História Sem Sentido - Capítulo 1


Escrita por:

Visualizações 29
Palavras 2.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá amores, hj quis trazer uma trazer uma fic nova para vcs pq, faz tempo que n posto uma,e a do " protetor" lá eu ainda vou ver se continuo mais quem tiver ideias pode deixar nos comentários, ficarei grata...
Queria trazer algo novo, para ajudar algumas pessoas que talvez passam por situações dificeis como, familia, bullying em fim, oque envolve a sociedade, até pq sempre tem alguém que não nos aceite né? E isso é muito, muito errado!, quero algo para um meio de... sla ajuda.

Espero que gostem, me inspirei em um jogo Life is Strange que adoro muito, obg pelo carinhuu fui<3

Capítulo 1 - Grandes Motivos



                 - “Momentos de medo devem ser encarados com coragem”

Larguei a minha mochila no chão.
Vi um taco de beisebol no lado de um carro velho, o peguei na mão e encarei tudo ao meu redor, eu estava em um ferro velho. Na minha bolsa continha diversas coisas, minha maquina fotográfica que é importante demais pra mim, duas latas de spray colorida e um casaco de frio. 
Continuei encarando todas aquelas coisas velhas por alguns minutos e logo em seguida dei um passo para frente.
Ás vezes me declaro uma garota sem sentimentos, talvez por não expressa-los muito bem, e quando eu expresso algum tipo de sentimento me sinto completamente estranha, como oque eu estou fazendo agora... Eu sei que a qualquer momento eu vou solta-lo, liberar de vez...  Será que é por eu ter deixado trancado aqui dentro de mim por cerca de 2 anos ?... Ok, isso não faz diferença, mais eu sei qual é o nome desse sentimento. O nome dele se chama raiva.
Comecei a quebrar praticamente tudo. Não me pergunte como eu achei esse ferro velho, por que a única coisa que eu poderei responder será “Eu sou muito curiosa”.
Tinha uma Tv antiga toda rachada. A quebrei com o taco de beisebol.
Vi uma pilha de livros acumulados. Chutei com toda a minha força.
Avistei várias tintas vencidas fechadas uma em cima da outra, bati com tanta força nelas que chegaram a cair no chão fazendo as cores se espalharem pelo barro.
– Isso, tudo é tão patético! – Gritei enquanto soltava aquela raiva que ninguém sabia que eu sentia.
Depois de deixar tudo mais destruído do que já era, larguei o taco de beisebol no chão e fiquei um tempo encarando aquele ambiente. Olhei para o lado e vi um carro velho, na verdade tinha vários carros velhos, mais decidi ir em direção aquele. Ele estava destruído. E estava me encarando.
Coloquei a mão no capo do carro, passando bem de leve as minhas mãos,      deixei uma gota de água cair dos meus olhos, me senti estranha mais não me importei.
Abri a porta do carro, era tudo igual, no porta luvas havia uma foto, a foto de uma garotinha... E um homem. Coloquei as mãos na boca e me afastei do carro.
– Não... Não... – Dei um soco no capo de leve. Agora mais um, só que mais forte e mais e mais outras vezes até desabar de chorar – Droga! Droga! Droga! Droga! Droga! DROGA! – Minhas mãos começaram a ficar roxas por causa dos socos – Por que te perdi? POR QUE SE FOI? POR QUE ME DEIXOU?
Fui em direção à janela do carro e quebrei o vidro com uma pedra, e assim foi a mesma coisa com os outros lados.
– POR QUÊ? POR QUÊ?
Sentei-me no chão e comecei a chorar mais, avistei um querosene do meu lado, abaixei o olhar e fiquei pensativa, mais logo me levantei e peguei o querosene começando a atacar no carro... Tirei um isqueiro do meu bolso, enxuguei aquela coisa molhada de meu rosto e acendi o isqueiro. Coloquei fogo na foto, e a encarei até virar cinzas... E logo em seguida joguei fogo no carro.
Gritei. Gritei muito. Catei a minha mochila do chão, tirei a minha câmera da bolsa... E então o carro explodiu e eu tirei uma foto.
Segunda- Feira:
Sentimentos Sem Sentidos.
Eu estava na aula de Artes do professor Robert encarando fixamente a parede branca, as aulas dele não tem sentido, nada tem sentido. 
– Sarah Pricey? – O professor chama a minha atenção.
O encaro:
– Sim?
– Fez oque te pedi? Alguma arte sobre qualquer tipo de sentimentos?
Nosso professor pediu para que todos fizessem alguma arte, revelando qualquer tipo de sentimentos, a maioria fez um desenho, mais eu escolhi outra coisa...
Tirei da minha mochila uma foto e o entreguei.
Ele ficou encarando aquela foto por alguns segundos, a sala estava quieta e os olhares já estavam formando em curiosidades.
– Ham... Caramba Sarah... – Ele não parecia muito confortável com a foto – É... Mostre para a sala, e explique que tipo de sentimento é esse? Por que eu não intendi muito bem.
Tirei a foto das mãos do professor e mostrei a sala. Todos ficaram de boca aberta.
– Eu quem fiz essa arte! O nome desse sentimento se chama: Raiva , quando sentimos isso, nós explodimos, como esse carro.
O professor abriu um sorriso.
– Nossa isso foi... Muito criativo! Me mostrou algo novo, diferente da maioria! Tirou 10 Sarah meus parabéns!, por favor sala, aplausos! – Disse o professor.
A sala toda obedeceu à ordem do sr Robert, não liguei para os aplausos apenas fui para a minha carteira, eu já sabia que tinha pessoas sentindo raiva por aquela obra de arte.
Ajustei o meu cabelo curto. Eu não gostava das aulas do professor Robert, mais ele gostava das minhas artes, então para mim tanto faz.
O sinal tocou e todos se levantaram de suas carteiras, peguei a minha câmera Polaroid e fiz o mesmo, mais quando cheguei à porta fui impedida pelo professor.                                         
– Sarah espere só um minuto.
– Sim?
– Percebi que gosta de tirar fotos! 
– Sim. Por quê? 
– Não por nada, só queria dizer que você é uma das minhas alunas mais criativas, então queria uma sugestão!
– Qual?
– Você tem alguma ideia...Diferente para as minhas aulas? – Perguntou o sr Robert parecendo um pouco sem jeito – Sabe, você é tão criativa e o resto dos meus alunos nunca parecem se interessar nas minhas aulas, eles acham que é só desenhar, pintar e ganhar nota.
Perai. Eu ouvi isso bem? Ele está pedindo dicas para mim?
– Bom, tem várias maneiras de expressar a arte professor! Você poderia usar essas maneiras!
– Por exemplo? – Suas sobrancelhas se curvaram.
– Não sei, tenta descobrir o que os seus alunos gosta e faça eles expressarem  a arte da maneira deles... Por exemplo, música, todo mundo gosta de uma boa música, ou dança! Desenho com spray, escultura... Qualquer coisa.
– Mais quando eu pedi alguma coisa que expressasse sentimentos, eles poderiam ter feito isso... Você fez isso, usou fotos para mostrar um sentimento, e eles só desenharam.
– O sr não detalhou muito bem oque era para fazer! Então todo mundo escolheu um desenho.
– Então por que escolheu uma foto?
– Por que eu sabia que era uma arte. E eu fiz essa arte. Agora preciso ir com licença e obrigada professor! – Respondi passando da porta.
– Com 14 anos e tão inteligente! – Escutei um elogio do professor, mais ignorei.
Coloquei os meus fones de ouvido. Estava tocando Nobody’s Home da Avril Lavigne.  
Eu passava pelos corredores do colégio e era sempre as mesma coisas, os valentões batendo nos alvos fáceis e fazendo bullying.
– VOCÊ É TÃO NOJENTO PITTER! – Gritou um garoto.
Fiquei encarando aquela cena da turma do ensino médio fazendo bullying. Peguei a minha câmera e tirei um foto. 
– EI! – Berrou o agressor olhando para mim e vindo em minha direção – Oque você estava fazendo?
Ele era do time de beisebol, assim como os amigos dele.
– Tirei uma foto de vocês agredindo o Pitter! 
O rosto dele estava com uma expressão séria.
– Olha gente, parece que a garotinha gosta de tirar fotos! – disse ele rindo. Como o Jason pode ser tão idiota? Odeio esse cara! – Quer tirar fotos? Então tire gracinha... – Ele foi até aquele tal de Pitter e começou a dar socos no estomago dele – TIRE A FOTO! 
O garoto já estava deixando sangue escorrer pela boca.
– SÓ VOU PARAR DE BATER NELE QUANDO VOCÊ TIRAR A FOTO!
Peguei a câmera lentamente... Eram socos atrás de socos! Eu não estava me importando com aquela cena mais ao mesmo tempo estava, por que todos que viam aquilo não faziam nada!
Levei a câmera até os meus olhos e tirei a foto.
– Acho que já está bom Jason! O cara mereceu o que tinha que merecer! – Marcos comentou sério. Tudo idiotas. Seus amigos começaram a rir e Jason veio até mim arrancando a foto da minha mão. 
– Adorei a foto criança! Mais na próxima vez não tire, quero ter o prazer de continuar os socos em Pitter! 
Encarei a vitima, ele estava sangrando demais... Eu não queria ter tirado a foto daquilo.
– Tanto faz! – Esbarrei de proposito nos ombros de Jason e fui embora.
Chegando ao banheiro do colégio, me encarei no espelho, eu tinha cortado o meu cabelo, ele batia um pouco antes dos ombros, declarado Chanel, decidi fazer uma franja bastante curta, antes das sobrancelhas. Meus cabelos são negros e ondulados nas pontas, minha pele era muito pálida e eu estava de batom vermelho, meus olhos eram verdes claros, minhas sobrancelhas são muito escuras e muito bem desenhadas.
As vezes fico pensativa, toda vez que me olho no espelho, não sinto raiva de mim mesma como a maioria das meninas, não sei se a palavra “raiva” é forma certa de dizer “ eu odeio o meu eu”. Se repararmos cada vez que alguém se olha no espelho ouvimos uma reclamação como “ eu estou gorda” ou “eu estou muito magra” “Odeio o meu cabelo” ou “ Odeio o meu eu” e “ Não tenho roupa para sair”.
Quando me olho no espelho apenas me sinto... Eu mesma. Não me amo e não me odeio!
Molhei a minha face na água fria e enxuguei o molhado, sai do banheiro e fui para o refeitório, chegando lá fui barrada por mais uma pessoa. Pareci que as pessoas gostam de fazer isso comigo.
– Sarah Pricey – Suas sobrancelhas curvadas e os seus braços cruzados nunca indicavam coisas boas, para falar a verdade Samantha nunca foi uma coisa boa.
– Samantha Witter? 
– Aquilo que você fez na sala de aula! Você roubou a minha ideia! – Seu rosto estava em um formato falso de “indignação” 
– Não roubei nada Samantha, até por que você não seria inteligente o bastante para pensar nisso. Pensar para você é um sacrifício! – respondi.
Ela arregalou os olhos e abriu a boca. Fui até uma mesa qualquer, eu não tinha amigos sempre sentei sozinha, e nunca me importei com isso, eu nem música estava escutando mais por culpa do Jason, então coloquei o fone e voltei a ouvir a minha música novamente.
Eu sou uma garota que sempre “ me declaro” de diversas formas, por exemplo, me declaro uma pessoa curiosa, observadora quieta e pensativa... E assim foi o meu dia. Nada de emocionante.
Fechei os olhos por alguns estantes...
Flashback On:
– Querida eu preciso ir!
– Mais pai! Por favor, fique!
– Não meu amor, eu tenho que trabalhar! Sua mãe precisa de ajuda em casa fique com ela!
– Eu quero você! Você sempre vive trabalhando poxa! Falta só hoje!
Meu pai me encarou e abriu um leve sorriso:
– Hoje à noite te prometi um presente se lembra? Fique boazinha e eu te dê como o prometido!
O seu sorriso foi aberto junto com o brilho do olhar daquela garotinha...
– Tá bom pai, volte para casa logo!
– Claro, estou doido para comer a comida da sua mãe.
O homem deu um beijo na testa da garotinha, e abriu à porta de casa, a luz de fora era muito intensa, chegava a doer os olhos por causa do brilho. E então ele sumiu.
20:00 Da Noite:
– Mamãe? Por que você está chorando?
A mulher se levantou da ponta da cama e foi em direção à garotinha, logo em seguida a abraçou com força.
– Preciso que seja forte filha!
A menina começou a ficar assustada.
– Como assim mãe?
A sua mãe se abaixou e olhou no fundo dos seus olhos.
– Eu...
– Cadê o meu pai? Eu estou esperando ele desde tarde e ele ainda não veio para casa mamãe! Será que ele vai ficar mais tarde no trabalho? Ele prometeu me dar aquele presente! E disse que estava doido para comer a sua comida! Estou tão feliz! Espero que seja aquela câmera que eu tanto queria!
– Sarah... – Ela parou um tempo – Seu pai sofreu um acidente.
– Oque?
Flashback Off:
Acordei rapidamente com o sinal do colégio. Legal dormi na mesa do refeitório. Peguei a minha câmera e comecei a caminhar para a sala de aula, quando esbarro com uma pessoa no corredor fazendo a minha câmera cair no chão.

         - “Se você fosse uma música seria a melhor melodia”
 


Notas Finais


Eai monas, gostaram? Espero que sim, logo, logo terá cap novo dessa fic e de Charlie que logo logo vamos te que dar tchau para a nossa protagonista preferida kkk ( pelo menos a minha) em fim até prxcimo cap fuiz , amuh vochêis =)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...