História Sem Inocência. - Capítulo 1


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Palavras 845
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá gente, antes de tudo eu quero dizer que eu estou animado com essa mini fic,( ela terá oito capítulos ), e eu estava planejando postar ela fazia uma tempo.
Pra quem não sabe, essa historia é sobre a Sally a Suja, uma das minhas creepypastas favoritas, é só procurar no Google que você vai achar ela.
Também quero dizer que a minha principal inspiração dessa fic veio da historia Suja da @CoalaSensual (A rainha dessa bagaça) agora sem enrolação boa leitura.

(Quem quiser fazer uma capa pra essa historia fica a vontade)

Capítulo 1 - Um.


 A prostituta terminou seu trabalho mais cedo do que imaginava. A luz de neon roxa iluminava a única entrada e saída do motel enquanto Carla vestia seu casaco de pele. Como ela odeia aquele lugar. O cheiro de cigarro, as teias de aranhas, o chão grudento e os sons de gemidos e de frases genéricas como: “Oh, isso” “Mais rápido” Mais fundo” “Mais forte”, tudo isso era um combo de ódio para Carla. Ela odiava isso. Ela se odiava. Ela se sentia um lixo, uma pobre, uma simples fonte de prazer. Ela se sentia suja.

Atrás dela, o som do carro ia desacelerando enquanto se aproximava ao lado dela, era o motivo de sua noite de acabado mais cedo.

– Quer uma carona? – Bernad seu último cliente perguntou.

– Não. – A resposta de Carla foi fria e seca, ela nem ao menos parou de andar para responder – Não gosto de pegar carona com casados, principalmente se não aguentam nem cinco minutos.

– Ah vamos, foram cinco minutos mais eu te dei munto prazer essa noite. – Falou com um sorriso malicioso.

– Foram três minutos, – Ela fez um três com os dedos – e se você estar se referindo a minha cara de prazer que eu fiz, eu sou paga pra fazer ela, mesmo se eu não sentir, e foi isso que aconteceu.

– Puta – Ele resmungou e acelerou, virando para a direita e deixando Carla para trás.

Isso era outra coisa que Carla odiava: clientes casados. Fazia ela sentir mais suja do que o normal. Homens com esposas e famílias, trocando – os por uma garota aleatória e ainda pagando caro, só para ter uma hora de transa. Carla sentia um dever em cobrar mais caro em clientes casados, era uma maneira que ela encontrou para dizer: Olha querida você estar percebendo que está sumindo quatrocentos reais todo fim de semana? Claro que uma parte dela sentia que, se ela fizesse isso, ela iria perde muito dinheiro. Mas ao mesmo tempo, uma parte dela queria justiça, queria que isso acabasse, queria parar de fazer uma mulher pensar que seu marido ainda a ama.

Carla viu o carro a deixando para trás. Ela ajeitou seu casaco e foi até a saída do motel. Havia pouco movimento na rua, tanto de pessoas e de carros, a lua estava cheia e o seu estava estrelado. Era uma das poucas coisas que ela gostava em seu trabalho, ela sempre podia ver o lindo céu noturno o tempo todo. Antes que Carla deixa-se aquele lugar que tanto odiava, ela olhou para a câmera de segurança da entrada do motel. Seja quem for que esteja lá dentro, deve saber que eu sou uma puta.

Ela tinha certeza disso, uma mulher sempre indo no mesmo motel com homens diferentes. Quem está la dentro deve estar pensando: ou ela é uma puta ou isso é uma nova versão de Dona Flor e seus Dois Maridos, no caso dela é vinte maridos diários. Sem pensar muito bem, ela mostrou o dedo do meio para a câmera, ela não gostava ideia de ser vigiada. Apos ter feito aquele gesto ela saiu daquele lugar, virando para a esquerda, e indo em direção de seu apartamento naquela noite silenciosa sem olhar para trás.

 

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Dentro da cabine de segurança, estava todos vinte e seis monitores, cada um dava a visão de um quarto diferente, sempre gravando tudo que as pessoas faziam em seus quartos. Mas tinha algo diferente com os monitores, havia sangue derramado neles, na verdade havia sangue em toda a sala. Jogado no chão, estava o vigilante, coberto de sangue, sem um braço e com sua perna esquerda quebrada e virada ao contrario, sua boca estava aberta e sua língua estava para fora . Ele morreu gritando.

O vigilante era um homem de trinta e cinco anos que, invés de ficar vigiando quem entrava no motel, ficava se masturbando enquanto via as pessoas transando em seus quartos. Qualquer uma chamaria ele de pervertido. Ele se chamava de aproveitador. Mas havia alguém que o chamava de outra coisa, era uma palavra que havia muito significado para ela. Sally o chamava de sujo.

– Adorei brincar com você, – Sally falou sorridente para o corpo do homem – agora quem vai brincar comigo?

Ela andou até os monitores, entre eles o monitor um chamou sua atenção. Sem tocar em nada, o vídeo da câmera rebobinou automaticamente, ele mostrava a entrada do motel, e lá, a gravação parou em um frame que para Sally era perfeito. Ele mostrava o rosto de duas pessoas que chamaram atenção da coisa em forma de criança; uma prostituta e um marido traidor. Sally sabia oque os dois eram e abriu outro sorriso, sentiu uma imensa animação contagiar seu “corpo”.

– Ninguém mandou vocês dois serem sujos, agora vocês brincarão comigo, – Sally soltou uma risada – e vocês irão adorar brincar comigo.

Sally encarou o monitor mais uma vez, ela se virou e se despediu do corpo do vigiante, atravessou a parede e saiu do motel. Ela já tinha em mente suas próximas vítimas, ela precisava tirar essas pessoas do mundo. Ela precisava matar esses sujos.

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, e comentar é de graça e faz bem pra mim.


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