História Sem Saída com BTS - Interativa - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Imagine, Interativa
Visualizações 26
Palavras 2.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Primeiro Capítulo - Noite de Sábado


Kim Taehyung  desviou os olhos da sua tela de celular e tentou ignorar as 25 ligações de Noémie. Ele resolveu terminar definitivamente o relacionamento com ela. Isso foi uma semana atrás. 

Os dois namoravam desde os 15 anos de idade. Foi com ela que Tae deu o primeiro beijo e perdeu a virgindade, contudo o relacionamento não era um conto de fadas. Noémie se mostrava uma mulher insegura e ciumenta. Por vezes fazia algum escândalo ou ameaçava de se matar ou matá-lo caso ele terminasse.

Tae perdeu amigos e o emprego de assistente júnior em uma grande empresa por causa do ciúme descontrolado de Noémie. Por fim resolveu dar um basta nisso. Para fugir de todo drama, decidiu passar uns dias na casa de sua amiga Angel,  em Seul 

Ele tentava se distrair com o filme que passava na TV, porém isso era quase impossível quando sua prima estava no sofá ao lado, trocando beijos e cochichos com seu namorado Kim Seokjin. Jin parecia ser um cara respeitável e fazia Angel feliz, na verdade os dois pareciam formar um casal perfeito. 

Angel era uma americana de penetrante olhos azuis, longos cabelos negros e pele bronzeada. Ela veio para Coreia com a intenção de recomeçar e estava indo muito bem. Fazia um curso de fotografia e às vezes trabalhava como modelo. 

Era Tae que não estava com clima para nada, nem para assistir filme e muito menos para segurar vela. 

— Você está bem, Tae? — perguntou Angel. — É a Noémie? Você ainda continua falando com ela. 

— Não sei do que você está falando — disse Taehyung.

— Sabe, sim! Você ainda continua falando com ela. Precisa cortar esse laço de vez, Taetae. Para seu bem. Você já perdeu muito tempo com ela. 

— Perdi coisa nenhuma. Não sou nenhum estúpido, Angel. Noémie não é má pessoa, ela só não sabe se controlar.

— Não sabe se controlar — gritou Angel. — Essa garota fez você perder seu emprego do sonho. Tae, ela fez você se afastar de todos. Até de mim, que sou quase uma irmã. 

Jin percebeu que o clima estava ficando muito pesado. Odiava brigas e discussões. Odiava porque seus pais brigavam muito quando ele era criança. Eram brigas feias, com xigamentos, vasos jogados na parede e ameaças. 

— Eu aprendi uma nova receita hoje — disse Jin subitamente, tentando acabar com aquele início de discussão. 

Angel percebeu o que o namorava pretendia fazer, sabia que o mesmo não gostava de bate-boca. 

— Maneiro. Estou louca para experimentar — respondeu Angel e depois de pequena pausa falou de novo: — Mas quando você aprendeu? Achei que tinha passado o dia no trabalho. 

— Quando passei na casa de minha avó. Ela estava fazendo Mjadra (arroz com lentilha). 

— Droga! — Angel bateu a mão na própria testa. — Esqueci de comprar arroz. 

— Não tem problema. — respondeu Jin — estou de carro. A gente pode comprar naquele supermercado, lá no centro. Não vai levar 5 minutinhos. 

.

Kim Nam-Hyo estava mesmo quase dormindo na cadeira depois de ter bocejado sem parar por mais de duas horas. Não gostou nem um pouco quando Min Yoongi deu um chute de leve em sua perna, a fazendo despertar. O jovem de cabelos platinados e roupas pretas, se afastou antes que ela pudesse revidar. 

 Ficou mais impaciente quando percebeu que o relógio da parede ainda marcava nove e meia da noite. 

— Ora, vamos, Nam-Hyo — incentivou Hoseok. — Ainda falta 30 minutos para nossa liberdade.

Min Yoongi tinha uma loja que vendia HQs e outras "nerdisses", e Hoseok trabalhava para o mesmo. Já Kim Nam-Hyo trabalhava em uma cafeteria que ficava em frente ao supermercado. 

Naquela noite, entretanto, os três estavam tomando conta do supermercado que pertencia ao o tio de Yoongi. Afinal de contas, uma grana a mais era sempre bem vinda. 

— Já estou cheia de esperar por minha liberdade — respondeu Nam-Hyo, zangada.

Ela estava sentada no balcão que ficava logo na entrada. Era responsável por anunciar no microfone qualquer produto em promoção. Já Suga e J-hope estavam nos caixas passando os produtos e recebendo o dinheiro. 

Como era sábado à noite, o movimento estava fraco. 

Era até difícil acreditar que alguém como Nam-Hyo, filha de mafiosos, pudesse ter uma vida tão simples e entediante. Ela e avó haviam se mudado há pouco tempo para Seul, pois acreditava que aqui pudesse ter uma vida segura e recomeçar. 

— Nam-Hyo. Você pode pegar uma barra de cereal no fim do terceiro corredor 3. É que estou morrendo de fome — pediu J-Hope. 

Nam-Hyo se levantou  e começou a caminhar no corredor de prateleiras sem muita pressa. O supermercado de Gong Yoo não era o maior, porém era limpo e organizado. O chão tinha um piso branco. As paredes eram de um tom amarelo claro. Tudo cheirava a detergente, menos o fim do corredor 7, dado que era lá que ficava o açougue. 

Logo ela chegou no fim do corredor 3. Pegou duas barras de cereais, no entanto, antes de voltar percebeu que havia um pequeno panda de pelúcia pendurado na luz florescente. Sem dúvida, uma criança mal-criada jogou o brinquedo para cima.

Dando um forte suspiro de cansaço, Nam-Hyo prendeu seus cabelos castanhos em um coque. Foi até um depósito pegar a escada em forma de A, para resgatar o animalzinho. Assim que pegou o bicho de pelúcia, a lâmpada quebrou em mil pedaços, batendo em seu rosto e fazendo-a cair da escada, soltando um grito agudo. 

— Está machucada, Nam-Hyo? — perguntou Hoseok se aproximando e ajoelhando-se perto dela.

— Só deve ter quebrado as duas pernas — comentou Suga. — Nada de mais. 

Nam-Hyo se pôs em pé com ajuda de Hoseok e explicou que a luz quebrou em mil pedaços bem no seu rosto. Felizmente não havia se cortado. 

"BUMMM"

— Que barulho foi esse? — perguntou Hoseok .

— MERDA! — disse Yoongi — Aqui no celular está dizendo que uma espécie de furacão se aproxima. 

— Eu vou avisar no microfone para todos ficarem no supermercado — falou Nam-Hyo. — Pode ser perigoso lá fora. Vocês, rapazes, tranque as portas. 

— Tudo bem.

— Certo. 

.

Todos que, até aquele momento, estavam no ambiente, se baixaram, torcendo para que o furacão passasse sem fazer como que o teto caísse nas cabeças deles. 

É inegável que aquele dia estava sendo o pior de todos para  Kim Beatryz Lee. Primeiro descobrirá que seu namorado, Jungkook, estava lhe traindo e agora estava presa no supermercado com o mesmo. Seria muita chacota do destino, ela morrer nos braços do jovem que magoou seu coração.

Beatryz nunca se achou uma pessoa muito especial. Trabalhava como estilista e morava em uma casa de classe média. Levava um dia após o outro, sem muita expectativa. Contudo, Jungkook, o filho do prefeito a notou. No começo, a jovem tinha certeza que ele queria apenas mais uma para sua lista, só que ele foi tão insistente que ela acabou cedendo. E depois de dois meses juntos, acreditou que o rapaz de cabelos negros, realmente podia ter um sentimento verdadeiro por ela. Estava enganada.

O chão em seus pés parecia instável e as paredes tremiam. Jungkook a segurou pela cintura, a jogou no chão com uma certa brutalidade, e depois depositou o corpo dele em cima do dela. Ela sabia que ele não tinha feito de propósito, foi adrenalina causado pelo momento de tensão. E depois tudo se apagou. 

— Acorde, Beatryz; acorde.— chamou a voz de Jungkook. 

Beatryz abriu os olhos e se deparou com um ambiente parcialmente iluminado, umas lâmpadas queimaram, e outras se mantinham acesa. Tudo era um caos, havia vários cacos de vidro do chão e duas longas prateleiras caíram, bloqueando a passagem para o banheiro. 

— Fique onde está! — falou Jungkook, voltando-se para encará-la. — Sua perna está cortada.

— Não se preocupe — disse Beatryz. — Foi só um arranhão. Apenas me ajude a ficar em pé, por favor. 

Pediu Beatryz com as bochechas coradas. Ficou feliz pelo ambiente mal iluminado, uma vez que estava se odiando e com vergonha por querer ficar perto do Jungkook depois de tudo. A verdade era que estava assustada, preocupada se sua mãe estava bem. Não conhecia mais ninguém naquele lugar. Jungkook era o único rosto familiar.

— Muito obrigada— falou Beatryz —, mas não quero ouvir  nenhuma gracinha.

— Como queira! — respondeu Jungkook sorrindo de lado. 

.

Todos estavam muito atordoados, confusos ou impaciente por causa de tudo que aconteceu, entretanto Kim Sun-Hee conseguia até achar graça da situação. 

Quando SunHee e Namjoon resolveram se casarem, os amigos e familiares dos dois foram contra. Disseram que o casamento era uma coisa séria e os dois eram ainda muitos jovens para tomar uma decisão tão importante. Disseram a SunHee que ela devia primeiro terminar a faculdade de medicina. Mas os dois não quiseram ouvir conselhos. Namjoon já tinha um emprego fixo e seus pais também casaram cedo. Já SunHee estava sozinha em Seul, sua avó havia falecido e seus pais moravam no Japão. 

Assim, no começo daquele ano, os dois subiram ao altar e trocaram alianças. Realmente a vida de casado não era fácil, principalmente por que SunHee foi diagnosticada com transtorno bipolar. Às vezes entrava em depressão e ficava por dias deitada na cama sem querer falar com ninguém, e quando Namjoon tentava se aproximar, ela o xingava e o expulsava do quarto. Por cinco vezes quase perdeu a vaga na Universidade por causa de faltas. 

De tempos em tempos se sentia eufórica, alegre e auto-confiante. Naquela noite se sentia assim. Enquanto Namjoon estava trabalhando, SunHee se levantou da cama, tomou  banho e ao olhar no espelho resolveu fazer uma franja. Quando o marido chegou disse que queria jantar fora. Os dois estavam indo para um restaurante quando um furacão se aproximou. SunHee e Namjoon entraram no primeiro estabelecimento que avistaram.

Agora estavam todos discutindo, pois a porta de saída e de emergência estavam emperradas, e seu marido Namjoon tentava apaziguar a situação.

— Vamos! Quebra logo essa porta — gritou Jungkook.

— Ninguém vai quebrar nada — disse uma voz a seu lado.

Era Suga, que viera correndo  quando viu que todos os ânimos estavam agitados. 

— Suga tem razão. Não é porque estamos aqui presos que virou "novo mundo, novas regras" — explicou Nam-Hyo. — Isso é vandalismo.

— Eu sou filho do prefeito. E vocês estão tirando o meu direito de ir e vir. 

— É a porta que está tirando seu direito de ir e vir, seu idiota — falou Nam-Hyo.

— Você me chamou de quê, sua vaca? 

— Não chame ela de vaca! — gritou Hoseok.

— Chega! — interveio Namjoon — Não precisa dessa confusão toda. Eu sou policial. Não tenho dúvidas que o resgate está chegando. Enquanto isso, manteremos a calma, por favor.

— Mas minha namorada precisa de um médico.— disse Jungkook. 

— Ex-namorada. — corrigiu Beatryz — E não foi nada de mais. Apenas um arranhão superficial na perna. Estou bem. 

— De qualquer forma, essa é minha esposa SunHee. Ela faz medicina. Quem tiver com algum ferida, procure ela.

SunHee acenou com a mão e deu um sorriso tímido. 

.

Foi Jimin, entretanto que percebeu. Ninguém mais havia notado, mas ele notou. A saída era uma porta de vidro que no momento estava emperrada. Também havia enormes janelas de vidro. O estranho era que não se podia vê nada do que estava lá fora. Tudo parecia mergulhado na escuridão, como se fosse o próprio abismo. 

No começo Jimin pensou que por causa do furacão houve um blackout, porém quando se aproximou percebeu que não havia nem a luz das estrelas ou do luar. Era uma verdadeira cortina de escuridão. Ficou mais apavorado quando percebeu que não havia também nenhum tipo de som. Não havia sons de buzinas, gritos ou sirene. Por fim criou coragem e levantou a mão como se pedisse permissão para falar. 

— O que é, garoto? — perguntou Suga.

— Vocês não perceberam a falta de sons? — disse sentindo a bochechas esquentarem — Não há nenhum tipo de som ou luz vindo do lado de fora.

Todos se viraram para a porta e janelas de vidro. Era verdade, parecia que o supermercado havia entrado em um tipo de buraco sem som ou luz. O silêncio era tão profundo que naquele momento cada um que se encontrava no supermercado podia ouvir o som da própria respiração. 


Notas Finais


AÍ o que acharam.
Espero que não tenha ficado confuso kkkkk
Gente esse É o começo, os casais ainda podem mudar


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