História Sempre cabe mais um - Capítulo 1


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Categorias Os Heróis do Olimpo
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Palavras 2.892
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Fluffy, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente!

Sejam bons meninos e meninas e meninxs e não façam como eu que tem um monte de fanfic inacabada e posta one shot.

Um beijo na boca de vocês todos, espero que gostem, uma one aleatória e com final mais aleatório ainda para vocês.

Fotos pegas da internet, personagens não são meus.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Sempre cabe mais um - Capítulo 1 - Capítulo Único

Me sentei ao lado da Annabeth, vendo todos sentados juntos, exceto Leo, que havia morrido diante de nossos olhos algumas horas atrás. Depois de alguma organização de uma Annabeth e um Quíron gritando, conseguimos tomar conta e estabilizar todos os feridos, tanto gregos como romanos e havíamos finalmente nos sentado para jantar. Assim que pensei no que eu ia comer eu olhei para Annabeth com meus olhos arregalados. Ela me olhou:

-O que foi Cabeça de alga?

-Minha mãe.

-Está tudo bem, você pode ligar para ela.

-Não, eu preciso ir ver ela.

Imediatamente eu me levantei, ela se levantou em seguida me segurando pelo braço:

-Percy, calma, você precisa descansar.

-Annabeth, eu não vou conseguir descansar enquanto eu não for ver a minha mãe, tem meses que ela não tem notícia de mim, eu preciso ir lá, eu preciso abraçar ela

Imediatamente conforme eu falava eu comecei a chorar, ela fez que sim:

-Okay, me deixe avisar Quíron, vou com você, busque Blackjack, vai ser mais rápido.

-Okay, te encontro no topo da colina. - Eu rapidamente disse limpando meu rosto com a mão que ela não estava segurando.

Eu saí correndo para os estábulos, Blackjack nem perguntou nada, só mandou eu subir, perguntei se ele aguentava dois, ele riu:

-Consigo chefe, fica calmo. É um caminho curto.

Descemos na colina, Annabeth me esperava. Puxei ela para ela sentar na minha frente, com ambas as pernas para um lado. Ela sorriu de leve e deitou em meu ombro:

-Calma Percy, ela está bem e vai ficar tudo bem.

-Mas não ficou, durante meses.

-Eu sei. Pelo menos você está vivo.

-Ela não sabe disso.

-Você entendeu o que eu quis dizer. - Annabeth sempre aguentava meu drama, principalmente em se tratando da minha mãe, mas as vezes ela se irritava um pouco

-Sim, eu sei Sabidinha. Obrigado por ir comigo.

-Eu não vou te deixar sozinho.

-Nunca mais.

Apertei ela no abraço. Depois de cerca de 20 minutos Blackjack pousava no terraço. Descemos as escadas, eu tirei minha chave do bolso e abri a porta. Entrei e minha mãe estava na cozinha, com seu usual avental. Ela se virou, Paul, que lia o jornal abaixou ele em cima da mesa, incrédulo. Eu abri um sorriso de leve, chorando novamente. Ela correu até mim, me abraçando. Eu apertei ela:

-Mãe… Me desculpa… Me desculpa mesmo… Eu não tive a intenção…

Eu senti ela soluçar, eu apertei ela mais forte, Annabeth sentou no sofá sorrindo de leve para mim, eu sorri de volta. Minha mãe me olhou nos olhos, segurando meu rosto:

-Você está mais alto. Como você está? Está tudo bem? O que aconteceu, porque tanto tempo?

-Mãe…

Flashes do Tártaro rapidamente vieram em minha cabeça, eu suspirei:

-Vamos falar sobre isso depois okay?

Ela rapidamente se afastou, entendendo que eu estava desviando do assunto:

-Perseu Jackson, o que foi que aconteceu?

Annabeth se levantou:

-Sally, está tudo bem agora, só que é… muito delicado.

A voz calma de Annabeth pareceu acalmar a minha mãe. Ela suspirou:

-Okay, já vi que não irei tirar nada de vocês agora. Estão com fome? Chegaram bem na hora do jantar.

Annabeth: Sim, estamos, Percy fez questão de correr para ver você na primeira oportunidade que teve.

Ela sorriu, passando a mão na minha bochecha:

-Então venham, Paul, coloque mais dois pratos na mesa para mim por favor.

De repente, um choro de criança. Eu franzi a testa, Paul suspirou:

-Vou lá olhar ela.

Olhei para minha mãe:

-Ela?

Minha mãe pegou a ponta do avental, torcendo, olhando para baixo, nervosa. Eu franzi a testa:

-Mãe?

-Você tem uma irmã filho. Você ficou muito tempo longe.

-Quanto tempo..

-Ela tem 5 meses só. Quase 5 meses na verdade. Eu descobri logo depois que você desapareceu, eu já estava com quase 2 meses.

Olhei para Annabeth:

-Você sabia?

Ela fez que sim devagar, complementando:

-Eu queria que a sua mãe te contasse. Ela merecia te contar.

Paul apareceu com um pequeno bebê. Eu sorri, ela me olhou curiosa. Eu me aproximei e a peguei. Ela tocou meu rosto, eu me abaixei de leve, dando um beijo na bochecha dela, ela gargalhou. Minha mãe sorriu:

-Ela gosta de você.

Eu sorri:

-Ela é linda… Qual o nome dela?

Paul: Estelle. Às vezes chamamos ela de Estrela.

Percy olhou para ela e os olhos eram azuis. Não como os dele que pareciam o mar, mais claros. Ele sorriu:

-E o jantar?

Annabeth: Desiste, ele não vai largar dessa criança.

-Não vou mesmo.

Sally: Vocês não tomaram banho. Annabeth querida, tem roupas suas aqui na primeira gaveta da cômoda do Percy, eu ainda não terminei o jantar, banho para os dois. Annabeth, pode usar o banheiro do meu quarto.

Annabeth riu e Paul tirou Estelle do meu colo, que fez carinha feia, Sally riu:

-Ela já é apaixonada no irmão, não é possível. Anda, banho, os dois.

 

 

Depois de um banho bem tomado, jantamos. Assim que terminamos, eu e Annabeth lavávamos a louça, minha mãe dando de mamar para Estelle. Eu jogava água na Annabeth, que secava a louça, além de estar me batendo com o pano de prato. Eu ria e ela também, puxei ela para perto e lhe dei um beijo, ela encostou a testa na minha:

-Eu amo você.

-Eu também te amo.


 

Assim que minha mãe colocou Estelle para dormir, ela veio e sentou de frente para gente. Eu suspirei e comecei, contei tudo, desde o início, desde acordar sem memória, conhecer Lupa, até encontrar o Júpiter, a missão com Frank e Hazel, recuperar a memória, encontrar Annie e todo o resto. Ela não teve reação até o final da história, mesmo quando falei do Tártaro ela não falou nada. Assim que terminei eu vi que Annie chorava. O começo da história nem ela sabia, não havíamos tido exatamente grandes oportunidades de conversar sobre o assunto. Eu também chorava. Annie se levantou e sentou na poltrona que eu estava, me abraçando. Apertei ela, que apenas deitou no meu ombro e chorou. Minha mãe suspirou:

-Vocês passaram por tanta coisa… Eu não… Não consigo processar tudo.

Annie limpou o rosto:

-Nem a gente Sally. Tudo foi muito rápido e inconstante. Porém conseguimos.

Annie estendeu a mão para minha mãe, que pegou. Eu sorri de leve e coloquei minha mão por cima:

-Está tudo bem agora, estamos juntos. Não se preocupe com a gente mãe.


 

Acabamos ficando. Acordei cedo e comecei a fazer o café, Annie adorava panquecas, então peguei um dos livros de receitas da minha mãe e comecei a fazer. Eu não era um mestre na cozinha, mas eu me virava, minha mãe sempre trabalhou muito e em casos de necessidade, a gente sempre se vira. Não demorou muito para minha mãe entrar na cozinha com Estelle e sorrir:

-Panquecas?

-Sim, Annie adora elas com gotas de chocolate. Tem alguma?

-Tem sim.

Ela mostrou no topo, eu peguei e joguei na panqueca, virando assim que a panqueca absorveu as gotas. Assim que virei eu ouvi um soluço baixo. Eu desliguei o fogo e voltei para o quarto, Annie estava sentada chorando. Eu me sentei ao seu lado e abracei ela. Ela chorou no meu ombro por alguns minutos, me olhou:

-Desculpa…

-Me desculpa, eu não devia ter saído da cama.

 

Desde o Tártaro eu e Annie não conseguíamos dormir separados. Sempre tínhamos pesadelos e só o outro acalmava. Uma vez Piper tentou acalmar ela, não deu certo, ela veio bater no meu quarto. Annie se soltou de mim:

-Que horas são?

-Quase 8, um pouco cedo. Eu estava fazendo panquecas. Quer? Antes de me contar o que aconteceu no sonho?

-O de sempre… Não quero lembrar.

-Tudo bem. - Apertei um pouco mais a minha mão que estava no ombro dela, ela sorriu triste, apenas para me passar a mensagem de que estava tudo bem. 

-Porém quero panquecas.

-Vamos então.

Segurei sua mão e nos levantamos, indo para a cozinha. Minha mãe não falou nada. Annie me olhou:

-Tem um dracma?

-Na minha mochila provavelmente. Mensagem de Íris com seu pai?

-Sim. Talvez eu vá visitar ele quando formos no Júpiter a próxima vez. Iria comigo?

Ela abriu a minha mochila, eu ri:

-Bolso da frente. E sim, eu iria com você, claro.

Ela logo achou uma e foi para o banheiro, onde tinha água. Ela já sabia que aqui em casa batia luz no banheiro de manhã, então dava para fazer mensagem de Íris, mas só nesse horário. Eu continuei com as panquecas, minha mãe me olhou:

-Está realmente tudo bem com vocês dois?

-Sim mãe. Os mesmos pesadelos de sempre. Apenas... pesadelos diferentes.

-E com mais frequência pelo visto.

-De certa forma, sim. Vai passar, não precisa se preocupar. A gente tem que voltar para o Meio Sangue, temos muitos feridos para lidar, sem contar que eu saí correndo assim que lembrei de você, meus amigos devem estar preocupados.

-Por que não os chama para um jantar aqui hoje, eu e você vamos no mercado e Annabeth vai lá buscar eles.

-Não vai caber todos aqui.

-Ah querido, você sabe que sempre cabe, a sala é grande.

-Somos... 9, contando Annabeth e eu.

Annabeth entrou na sala:

-9 quem?

-Todos nós, mamãe quer fazer um jantar aqui.

-Que 9?

-Nós 7, mais Nico e Reyna.

-Nós 6.

Nisso eu lembrei que Leo havia morrido. Ela percebeu que eu não havia lembrado, me abraçou por trás:

-Está tudo bem Cabeça de Alga. Ele vai para o Elísio.

-Eu sei… Ele merecia mais.

-Todos mereciam. Infelizmente não conseguimos controlar. E acho que vai ser legal o jantar, podemos fazer no terraço, se eu pedir para Argos trazer a gente posso trazer as mesas do Meio Sangue, a gente ajeita, coloca toalhas e tudo mais.

Sally: Uma ótima ideia, viu filho, sempre cabe todo mundo. Aqui é igual coração de mãe, sempre cabe mais um.

A gente riu, Paul apareceu com o pijama dele habitual, eu ri do cabelo dele todo bagunçado, ele sorriu:

-Bom dia.

Sally: Falei para o Percy chamar os amigos semideuses dele que iremos fazer um jantar para eles.

Paul: Ótima ideia.

Eu ri:

-Panqueca?

-Por favor.

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Antes de irmos comprar tudo para 11 pessoas, eu fui perguntar para todos se eles queriam. Jason foi o primeiro que franziu a testa:

-Um jantar?

Annie: A mãe do Percy é um anjo, ela sempre tomou conta de mim como se fosse minha mãe e ela sabe pelo o que todos nós passamos, ela quer fazer um jantar para agradecer a gente, e para nos distrair, de tudo.

Piper: Agradecer por que?

-Por salvar o mundo e por não deixarem que eu morresse. Afinal somos uma equipe. - Eu respondi rapidamente

Nico: Não precisa cara.

Eu revirei os olhos:

-Gente, vamos, vai ser ótimo, sem contar que meu aniversário é semana que vem e vai ser ótimo comemorar com todo mundo antes de começarmos todos os afazeres com os dois acampamentos. Sair daqui, poder respirar um pouco.

Hazel: Eu topo. Eu e Frank achamos que vai ser legal. Tem tempo que eu não saio desse clima de semideus, eu acho que vai ser legal sair disso por algumas horas. Pelo menos fingir que somos normais, com amigos.

Piper: Se for esse o propósito… Eu topo também.

Jason: Pode ser.

Nico: Eu já disse que não.

Eu cutuquei ele:

-Vamos Nico, por favor.

Ele me olhou, eu sorri de leve, ele revirou os olhos:

-Okay...

Reyna: Quem sou eu para contrariar a maioria.

Eu olhei para Annabeth que sorriu de volta para mim, eu sorri:

-Okay, eu vou para casa ajudar a minha mãe a comprar tudo e cozinhar, Annabeth vai levar vocês as 18, mesmo horário do jantar aqui no Meio Sangue. Annie, não esquece as mesas.

Ela ria da minha animação, eu revirei os olhos, me aproximei, dei um selinho nela:

-Eu te amo.

-Te amo. Te vejo mais tarde.

-Te vejo mais tarde.

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Eles chegaram, eu sorri quando todos entraram, Annabeth me olhou:

-Deixei as mesas lá em cima.

Eu sorri:

-Okay, antes de subirmos com tudo, essa é a minha mãe Sally, meu padrasto Paul e minha pequena irmãzinha Estelle. Mãe, esses são Jason, Piper, Hazel, Frank, Nico e Reyna. - Eu apontei para cada um enquanto eu falava. Ela sorriu abertamente:

-Muito obrigada por virem. Eu fico muito felizes que estejam aqui e eu espero realmente que se divirtam.

Fomos todos lá para cima, assim que começamos a comer eu percebi que três polos se formaram. Jason, Paul e Frank começaram a conversar, enquanto minha mãe, Annabeth, Piper e Hazel conversavam, e Reyna e Nico conversavam entre si. Eu sorri vendo Piper e minha mãe na maior animação, assim como Frank e Paul, que falavam sobre filmes. Estávamos todos nos divertindo, até que Estelle, que estava no meu colo, cutucou Nico que estava do meu lado. Nico olhou para ela, que estendeu os braços para ele, ele franziu a testa, eu sorri:

-Ela quer que você pegue ela.

Ele me olhou incrédulo:

-Não sei pegar uma criança.

Eu gargalhei:

-Chega a cadeira para trás.

Ele chegou um pouco, eu coloquei ela sentada de frente para ele:

-Segura nas costas dela.

Ele segurou. Eu sorri:

-Pronto. Está segurando. É um bicho de sete cabeças?

-Não.

-Faz alguma careta para ela.

-Por que?

-Faz.

Ele pensou durante alguns segundos e ficou vesgo, dando língua, Estelle automaticamente gargalhou, ele abriu um sorriso de leve vendo a pequena gargalhar. Eu sorri:

-Viu, você fez ela rir. Ela adora caretas, e sente cócegas no pescoço. Brinca com ela um pouco.

Ele sorriu e ficou fazendo ela rir, ela gargalhava a cada careta diferente que ele fazia. De repente todos ficaram quietos, vendo Nico fazer caretas, ele demorou a perceber que todos estavam olhando para ele, quando percebeu, corou violentamente:

-O que foi?

Annabeth: Eu acho que nunca te vi sorrir.

Jason: Eu também nunca vi.

Eu sorri e coloquei a mão nas costas dele:

-A última vez que vi você sorrir foi quando ela estava viva.

Ele mordeu o lábio de leve, muitos não sabiam dessa história:

-Sim, tem bastante tempo, acho que nem eu lembro a última vez.

Eu sorri de leve:

-Eu quero que sempre saiba que somos a sua família… Eu não pude proteger a sua irmã, mas estou aqui se precisar. Por mais que você tenha salvado a minha vida, mais vezes do que consigo contar.

Ele sorriu de leve:

-Obrigado, mas ainda penso em voltar para o Mundo Inferior.

Reyna: Eu acho que devia ficar no Meio Sangue. Pelo menos eu saberei que ficará bem.

Piper: Sim, fica Nico, a gente te ama.

Jason: Fica Nico. Por favor.

Hazel: Eu prometo que te visito com frequência.

Nico revirou os olhos:

-Okay, vocês me convenceram.

Todos gritaram em alegria, Estelle se assustou e começou a chorar. Nico abraçou ela, ela deitou no ombro dele:

-Vocês assustaram ela!

Ele estava realmente bravo, eu gargalhei:

-Alguém gostou de brincar com a pequena.

Nico ficou vermelho:

-Ela é fofa.

Eu ri e ouvi minha mãe falar:

-Ela está com sono, se você segurar ela assim daqui a pouco ela dorme.

Nico sorriu:

-Okay, tem problema se eu ficar com ela no colo?

Sally: Absolutamente, eu to adorando.

Ele sorriu:

-Okay.

Nisso minha mãe levantou:

-Okay, aproveitar que todos pararam. Eu queria muito agradecer todos vocês por trazerem meu filho vivo. E eu queria avisar que eu sou mãe do Percy, mas coração de mãe sempre cabe mais um. Se vocês precisarem de uma mãe para desabafar eu sempre estarei aqui. Vocês já sabem aonde eu moro, eu estou sempre em casa já que eu escrevo novelas e cuido de uma bebê de 5 meses. Também aceito mensagem de Íris. E no Natal, podem vir também, estão todos convidados e não precisa trazer presente.

Eu sorri:

-Ela está falando sério, por mais que não pareça. Annabeth as vezes vem aqui em casa sem mim e fica com a minha mãe.

Annabeth: É verdade, a gente às vezes sai para fazer coisas juntas e quando Percy desapareceu eu vinha aqui toda semana praticamente. Ela sempre me tratou como filha, desde que conheci ela, eu e Percy nem namorávamos ainda, eu tinha 13 anos, Percy tinha acabado de entrar no acampamento no ano anterior e me chamou para passar as férias com ele. Eu cheguei e Percy estava no banho, eu lembro como se fosse hoje. Ela me abraçou forte como se eu fosse filha dela falando Annabeth anjinho, entra, Percy está atrasado como sempre. Eu nunca tinha tido uma viagem em família tão boa na vida. Passamos a ter sempre. Eu passo mais tempo aqui do que na casa do meu pai no geral.

Annabeth se levantou e abraçou minha mãe, eu sorri, tudo o que Annabeth contou eu já sabia. Todos se levantaram e um por um abraçaram a minha mãe, Nico também, ainda segurando Estelle. Minha mãe viu minha irmã dormindo:

-Vem Nico, vou te levar ela para colocar ela na cama. Crianças já está tarde, vocês têm que voltar para o acampamento. Percy, não esqueça os Cookies.

Annie: Cookies azuis!

Eu sorri:

-Sim, temos cookies azuis para todos.


 

Antes de irmos embora, minha mãe me abraçou e sussurrou no meu ouvido:

-Traz Nico aqui mais vezes.

Eu sorri:

-Claro, vou trazer sim.

 


Notas Finais


Eu amei fazer o Nico cuidando da Estelle, ele é um fofo e merece mais! Espero que tenham gostado, se não quiserem comentar, pelo menos favoritem, mas críticas construtivas são legais, um beijo!


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