História SEMPRE FOI AMOR - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Tags Farosella
Visualizações 64
Palavras 1.109
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Manas me perdoem por demorar tanto pra att, mas vou tentar att sempre q puder...

Capítulo 4 - Perdão?


Perdão!

Uma coisa bem difícil de se fazer é dar o perdão, talvez eu expliquei além da conta e vocês possam até brigar comigo mas isso é uma das coisas mais difíceis de se fazer na vida, e eu tenho certeza que na maioria das vezes as pessoas falam da boca pra fora, você pode até falar que não mas é verdade em alguma vez da sua vida você falou "eu te perdoo" só da boca para fora mas, lá no fundo, lá no fundinho mesm, você sabe que aquela ferida ainda tá aberta. Será que eu caso desse casal?

_________________________________________

Para Henrique ter Paola novamente tão perto, mas tão perto dele mas, ao mesmo tempo tão longe era... Era difícil explicar. Naquela manhã o céu amanheceu chuvoso, parecia triste, parecia que ele tava sentindo a dor de Henrique por saber que o amor da sua vida estava ali e que a qualquer momento poderia passar pela porta e simplesmente ir embora sem dar satisfação, porque como ela dizia, ela não era mais dele, bem isso ela pensava mas não era mesmo que seu corpo dizia. 

Ele estava sentado em um de seus sofás na sala olhando pro nada  mais pensando em tudo, tudo  o que ele  foi idiota  de fazer e que lhe foi como consequência perde-la. Paola se encontrava no quarto, estava prestes a acordar, e assim aconteceu ela acordou e foi guiada pelo cheirinho de café, de um café que ela não sentia o cheiro a muito tempo. Então ela caminha até a cozinha, mesmo não conhecendo o pequeno e aconchegante apartamento, foi guiada pelo seus instintos.

- Paola! - foi chamada a atenção por uma voz grave que a fez estremecer - Você acordou bem? Procura alguma coisa? - ele perguntava.

- Henrique! - diz surpresa - Henrique... Como pode, como se limitou a me trazer para cá? - ela o questionava a todo momento. E a casa frase dita ela ia se exaltando.

- Olha Paola, acalme-se irei te explicar melhor, mais agora se acalme - ele pedia e ela o fez, mesmo com o passar desse tempo, aquela voz ainda conseguia acalma-la.

- Ok - respondeu.

- Bom - puxou uma cadeira para que ela sentasse, mas a mesma demonstrou resistência, porém após ele revirar os olhos não êxitou em nenhum momento se quer, então ele começa a explicar - Ontem a noite você se lembra... - ele foi lhe explicando e ela assentia e de relembrava da noite passada - Então foi isso - ela fez uma cara de quem não quer nada e disse.

- Henrique olha pra mim - pediu - Você acha realmente que eu sou trouxa pra acreditar nisso? - indagava já exaltada. Ela se levantou e foi em direção ao sofá - Você quer que eu acredite que ontem eu estava alterada e que ia pra cama com um cara é que você me salvou dele? - 

- Claro, foi isso que aconteceu Paola, poha porque eu mentiria para você céloko - ele fala gesticulando as mãos e logo é surpreso por ela. Do na da lá começa a estapear seu peitoral.

- Primeiramente - suspira por ter perdido tanto fôlego o estapendo - Eu não sou seus amiguinhos pra você falar poha, segundamente, que eu tenho mil e motivos pra você mentir pra mim, afinal porque não mentiria mais uma vez Henrique? - questiona.

- Porque eu te amo - fala ele é novamente ela volta a estapea-lo, só que dessa vez Henrique a pegou pelos pulsos e a puxou para mais perto de si colocando-a a um centímetro de distância de si, ela ainda mostra resistência então ele a vira e a jogo sem tanta brutalidade encima do sofá e se põe encima dela.

- Para de mentir - fala num sussurro já não resistindo a ele.

- Eu não tô mentindo... Porra acredita em mim caralho - fala ele.

- Não xingue - diz.

- Eu sei que eu vacilei mais olha - tenta levantar o olhar dela - Eu me arrependi, me arrependi profundamente você também nunca me deu nenhuma chance de explicar o que realmente aconteceu -

- Aaaah Henrique vai me dizer que a culpa agora é minha? - debocha, tentando disfarçar o quão difícil estava ela resistir naquele situação.

- Não - respira fundo - A culpa não foi sua nunca foi, a culpa foi minha por ter sido um babaca e não saber a dar valor enquanto eu tinha - finaliza num tom triste. Posso dizer que Paola até chegou a acreditar nas tais palavras - Me perdoa? - fala esperançoso.

- Sai de cima de mim por favor - pediu e ele saiu - Obrigada por ter me ajudado, mas agora eu tenho que ir - fala e ia se retirar.

- E suas roupas, vai ir com a minha blusa? - assim que Paola percebeu que estava com a blusa delw se lembrou o quão felizes eles eram e que todas as vezes que ela ia até a casa dele, ela pegava um blusa dele para vestir

- Não... Não eu vou trocar - foi se trocar e rapidamente voltou a sala - Obrigada por me ajudar ontem - fala ela. Parece que estava caindo em si e percebendo que era verdade as palavras dele.

- Eu te perdoo Henrique - dito isso ela saiu do apartamento e um sorriso de orelha a orelha brotou nos lábios dele.

- Eu vou te ter de volta Argentina ó se vou -

________________________________________

Uma semana havia se passado desde o ocorrido. E na mente de Paola só pensava nisso, Perdôo ou não Perdôo. Será que ela deveria perdoar e dar uma segunda chance ao amor, porque sim mesmo que ela não assumisse Henrique Aranha Fogaça era seu único amor, ela podia negar para quem quisesse mas não para ela mesma. Segunda-feira primeiro dia de aula de ambos, Paola se encontrava bem nervosa e Henrique não estava diferente. Porém foi só seus olhares se cruzarem que a calmaria os preencheram. 

- Hola - disse Paola - Preparado professor? - 

- Claro professora, e a senhora - 

- Senhora? - ironizou - Sério isso? - debochou e ele caminhou mais próximo dela.

Ele chegou próximo de seu ouvido mordeu o módulo de sua orelha e disse - Se a senhora não é mais minha agora será uma senhora - lhe deu um beijo na bochecha próximo aos lábios e sai.

O barulho do sinal indicando que as aulas começariam soou e assim foram casa um em direção a sua sala, mas antes Paola disse.

- Deus me ajude se não eu não resisto aos encantos desse homem senhor, se ele soubesse que eu já havia lhe perdoado a tanto tempo - falou ela c um aperto no coração.



Notas Finais


Só mais um coisa essa fic será bem pequena táh tipo de poucos capítulos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...