"Mas eu ateei fogo à chuva

A assisti cair enquanto eu tocava seu rosto

Bem, ela queimava enquanto eu chorava

Porque eu a ouvia gritando seu nome

Seu nome"

 

CAPITULO 13:  Lidando com as emoções

 

A mulher de olhos vermelhos sorria ao lado da amiga ruiva enquanto almoçavam do outro lado de Tóquio.

- Eu estava morrendo de saudades das nossas  conversas Kagura—Ayame se deliciava com pratos variados….

- Eu não sabia que grávidas comiam tanto! Brincadeiras a parte eu também estava morrendo de saudade da sua companhia - Kagura sorriu com a cara de espanto da ruiva- Esqueceu que youkais sentem a diferença?

- Sim, por favor não conte pra ninguém, com tanto estresse no ar acabei esquecendo de contar para Kagome e Sango.

- Entendo, não se preocupe com isso—Kagura estava feliz pela amiga e não podia esperar para que a criança nascesse.

- E você que o carrancudo, quando vão ter um dai-youkaizinho? - Ayame sorriu para a amiga que deu um suspiro entristecido e tentou cessar com o desconforto da amiga—Vamos mudar de assunto que tal?

- Não se preocupe querida, isso não me afeta mais, eu e Sesshoumaru não podemos ter filhos—Seu olhar era triste e sua voz também, a ruiva queria perguntar o porque mas não queria deixá-la para baixo, então esperou que a mesma se sentisse confortável para continuar com aquela conversa—No início eu pensei que a culpa fosse minha, já estávamos juntos a 310 anos e toda vez que eu engravidada a criança não durava um mês no meu ventre, fiz diversos exames e testes e nada, nunca diagnosticaram nada! A medicina humana é ultrapassada se comparada ao youkais.

- E ai o que aconteceu?

- Eu sugeri ao Sesshoumaru que fizesse uns testes para ver se o problema não era com ele e como você deve imaginar, meu marido turrão deixou claro que homens como ele não tinham problemas e isso só mudou quando eu entrei em depressão, ou seja, 30 anos depois. Myouga foi quem fez os testes, quem diria que aquela pulga sabia tanto. Ele descobriu que eu e meu marido somos incompatíveis, ou seja, somos incapazes de gerar uma criança um caso raro entre youkais, segundo Myouga isso acontece quando a escolha que foi feita não foi correta.

- Por Kami Kagura, porque você não me contou isso antes, passou por tudo isso sozinha?! - havia aflição no tom de voz da ruiva.

- Não, Sesshoumaru nunca saiu do meu lado, passamos por isso juntos como estamos até hoje - brincou com a comida, havia perdido a fome.

- Então porque você não esta feliz, eu percebi no noivado de Kah que você anda bem triste.

- Amanhã comemoramos 450 anos juntos mas não somos um casal convencional, não há mais paixão entre nós. Talvez Myouga esteja correto quando diz que não se pode controlar a besta.

- Então porque vocês não se separam?

- Eu nunca cogitei a ideia de ser uma mulher divorciada, na verdade eu detesto a ideia.

- Então prefere ficar assim? Kagura esta na cara que você não esta feliz,  você não tem o cheiro dele sobre você e vice-versa, estão vivendo de aparências! Pelo amor de Kami sama Kagura estamos em 2018 e é supernatural os youkais se divorciarem, sei que isso é muito comum entre os humanos mais alguns da nossa espécie ja aderiram a esse tipo de separação. - Ayame não aguentava ver a amiga daquela forma, no passado Kagura era livre como o vento, aliás o dominava com perfeição.

- Ainda assim eu prefiro ficar como estamos, ele não reclama e nem eu.

- Mas ambos estão infelizes. E se um dia você ou até mesmo ele se apaixonar por alguém?

- Se um dia isso acontecer, daremos um jeito - sorriu para amiga que ficou incrédula de como Kagura levava a sério as tradições seculares da união entre youkais.

- Percebo que sua decisão ja esta tomada de qualquer forma não vou tocar mais nesse assunto, ao invés disso vou te fazer um convite irrecusável - observou a curiosidade nós orbes vermelhos -  Eu e o Kouga vamos viajar para a índia depois do casamento da Kagome, que tal uma viagem de casais? Seria ótimo ate mesmo para reacender a paixão de vocês - piscou o olhinho verde para a amiga que por um momento parou para pensar naquela proposta, as duas pagaram a conta e entraram na primeira loja de grife que avistaram... - Nossa Kagura, pra que tantos sapatos? - vislumbrou os cinco pares que a mulher havia escolhido e depois ambas seguiram para a joalheria onde Ayame apenas escolheu um anel discreto.

- Eu amo sapatos assim como joias, sabem o que dizem dos diamantes? - Kagura perguntou com um sorriso travesso -  Diamantes são eternos e o único e verdadeiro amor de uma mulher! - piscou para a amiga e depois daquilo apenas aguardaram os maridos na alfaiataria, quando chegaram no lugar eles conversavam impacientes pela espera.

- Nossa vocês demoraram! - Kouga deu um beijo apaixonado em sua esposa antes de pegar as sacolas de suas mãos e abraçá-la - Kagura você continua maravilhosa e a propósito ele melhorou muito de humor depois  que casou com você - gargalhou - Nós vemos por ai cachorrão e lembre-se do que conversamos - piscou para o dai-youkai que tentou disfarçar o cinismo do amigo,  se despediu dos amigos e saiu acompanhada da ruiva que era só sorrisos ao seu lado.

- Desculpa a demora querido - se aproximou de Sesshoumaru que lhe ofereceu o braço além de pegar as bolsas, detestava vê-la carregando peso

- Hum... não se desculpe Kagura, a companhia daquele lobo idiota é agradável e pelo visto você se divertiu reencontrando a Ayame - observou as bolsas o que fez a mulher sorrir

- Sim, nós divertimos muito e vocês decidiram quando será a despedida de solteiro do seu irmão?

- Não, Inuyasha se recusou a ter uma, preferiu passar a ultima noite livre ao lado da mulher morta - franziu o cenho, todo ano Inuyasha fazia a mesma coisa e voltava pior do que estava - Diamantes de novo Kagura? - mudou de assunto ao ver a sacola da Mikimoto

- Sabe que são meu fraco querido—encostou a cabeça no ombro dele

- Diamantes são uma ótima escolha querida, assim como você—do seu jeito sério deixou as palavras saírem de seus lábios enquanto seguiam para a carro, o relacionamento perfeito aos olhos de todos mas com peculiaridades que muitas das vezes eram insuperáveis quando se estavam dentro de quatro paredes.

 

Enquanto isso na suíte presidencial do Park Hyatt Tokyo em Shinjuku:

Diferente do que havia dito, Inuyasha não esperou o dia todo para viajar, pelo contrário saiu do Riviera direto para a estrada e depois de horas alcançou o seu destino rotineiro

– Inuyasha você não pode continuar assim e se eu não conseguir mais te drogar? - Toutousai reclamava com o afilhado enquanto preparava a mistura de remédios medicinais que o prateado tomava todo ano.

- Faça velhote! Você sabe muito bem o que acontece nesse período do ano, eu não posso simplesmente perder o controle, esqueceu o que aconteceu da última vez? - se referia ao ocorrido há 22 anos.

- É claro que eu não esqueci, ainda bem que você estava sozinho e que todos os mortos eram fugitivos da polícia acusados de estupro e outros crimes hediondos

- E ainda assim eram humanos desprezíveis seres que eu jurei nunca mais tocar em toda a minha vida.

- O que você pretende fazer com a humana que vai desposar? - Toutousai colocou a mistura medicinal numa seringa cumprida

- Aquela maldita humana…. É apenas um contrato—tirou o paletó e se sentou na cama, jogou os longos e pesados fios prateados para o lado e respirou fundo...

- Eu espero que você arrume um jeito de esquecer essa miko, e tente de uma vez por todas seguir em frente.

- Não diga besteiras velho—a seringa perfurou sua nuca e o conforme o líquido ia entrando o corpo do prateado ia amolecendo, Toutousai guardou as coisas na mala e se dirigiu até a porta encarando o prateado que agora estava de joelhos em frente ao memorial que havia trago consigo.

- Uma hora você terá que aceitar que ela esta morta! Antes que você se junte a ela! - o velho ferreiro e padrinho do prateado saiu da suíte chateado com aquela situação, todo ano acontecia a mesma coisa, no aniversário de Kikyo, Inuyasha não conseguia controlar as suas emoções e sempre acabava por deixar a besta assumir o controle, almejando apenas por sangue o que o deixava pior quando saia de seu estado endemoniado e se dava conta do estrago a sua volta.

- Kéh! Talvez fosse melhor ter morrido - alisou com carinho a figura feminina sorridente estampada na tapeçaria, enquanto o remédio fazia efeito e logo logo estaria apagado, por dois dias não faria mal a ninguém apenas a si mesmo.


Notas Finais


Música: Set Fire To The Rain (Adele)


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