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História Sempre Amarei Você - Capítulo 11


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Notas do Autor


OIE MEUS AMORES! E chegamos ao final dessa maratonaaa... Espero que vocês tenham gostado! Eu adorei, bem que podíamos fazer alguma outra vez, né?!
Sem enrolação, boa leituraa!

Capítulo 11 - Capítulo 10 - Matteo


Assim que perco Luna de vista, percebo que meu coração partira junto a ela. Escuto Carlisle conversando com Bella e Dylan atrás de mim, no entanto não presto atenção. Meu foco está nas portas onde Luna passara. Serão só algumas semanas. Eu consigo sobreviver. Eu consigo.

Não consigo me lembrar de como chegamos em casa. Não lembro de sair do aeroporto e nem de dirigir até em casa. Sento-me na poltrona branca na sala de Carlisle. Estávamos todos lá. Emmett, Jasper, Alice, Dylan, Esme, Bella, Carlisle e eu. 

— O hospital aceitou minhas férias. — Carlisle fala, teclando rapidamente em seu celular. — Estamos prontos.

— Nosso voo é que horas? — Dylan pergunta. 

— As oito horas. — Bella responde por Carlisle.

— Alice, alguma visão nova? — pergunto me desencostando da poltrona.

— Por enquanto nada. — engulo um seco. 

— Nao se preocupe. Nós vamos destroçar alguns otários. — Emmett fala estalando seus dedos. Não duvido.

Jasper com seus poderes nublam toda a minha preocupação. Suspiro me sentindo um pouco mais aliviado. A tensão entre nós parecia que iria nos esmagar. Eu estava chegando a ficar zonzo de tanta preocupação. Murmuro um agradecimento a Jasper.

— Nós vamos resolver isso, filho. — Bella diz me dando um beijo na testa, me limito a concordar levemente com a cabeça.

— Estou cagado de medo. — Dylan fala tirando alguns risinhos. — Eu não posso perder a Luna.

— Nem eu, Dylan. — suspiro, pendendo a cabeça para o lado. — Nem eu.

— Jasper, Emmett e Alice podem ir. Esme, por favor vá com eles. — eles se retiram da sala para começar a pôr o plano em prática. 

— Matteo e Dylan. Será difícil nossa ida até a Amazônia. — Carlisle fala. — Lá, iremos nos encontrar com uma anciã, ela tem as respostas que estamos procurando. Obviamente para o povo não somos bem-vindos, no entanto, eles não irão fazer nada contra nós, afinal eles não podem.

— Como nós nos comunicaremos? — Dylan pergunta.

— Carlisle e eu sabemos falar português. — Bella responde. — Porém, vocês vão ter o translatear, que é um dispositivo que você coloca na orelha e traduz a língua para a que você entende.

Olho para o relógio cuco de Carlisle. Quatro horas e quarenta e cinco minutos. Jogo a cabeça para trás, fisicamente, me sinto forte como um cavalo. Mentalmente, estou destruído. Bella descansa sua mão em meu ombro. Ela melhor que ninguém sabe pelo o que estou passando. Carlisle nos libera minutos depois. Dylan e eu saímos da sala quietos. Cada um perdido em pensamentos. Meu celular toca, Edward brilhava na tela do meu celular.

— Pai?! — atendo rapidamente.

Errou! — a voz de Luna. Suspiro, sentindo-me melhor ao escutar o doce som de sua voz.

— Oi, amor. 

Não tenho muito tempo. Já, já vamos pegar o avião para o Panamá. Queria ter te ligado antes, mas Edward estava com o celular descarregado

— Tudo certo? 

Sim, sim. Seus filhos estão me deixando louca com os chutes na minha barriga. Acho que sabem que você não está com a gente. — ela comenta divertida.

— Fala para eles que papai logo, logo estará com vocês.

Pode deixar. — uma voz distante parece chamar a atenção de Luna. Ela resmunga algo de volta, contudo não consigo ouvir, pois ela provavelmente está com a boca longe do telefone. — Amor, preciso ir. Rosalie e Edward estão dizendo que precisamos embarcar.

— Eu te amo.

Eu amo mais. — diz encerrando a chamada.

Fico olhando para o celular que nem um abobado.

— Você tem que relaxar, Matteo. — Bella fala, tirando minha atenção do aparelho.

— Não consigo. — resmungo.

— Nada, nem ninguém vai conseguir encostar num fio de cabelo dela, filho. — diz, afagando meus cabelos. — Edward está cuidando dela. Assim como Rosalie e Nessie.

— Eu queria estar com ela.

— Iriam atrás do seu cheiro. Eles sabem que vocês estariam juntos. O melhor é vocês ficarem separados. 

— Edward e você também ficaram separados e não deu certo. — comento, lembrando-me de quando o tal James quase matou Bella.

— Foi culpa minha. Se eu tivesse esperado no aeroporto e ficado com sei pai, nada daquilo teria acontecido.

— Mas quando Victoria queria pegar você, Edward estava ao seu lado.

— E ela me achou. Quase matou seu pai. — seus ombros tensionam.

— Talvez, você esteja certa.

— Eu sempre estou certa. Ainda não aprendeu? — brinca, fazendo eu revirar os olhos. — Agora, vá ajudar os outros. Tenho que acalmar Dylan. Ele está nos nervos.

Caminho em direção ao Jeep monstruoso de Emmett. Ajudo Jasper a pôr as malas com as roupas de Luna e dos demais. Eles iriam espalhar o rastro dela pela a área do Denali, para enganar os Volturis. Alice, fingia ser Luna. De algum modo, com maquiagem, uma barriga falsa e peruca. Alice conseguiria se passar por ela. Eu ainda não acredito que eles estão arriscando a vida pela minha família. Volto para dentro de casa encontrando Bella e Dylan conversando. Eles parecem estar tranquilos enquanto eu estou completamente agitado.

Dylan e eu decidimos sair para caçar. Corremos floresta a dentro. A vista pelos meus olhos, passa rápido. Paro por um momento com Dylan atrás de mim sorrindo. Escuto batidas rápidas e forte. Leões da montanha. Voltamos a correr o mais silenciosamente possível. Havia três deles. Dois machos e uma fêmea. Olho para Dylan que esfrega as mãos sorrindo animadamente. Minhas presas ficam a postos. Conto até três e nós dois saltamos para os leões. Acabo com o meu rápido. Não tive muitos problemas, já Dylan pegara, pelo visto, o com gênio mais difícil. Até pensei em ajudá-lo e quando fui fazer, estava com os dentes na jugular do leão. Drenando seu sangue.

Voltamos para casa rindo um do outro. Dylan ficou irritado que pegou o mais difícil. Eu falei para ele ver como uma vitória. Mas, obviamente, zombei do jeito que tentara pegar ele por trás. Tem que atacar de frente. É o jeito mais fácil de colocar as presas em um leão da montanha. Entramos na casa, encontrando Bella e Carlisle. Juntos fomos para o carro e minha mãe dirigia tão rápido quando Edward. Em pouco tempo, estávamos no aeroporto, pronto para entrarmos no avião.


Desço do pequeno avião encarando o céu escuro. Finalmente, depois de horas e horas, chegamos na Amazônia. Dylan e eu colocamos os translatear desde a nossa parada em Porto Rico. Bella e Carlisle falavam fluentemente, quase pareciam ter espanhol e português como primeira língua. Dylan me empurra com um ombro, tirando-me de meus desvaneios. Ele aponta com a cabeça para Bella que nos esperava. Caminhamos junto a ela até um carro preto. Carlisle parecia olhar para um mapa holográfico. Durante os próximos dois dias, iríamos ficar no hotel. Pelo menos, até Carlisle conseguir achar um modo de entramos na floresta e tentar contactar com um dos povos.

Os dois últimos dias foram lerdos. Afinal, Edward me madara algumas mensagens. Eles pegaram o primeiro voo de Port Angeles para o aeroporto de Los Angeles. Em um curto período de tempo, eles iriam ficar no LAX para depois pegarem um avião para o Panamá. A conexão seria de dois dias. Por isso, foram para algum hotel. E somente depois desses dois dias, iriam para o Rio de Janeiro. Eles ficariam alguns dias pelo continente, para enfim irem para a Ilha. Se alguém os tivesse seguindo, logo se perderia. Luna e eu não conversamos desde a nossa última ligação a dois dias e meio. Edward somente me manda mensagens avisando de como está tudo por lá. As ligações são só para urgência. 

Dylan e eu estamos dividindo o quarto. Vimos pelo menos, uns dez jogos de futebol. Aqui esse esporte é motivo para festa. O tempo todo. É muito emocionante e nos entertemos bastante. No entanto agora, só quero sair desse quarto sufocante. Bella está hospedado no quarto da esquerda ao nosso. Carlisle no da direita. Eu não vi os dois, desde que chegamos.

— CHUTA PORRA! — Dylan grita vendo que jogador do time Internacional não chutava a bola ao gol. Perdera a oportunidade e um dos jogadores do time rival, Grêmio se eu não me engano, roubara a bola. Os dois times são do sul do Brasil e eu já ouvira que a rivalidade está entre as maiores do mundo. 

— Que cara idiota. — resmungo e vejo Dylan concordar.

— Era só ter chutado. — ele resmunga.

Alguém bate na porta. Eu me levanto rápido e a abro. Encontro Bella. Seus olhos intrigados mudam seu foco para Dylan e logo para mim. Nós dois estamos sem camisa. Espero que ela não pensei besteira. Ela abre um sorrisinho. Tarde de mais.

— Nem vou perguntar. — diz erguendo os braços rendida. — Está na hora. Vamos!

Sinto que levo um soco na barriga. Respiro fundo, entrando no quarto e arrumando tudo o mais rápido possível. Dylan faz o mesmo. Descemos dos quartos e encontramos Carlisle no hall. O dia já estava indo embora. Entramos no carro preto com vidros escuros que Carlisle alugara. Ele dirige por entre as ruas até chegarmos a um porto, afastado da cidade. Só havia um barco de madeira. Com um homem relativamente baixo nos esperando. Tem os cabelos longos, pretos e brilhosos. Vestia uma blusa branca e jeans surrados. Entramos no barco.Percebo que mesmo com o pouco de espaço que o homem tinha, ele por todo o percurso tentou sentar-se o mais longe possível. Ele liga o motor do barquinho e começa a locomover o transporte. 

A lua está cheia e ilumina todo o rio. A noite está perfeita. Quente, porém com um vento para tirar o calor excessivo. Há nas duas margens somente floresta. Luna adoraria estar por aqui. Depois de horas, o sol estava quase aparecendo, mexi-me desconfortável no banco. Carlisle coloca sua mão em meu ombro e balança sua cabeça. O homem já sabe. 

Quando o sol nasce, minha pele começa a brilhar. Forte desta vez. Afinal, minha dieta está baseada no sangue. Dylan olha para mim, começando a rosnar baixo de brincadeira. Eu faço o mesmo. Escutamos o coração do homem palpitar. Nós dois olhamos para trás ao mesmo tempo. Olho pelo canto de olho para Dylan. Rosnamos juntos para o homem que arregala os olhos.

— Parem de assustar o pobre homem. — Bella nos repreende. 

Dylan e eu caímos na risada. 

Finalmente o barco encosta numa margem. Descemos todos rapidamente. O homem se posta na nossa frente, pronto para nos guiar por dentro da floresta e a trilha que estava a nossa frente. Com o passo de tartaruga do homem, levamos duas horas caminhando. As árvores se curvavam na floresta não deixando que os raios de sol penetrassem a camada verde. Por isso, não estávamos mais brilhando. Em algumas partes do caminho, aparecia alguns buracos. Nada demais.

Assim que chegamos a pequena aldeia, todos pararam para nos olhar. Recebemos olhares hostis, não que eu me importasse com o que eles pensassem. Já as crianças, vieram de bom grado e com sorriso nos rostos, nos recepcionarem. Elas que deveriam estar assustadas, a não ser, que não sabem o quem somos. Somos levados até uma casa que pelo visto, acabara de ser montada para nossa estadia.

— Baba irá vê-los amanhã pela noite. — disse uma mulher, quando nos acomodamos. A frase se traduz quase que imediatamente que sua boca abra. — E ela pede para que vocês não cacem na nossa região.

— Nossa intenção não é essa. — Carlisle responde em português. A mulher o encara com nojo enquanto dá de ombro. Por fim, sai da cabana.

— Quem é Baba? — Dylan pergunta. 

— É a anciã da aldeia. — Carlisle fala se sentando num banco. — Ela irá nos ajudar. Sabe de coisas que mais ninguém sabe. Falei para vocês mais cedo.

— Por que eles se escondem aqui? — pergunto.

— Eles também são diferentes dos demais, Matteo. — Bella fala. — Eles, meio que são mágicos.

— Tipo Harry Potter? — Dylan pergunta e lhe acerto um tapa na sua cabeça.

— Não, cabeção. — falo. 

— Eles também protegem o sobrenatural. Para que fique escondido dos humanos. Não é só em Forks que existe, vampiros e lobisomens. Assim, como também não existe só essas espécies. — Carlisle completa.

O silêncio reina na cabana. Pego meu celular e bufo. A internet não pega aqui. Não tem nem sinal. Sendo assim, nada de como saber sobre os outros. Carlisle conversava com Alice e Esme. Não nos falou nada, o que quer dizer que o plano estava indo bem. A noite cai mais uma vez. Dylan e eu decidimos sair da casa. Caminhamos por entre as demais pessoas por aqui. Caminhamos até vermos uma fogueira. Quando nos aproximamos, havia uma senhora da meia idade. Seus cabelos negros iam até a metade de suas costas, tinha olhos azuis e conversava com as crianças a sua volta. 

— Sentem-se rapazes. — a mulher nos convida. Dylan e eu sentamos num tronco de árvore seco, que estava sem ninguém. — Sou Vanessa. Mas podem me chamar de Nessa.

Assistimos sem poder responder. Ela não entenderia.

— Vocês falam inglês, certo? — assentimos mais uma vez. — Uma pena que não sei falar essa língua. Porém, espero que aproveitem nosso momento de roda com os pequenos.

Até que foi divertido. As crianças dançavam e cantavam junto com Vanessa as músicas que ela cantava. Acompanhamos as músicas batendo as mãos no ritmo. As crianças pareceram gostar de nós e Vanessa nos disse que elas sabem que somos vampiros. Fiquei genuinamente surpreso, é claro, no entanto ela explicou que esse tipo de preconceito só existe nos adultos com mentes fechadas. A maior parte dos companheiros do povoado. Mas que as crianças, não viam maldade alguma.

Já se passava da meia-noite quando as crianças correram para suas casas. Nós continuamos a encarar as chamas laranjas do fogo. Vanessa ficará conosco. Ela parecia estar intrigada sobre nós.

— Vocês estão aqui para ver Baba, certo? — pergunta. Dylan assente.

— Estão com problemas? — balanço a cabeça.

— Baba irá ajudá-los. — diz por fim, levantando-se e saindo de seu lugar.

— Eu espero. — digo. Dylan olha para mim sorrindo de canto.

— Vamos sair dessa, cara.


Como combinado, pela noite, após o jantar da pequena aldeia. Fomos de encontro a Baba. Sua casa se encontra no meio da aldeia. Em nenhum minuto sequer, ficamos sozinhos. As pessoas aqui pareciam estar realmente assustadas com nossa presença. Caminhamos lentamente até a grande oca no meio da aldeia. Era construída com folhas de palmeiras secas e madeiras de outras árvores. Passamos pela porta, encontrando um lugar confortável. Com poltronas espalhadas pela sala e uma idosa sentada no meio da sala com um círculo de pedras a sua frente. Carlisle é o primeiro a se aproximar de Baba. Ela tinha cabelos brancos presos em uma trança comprida. Suas bochechas eram redondas e suas rugas pareciam ser como nos troncos de árvores. Únicas. Sentamos na frente da senhora em silêncio.

— Saiam. — sua voz rouca, manda. Arqueio a sobrancelha e escuto passos atrás saindo. Viro e vejo os homens que nos acompanharam, indo embora.

— Muito obrigada por nos encontrar hoje, Baba. — Carlisle agradece na língua da idosa. Baba abre um pequeno sorriso.

— Mas é claro, meu jovem. — ela fica em silêncio. Seus olhos estão quase fechados e seu coração bate lentamente. — Então, me contem, no que posso ajudar?

— Baba… — Bella se pronuncia pela primeira vez. — Meu filho, Matteo, relacionou-se com Luna enquanto ela era humana. Infelizmente, ela fora transformada de uma maneira horrível, no entanto ela está grávida. E pelo que sabemos, os bebês já estavam em formação quando ela era humana. — Baba arregala os olhos. Eram azuis claros.

— Eu não acredito! — ela diz, levantando-se. Ela pega, pelo que consigo ver, algumas folhas e duas pedras. 

— Não acredita em que? — Dylan, pergunta-me baixinho.

— Não sei, cara. — sussurro de volta.

Baba senta-se no chão. Com seu dedo indicador desenha o símbolo do infinito dentro do símbolo de pedras. Em cada círculo do infinito ela coloca uma folha. Ela põe alguns gravetos secos em cima do símbolo e enquanto recita palavras de alguma outra lingua. Ela pega as duas pedras e a coloca sobre a cabeça, raspando uma na outra até uma fagulha sair delas é iluminar os gravetos e folhas. Dylan e eu no assustamos, caindo para trás. Baba faz movimentos circulares sobre o fogo, fazendo o crescer cada vez mais, até suas chamas azuis estarem batendo quase no teto. Ela joga mais algumas folhas, resmungando palavras desconexas. O fogo gospe brasa e ela senta-se tremendo no chão.

— Desde o ano de 2080, os vampiros tiveram seus genes mutados. — Baba fala, porém sua voz engrossada dez vezes, e ela precisa estar possuída. — Nós, custodes superno, os chamamos de novam immortalem. Isto, porque agora tal espécie, que está em desenvolvimento desde o antepassado de Baba, poderá decidir de qual modo irão viver. Estes dois — Baba aponta para Dylan e eu. — são novam immortalem. E eles são o futuro da sua espécie dos frios. Consigo ver a alma deles e sem medo ou incerteza digo que não farão mal algum a nenhum dos humanos. Então, podem continuar a viver. Já, sua amada, deverá estar pronta para quando os bebês nascerem. Serão a ruína ou a prosperidade dos vampiros? Eles mudarão todo o futuro, e poderá causar a desordem ou a paz do seu mundo. Vocês tem que estar preparados para o que vier! E eu desejo toda a sorte.

As chamas do fogo azul cessam e Baba volta para o seu corpo com os olhos arregalados. Ela tremia dos pés da cabeça enquanto abria um sorriso enorme. Ela passa as mãos pelo cabelo bagunçado, voltando a respirar uniformemente.

— Eu não acredito que estou viva para presenciar isso. — ela diz feliz.

— Quem era que estava em você, Baba? — Bella pergunta receosa.

— Era meu avô, Fabian. As luas dos planetas vem se alinhando a anos. Em 2008, fora a última vez. E agora, após anos, seu mundo irá mudar de novo. — Bella e Carlisle se encaram mais uma vez. — Boy… — a idosa aponta para mim, falando em inglês.

— Eu? — ela assente. Levanto-me para sentar ao seu lado. Ela pega a minha mão, passando seu dedo indicador pelas linhas da palma da mão.

— Não tenha medo, garoto. Sua amada é forte. Se vocês seguirem o caminho em que estão, tudo dará certo! Mas preste atenção, terão sossego por um tempo, porém o caos se aproximará e o inimigo poderá ajudá-los. — ela vira-se olhando para Bella, Dylan e Carlisle. — Lembrem-se do que foi dito, não esqueçam das sinas e vocês vão passar por tudo. 

Engulo o seco. Nós estaremos prontos.


Notas Finais


Alguém ai sentiu saudades do Matteozinho?! Porque eu senti ksksks
Gente, eu to no chão!!!! E vocês? Nem sei o que dizer! Muita informação para processar! Vejo vocês agora só na sexta e nos comentários. Entãooo, muitos beijosss


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