História Sem toques - Capítulo 3


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Categorias Felipe Z. "Felps", Isis Vasconcellos (Heeyisis), Rafael "CellBit" Lange
Personagens Felps, Isis Vasconcellos, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cachorro, Cellbit, Cellps, Felps, Ísis, Sem Toques
Visualizações 141
Palavras 2.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como eu não tenho vergonha na cara, essa shortfic será maior que 3 capítulos. Estou vendo ainda, mas acho que uns 7, pois tive umas ideias novas que não estavam na programação original.

Capítulo 3 - Estímulo


Sem toques
Capítulo 3
Estímulo

 

"ESTÍMULO: Aquilo que anima, que incita à realização de algo; Qualquer agente que provoque uma reação motriz, glandular, funcional ou metabólica em um órgão receptor ou tecido excitável."

 

No sentido figurado, estímulo é aquilo que anima, no sentido fisiológico é a reação à uma provocação em alguma parte do corpo. Ou seja, qualquer coisa que possa te estimular, seja alguém ou você mesmo.

É muito fácil sentir-se desestimulado, qualquer problema ou empecilho te deixa para baixo, com dúvida, com medo do desconhecido. O medo é normal, por incrível que pareça. Sem o medo não teríamos vitórias, não teríamos forças para continuar. O medo te deixa mais forte e, consequentemente, te deixa mais estimulado.

Rafael sentia medo, muito medo. Por anos de sua vida pacata, nunca esteve naquela situação. Não teve um amigo, não teve coragem de conhecer a si mesmo, não teve relações com ninguém alé dos seus pais e sua irmã. E lá estava ele, agora. Com um desconhecido sentado em sua cama, prestes a fazerem uma coisa que Rafael morria de medo de tentar, algo que ele não podia imaginar fazendo algum dia: Conhecendo seu próprio corpo.

Ok. E agora? -perguntou já sentado junto ao moreno na cama.

Um de frente ao outro, nas extremidades da cama para não ter que tocarem-se.

-Trouxe algumas coisas que irão ajudar. -despejou o que tinha na mochila na cama, entre os dois.

-Revistas pornôs, lubrificante, camisinha e o que é isso? -perguntou alarmado ao olhar o objeto que nunca viu na vida.

-Isso é um vibrador. -sorriu ligando o aparelho.

-Aí meu Deus! -quase gritou, levantando-se da cama.

-O que foi? -o moreno riu achando aquilo tudo muito engraçado.

-Esquece, eu não vou fazer isso. Não mesmo.

-Por que não?

-Você trouxe um vibrador! -apontou para o objeto na mão de Felipe.

-Juro que nunca usei... esse não. -acrescentou com um sorriso cafajeste nos lábios. -Esse é novo, comprei antes de vim para cá. -disse tentando tranquilizar o loiro.

Mas nada adiantou, Rafael estava quase tendo um treco de tão nervoso. Não queria está ali, não naquela situação toda.

-Eu não consigo.

-Claro que consegue. É só relaxar, cara. Você vai ver como é bom.

-Você não está entendendo. Eu não vou conseguir com você me olhando.

-Eu fecho os olhos, se quiser.

-Acho que prefiro não fazer.

-Me dar um motivo válido para desistir agora. -Felipe pediu

-Bem... eu não lembro de nenhum agora, mas vou lembrar daqui a pouco.

-Olha, eu sei o quanto deve ser apavorante, mas eu prometo que não irei te forçar a nada, aliás o pau é seu. Eu só quero te levar por caminhos que sei que vai gostar. Eu não sei como é esse lance de SEM TOQUES, mas sei que deve ser ruim, então só quero te ajudar a ver um lado bom da vida. Se você não gosta do toque dos outros, talvez possa gostar do seu.

Rafael não falou nada por algum tempo, só quando viu que o moreno guardava tudo dentro da mochila, que interveio.

-Ok! Eu vou fazer isso. Não é nada demais, não é? -perguntou receoso.

-Não, não é nada demais.

-Tudo bem. Ma tenho regras.

-Diz.

-Primeiro: Nada de vibrador. Segundo: Não vou ficar na sua frente.

-Como quiser, o quarto é seu. -deu de ombros.

-Certo. Então, eu vou sentar no chão desse lado e você senta do outro lado. -apontou para os lados da cama.

Em minutos, já estavam em seus lugares. Rafael do lado esquerdo e Felipe do lado direito da cama, ambos sentados no chão. Com a cama dando apoio para as costas, relaxaram. Quer dizer, mais ou menos. Ficar fora da visão do rapaz em seu quarto era mais relaxante para o loiro, porém ainda tinha todo o resto.

-Por onde começo?

-Pensamentos. -a resposta veio imediato.

-Pensamentos?

-Sim. Punheta é imaginação. Pense na coisa mais excitante que conseguir.

Houve silêncio por dois minutos, até que a voz nervosa do dono do quarto voltou a ser ouvida.

-E se eu não tiver tais pensamentos?

-Todo mundo tem pensamentos impuros, Rafael. -o moreno olhou para trás, vendo o loiro de costas para si. -Pense naquele cara da escola, o do terceiro ano que te excitou.

-Eu não devia ter falado dele. -virou para o moreno, dando de cara com ele já o olhando.

-Pense no que quiser, mas que seja muito excitante. -explicou.

-Ok. -virou-se.

Minutos passaram-se em silêncio. Só o barulho das páginas da revista passando era ouvido. Felipe estava se excitando também. Não iria ficar ali só ensinando. Imaginava cenas quentes que vira em alguns vídeos pornôs.

-Está conseguindo? -perguntou.

-Acho que sim. -respondeu tímido.

-Ok. Próximo passo: Tirar as roupas que te atrapalham.

Rafael estava com um shorts de tecido fino, camisa de mangas curtas e de pés descalço. Já Felipe estava com calças jeans, camisa também de mangas curtas e sapato. Tirou o sapato e ficou de meias. Desceu a calça até os tornozelos e ficou de cueca e camisa.

O loiro tirou tudo, menos a camisa. Seu pênis não estava ereto, mas estava excitado. Sentiu um arrepiou subindo pela coluna quando passou os dedos pelas coxas para tirar a cueca e o shorts. "Acho que é normal", pensou.

-Pronto. O que vem agora? -respirou fundo.

-Continua pensando. Toma essa revista, ela ajuda. -passou a revista pela cama, sendo pega pelo garoto do outro lado.

Silêncio novamente. Rafael estava muito concentrado com a revista. E, senhor, como tinha caras gostosos nela. O loiro nunca tocou nunca dessas, não sabia o que encontraria nela, mas estava gostando do que achou.

Na página 15 tinha um cara parecido com o seu colega de terceiro ano. Ele estava completamente pelado, como veio ao mundo. Seu pênis estava rígido e suas pernas abertas. Ele estava sentado em uma cadeira de ferro, estilo cadeiras antigas de bar. Um dos seus braços escorado no encosto traseiro da cadeira e o outro apoiado na barriga chapada, com a mão segurando firme na base daquele mastro enorme. As veias saltadas e na ponta o gozo saia em grande quantidade. Ele estava lisinho, mas seu peito tinha uma leve pelagem, dando um ar mais másculo no homem, e menos um ar no loiro.

Rafael respirou fundo ao virar a página e o homem da página anterior aparecer lá novamente. Dessa vez, ele não estava sentado com o membro na mão. Estava em pé, apoiado na cadeira, com o ânus aberto para quem estava vendo. O buraquinho era apertado demais e a bunda com as bandas separadas eram redondinhas  e grandes. Sem comentar sobre as coxas roliças e bronzeadas.

-Eu estou me sentindo estranho. -disse passando os dedos pela página da revista, parando na bunda do modelo.

-Estranho bom ou estranho ruim?

-Eu não sei. É só estranho para mim.

-Tenta explicar melhor. -Felipe tinha baixado a cueca, tirando o pau para fora do tecido.

-Eu acho que estou com febre. E meu corpo está arrepiado muito mais do que o normal.

-Você está estimulado, Rafael.

-Estimulado?

-Exato. Ao olhar a revista, você está mantendo um estímulo. Seu corpo está apenas reagindo ao externo.

-Tem certeza que não doente ou algo assim? -virou-se, chamando a atenção do outro.

-Confia em mim, você está estimulado, não é doença. -respondeu firme.

-Como tem certeza? -os dois olhavam-se.

-Teu pau está latejando, quente e ereto? -perguntou, fazendo o loiro desviar os olhos para baixo.

-Ele está pulsando, e sim, está em pé. Muito em pé. -disse virando-se de novo.

-Ótimo! Terceiro passo: Toque.

-Tem certeza? Não podemos demorar mais um pouco no segundo passo?

-Está com medo? -Felipe perguntou baixo.

-Um pouco.

-Não precisa ter medo do seu próprio corpo. Ele é seu, você o controla. Se não gostar do toque, para e vai tomar um banho frio até tudo passar. -disse calmamente.

-Tem razão. Eu consigo. -respirou fundo.

Felps continuava tocando-se, subindo e descendo a mão pelo pênis ereto. Devagar, quase parando, só tentando não gozar antes do seu aprendiz. Quase falhou na missão ao escutar um gemido sofrido do loiro do outro lado da cama.

Rafael avançou no aprendizado e com a mão trêmula, tocou seu pênis. A sensação foi tão desconhecida e inovadora, que uma nova onda de arrepios percorreu seu corpo inteiro. Não restringiu o gemido que soltou depois do primeiro toque.

Seus dedos frios percorreram da base à glande, um toque tão superficial que era quase fantasma. Mas para ele, foi o bastante para seu membro quase sair do seu corpo de tanto que pulsava forte

-E aí? -ouviu o moreno.

-Sem palavras. -disse deslizando os dedos novamente.

-Como está fazendo?

-Só passando as pontas dos dedos. -disse suspirando.

-Tenta fechar os dedos na base e subir até a glande, depois desce e sobe de novo.

Lange fez, e CARALHO! Aquilo era muito bom. Se não estivesse usando a mão direita para masturbar-se e a esquerda para apertar sua camisa, ele bateria em si mesmo por passar tantos anos com medo daquilo.

Começou fazendo o que Felipe sugeriu devagar, com o tempo, ousou aumentar a velocidade das descidas e subidas, comprovando que gostava mais assim.

Seus gemidos tímidos eram ouvidos pelo outro que também estava no quarto. Sentiu envergonhado por está sendo ouvido, mas não pode dedicar muito tempo à vergonha, pois seu pênis começou a pulsar mais do que antes.

Sua mão movimentava rápido, os barulhos estranhos que saiam da sua boca foram ficando mas altos e dificies de controlar, então só deixou sair. Jogou a cabeça para trás, deitando-a na cama, abriu as pernas, dobrando os joelhos.

Felipe estava na mesma situação, ainda pior que o loiro. Pois os gemidos dele estavam o deixando louco. Louco de tesão. Queria muito olhar para ele, saber como ele estava fazendo aquilo, queria o ver em ação. Com tais pensamentos, aumentou o ritmo, ficando insuportável de segurar o gozo que estava mais perto de vim.

-Felipe... -Rafael o chamou arrastado. Essa foi a gota d'água para o moreno, que gemeu brutal ao gozar em sua mão, sujando a maldita roupa.

Não houve resposta vinda do moreno, então Rafael virou minimamente para saber o que ouve, foi quando seus olhares cruzaram.

Os azuis estavam mais escuro, e os pretos estavam faiscando de tanto desejo. A boca de Rafael estava aberta tentando controlar a respiração, e a de Felipe estava mordida, tentando segurar o desejo de pular a cama e o beijar.

-Felipe... -voltou a chamar.

-Rafael... -respondeu no mesmo tom.

-Vem cá. -ordenou.

Felipe foi, como que não ia? Era a própria excitação lhe chamando.

-O que foi? -arrastou-se até o outro lado da cama. Seu pau latejou novamente ao ver o estado que Rafael encontrava-se.

Os cabelos desalinhados, os lábios vermelhos e inchados pelas mordidas, o peito subia e descia rápido, assim como sua mão. A camisa estava quase tirada, na metade do peitoral, mostrando a barriga, suas pernas nuas e seu pênis totalmente ereto, molhado e saltado.

-Quero te ver de perto.

-Por quê?

-Não sei.

-O que quer que eu faça? -o moreno perguntou sentando, encostando as costas na mesinha.

Suas pernas para não encontrarem-se, foram dobradas, iguais a do loiro. A revista havia sido abandonada do lado dele. Os olhos dos dois, voltaram a encontrar-se. Perdidos nos olhos um do outro.

-Só quero te ver, não precisa fazer nada.

Zaguetti passou a estimular-se novamente. Aquela visão de mau caminho o despertou mais uma vez, seria desperdício não obedecer seu corpo para mais uma rodada.

Foi com os olhos queimando seu corpo que Rafael chegou ao paraíso. Gritou de prazer ao sentir tal sensação. Parecia que cada célula de seu corpo estava em constante movimentação, causando calor. Esse calor propagava em um estímulo geral em todas as partes mais sensíveis do corpo. Quando sentiu aquele calor aumentando, aquela vontade de gritar, a pressão aumentou, fazendo Rafael quase desmaiar de tanto êxtase. A vibração constante em seu interior, veio avassaladora até que sentiu toda sua extensão pulsar forte e impulsionar algo para fora, afim de normalizar toda a homeostase corporal.

Seu corpo cansado, parecia que tinha corrido milhares de quilômetros, o suor brilhava em sua pele, seus pulmões queimavam, seu coração poderia infartar de tanto que trabalhava naquele momento, sua barriga doeu quando o gozo saiu forte, sujando seu próprio corpo e um pouco do chão do quarto.

Seus olhos fechou por um minuto, regularizando a respiração fraca. Ao ouvir palavrões sendo ditos baixinho, abriu os olhos lentamente, olhando o seu amigo, bem na sua frente. As pernas estavam aberta, a calça não estava mais em seu corpo, nem a cueca, apenas a camisa que agora estava suja. As meias brancas ainda estavam nos pés, que pararam perto do seu corpo, quase o tocando.

Felipe tinha fechado os olhos também, e respirava rápido. Minutos a fio passaram, o loiro não conseguia tirar os olhos daquilo. O corpo suado do moreno o excitava novamente, entretanto o que mais lhe chamava a atenção era as descidas com a mão.

Sem saber de onde tirou a coragem necessária para tal ato, arrastou seu pé esquerdo até o outro. Aos pouco, invadiu o espaço alheio. Com as pontas dos dedos do pé, tocou os testículos do moreno a sua frente.

-Puta que pariu! -Felipe xingou abrindo os olhos e fechando em seguida.

O loiro nunca ouviu tantos palavrões de uma vez só. Porém não era isso que rodeava sua cabeça.
 

ELE ESTAVA TOCANDO ALGUÉM.

 

Certo que era com os dedos dos pés, mas já valia não? Toque é toque. O que mais impressionava é que não tirou os dedos depois do toque, pelo contrário, tocou mais. Era gostoso sentir a quentura daquela região. E ouvir os gemidos e seu nome sendo chamado tão sensual daquele jeito era gostoso demais.

Mexeu os dedos, dando uma sensação maravilhosa em ambos. Não demorou muito até que Felipe gozasse pela segunda vez naquela noite.

Houve silêncio depois que os gemidos cessaram. Rafael permanecia com seu toque nas bolas de Felipe, enquanto o mesmo recuperava sua respiração.

Quase dez minutos depois, os olhares cruzaram-se novamente.

-Você gozou. -Felps sorriu.

-Eu senti. -sorriu também.

-E está me tocando. -olhou para baixo, onde o pé dele ainda estava.

-Isso é...bom. -disse envergonhado.

-Eu que o diga. -mordeu o lábio inferior.

-Ai meu Deus! -disse de supetão. Felipe assustou-se.

-O que foi? -perguntou preocupado.

-Eu gozei e toquei em você. -comemorou mais alto. -abriu um sorriso enorme, que fez o coração do moreno esquentar.

-Sabia que você conseguiria!

Entre os olhares, ouviram um barulho. Era o celular de Rafael tocando. Ele levantou do jeito que estava, quebrando o contato e toque com o moreno.

-Alô!

-Oi, Rafa. Estou ligando para dizer que não se preocupe. Sei que já está tarde, mas é que o idiota do meu namorado -ouviu o seu cunhado reclamando do outro lado da linha -perdeu a chave do carro e tivemos que procurar no shopping todo. Chego em casa daqui a pouco, não se preocupe, ok? Sei que estava subindo pelas paredes de preocupação, mas prometo te compensar pelo nervoso.

-Ok. -e desligou.

A verdade é que o loiro nem lembrou da sua irmã. Nem sabia que tinha passado tanto tempo. Muito menos sabia das horas e preocupou-se com ela está atrasada. Pelo contrário, ainda bem que ela estava atrasada

-Precisa ir embora agora. Minha irmã está voltando para casa.

-Já? -bufou triste.

Felps levantou-se do chão. Vestiu sua cueca e camisa que estava do outro lado da cama, por fim, vestiu seus sapatos.

-Sua camisa está suja, eu te empresto uma minha.

-Não precisa. Está de noite, ninguém vai perceber que está suja.

-Mas assim, você tem um motivo de voltar aqui. -disse sem querer. Era só um pensamento, que lhe escapou em voz alta.

-Safadinho. Perdeu o cabaço hoje e já quer outra vez? -Felps riu enquanto levava uma camisetada na cara.

-Idiota.

Os dois riram. Rafael jogou a revista e as outras coisas dentro da bolsa do amigo.

-Isso vou deixar aqui. -tirou o vibrador de dentro da bolsa e jogou na cama.

-Está louco? Se minha irmã ver isso aqui, eu morro.

-Então, acho melhor esconder. -sorriu. -Estou indo.

-Eu te levo até lá embaixo.

-Acho melhor ficar aqui e limpar isso. -apontou para o chão. -Eu sei onde é a porta. -andou até a porta do quarto.

-Felps! -chamou. -Obrigado.

-Eu que agradeço pela confiança. -bateu a porta do quarto e segundos depois, a porta de saída da casa.

Rafael ficou e limpou tudo com papel higiênico.

Quando Ísis chegou, parecia que nada tinha ocorrido naquela casa. A não ser pelo sorriso na cara do irmão.

-O que foi? -perguntou ao vê-lo sorrindo olhando para seus dedos que brincava com o controle remoto.

-Nada. Só estou feliz, e cansado. Aliás, vou dormir, está ficando tarde. -subiu as escadas correndo e trancou seu quarto.

Mentiu na parte de dormir, o que fez naquele quarto estava muito longe de um bom sono.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Obrigada pelos favoritos, vocês são fodas!
A continuação vem em breve...
Beijos da Tia Corujaa e até...


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