História Sempre ao seu Lado (EMISON) - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Emily Fields, Hanna Marin, Jessica DiLaurentis, Mona Vardewaal, Noel Kahn, Paige McCullers, Personagens Originais
Tags Alison Dilaurentis, Emily Fields, Emison, Pretty Little Liar
Visualizações 83
Palavras 2.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Esporte, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal, tudo bem?
Bom, numa época eu escrevi essa fanfic, ainda era inesperiente e estava começando. Depois de muito tempo, resolvi voltar a escrever. Apesar de muitas razões para isso, a maior é o meu grande amor pela escrita. Quem sabe o que é ser apaixonado por algo, entende muito bem isso.

Espero que vocês gostem do REMAKE de "Sempre ao seu Lado".

Boa leitura!!!

Capítulo 1 - A proposta


Fanfic / Fanfiction Sempre ao seu Lado (EMISON) - Capítulo 1 - A proposta

Pov's Emily

 

 

 

O cheiro da pipoca amanteigada já esta alastrando toda sala. Minha mãe está preparando um lanche para assistirmos outro jogo da equipe do Miami Heat feminino. Era para estar ali, ligando o ataque, sendo uma ladra na defesa, dando passes precisos as minhas colegas, porém ao invés disto, estou sentada nessa maldita poltrona, acompanhando o desencaminhar de toda temporada.

 

Desde que eu e a Sam desfalcamos a equipe, por motivos diferentes, nunca mais o Miami Heat conseguiu brilhar e isso, traz a culpa. Sam foi para o Spurs depois de ter um desentendimento com o Byron, nosso treinador por duas temporadas.

 

Meu caso é indesejável, o temor de qualquer atleta profissional. Durante uma partida contra o Oklahoma machuquei o meu joelho. No início pensei que seria uma coisa fácil, aonde a determinação iria acelerar o processo de recuperação. Nunca estive tão enganada na minha vida, já são seis meses indo a vários especialistas e tendo o mesmo diagnóstico, o que está agitando a diretoria dos Heats. Para eles, eu não conseguirei ser a mesma, dar os mesmos saltos, ter tanta velociadade e apoio. Todos sempre acabam me aconselhando a aceitar à aposentadoria precoce e seguir outro caminho.

 

Seguir outro caminho? Qual caminho!? O basquete é a minha vida.

 

— As meninas parecem abatidas. — Meu pai diz, ajeitando a almofada nas minhas costas. — Está bom assim?

 

— Está pai, obrigada.

 

Observando as meninas, realmente é bem nítido o desânimo. Não é para menos, muito difícil irmos para as playoffs este ano. No começo da temporada, estava tudo dando certo, poderia apostar tudo na nossa equipe, mas hoje ela está completamente perdida dentro de quadra, perdendo os rebotes, as cestas de 3pt, a defesa aberta, o garrafão está indefeso.

 

— Filha, o Toby acabou de ligar. — Avisa minha mãe, entregando a bacia de pipoca quentinha. — Disse a ele, que você liga mais tarde.

 

— Tudo bem...

 

Dei um sorriso um tanto forçado, voltando os olhos para a tela. O jogo acabara de começar. A bola escorregava pelos dedos da Alice e Pietra não acertava os lançamentos de meia distância. Meus braços se mexem conforme os lances. Não consigo evitar os gritos, os pedidos, tal como se estivesse dentro de quadra comandando a equipe. Horrível, muito ruim essa invalidez! Acabei movendo tanto durante os reflexos entre o jogo, que senti o joelho, o que é uma grande idiotisse, já que nem fiquei em pé. Meu pai acabara chamando minha atenção, enquanto o olhar da minha mãe transparece o receio da minha reação, quanto a exigência dele.

 

O jogo acabou em mais uma derrota. Menos pontos para um milagre nas playoffs. Só mesmo um grande milagre, mas milagres não existem. Olha eu aqui, nessa poltrona ajustável de cinco mil dólares que meu pai comprou para o conforto de alguém que já foi rápida como um raio dentro de quadra! Milagre é algo que as pessoas insistem em acreditar, uma desculpa para fugirem da real situação de suas vidas. Só pessoas com pensamentos fracos acreditam no milagre, o que não é meu caso. Se for para acreditar, que seja em alguém capacitado.

 

— Emily, precisamos ir ao Marco pela manhã. — Meu pai relembra.

 

— No fundo o senhor também quer isso não é? Está querendo minha aposentadoria!

 

— Claro que não, filha! Eu só quero o melhor para você!

 

— O melhor? — Respirei profundamente, pegando as muletas ao lado. — Aposentar por invalidez na minha idade?

 

Ele não insistiu em continuar a nossa conversa, ficou calado enquanto saia para o meu quarto. A minha mãe fez menção de ajudar, porém desviei e fui sozinha até lá. Sentei na cama, olhando para o quadro que o Byron me deu na temporada passada, quando conquistamos o troféu do NBA feminino. Não há comparações plausíveis para a Emily dessa foto; uma pessoa capaz de sentir o mundo inteiro amando seu basquete, com a braçadeira mais desejada da equipe e pronta para sonhar com as olimpíadas.

 

Essa aqui, sentada na cama, busca sentido à esperança pro amanhã. Que deseja apesar de tudo, andar sem amuletas como apoio. Minha maior ambição é andar como antes, comparado as olimpíadas, percebo que estou cortando a distância da minha ambição com a tesoura do meu pessimismo.

 

Pov's Alison

 

Estou no carro da Spencer, ouvindo ela cantar sua música favorita. Ela não canta bem, mas é inegável que Spencer Hastings é de fato, a garota mais divertida desse carro. Spencer, Hanna e eu, estamos voltando de um parque de campismo depois do final-de-semana. Foi idéia da Hanna, ela é a mais aventureira e sempre gostou de desbravar pela natureza e conhecer lugares diferentes. Ela já nos meteu em muitas ciladas desde o ensino médio, quando nos conhecemos. Nós três somos aquilo que chamam de melhores amigas. Inseparáveis. Unidas. Pode parecer bobagem, mas ter elas é como ter pontes. Nossas personalidades diferentes, nos agraciam com oportunidades de sempre irmos além.

 

Hanna gosta de viajar e geografia, o que nos rende aventuras e um bom senso de direção. Spencer gosta de história e literatura inglesa, escreve lindamente e sempre nos proporciona ótimas estórias e contos durante nossas viagens. Eu gosto de exercícios e bom, meu preparo é o melhor, o que sempre colabora com as malas pesadas e fazer a fogueira. Isso mesmo, fazer a fogueira! Hanna insisti em acender uma quando vamos para o meio da natureza, porque segundo ela, da espiritualidade a razão de estarmos ali.

 

Estamos na universidade há dois anos e Hanna é a que está mais longe. Na época foi ruim a separação, mas nos prometemos no baile que independentemente de qualquer coisa, sempre estaríamos unidas. Embora essas promessas sejam normalmente diluidas durante o tempo, entre nós três isso se firmou. Nas férias, em alguns finais de semana, em festas como natal e ano novo, sempre estamos juntas.

 

Aproveitamos o quatro de julho para irmos a esse parque de campismo. Lá, relembramos muitas coisas e dividimos nossas experiências na universidade. Hanna no jornalismo, Spencer na literatura inglesa e eu na fisioterapia.

 

— É uma pena ter que ir novamente. — Hanna disse, enfiando o corpo entre os dois bancos. — Estudar é chato, mas no colégio conseguia ser melhor com vocês.

 

— Devo concordar. — Completa Spencer. — Não pensei que iria ser tão difícil.

 

— Já são dois anos meninas, logo acaba.

 

— Até lá, há tantas coisas que podem acontecer. — Spencer diz, dirigindo mais devagar. — Han, pode ir até a África fazer uma reportagem e decidir viver como os macacos. — Todas rimos com isso. — Alison pode conhecer um jogador gostosão contundido e casar com ele. — Rimos mais ainda. — E parando para analisar, eu posso cair nas estatísticas da tia com sete gatos e encalhada.

 

— Spen, você é linda, se você não encontrar um homem legal, eu mesma caso com você! — Hanna deu um beijo estalado na bochecha dela e voltou a encostar no carro.

 

— Estou focada nas minhas pesquisas e teorias, não creio que vou ter tempo para homens. Depois da separação dos meus pais, não vejo isso como uma possibilidade.

 

Quando estava no ensino médio, comecei a me interessar na ciência humana e me apaixonei. Comecei a estudar sobre atletas que perderam seu prestígio depois de graves contusões e acabei mergulhando nisso de cabeça. Criei um método de recuperação, contando com exercícios, bebidas, até mesmo a psicologia. Foi esse estudo e a pesquisa que me ajudaram a entrar na universidade, que acabou achando genial. Hoje, dou continuidade ao processo e testo em atletas do campus. Tem dado certo, nem mesmo as piores fraturas foram negativas. Claro que nem todos conseguiram voltar ao seu desenvolvimento anterior, mas grande parte sim.

 

O método que eu criei é uma probabilidade, tem mesmo quem o chame de esperança. Há oito meses, um jogador de basebol do campus teve uma fratura exposta na rótula do braço direito, todos acharam que ele nunca mais conseguiria dar uma boa tacada. Depois de um longo processo ele retornou e com calma, voltou a ser titular. Ganhei medalha de honra na universidade e tenho promessas de alguns clubes para trabalho, com ótimas propostas. Tudo era uma brincadeira, uma paixão, e hoje é uma promessa para o esporte mundial.

 

— O que vamos fazer? — Pergunta Spencer, voltando a acelerar.

 

— Vamos para casa. Amanhã tenho um vôo cedo. — Hanna respondeu.

 

Todas concordamos em ir direto para casa, também estou cansada e amanhã preciso ir até a universidade antes de voltar às aulas. Assim que chegamos no apartamento que compartilho com Spencer, Hanna jogou as coisas pelo caminho e abriu a geladeira procurando por comida. Não tem grandes coisas, não fizemos mercado na sexta-feira. Spencer foi para o quarto e eu ao banheiro. Peguei meu roupão pendurado depois de decidir tomar um banho. Ao terminar, vesti apenas o roupão e peguei meu celular para ligar. Chamei por três vezes mas minha mãe não atendeu, o que me preocupa.

 

Voltei para a cozinha, dando uma toalha limpa e um pijama para Hanna. Observei-a preparar um sanduíche muito estranho com queijo, pasta de amendoim e alface. Não é preciso ser muito inteligente para imaginar como isso vai parar no estômago dela. Risos. Hanna sempre teve essa gastronomia esquisita. Deu uma grande mordida depois de me oferecer, mastigando com muito prazer seu sanduíche esquisito. Ouço Spencer na chamada com o tio Peter e peço para perguntar por minha mãe. Fiquei mais tranquilidade ao saber que eles estão jogando cartas enquanto bebem vinho. Ela é fraca para bebidas, nem deve ter seu celular por perto e sequer faz idéia disso.

 

Fui até o armário superior e peguei cereais para mim, ainda perguntei se Spencer queria, sendo o favorito do café-da-manhã dela. Só não sei se é o o favorito às nove da noite. Preparei mesmo assim, acrescentando alguns pedaços de banana e o leite. Sentamos no sofá e ligamos a televisão para assistir o NBA feminino, porém o jogo já tinha terminado. Spencer adora basquete e aprendi a gostar com ela desde que passamos a dividir o mesmo teto.

 

— Isso aqui está muito bom! — Spencer fala, com sua boca cheia. — O que seria de mim sem você, Ali? Uma desnutrida.

 

Dei uma risada com seu comentário e comecei a comer também. Hanna levantou e foi para o banho. Perguntei a Spencer como estava seu pai, ficando feliz em saber que todos por lá estão bem. O tio Peter — como gosto de chamá-lo — é um grande amigo. Eu e Spencer somos amigas de infância, só depois no ensino médio conhecemos a Hanna. O tio Peter nos apoiou muito quando meu pai decidiu ir pro Canadá e nos deixar sozinhas em Rosewood. Foi um período ruim, mas minha mãe e eu superamos. Pelo menos quase isso. Grandes mulheres. Assim que o tio Peter nos chama.

 

— Estou exausta, preciso dormir. Na cama de quem vou roncar a noite toda!? — Pergunta Hanna, que coça sua cabeça e boceja.

 

— Dorme comigo, Han. — Pede Spencer, levantando do sofá rapidamente. — Vou arrumar a cama para você.

 

— Ótimo. Alison — ela me abraça, beijando meu rosto —, não esqueça que te amo.

 

Acariciei suas costas durante o abraço, prometendo nunca esquecer, olhando para Spencer ao mesmo tempo que nós observa com certa doçura no olhar. Por fim, Hanna se levantou e foi agarrada com Spencer para o quarto. Dei boa noite para elas, mas fiquei na sala assistindo o canal de notícias, que já está quase acabando também.

 

"— ... Ainda não sabemos se há possibilidade de ter Emily Fields na quadra outra vez, mas torcemos que sim."

 

Observei o pronunciamento do treinador dos Heats. Eles estão em saia justa depois de uma das jogadoras quebrar o joelho em dois lugares depois de um choque com a foward do Oklahoma. Fico pensando se quando ganhar reconhecimento nacional, terei a oportunidade de ajudar atletas com essa gravidade. Provavelmente ela deve estar muito triste com a temporada da equipe. Spencer disse que essa tal Emily era um grande diferencial dentro das quatro linhas e para ela falar isso, faço alguma ideia.

 

 

Pov's Emily

 

Estava saindo do carro para uma consulta com o Marco. O fisioterapeuta que está cuidando de mim aqui. Ao entrar em sua sala, encontrei o Toby com ele conversando baixo, num tom imperceptível. Quando notaram a minha presença começaram a sorrir para disfarçar o semblante desanimado de segundos antes. Toby veio em minha direção com um sorriso de mostrar os dentes, batendo a mão no meu ombro, tentando convencer que não vi o seu olhar transpassando preocupação para o Marco.

 

— Tenho uma boa notícia, minha estrela!

 

— Julgo ser boa.

 

— Insisto em dizer que é loucura. — Marco opinou. — Isso não é medicina, é esperar por um milagre! — Completou.

 

— O que está acontecendo? — Pergunto, tentando me encontrar na discussão deles. — Toby?

 

— Descobri em Boston uma garota que criou um método muito prestigiado pela universidade, que ajuda casos como o seu.

 

— Uma estudante de fisioterapia?

 

— É... — falha a voz. — Sim! Mas ela é boa, Emily. Tive ótimas referências!

 

— Você está querendo me afundar mais, Toby? Ou isso é uma brincadeira?

 

— O que temos a perder? Nada Emily!

 

— Emily escuta, eu sou o seu fisioterapeuta! Seu joelho está em recuperação lenta e se você tentar algo por causa de uma inesperiente, pode piorar! Você pode até não voltar a jogar, mas pode andar normalmente no futuro. Isso é arriscado e pode comprometer sua estrutura óssea da perna esquerda.

 

— Ou pode dar certo e você voltar para as quadras! Emily, encontramos uma esperança!

 

A razão é a fé discutem o que é melhor para mim, e o pior é ter que escolher entre elas qual caminho devo seguir.

 

Pov's Alison

 

Estou terminando de arrumar minha sala e escrever uma lista de coisas que preciso para continuar. Uma tabela para dar a tesouraria. Assim que encerrei, fui para lá e no caminho, acabei encontrando o diretor dando uma ronda com um rapaz bem apresentado de gravata e terno.

 

— Ali está ela!

 

Olhei para os lados para me certificar que o sujeito na exclamação, sou eu. Dei um sorriso largo para apresentar uma imagem simpática, vendo-os se aproximarem de mim com a mesma simpatia. O diretor apresentou o rapaz como Caleb Rivers, um preparador físico do Miami Heat. Eu fiquei estática quando ouvi a apresentação, tendo em seguida um aperto de mão firme.

 

— Olá senhorita Dilaurentis, grande satisfação estar aqui e poder conhecer mais sobre o seu método.

 

— Quer ir até minha sala? Está um pouco revirado por conta do feriado, mas posso lhe mostrar algumas coisas... O que acha?

 

— Por favor! — Apontou para frente e me seguiu até a sala. — Temos um atleta precisando de alguma coisa diferente.

 

— Você está falando da Emily, não é?

 

— Gosta de basquete? — Pergunta, pondo uma pasta preta na bancada.

 

— Minha amiga ama, aprendi com ela. Ontem vi a coletiva na CNN.

 

— Você conhece o caso dela? Acha que consegue? Estamos dispostos a por a sua disposição tudo que precisar e pagaremos bem por seu empenho.

 

Fiquei estupefata com a pergunta, ainda mais com o ele disse no final. Eu poderia me beliscar, só para ter certeza que não estou sonhando, mas não farei, ele pode achar que sou maluca. A minha felicidade posso imaginar que está estampada em meu rosto e além do mais, não sou boa em disfarçar as emoções.

 

— Digamos que entre dez casos, sete sempre é positivo.

 

— Setenta porcento é um ótimo número, Senhorita Dilaurentis.

 

Nunca alguém foi formal assim comigo, mas é divertido.

 

— Já entrei em acordo com o reitor, ele está disposto em liberar você por algum tempo. Você pode estudar à distância até lá e vir fazer aulas teóricas. Quer vir para Flórida comigo?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu poderia dar uma resposta sem sequer piscar para ele, isso vai além do que planejei para mim até hoje. Mas embora esse seja o meu sonho, essa decisão envolve outras pessoas. Não posso ser egoísta assim e preciso consultá-las antes, porque se fosse o contrário, também queria essa atitude delas. É uma oportunidade de ouro, uma chance única. A pergunta é: Eu aproveito ou não ela?


Notas Finais


Quero agradecer a quem leu e dizer que voltar a escrever Emison é uma coisa muito doce e inspiradora! Obrigada a cada um de vocês, que chegou no final do capítulo.

Beijos e até a próxima ❤.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...