História Sem saída - Capítulo 3


Escrita por: e bpedro_

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 4
Palavras 1.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esperamos que tenha ficado bom <3.

Capítulo 3 - Lacrando


Fanfic / Fanfiction Sem saída - Capítulo 3 - Lacrando

Estava colocando algumas armas no carro, o machado, umas pistolas e duas metralhadoras. Nina comentou que gostava muito da arma maior, a menor é pro Freddy, ele nunca falou nada, mas vai saber. Ah, sim, hoje era o grande dia, daqui a mais ou menos meia-hora eu vou entrar lá, com a minha entrada lacrante. Acabei de colocar tudo e entrei no carro, finalmente tinha aprendido a dirigir, vi alguns vídeos no YouTube, que está com o design muito diferente de antes, mas não importa. Comecei a dirigir, quando cheguei ainda faltavam 15 minutos para encontrar eles. Combinamos que eu os encontraria nos quartos deles, bom, até eu entrar e achá-los… Já vou entrar mesmo.

Consegui entrar como visitante – nem me pergunte como. E estacionei lá dentro, peguei meus dois bebês, e o resto das armas, pendurei uma das metralhadoras no meu ombro por uma alça que possuía, prendi o machado em um compartimento no meu cinto que pedi para Melissa fazer, e as duas pistolas levei na mão, uma a minha decorada e a outra normal. 

Dois seguranças perceberam e vinham falar comigo, mirei neles e puxei o gatilho, caíram mortos no chão, com uma poça de sangue envolta deles.

– De cinco vão pra sete. – cantarolei

Continuei andando em direção a porta de entrada. Outro segurança veio até mim. Apontei e atirei. Caiu morto.

– De sete vão pra oito. – disse cantando.

Empurrei a porta de entrada me deparando com um grande corredor, fui andando por eles, até ouvir uma risada.

– Nyaha! –  ouvi Nina rindo histericamente, em outro lugar.

Então eles ouviram, mais fácil para mim. Segui o som da risada dando de cara com outro corredor, cheio de portas, mas essas eu conheço bem, são os quartos. Sorri macabra ao ver a loira derrubando uma outra mulher no chão enquanto saia do quarto, ao me ver ela repetiu meu ato e vem até mim, joguei a metralhadora para ela antes que chegasse em mim.

– Nyah! Senti sua falta Katty. – disse sorrindo para mim.

– Eu também, maluca. Sabe onde fica o quarto do Freddy?

– Sim, é o 37, Nyah!

Logo paramos de falar quando ouvimos passos. Olhei para ela, que logo assentiu com a cabeça entramos de volta no quarto dela, me escorei na parede esperando e nina ficou em pé no meio do quarto. Quatro guardas abriram a porta bruscamente. Nina sorriu maligna, e atirou neles, intercalando de um para outro, enquanto soltava sua típica imitação de gato. Parou de atirar quando eles caíram todos no chão. Fui até a porta e acenei para que saíssemos, ainda tínhamos o que fazer.

Começamos a correr pelos corredores, não encontramos mais ninguém até chegarmos na frente de um quarto, que possuía um homem parado de costas para nós fechando a porta do quarto, Nina mirou a arma, abaixei a metralhadora dela com a mão, saquei meu machado e fui até ele, que ainda estava de costas, porém agora trancando a porta, levantei o machado rapidamente e o cravei no pescoço dele, o tirei e ele caiu no chão, logo sendo rodeado por uma poça de sangue, já estava coberta de sangue. 

– De oito vão para nove – cantarolei.

Destranquei a porta dando de cara com Freddy, o entrego a pistola e fomos em direção à porta, agora com alguns polícias virados de costas para nós, a loira já foi levantando a metralhadora, olhou para mim, assenti e ela começou a atirar, sorrindo de canto. Depois de feito, saímos pela porta principal, fomos até o estacionamento, e Freddy sentou no motorista, eu e Nina fomos atrás. Saímos rapidamente de lá, Freddy pisava fundo no acelerador, ultrapassando todos os sinais vermelhos que via. Ouvimos a sirene da polícia, olhei para a Nina e quebramos o vidro traseiro do carro, arrancamos os apoios para a cabeça, posicionamos ali as metralhadoras, tinham 3 carros atrá de nós, mirei no do meio e atirei no motorista até o vidro quebrar, depois mirei nas rodas e o carro derrapou e bateu em uma loja com força, fazendo com que alguns produtos da vitrine caíssem em cima do segundo policial, aparentemente falecido. 

– De nove vão para onze. – cantarolei novamente. 

Quando vi, Nina estava se livrando do segundo carro, dando uma risada histérica junto de sua imitação de gato. 

– A gente vai ter que se livrar do carro. – Freddy disse, ainda dirigindo. 

– Yep, mas só depois que conseguirmos outro, dependendo de onde deixarmos esse vai ser uma merda voltar. – falei me apoiando no banco do motorista pô trás. 

– Nyah! Deveríamos botar fogo nisso. 

– O que? Não! – Freddy respondeu rapidamente. 

– É uma ótima ideia! – respondi animada logo depois. – vamos em alguma área sem nada e tacamos fogo. – sugeri. 

Nina sorriu pra mim e assentiu, Freddy após um tempo assentiu,meio a contra gosto. 


***


Espalhamos gasolina pelos bancos e depois no motor. Fomos para longe, Freddy acendeu um isqueiro e tacou no carro. Enquanto olhávamos tudo queimar, ouvimos um disparo e logo ele caiu no chão. Eu e Nina saímos correndo, com as armas pendentes ao nosso corpo, fomos pela floresta. Já estava quase anoitecendo e ainda não tínhamos achado a saída. Ouvimos algo no meio da mata e apontamos as metralhadoras para lá. Quando vi quem era, e que a loira iria atirar abaixei a minha e a arma dela. Ela me olhou confusa, mas logo fui falar com a pessoa. 

– Alexa! O que caralhos você está fazendo aqui? – disse rapidamente. 

– Salvando a vida de vocês? – ela disse irônica. – Katty, eu te conheço suficiente pra saber que a mulher não existia. E digamos que eu tenha te dado uma ajudinha, já que aquele "Freddy" – fez aspas com a mão. – trabalha para a polícia. 

A olhei com os olhos arregalados. 

– Nyah, o que está acontecendo Katty? – disse confusa. 

– Freddy não era quem pensávamos ser. – disse direcionando a palavra para Nina. 

– Se vocês gostavam dele, desculpem por ter matado ele. 

– Você…? – disse com dúvida. 

– Eu sou uma assassina de aluguel. Mas digamos que para amigos, eu faço de graça. – Alexa disse. 

Surpresa. Era a única cara que eu poderia fazer. Eu nunca tinha imaginado que Freddy fosse capaz disso.

– Nyah, como saímos daqui? – disse a loira quebrando o clima. 

– Tem uma saída aqui perto, vamos! – disse minha prima. 


***


Eu e Nina tomávamos banho, enquanto Alexa faz a janta e dá um jeito nas nossas roupas. Peguei a toalha e me sequei, assim saindo do banheiro, fui até o quarto e abri o guarda-roupa, botei a lanterna, um blusão confortável e um short mais soltinho. Fui até a sala vendo minha prima na cozinha fazendo sei lá o que. Me joguei no sofá e liguei a tevê, que estava no jornal. 

– Nesta quinta-feira, dia 9, duas pessoas fugiram do hospício com a ajuda de alguém de fora, todos ali por terem matado, ou quase. Todo esse serviço resultou em 29 mortos e 3 feridos. O recomendado é que não fiquem na rua após o entardecer e tranquem bem suas casas. Caso virem alguma dessas pessoas. – apareceram nossas fotos. – corram o mais rápido possível. – e acabou o jornal. 

– A-ha! Nina estávamos no jornal! – gritei pra ela que ainda estava no quarto. 

Ela veio até a sala e olhou pra mim sorrindo. 

– Nyaha! Mentira! – disse rindo histericamente. 

– Verdade! Fizemos baita estrago, 29 mortos e 3 feridos. 

Ela olhou pra mim e sorriu. 

– Gostaram da fama? – disse Alexa aparecendo na sala secando as mãos no pano de prato. – Querem mais? 

Nos entre olhamos e sorrimos. Esse mundo está fodido! 


Notas Finais


Gostaram? Alguma sugestão? Aceitamos críticas.

ByeBye.


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