História Sempre Juntos - Capítulo 4


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Metallicana, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Wendy Marvell
Tags Gajevy, Gale, Gruvia, Jerza, Miraxus, Nalu, Sting&rogue
Visualizações 27
Palavras 1.318
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aproveitem o capítulo e até a próxima

Capítulo 4 - Emma Redfox


Fanfic / Fanfiction Sempre Juntos - Capítulo 4 - Emma Redfox

-Aí – gritou Gajeel, enquanto eu passava um pano bem gelado em seu rosto – Dói!

-Desculpa! - falei enquanto tentava passar o pano com mais delicadeza, tarefa quase impossível pra mim – Minha mão é pesada, fiz boxe quase que a vida inteira com o tio Acnologia.
-Acnologia? Um dos boxeadores mais famosos de Crocus? - disse demonstrando surpresa.
-Esse mesmo! - disse enquanto tirava o paninho de seu rosto e me virava para lava – lo na pia atrás de mim – Uma das pessoas mais doces que eu conheço.
-Ele não parecia tão doce quando quebrou a perna do Salamandra – disse me fazendo rir de leve, mas logo voltei a ficar séria.
-Me desculpe pelo Gray, as vezes ele é meio incontrolável – disse enquanto enxugava minha mãos num pano de prato e me apoiando na pia, ficando de frente para ele, que estava sentada em cima da ilha.
-Não precisa se desculpar, eu faria o mesmo se ele engravidasse minha irmãzinha – disse sorrindo pra mim e eu sorri de volta.
Depois daquele rolo todo, eles conseguiram parar o Gray e o lado esquerdo da maçã do rosto do Gajeel inchou e eu desci junto dele pra tentar fazer com que desinchasse um pouco, o Gray até tentou protestar mas a Lucy refutou qualquer reclamação dizendo: ´´Sinto em te informar, mas o pior que poderia acontecer entre eles dois já aconteceu e teremos uma grande e fofa prova daqui a sete meses``,bem, contra fatos não há argumentos.
-Isso tudo ainda é muito louco pra mim, quer dizer, eu nunca me imaginei sendo mãe em toda minha vida – falei sendo totalmente franca com ele – Essa gravidez foi a coisa mais surpreendente de toda minha vida, mais do que acordar nua do lado do irmão da minha melhor amiga.
-É, eu também não esperava por essa, ainda é meio difícil me imaginar sendo pai de novo – disse de cabeça baixa, e sim, o Gajeel já é pai, de uma garotinha linda e superinteligente de 3 anos e meio chamada Emma, eu vivia sendo babá dela pra Juvia poder ir fotografar para a agência de modelos, é uma das garotas mais doces que eu conheço, tem os cabelos bem negros, igual do pai, e os olhos âmbar, bem parecidos com os da mãe dela (e aos meus), que, por um acaso, eu conhecia (infelizmente) – Depois que a Emma nasceu e a Sara nos abandonou, eu prometi a mim mesmo que me dedicaria somente a ela, mas pelo visto o destino teve outros planos – disse saindo de cima da ilha e me abraçando bem forte, eu retribui com muito prazer – Só não me abandone também – disse brincando.
-Nem se eu quisesse, você sabe onde eu moro – respondi no mesmo tom.
-Gihihi, você é muito engraçadinha, sabia? - disse me olhando nos olhos, agora me abraçando pela cintura, enquanto eu me segurava em seu pescoço, com um sorriso malicioso no rosto.
-Sim, você já me disse isso antes – falei sorrindo de volta.
-Desculpa atrapalhar o casal – disse uma Juvia sorridente, surgida do inferno, só pode, porque eu não ouvi ela entrar – Mas seus irmãos me pediram pra te avisar que eles já foram pra casa e que eles te encontram amanhã no almoço de domingo na casa da sua mãe.
-Obrigada por avisar… - disse sem graça, me afastando do mais velho timidamente.

-Não tem de que… - respondeu, ainda mantendo aquele sorriso estilo Coringa no rosto.

-Humm, agora que eu já estou bem melhor, eu vou lá buscar a Emma na casa do Natsu, antes que ela o deixe mais maluco do que ele já é… – falou nos fazendo dar uma risadinha e saiu, não sem antes dar um beijo no meu rosto e no de Juvia, que me atacou assim que o mesmo saiu pela porta.
-O que foi aquilo que eu acabei de ver? - disse Juvia me puxando pro sofá, me fazendo deitar com a cabeça no colo dela.
-Não faço ideia! - respondi tão surpresa quanto ela – Só sei que gostei! - falei com um sorriso bobo no rosto, me virei para encara – la ainda deitada em seu colo – Mas me sinto um pouco culpada, sabe? Meus irmãos vieram aqui pra me proteger, e eu agradeço isso de coração, mas não preciso mais da proteção deles, eu sei me proteger sozinha – falei meio indignada, comecei a trabalhar aos 15 anos com a minha tia e me mudei um pouco depois pro meu atual apartamento, naquela época eu já era uma das consultoras mais procuradas do ateliê, as noivas gostavam de mim, no início eram meio desconfiadas por eu ser muito jovem, porém sempre iam embora com seu vestido ideal, e assim eu conquistei tudo que eu tenho agora. Por mais que eu soubesse me virar sozinha, meus irmãos insistiram em se mudar para o mesmo andar que o meu ´´só pra ter certeza que eu estava bem``, o que era uma grande mentira, eu sabia que eles só queriam me vigiar 24 horas por dia, então aquela sensação que eu tinha de independência foi embora num piscar de olhos.
-Em todos os sentidos possíveis da palavra proteção – disse ela, concordando comigo – Eu te entendo um pouco, meus pais e meu irmão me tratam como se eu tivesse cinco anos, mas eu já trabalho em dois empregos, tenho minha própria renda, metade desse prédio foi pago com o dinheiro que eu juntei por anos como modelo infantojuvenil e mesmo assim ninguém me leva a sério nessa casa.
-Tudo porque somos jovens demais na concepção deles, mas idade não quer dizer nada quando a gente vai a luta – disse me sentindo frustrada com tudo isso – Eu sei que a nossa vida é muito mais fácil por sermos filhas de quem somos, mas, ainda assim, é ridículo não sermos levadas a sério mesmo depois de provar infinitas vezes do que somos capazes de fazer e conseguir.

-Sempre vai haver pessoas achando que tudo o que somos se resume aos nossos pais, principalmente os nossos próprios pais – resmungou Juvia, fazendo um bico irritado, depois desse papo “cabeça” começamos a falar sobre a faculdade e tentamos planejar como faríamos as coisas funcionarem agora que eu estava grávida.
-Hey garotas, olha quem eu achei lá na casa do Natsu – disse Gajeel, adentrando o apartamento com Emma no colo, que ficou muito feliz ao ver Juvia e eu.
-Tia Ju, tia Lê – disse Emma, que logo foi deixada no chão pelo seu pai e veio em nossa direção nos dando um grande abraço – Tia Lê, é verdade que tem um irmãozinho meu na sua barriga? - perguntou na maior inocência enquanto me pedia colo, olhei feio pro Gajeel que só deu de ombros sorrindo e foi em direção à cozinha.
-Quem te contou isso, meu amor? - perguntei enquanto a sentava no meu colo.
-Eu ouvi o papai falando isso pro tio Natsu – explicou enquanto enrolava minha franja em seus dedinhos rechonchudos.
-Sim, é verdade, seu irmãozinho ou irmãzinha, está aqui, dentro da minha barriga – falei colocando a mão na minha barriga.
-Jura? Mas sua barriga tá tão piquinininha, como pode tê um bebê aí? - disse enquanto apalpava minha barriga, em busca de algum volume.
-É que o bebê é só uma sementinha ainda, ele tem que receber muito amor, pra poder ficar bem grandão e finalmente sair da barriga da mamãe – explicou Juvia de uma forma que Emma pudesse entender.
-Isso eu posso faze! – disse Emma com um grande sorriso.
-O que? - perguntei meio confusa.
-Dar muito amor, pá que ele saia daí logo – disse pegando na minha barriga – Tia Lê, como o nenê foi para aí, dentro da sua barriga? - falou confusa.
-Pergunta pro seu pai, ele vai adorar responder essa pergunta – falei colocando – a no chão e observando ela indo em direção a cozinha atrás do pai.
-Você vai ser uma ótima mãe! - disse Juvia, segurando o riso.

Talvez eu seja.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até a próxima ;3


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