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História Sempre irei lembrar de ti - Lukanette - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá gente tudo bem com vocês? Espero que estejam bem.
Vim aqui com essa história que tive como inspiração uma one shot da @_LOYE_ sobre o Jisung.
Espero que gostem e me desculpem qualquer coisa.

Capítulo 1 - Amizade que nunca irei esquecer


Marinette uma garota normal com seus próprios problemas. Esses quais sempre a atormentava de noite, fazendo a mesma se sentir uma inútil sempre. Até que um dia esses problemas que nada mas era que seus próprios pensamentos a colocaram tão para baixo que a mesma tentou suicídio. Seu digamos anjo da guarda, seu melhor amigo Adrien quando recebeu uma mensagem da mesma que dizia simplesmente ela estava se desculpando por tudo, por não ter dado o seu melhor, por não ter sido uma boa amiga e que não estava mais aguentando tudo isso e que o mesmo fosse feliz. Ele simplesmente entendeu que aquilo parecia uma despedida. Assim que percebeu o que a garota ia fazer, foi imediatamente atrás dela e foi sorte ter achado a mestiça quase preste a pular da ponte.

A mesma depois do ocorrido conversou com seus pais sobre o que estava acontecendo, como estava se sentindo. Começou a frequentar uma psicóloga para tentar ajudar a si própria. Mas em um dia normal os pensamentos vieram a tona de novo dominando a mesma, pensamentos tais que eram sempre sobre ela se sentir inútil, sobre ter só um amigo em toda a sua vida, como todas as coisas em sua casa sempre acontece com ela, deixando a mesma péssima intelectualmente. E com esses pensamentos dominando a si, e com a vista embaçada por causa das lágrimas nem percebeu quando saiu correndo de sua casa. Sua rua era umas das mais movimentadas, e quando caiu em si foi tarde demais, a mesma tinha sido atropelada.

Fora levada ao hospital ainda consciente, sofreu algumas lesões que podiam ser bastante graves e ia passar por exames e ficar em observação. Quando saiu o resultado dos exames, foi uma das piores notícias a se receber Marinette poderia perder os movimentos das pernas. A mesma teria de ficar no hospital por mais dias, para exames diários.

Foi mandada para um quarto, dispensou a companhia de seus pais e de seu melhor amigo vulgo Adrien.

Quando reparou no lugar viu que dividia o quarto com um garoto. Um garoto de cabelos azul, e ela tinha de admitir que ele era simplesmente bonito. Pensou em falar com o mesmo mas preferiu não incomodar o mesmo.

Já tinha se passado uma semana, e os dois em si não trocaram uma palavra sequer. Mari sempre ficava entediada, ainda mais ficar olhando para uma parede o tempo todo, simplesmente pensou que o garoto tinha sorte de ter ficado com o lado da janela. Ficou vidrada em meios aos seus pensamentos que nem percebeu quando o garoto Blue a chamou.

— Ei garota, por qual motivo ainda está aqui?

— Eu estou pois preciso fazer exames.

— Entendo. Boa sorte. Ah me chamo Luka e você se chama?

— Meu chamo Marinette um prazer conhecê-lo.

— O prazer é todo meu princesa.

— Você tem sorte de ter ficado do lado da janela. Como é vista daí? - Simplesmente perguntou para Luka, quem sabe não poderia virar seu amigo até.

— A vista é maravilhosa. Aqui perto tem uma praça muito linda, a sua central é formada por rosas vermelhas formando um relógio, além de ter vários tipos de flores espalhado pela praça. Tem várias pessoas se divertindo. — O mesmo a responde todo animado.

— Posso até imaginar o quão lindo deve ser.

Assim ficaram o dia conversando e aliviando o tédio que existia ali.

No dia seguinte, Mari acorda já mais animada do que o costume.

As enfermeiras trouxeram seu café da manhã como era de costume e tinha mais exames de rotina.

Ficou fora do quarto quase o dia todo fazendo exames e mais exames.

— Você parece cansada?

— O dia foi corrido com exames atrás de exames.

— Eles devem estar melhor que a gente. - Fala olhando pela janela.

— O que você vê?

— Vejo um grupo de amigos reunidos em rodinhas tocando alguns instrumentos, além de vários casais espalhados por aí. Sabe sempre quis tocar algum instrumento como minha mãe e minha irmã.

— Deve ser legal ter muitos amigos. Então qual instrumento você tem vontade de aprender a tocar?

— Tenho vontade de aprender a tocar guitarra, eu simplesmente amo esse instrumento mesmo sabendo não tocar, estranho isso né.

Já haviam se passado um mês e meio que estava ali. Quando desse seus pais e Adrien iam a visitar mas sempre a visita era no consultório ou por ali perto da área de alimentação. Sua amizade com Luka foi crescendo cada dia mais, além de que a mestiça estava criando sentimentos pelo mesmo.

Luka chama um enfermeiro para ajudar a colocar o mesmo na cama de Mari, para ficar mais perto da mesma.

— Mari, já falei que você é muito bonita? Então você é a pessoa mais maravilhosa que já vi, e não deixe ninguém dizer ao contrário. — Fala olhando a mesma com ternura.

— Obrigada eu acho, você é um cara muito legal Luka. — Responde meio que com vergonha por não saber responder o mesmo.

O silêncio se faz presente e Luka simplesmente se aproxima de Marinette e a beija. A mesma retribui. Ficaram assim por mais algum tempo até o mesmo chamar o enfermeiro para colocá-lo em sua cama de volta, para a mestiça e quanto a ele descansar.

Na manhã seguinte a mestiça acorda com seus pais no seu quarto a visitando. E vendo seu pai Tom simplesmente reclamar pelo quarto que a mesma estava.

— Minha filha bom dia, dormiu bem? Você quer que falo para mudarem você de quarto? Pois não dá ficar num quarto onde a janela simplesmente aponta para uma parede.

— Bom dia pai, dormi bem sim. Como assim a janela aponta para uma parede? Você deve estar errado ela aponta para uma praça que contém um relógio formado por rosas. - A mesma responde seu pai um pouco preocupada e curiosa até.

— Não minha filha aponta para uma parede mesmo.

- Pai me faz um favor, me leva até a janela para eu poder vê.

Tom pega sua filha no colo e leva a mesma até a janela. Onde a mesma vê que havia mesmo uma parede ali e que ali era um beco cheio de lixo.

Ficou pensando o motivo do Luka ter mentindo prela.

Seus pais ficaram mais um pouco depois foram embora.

A enfermeira entrou no quarto com sua medicação e como desde de que acordou não encontrou Luka, perguntou a enfermeira sobre onde ele estava.

— O Luka, ele não está mais entre nós. Sinto muito.

Ainda sem acreditar nas palavras da enfermeira pergunta como um garoto como ele havia se ido.

— Olha você foi a primeira amiga dele e a primeira paixão dele. Ele perdeu o bv contigo aquela noite. Eu sinto muito mesmo.

— Mas como? Ele parecia tão saudável? E aquela praça? — a mesma já se encontrava soluçando por causa das lágrimas.

— Luka ele tinha vários problemas um deles é que ele é cego, e simplesmente ele falou aquilo para te animar. Além também que o mesmo tinha leucemia e não respondia mais aos tratamentos. Ele perdeu sua família ainda pequeno e desde então ele vivia aqui no hospital.

Marinette se pôs a chorar mais e mais, tentado entender tudo o que tinha acontecido. Até que a enfermeira deixa uma carta sobre sua cama.

A mesma depois que a enfermeira se retira do quarto pega a carta e começa a ler.

" Marinette desde já peço desculpas. Me desculpe ter mentindo para ti, eu apenas queria ter ver um pouco mais feliz. Desculpa se nunca contei sobre minha condição simplesmente não queria que você se preocupasse. Sei que pode ser difícil, eu criei sentimentos por ti. E quero que me faça um favor, não desista de sua vida, sei há problemas mas sempre podemos dar a volta por cima. Acredite no seu potencial.

Eu sempre vou te achar a pessoa mais maravilhosa desse mundo.

Com amor Luka".

Marinette já estava aos prantos assim que terminou de ler a mesma.

Ela ainda ficou por mais algumas semanas e depois de tantos exames veio uma resposta que tanto a deixou feliz. Ela simplesmente podia voltar a andar e ia precisar fazer fisioterapia, além de passar na psicóloga para manter sua saúde mental em ordem.

Sempre se lembrava de Luka e de como ele de algum modo foi especial em sua vida, de como ele conseguiu fazer a mesma voltar a ser o que era. Só tinha a agradecer o mesmo por tudo.


Notas Finais




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