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História Semi e deuses lendo PJO e a Maldição do titã. - Capítulo 3


Escrita por: e Elly_Bison


Capítulo 3 - O vice-diretor tem um lança mísseis.


Fanfic / Fanfiction Semi e deuses lendo PJO e a Maldição do titã. - Capítulo 3 - O vice-diretor tem um lança mísseis.

- Capitulo dois: O vice-diretor tem um lança mísseis. – Leu Ares

Eu não sabia que tipo de monstro o Dr. Streppe era, mas ele era rápido. Talvez eu pudesse me defender se conseguisse ativar meu escudo. Tudo que bastava era tocar no meu relógio de pulso. Mas defender os irmãos di Angelo era outro problema. Eu precisava de ajuda, e só tinha uma maneira de conseguir.
Fechei meus olhos.
– O que você está fazendo, Jackson? – sibilou Dr. Streppe. – Continue andando!
Abri meus olhos e continuei me arrastando.

– É o meu ombro – deitei tentando parecer sofrer, o que não foi muito difícil. – Queima.
– Bah! Meu veneno causa dor. Não vai matá-lo. Ande!
Streppe nos guiou para fora, e eu tentei me concentrar. Imaginei o rosto de Grover. Foquei-me nos meus sentimentos e no perigo. No último verão, Grover criou uma conexão empática entre nós. Ele podia me mandar visões em meus sonhos para que eu soubesse que ele corria perigo. Eu sabia que a conexão ainda existia, mas eu nunca tinha tentado contatar Grover antes. Eu nem sabia se iria funcionar se ele estivesse acordado.

- Vai funcionar. – Falou Grover. – Ela funciona mesmo estando acordado.


- Ei, Grover! Pensei. - Streppe está nos sequestrando! Ele é um maníaco atirador de espinhos! Ajude-me!
Streppe nos levou para a mata. Nós seguimos por um caminho de neve, palidamente iluminado por lamparinas antigas. Meu ombro doía. O vento soprando pelas minhas roupas rasgadas era tão frio que eu me senti um picolé de Percy.

Alguns campistas deram uma risadinha nervosa.


– Tem uma clareira logo à frente – disse Streppe. – Vamos chamar seu transporte.
– Transporte? – Bianca questionou. – Para onde está nos levando?
– Calada, garota infeliz!
– Não fale assim com minha irmã. – Disse Nico. Sua voz hesitou, mas fiquei impressionado por ele ter coragem de sequer dizer algo.

Alguns campistas olharam na direção dos irmãos impressionados com a atitude do jovem rapaz.


Dr. Streppe fez um som parecido com um rugido, que definitivamente não era humano. Fez os cabelos da base do meu pescoço se arrepiarem, mas me forcei a continuar andando e fingir que eu era um bom refém... Enquanto isso projetava loucamente meus pensamentos – tudo para conseguir a atenção de Grover:
- Grover! Maçãs! Latas de tinta! Traz o seu traseiro de bode peludo aqui e traga amigos fortemente armados!

Todos caíram na risada deixando o jovem sátiro vermelho.

- Provavelmente já estamos a caminho. – Disse Annabeth.


– Alto – disse Streppe.
A floresta tinha se aberto. Chegamos a um penhasco que dava vista para o mar. Ao menos, eu senti o mar lá embaixo, centenas de metros abaixo. Eu podia ouvir ondas se agitando e podia sentir a brisa fria e salgada. Mas tudo que podia ver era escuridão e neblina.
Dr. Streppe nos empurrou contra a beirada. Eu tropecei, e Bianca me segurou.
– Obrigado – murmurei.
– O que é ele? – ela sussurrou. – Como o enfrentamos?
– Eu… tô pensando nisso.

- Não se pode enfrentar um monstro sem saber qual monstro ele é. – Falou Charles.


– Estou com medo – Nico murmurou. Ele estava segurando algo – um pequeno soldado de metal de brinquedo.
– Calados! – Dr. Streppe disse. – Olhem para mim!
Nós viramos.
Os olhos bicolores de Streppe brilharam de fome. Ele puxou algo de dentro do casaco. Primeiro pensei ser um canivete, depois percebi que era apenas um telefone. Ele apertou um botão lateral e disse:
– A mercadoria está pronta para entrega.
Teve uma resposta truncada, e percebi que Streppe estava no modo walkie-talkie. Isso parecia muito moderno e assustador – um monstro usando celular.
Eu olhei para trás, imaginando o tamanho da queda.
Dr. Streppe riu.
– Vá, Filho de Poseidon. Pule! Ali está o mar. Salve-se.
– Do que ele te chamou? – Bianca perguntou.
– Eu explico depois – respondi.
– Você tem um plano, certo?
- Grover! Pensei desesperado. - Venha até mim!
Talvez eu conseguisse fazer os di Angelo pularem comigo no oceano. Se sobrevivêssemos à queda, eu podia usar a água para nos proteger. Eu já fiz coisas assim antes. Se meu pai estivesse de bom humor, e ouvindo, ele podia ajudar. Talvez.

- É talvez. – Resmungou Hades para si mesmo.


– Eu o mataria antes de você alcançar a água – disse Dr. Streppe, como se estivesse lendo meus pensamentos. – Você não sabe quem eu sou, sabe?
Um pequeno movimento atrás dele, e outro míssel assobiou tão perto de mim, que raspou na minha orelha. Algo estalou atrás do Dr. Streppe – como uma catapulta, mas mais flexível… quase como um rabo.
– Infelizmente – disse Streppe, – pediram por você vivo. Senão, você já estaria morto.
– Quem? – Bianca exigiu. – Porque se você acha que vai conseguir resgate, você está errado. Nós não temos família. Nico e eu... – Seu tom de voz diminuiu. – Não temos ninguém salvo um ao outro.

Todos olharam com um olhar de pena para os dois irmãos.


– Hum – disse Dr. Streppe. – Não se preocupem, pentelhos. Vocês vão conhecer meu empregador logo. Então, terão uma família novinha em folha.
– Luke – eu disse. – Você trabalha para o Luke.

- Você de novo? – Perguntou Clarisse estressada.

- Ele de novo. – Confirmou Silena. – Afinal ele é o vilão, vai aparecer sempre.

Luke abaixou a cabeça envergonhado.


A boca do Dr. Streppe se mexeu com desgosto quando eu disse o nome do meu antigo inimigo – um antigo amigo que tentou me matar algumas vezes.
– Você não tem ideia do que está acontecendo, Perseu Jackson. Eu vou deixar o General lhe contar. Você vai lhe fazer um grande favor esta noite. Ele está ansioso para conhecê-lo.

- Ele disse general? – Perguntou Zöe de olhos arregalados.

- Sim, minha querida. – Confirmou Ártermis observando sua caçadora preocupada.


– O General? – Perguntei. Depois eu percebi que falei com sotaque francês. – Quer dizer... quem é o General?
Streppe olhou para o horizonte.
– Ah, finalmente. Seu transporte.
Eu me virei e vi uma luz à distância, uma luz procurando algo, sobre o mar. Depois ouvi o barulho de pás de helicóptero, cada vez mais alto e perto.
– Para onde está nos levando? – perguntou Nico.
– Você deveria se sentir honrado, garoto. Terá a oportunidade de se juntar a um grande exército! Assim como aquele joguinho bobo que você brinca com cartas e bonecas.
– Não são bonecas! São miniaturas! E você pode pegar seu grande exército e...

- Esse tem coragem. – Observou Zeus.


– Não, não – Dr. Streppe interrompeu. – Você vai mudar de ideia sobre se unir a nós, garoto. E se você não quiser, bem... existem outras finalidades para meio-sangues. Temos várias bocas monstruosas para alimentar. A Grande Agitação está vindo.

Os deuses arregalaram os olhos preocupados com essa grande revelação.


– A Grande o quê? – perguntei. Tudo para fazê-lo falar enquanto pensava em um plano.
– O movimento de monstros – Dr. Streppe sorriu malignamente. – Os piores que existem, os mais poderosos, estão acordando. Monstros que não são vistos há milhares de anos. Eles vão causar mortes e destruição do tipo que mortais nunca viram antes. E logo teremos o mais importante monstro de todos – aquele que trará a queda do Olimpo!

- Tifão. – Sussurraram os deuses em uníssono preocupados.


– Certo – Bianca sussurrou para mim. – Ele é maluco.
– Nós temos que pular do penhasco – falei para ela baixinho. – No mar.
– Ah, boa ideia. Você é louco também.

Todos deram risada, mas concordaram com a garota. Afinal quem em sã consciência aceitaria pular de um penhasco com um desconhecido.


Eu nunca tive a chance de tentar convencê-la, porque justo naquele momento, uma força invisível bateu em mim.
Prestando atenção, os movimentos de Annabeth foram brilhantes. Usando seu boné de invisibilidade, ela empurrou a mim e aos di Angelo nos jogando no chão. Por um segundo, Dr. Streppe foi pego de surpresa, então, sua primeira chuva de mísseis passou inofensivamente pelas nossas cabeças. Isso deu a Thalia e Grover uma chance de avançar pelas costas – Thalia equipada com seu escudo mágico, Aegis.

- Isso!!! – Comemoraram os campistas.

- O reforço chegou. – Disse Apolo entusiasmado.


Se você nunca viu Thalia em direção à batalha, você nunca ficou verdadeiramente assustado. Ela usa uma lança imensa que expande a partir de um bastão extensível que ela carrega no bolso, mas isso não é a parte assustadora. O escudo é uma cópia baseada em um que seu pai Zeus usa – também chamado Aegis – um presente de Atena. O escudo tem a cabeça da górgona Medusa moldada em bronze, e mesmo que não vá te transformar em pedra, é horrível. Várias pessoas entrariam em pânico e correriam assim que o vissem. Mesmo Dr. Streppe estremeceu e rugiu quando o viu.
Thalia atacou empunhando sua lança.
– Por Zeus!
Eu pensei que Dr. Streppe já era. Thalia estocou em sua cabeça, mas ele rosnou e golpeou a lança para longe. Sua mão se transformou em uma pata laranja, com garras enormes que soltaram fagulhas contra o escudo de Thalia durante o golpe. Se não fosse por Aegis, Thalia teria sido fatiada como um pedaço de pão. Mas ela conseguiu rolar para trás e cair de pé.

Zeus respirou aliviado, estava orgulhoso de sua filha.


O som do helicóptero estava ficando mais alto atrás de mim, mas não me atrevi olhar. Dr. Streppe lançou outra chuva de mísseis contra Thalia, e dessa vez, eu consegui ver como ele fez. Ele tinha um rabo – de couro, parecido com o de escorpião, só que com espinhos eriçados na ponta.

Os mísseis rebateram em Aegis, mas a força do impacto derrubou Thalia.
Grover saltou à frente. Ele colocou sua flauta nos lábios e começou a tocar – uma melodia frenética que parecia algo que piratas dançariam. Grama surgiu da neve. Em segundos, cordas grossas de erva daninha se prenderam nas pernas do Dr. Streppe, imobilizando-o.
Dr. Streppe urrou e começou a se transformar. Ele cresceu até estar na sua verdadeira forma – sua face ainda era humana, mas seu corpo era de um imenso leão. Seu rabo espinhento chicoteou espinhos assassinos em todas as direções.

- Acho que sei que tipo de monstro o Dr. Streppe é. – Falou Quiron preocupado com os jovens.

- E qual é? – Perguntou Connor com medo.

- Uma mantícora. – Respondeu Quiron. – E isso não é bom.


– Uma mantícora! – Annabeth disse, agora visível. Seu boné mágico dos New York Yankees caiu quando ela pulou sobre nós.
– Quem são vocês? – Bianca di Angelo exigiu uma resposta. – E o que é aquilo?
– Uma mantícora? – Nico engasgou. – Ele tem três mil pontos de ataque e mais cinco para lançamentos!
Eu não sabia o que ele estava falando, mas não tinha tempo para me preocupar com isso. A mantícora arrebentou com as garras as cordas mágicas de Grover em retalhos e se virou para nós com um rosnado.
– Abaixem-se! – Annabeth empurrou os di Angelo na neve. No último segundo, eu me lembrei do meu escudo. Eu encostei no meu relógio de pulso, e um trançado de metal se espiralou em um grosso escudo de bronze. No momento exato. Os espinhos bateram contra o escudo com tanta força, que amassou o metal. O belíssimo escudo, um presente do meu irmão, estava muito danificado.

- Meu belo trabalho destruído. – Falou Tyson com lágrimas nos olhos.

- Não se preocupe grandão vamos consertá-lo. – Falou Percy. – O importante é que o escudo nos protegeu.

 Eu não sabia nem se conseguiria defender um segundo ataque.
Ouvi um track e um guincho, e Grover pulou ao meu lado com um baque.
– Rendam-se! – gritou o monstro.
– Nunca! – Thalia gritou do outro lado do campo de batalha. Ela se lançou na direção do monstro, e por um segundo, achei que ela passaria direto por ele. Mas então veio o som de um trovão e um raio de luz atrás de nós. O helicóptero apareceu pela neblina, pairando logo adiante do penhasco. Era lustroso, preto, em estilo militar totalmente armado, com anexos dos lados que pareciam mísseis guiados a laser. O helicóptero tinha que ser manejado por mortais, mas o que estava fazendo aqui? Como mortais podiam estar trabalhando com monstros? A luz cegou Thalia, e a mantícora a jogou para longe usando o rabo. O escudo voou pela neve. A lança voou na outra direção.

Os campistas se inclinaram um pouco para frente preocupados.


– Não! – Corri para ajudá-la. Desviei um espinho logo antes de acertar o peito dela. Levantei meu escudo sobre nós, mas sabia que não seria o bastante.
Dr. Streppe riu.
– Agora percebe como não há esperanças? Rendam-se, pequenos heróis.
Estávamos em uma cilada, entre o monstro e um helicóptero totalmente armado. Não havia chances.
Então ouvi um som claro e agudo: o chamado de uma corneta de caça, sendo tocada na mata.

- As caçadoras. – Falou Hermes.


A mantícora parou. Por um momento ninguém se moveu. Só o barulho da neve caindo, do vento e das pás do helicóptero.
– Não – Dr. Streppe disse. – Não pode ser.
Sua frase foi interrompida quando alguma coisa passou por mim como um feixe do luar. Uma flecha de prata brilhante brotou no ombro do Dr. Streppe.
Ele cambaleou, gritando em agonia.
– Malditas sejam! – Streppe gritou. Ele liberou seus espinhos, dúzias deles de uma só vez na mata, na direção de onde veio a flecha, logo em seguida, flechas prateadas foram atiradas como resposta. Foi quase como se as flechas tivessem interceptado os espinhos no ar, e os cortado em dois, mas meus olhos devem ter me pregado peças. Ninguém, nem os filhos de Apolo no acampamento, podiam atirar com tanta precisão.

- Ei!! – Exclamaram as proles de Apolo ofendidos.

- É nós somos melhores. – Falaram todas as caçadoras em uníssono.


A mantícora puxou a flecha de seu ombro com um grito de dor. Sua respiração estava mais pesada. Tentei acertá-lo com minha espada, mas ele não estava tão ferido quanto parecia. Ele desviou os meus ataques e bateu seu rabo contra meu escudo, jogando-me de lado.
Então os arqueiros saíram da mata. Eram garotas, um dúzia delas pelo menos. A mais nova devia ter 10 anos. A mais velha, uns catorze, como eu. Elas usavam casacos de esqui e jeans, e todas estavam armadas com arcos. Elas avançaram em direção à mantícora com expressão determinada.
– As Caçadoras! – Annabeth gritou.
Ao meu lado, Thalia resmungou.
– Ah, maravilha.

- Eu acho que ela tem um problema com vocês. – Observou Castor.

- Ela tem, mas é comigo. – Falou Zöe. – Talvez o livro explique o por que.


Eu não tive chance de perguntar o que ela queria dizer. Uma das arqueiras mais velhas deu um passo à frente com seu arco na mão. Ela era alta e graciosa com pele em tom de cobre. Diferente das outras, ela tinha um tiara prateada entrelaçada no alto de seus longos cabelos negros, de forma que ela parecia um tipo de princesa persa.
– Permissão para matar, minha senhora?
Eu não podia ver com quem ela falava, porque ela mantinha os olhos na mantícora.
O monstro lamentou.
– Não é justo! Interferência direta! É contra as Leis Antigas.
– Não mesmo – outra garota disse. Essa era um pouco mais nova do que eu, talvez doze ou treze anos. Ela tinha cabelo castanho avermelhado preso atrás em um rabo de cavalo e olhos estranhos, amarelos prateados como a lua. Seu rosto era tão bonito que me tirou o fôlego, mas sua expressão era firme e perigosa. – A caça de todas as bestas selvagens está no meu âmbito. E você, criatura abominável, é uma besta selvagem. – Ela olhou para a garota mais velha com a tiara. – Zöe, permissão concedida.
A mantícora rugiu.
– Se não posso tê-los vivos, eu os terei mortos!
Ele investiu em mim e Thalia, sabendo que estávamos fracos e atordoados.

- NÃO. – Gritaram todos os campistas juntos.


– Não – Annabeth gritou, e investiu na direção do monstro.
– Para trás, meio-sangue! – disse a garota com a tiara. – Saia da linha de tiro!
Mas Annabeth saltou nas costas do monstro e perfurou sua juba com uma faca. A mantícora uivou, girou em círculos com seu rabo balançando enquanto Annabeth se segurava como se sua vida dependesse disso.
– Fogo! – Zöe ordenou.
– Não! – eu gritei.
Mas as Caçadoras fizeram suas flechas voarem. A primeira acertou o pescoço da mantícora. Outra acertou seu tórax. A mantícora cambaleou para trás, gemendo.
– Isso não é o fim, Caçadoras! Vocês pagarão por isso!
E antes que alguém pudesse reagir, o monstro, com Annabeth ainda nas suas costas, saltou do penhasco e caiu na escuridão.

- NÃO. – Gritaram os campistas novamente agora preocupados com a amiga.


– Annabeth! – gritei.
Eu comecei a correr na direção dela, mas nossos inimigos ainda tinham planos para nós. Houve um snap-snap-snap vindo do helicóptero – barulho de tiros. A maioria das Caçadoras se dispersou em pequenos buracos na neve a seus pés, mas a garota de cabelo castanho avermelhado apenas olhou calmamente para o helicóptero.
– Mortais – ela anunciou, – não têm o direito de testemunhar minha caçada.
Ela levantou a mão, e o helicóptero explodiu, sendo reduzido à poeira – não, não era poeira. O metal negro se dissolveu em um bando de pássaros – corvos, que se dispersaram na noite.
As Caçadoras vieram em nossa direção.
Aquela chamada Zöe parou assim que viu Thalia.
– Tu – ela disse com repugnância.
– Zöe Doce-Amarga. – A voz de Thalia tremeu de ódio. – Timing perfeito, como sempre.

- Cara, ela realmente não gosta de você. – Falou Travis.


Zöe examinou o resto de nós.
– Quatro meio-sangues e um sátiro, minha senhora.
– Sim – a garota mais nova disse. – Alguns dos campistas de Quíron, percebe-se.
– Annabeth! – gritei. – Você tem que nos deixar salvá-la!
A garota de cabelo castanho avermelhado virou-se na minha direção.
– Sinto muito, Percy Jackson, mas sua amiga está além de nossa ajuda.
Eu lutei para ficar de pé, mas duas garotas me impediram.
– Você não está em condições de se lançar de penhascos – disse a garota.
– Deixe-me ir! – insisti. – Quem você acha que é?

- Santa ignorância Percy. – Falou Valentina.


Zöe deu um passo à frente como se fosse me beijar.
– Não – a outra garota ordenou. – Não sinto desrespeito, Zöe. Ele é simplesmente distraído. Ele não entende.
A jovem garota olhou para mim, seus olhos mais frios e brilhantes que a lua no inverno.
– Eu sou Ártemis – ela disse. – Deusa da Caça.

- Terminou. – Anunciou Ares.

- Esse capitulo foi tenso. – Falou Hefesto recebendo acenos positivos de concordância.

- Espere que a Annie fique bem. – Disse Silena olhando para a amiga.

- Não se preocupem, eu ainda estou aqui. – Falou Annabeth meio nervosa.

- Muito bem, quem vai ser o próximo? – Perguntou Quiron.

- Eu. – Disse Ártermis pegando o livro e começando. – Capitulo três: Bianca Di Angelo faz uma escolha.



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