História Sem fim - Capítulo 1


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Visualizações 41
Palavras 3.848
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi mores, espero que gostem. Essa é minha primeira fanfic e é uma junção de coisas que eu vinha criando (pra vocês terem noção ontem era diferente e eu, quando estava indo dormir, pensei nisso e hoje pus em prática).

Capítulo 1 - O bar


Ela bateu a porta e empurrou seu amante contra a parede, era inevitável dizer que ambos não estavam com um tesão sem fim. Queria o ter naquele exato momento de uma forma mais agressiva e selvagem que todos os outros dias. Talvez resultado de um excesso de álcool, mas de qualquer forma, ela precisava dele. Precisava de uma forma como nunca precisou de nada, precisava daquelas mãos fortes em sua cintura, seus lábios carnudos em sua boca. Ela estava presa a ele naquele momento, suas pernas estavam ao redor de seu quadril e as mãos ao redor de seu pescoço. Ele segurava e apertava seus glúteos. O beijo era intenso e estavam tão envolvidos que o mundo à fora poderia cair que o sexo que aconteceria em breve seria apenas o que importava.

Ele levava-a até a cama onde a soltou e se apressou a desabotoar e abrir o zíper de sua calça. A moça deitada na cama admirava aquela cena mordendo seu lábio inferior.

- Terei que tirar seu vestido também? – Ele disse com um sorriso nada inocente estampado.

- Se demorar muito será com os dentes. – Levou seu dedo indicador a boca o mordendo retribuindo o sorriso da mesma forma.

- Ó céus, você é um caso perdido mesmo... e eu sou amarrado nisso demais! – disse indo para cima dela e conforme a beijava, levantava seu vestido.

Estava ficando ótima a cena para ambos, se não fosse o telefone começar a tocar.

- Deixe tocar! – Ela ordenou.

- Não posso... você sabe que seria pior! – A moça de cabelos castanhos o encarava com seus olhos escuros e cara fechada. Ele tinha acabado com todo o clima de sexo e com todo tesão que ela sentia. Ela estava puta da vida. – Oi amor [...] Audrey, estou viajando a trabalho, você sabe! Você achou que eu conseguiria ficar a todo momento no telefone com você? – Pobre Audrey! Aquela encenação fez com que Selena rolasse os olhos. – Audrey, eu preciso realmente terminar meu trabalho. Daqui umas horas eu te ligo, eu prometo! – disse finalizando a chamada. A moça o olhava com desaprovação. Por quê?

- O que foi? – disse se exaltando.

- Belo show! – Selena disse o jogando para o lado.

- Por que você fez isso? – Indagou o homem com a atitude da mulher.

– Coitada de sua mulher, ela ainda acredita que vem aqui a trabalho? Isso é muita coragem, eu desconfiaria de cara. Motivos pelo qual não me caso ou namoro.

- Ou será que é porque alguém ainda não te quer?

- Se não há quem me queira, por que você vem para cá toda semana me ver? – disse o afrontando. Pegou seu vestido e recolocou.

- O que você tá fazendo, Selena?

- Colocando minha roupa, não percebeu?

- Isso é nítido, mas pra que se vamos transar?

- Depois desse show perdi a vontade, boa noite! – Disse pegando sua bolsa e saindo do quarto.

O escutava gritar consigo e apenas ria frouxadamente. Inútil. Podia ter bebido o tanto que podia e o tanto que não podia, mas ainda assim queria dirigir. Pegou a chave de seu carro e o adentrou, antes que se esquecesse colocou uma goma de mascar em sua boca para disfarçar o forte cheiro de álcool, passou novamente seu perfume para tirar o cheiro de Matthew, passou um batom escuro e arrumou seu cabelo. Ligou seu carro e foi embora para sua casa. Bem, na verdade, não foi bem assim, ela foi para um bar. Bebidas, álcool. O verdadeiro ponto fraco de Selena estava no bar e em doses. Suas doses não eram uma ou duas, eram de tamanhos absurdos. Pobre Selena. Estava tão puta da vida, toda santa vez era isso. Estava decidida que nunca mais veria aquele cara.

- Filho da puta! – murmurava olhando o trânsito.

Isso nem por ciúmes era, e sim por fazer perder a noite novamente, isso aconteceu semana passada, retrasada, toda semana ela ligava a ele.

- O cara se quer podia ter ligado antes pra piranha para ela não ficar enchendo o saco, porra! – descontava toda sua raiva no trânsito acelerando o carro.

Seu telefone tocava sem parar, sabia que era o mesmo filho da puta enchendo o saco. Só conseguia pensar em xingamentos a ele. Que porra ele acha que estava fazendo? Quando viu a décima ligação resolveu atender.

- Que porra tu quer agora, Matthew?

- Selena, por favor, volta. – pediu tentando transparecer calma.

- Vai se foder, toda semana é isso!

- Não posso perder a Audrey, cara!

- Pois então não venha me ver toda semana afim de uma aventura sexual, já que sua mulher não lhe satisfaz. Aprenda a lidar com a insatisfação e agora, se me permite, deixe-me brindar nossa falta de sexo. Vou beber, boa noite!

- Por que você bebe tanto?

- Melhor que não transar.

- Você é impossível, cara!

- Vai se foder! – disse finalizando a chamada logo em seguida. – Pau no cu!

Chegou ao bar mole (dessa forma já podemos ter a certeza que sairia pior) e como sempre tirou vários olhares que obviamente foram ignorados, indo direto para onde estava o barman. Sentou-se na bancada, levantou sua mão direita demonstrando que queria fazer um pedido.

- O mais forte, por favor!

Olhou para o lado e tinha um cara com várias tatuagens olhando para o nada.

- No que está pensando?

- Te conheço?

O observava dividindo sua atenção entre sua face, suas tatuagens e a dose que estava em sua frente. – Você tem idade para beber e fazer tatuagens?

- Você é sempre assim mesmo?

- Você não respondeu minha pergunta.

- E você ainda não me disse seu nome.

- Pra que importa? Amanhã não nos veremos mesmo e se quer lembraremos do outro se depender da quantidade que formos beber.

Foi colocada a sua frente a dose pedida, pôs sua mão no balcão e com a outra virou a bebida que desceu queimando. – Pode já mandar outra, por favor.

- Selena.

- An?

- Meu nome.

- Mas você não disse que não importava?

- Mudei de ideia. Agora já pode me falar o seu.

- Justin.

- Ótimo. Justin, aceita beber comigo esta noite ao ponto de se quer lembrarmos do outro amanhã?

Justin apenas abriu um sorriso, que Selena pressentiu como um sim. Tinha um sorriso radiante e um visual despojado, Selena não conseguia tirar os olhos daqueles lábios. Ó meu Deus, Selena! Ela reparava tanto em como ele articulava sua fala que não prestava a atenção em nada que ele dizia, apenas ficava olhando aqueles benditos lábios se movendo.

- Garota? - disse o garoto quando percebeu que ela não prestava a atenção em suas falas.

- Me desculpe, eu acho que estou meio alterada, pode repetir?

Com certeza o homem do sorriso radiante e visual despojado deve estar se perguntado que diabos de desculpa foi essa, até eu estou. Mas ele aparentava ser meio bobinho, contudo, nesse caso ele realmente deve ter acreditado nessa desculpa esfarrapada.

- Eu estava dizendo que esta rodada será por minha conta. Se me permitir, claro.

- Uma dose a mais não faria muita diferença agora, certo?

- Penso que não.

- Walder, mande outra para mim e para esse homem que vai bancar. - Selena pronunciou frase e se virou ao homem ao seu lado, com intenção de Walder entender quem era.

O atendente ou barman, seja lá qual é seu posto, assentiu e pegou dois copos de dose, colocou no balcão e em seguida despejou o liquido dentro dos copos.

- Vamos ver quem vira primeiro? - Sugeriu o garoto.

- Vou ganhar o que? 200 reais?

- Se eu ganhar, te dou uma carona para casa porque você está num estado deplorável e...

- EI! - Selena ficou em pé num pulo, havia ficado brava. Tinha condições de ficar brava? Ela podia cair a qualquer momento.

- Me desculpe! É que você está fora de si, sua fala está mole, se preferir assim. - disse a segurando para não cair e arrumando sua roupa que estava subindo.

- E eu prefiro.

- Então tudo bem. Novamente, se eu ganhar eu te dou uma carona para casa, apenas. Sem beijos, malicias, nada.

- E se eu ganhar?

- Ai você quem escolhe, mulher! - soltou um riso frouxo.

- Meu nome é Selena. Selena Gomez. Eu quero beijos, malicias, tudo.

- Você não está em boas condições, como já disse e, de qualquer forma te levarei para casa.

Pegaram seus copos. O atendente que estava sem pedidos naquele momento foi quem se dispôs a contar e anunciar o ganhador.

- 3... 2... 1... VAI!

Selena virou rapidamente, aquilo estava fazendo sua garganta arder. Ganhou. Virou-se para o lado e vomitou tudo o que havia ingerido desde que estava com Matthew. Porra, Selena!

- PERDEU! - anunciou Walder.

- Filho da puta, você fez de propósito!

- Você quem aceitou beber!

- Filho da puta pra caralho - reafirmou.

- Agora você irá para casa. Me empresta a chave do seu carro, eu não tenho um.

- Era só o que me faltava.

- Selena Gomez, você está cambaleando, eu estou tentando ajudar!

Entregou a chave na mão daquele homem e apoiou em seu ombro para andar.

- Belo carro! – disse Justin.

- Meu marido é rico. - respondeu. (Que porra de marido, Selena? Você se quer namora!)

- Eu disse belo carro.

Selena o disse aonde morava, condomínio chique, claro.

- Maneiro o condomínio, nunca estive em um desses.

Olhou para o lado e viu Selena dormindo, a chacoalhava e nada dela dar sinal. Pensava em quão fodido estava por diversas questões: a) ela não acordava, b) ele não sabia qual era sua casa, c) ela era casada, d) seu marido o mataria. O mais preocupante para ele era a opção D, claro.

- Selena, porra, acorda!

Nada. De novo nada. Começou a entrar em pânico. Como solução chegou na portaria e falou com o guarda noturno para lhe explicar onde era a casa dela. Ele falou e perguntou se ela estava bêbada, Justin assentiu.

- Normal. Sempre que está sozinha em sua casa aparece bêbada. Complicada sua namorada!

- Por Deus! Eu não sou namorado desta mulher, se quer a conheço!

- É SIM! - uma voz feminina atordoada respondeu.

"ÓTIMO! Agora a filha da puta acorda!" pensava. O guarda soltou um riso e Justin seguiu de cara fechada a caminho da casa de Selena.

- Pronto, sã e salva! Agora entre e vá dormir.

Selena o abraçou, Justin retribuiu e antes que o mesmo tivesse qualquer reação a bêbada decidiu descer sua mão até as calças e decidiu o acariciar. Justin entrou em desespero, tinha saído com intenção de arrumar alguém para um sexo casual, tinha conseguido mas era casada e estava bêbada. Em um segundo de coragem a puxou e a beijou. Selena de cara já começou a abrir o zíper de sua bermuda e a passar a mão em seu pênis o deixando assim, duro. 

- Calma, vamos entrar.

- Que porra?

- Vamos, não tem nem uma pessoa em casa - Só sua mãe né, Selena? Vai adorar escutar os gemidos.

Justin desligou o carro e saiu, deu a volta e a ajudou sair do carro. A levou para dentro da casa e estava se cagando de medo de que alguém visse e depois contasse ao marido daquela garota. Enfim, quando estavam dentro da casa, Selena o agarrou e foram se beijando e apenas interrompiam o beijo quando tinham que tirar uma parte da roupa. Quando chegaram a escada, Justin a puxou para seu colo, os dois já estavam apenas com roupas íntimas. 

- Porta com placa na frente - sussurrou em seu ouvido, talvez dizendo qual era a do seu quarto.

BINGO! Era. Segurou a menina com a mão esquerda e abriu com força a porta com a mão direita. Sem pensar duas vezes virou seu corpo, encostou Selena na porta ainda aberta e foi usando ela como apoio. Quando a porta fechou, começou a beijar seu pescoço e a distribuir chupadas e mordidas. Selena adorava aquilo, inclinava a cabeça para trás e mordia o lábio. Justin a pôs no chão e continuou o que estava fazendo porém, dessa vez descendo até chegar em sua calcinha que logo em seguida foi abaixada. Colocou a ponta de sua língua fazendo o contorno da boceta e quando terminou começou a lambê-la e chupa-la. Selena estava com uma mão na porta com intenção de se segurar a algo e outra no cabelo de Justin já soltando pequenos gemidos. Quando viu que Selena estava completamente molhada, levantou tirando seu sutiã e a levou para a cama. Deixou apenas a parte superior do corpo na cama e o resto fora, facilitando assim a breve estocada. Selena pegou uma camisinha dentro da gaveta da cômoda que ficava ao lado de sua cama e o deu. Justin colocou com cuidado e ao mesmo tempo com pressa pois estava latejando de prazer, assim que terminou se aproximou de Selena, colocou uma de suas mãos no ombro da menina e a que sobrou na cintura da mesma iniciando o movimento de vai e vem que aos poucos ia ficando cada vez mais forte e rápido. Selena gemia alto e xingava-o o que fazia Justin sentir vontade de ir mais rápido ainda. 

Metia forte, dava para se escutar o barulho do saco escrotal do garoto batendo na virilha da garota. Ela agarrava com toda força possível seu lençol e mordia seu lábio inferior. Justin a pegou no colo novamente com intenção de mudar de posição porém não mudou a rapidez e a força. Selena começou a arranhar suas costas e a puxar seu cabelo. Em um gesto, Justin começou a chupar e lamber os seios da menina que aquele ponto já estava pingando de suor assim como si. Puxou o cabelo de Selena e voltou ao gesto do início de distribuir chupadas pelo pescoço. Selena soltou um gemido por fim gozando, Justin demorou apenas mais alguns segundos e anunciou o que aconteceria.

- Eu vou gozar. - disse em meio a um gemido.

Deixou-o gozar e em seguida saiu de seu colo. Ajoelhou e tirou a camisinha de seu pênis em seguida abocanhando-o e limpando o resto de gozo que havia ali. Dessa vez, Justin deveria estar preparado para o clímax e saber que Selena o deixaria com a cabeça girando. Ele segurava seu cabelo com intenção de ver seu belo rosto, deveria ter em mente que tinha de ser capaz de sentir e absorver todas as sensações de extremo prazer para mais tarde trazê-las à tona. Mas não houve quaisquer chance quando ela começou a chupar e lamber apenas a cabeça de seu membro. Ela o chupava e de vez em quando o encarava soltando um sorriso quando percebia o prazer que sentia. Havia babado tanto naquele pênis que a saliva escorria, já havia cuspido e se lambuzado. Justin nunca havia recebido um boquete tão bom, não conseguia nem reagir a não ser soltando palavras como "porra" "gostosa" "isso, assim" "ah caralho", se impressionava como ela fazia tudo sem o tal nojinho. Quando ela parou e levantou, ficou confuso, até o momento em que começou o beijar com veracidade e colocou a mão em seu pênis, assim batendo uma para ele. 

Justin estava já perto de gozar novamente então Selena abaixou novamente, estimulava o saco com as mãos e enquanto fazia uma garganta profunda. A menina logo recebeu, assim, um líquido quente em sua boca que foi engolido sem qualquer cara negativa.

- Gostosa! - Disse Justin com uma voz rouca falhada. Selena o deu um beijo e o puxou para o banheiro. Justin estranhava o fato de enquanto transarem Selena não aparentar-se tão bêbada, mas deixou de lado isso, ele realmente havia gostado dessa experiência. Tomaram um banho juntos, ele ajudou-a passando sabonete em seu corpo e ela fez o mesmo. Por fim, voltaram ao quarto onde Selena colocou um shorts e uma camisetinha fina e deitou-se. Justin estava vestido apenas com uma cueca, a mesma cueca de antes. Deitou ao seu lado e abriu um dos braços, deixando o outro posicionado em seu peito nu, Selena deitou e se encaixava perfeitamente entre seus braços. Ele fazia carinho em seu cabelo enquanto olhava para o teto, pensava que ela estava carente, achou que o marido poderia ficar muito fora e por isso queria tanto uma aventura com um outro homem e por isso ia tanto a bares, mas era casada e ela deveria entender. Quando olhou para ela, viu-a dormindo então pegou e saiu. Amanhã seria um longo dia, deveria se apressar pois deveria ser tarde e não gostaria de chegar a casa nova com cara de cansado. Com cuidado conseguiu sair da cama, saiu do quarto fechando a porta da forma mais silenciosa possível, desceu as escadas e pegou as suas roupas do chão e as colocou. Pediu um táxi e voltou ao bar.

[...]

Eram cerca de sete horas da manhã. Mandy estava na cozinha com a dona Ava, sua empregada e Harry, seu cozinheiro. Lia o jornal e tomava sua xícara de café como todos os dias, enquanto Dona Ava lavava a louça. Estava arrumada, pronta para ir ao abrigo buscar o menino que passaria um mês como algo experimental, se ela e sua filha se acostumassem e ele também, talvez o adotasse. Achava que sua filha, por mais complicada que fosse de lidar, talvez se desse bem com ele, já que ambos tinham 18 anos e estavam no último ano da escola. O traria para casa e sairia para trabalhar. 

Tinha esperanças (mínimas) de que sua filha acordaria para tomar um café consigo e ir com ela buscar o garoto, sem sucesso.

- Bom dona Ava e Harry, vou indo, obrigada pelo café e pela limpeza, tenham um bom dia! Voltarei em uma hora com o menino. O recebam bem e o apresentem a casa, por favor... menos o quarto de Selena, óbvio.

- Ó senhora Mandy, pode deixar conosco, você tem algum prato específico que quer que eu faça a ele? – Se apressou Harry.

- Quando ele chegar pode lhe dizer, o pergunte. – disse Mandy pegando suas pastas e saindo de casa. Entrou em seu carro e partiu a caminho do aeroporto.

Pensava no caminho como vinha sendo complicado lidar com Selena, ouvira ela chegando. Estava acordada na hora e viu-a sendo apanhada por um homem, não que essa tenha sido a primeira vez até porque não foi, lembrou dos barulhos que faziam demonstrando que estava sendo muito prazeroso e ficou aflita. Quando lembrou que o menino tinha a mesma idade que Selena, ficou preocupada... e se ele fosse igual a ela? Ou pior? Mas e se ele fosse uma pessoa maravilhosa e que não desse trabalho a seus cuidadores porém na companhia de Selena se igualasse a ela? 

Entrou no abrigo em busca do menino. De cara foi recebida por uma mulher com uma roupa saia preta com riscos cinzas e uma camisa branca com um laço ao redor do pescoço preto, uma maquiagem fraca, ela era muito bonita. Enquanto preenchia alguns papéis sobre a adoção experimental, a mulher se retirou e foi em busca do menino. Assim que retornou, olhou para aquele garoto e tinha traços bem definidos, facilmente você acharia que ele fosse mais velho que a real idade e além do mais, era muito bonito. Ficara pensando em como parara ali e como seus pais poderiam ser já que era literalmente muito belo. Chegou com uma mochila nas costas e duas malas de mão. Acelerou os passos para o dar um abraço e após se cumprimentarem, seguiram em direção ao carro.

- E ai... Justin? – Disse Mandy olhando fixamente para o trânsito.

- Oi senhora. - Disse calmamente.

- Me chame de mãe, ou Mandy, eu prefiro, senhora parece velha. Por que você parou naquele lugar? - Mandy queria ir direto ao ponto

O garoto riu e em seguida respondeu: 

- Bom, é complicado... meu pai meio que pegou minha mãe na cama com outro, matou os dois e fugiu, logo foi preso e eu levado para o abrigo... eu vivo de abrigo em abrigo desde os 10 anos, o tempo pra cada um é de no máximo 2 anos, mas a preferência de quem adota são bebês, então eu nunca ia pra casa de ninguém.

- Puxa... eu sinto muito! - o olhou com uma cara de pena. 

- Não precisa, eu superei BEM, então espero poder ter a chance com vocês de recomeçar, prometo ser um bom menino - disse.

- Por um acaso... soube que você ainda estuda, né? Bom, eu vou amanhã te matricular em outra escola, na escola de minha filha, lá você vai aprender melhor e além do mais, é mais fácil para eu buscar.

[...]

Ao entrarem na casa, Justin entrou em choque. Poderia estar confundindo por conta da bebida, mas caralho, não era a casa que esteve ontem? Mandy pediu ajuda aos empregados com as malas e se despediu de todos os presentes, assim, saindo pela porta. Chegou no trabalho, cumprimentou seus colegas e foi direto para sua sala, sendo logo recebida pela sua secretária.

- Bom dia, senhora Gomez! - disse deixando um copo de café na sua mesa.

- Bom dia... eu já tomei minha xícara de café hoje.

- Mas duvido que a senhora não vá querer o café da cafeteria da esquina e além do mais, café é um dos seus maiores vícios.

- É, realmente. Me desculpe, não estou nos meus melhores dias. Me deixe as papeladas, por favor.

- Caso precise conversar, estarei em minha mesa. - disse deixando a papelada em cima de sua mesa. - Licença, senhora. - se retirou.

Eram quase meio-dia quando Selena levantou, ficou deitada pensando em que porra se meteu ontem porque não se lembrava de muita coisa. Levantou, almoçou com dona Ava e Harry, ela os considerava imensamente e os tratava como membros da família que adoravam dar um "tapinha" na casa – um limpando e outro cozinhando.

- E o que achou do novo morador? – dona Ava disse quebrando o silêncio.

- Que morador? Porra, era hoje, né? Eu me esqueci, que merda!

- Ele é bonitão! – disse batendo em Selena com o cotovelo e um sorriso estampado na cara.

- Mas ele já está aqui? Achei que demoraria sei lá, meses... pensei até que talvez minha mãe desistisse dessa ideia de adoção. – disse olhando para o prato de comida já vazio.

Colocou seu prato na pia e subiu as escadas para se aprontar. Quando chegou ao topo da escada, viu a porta de um dos quartos aberta e uma toalha mexendo na parte de dentro, quando percebeu, era um garoto secando o cabelo com a toalha, ele estava apenas com uma calça de moletom, tinha tatuagens. Aquele era seu novo irmão?

Quando estava para entrar no quarto para se apresentar, ele olhou para cima. Os dois estavam com olhos arregalados e assustados.

- Você? - os dois disseram juntos.


Notas Finais


É isto mores, espero que gostem, acompanhem a história que eu sempre estarei atualizando se ver que estão gostando.


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