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História Sempre juntos (Malec) - Capítulo 4


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Notas do Autor


Olá meus amores, fiéis leitores, hoje tem atualização dessa fic bebê.

A próxima será domingo.

Estou reescrevendo todos os capítulos como disse ontem, problemas no celular, peço paciência e claro, a companhia de vocês, o carinho de sempre e os deliciosos comentários.

Capítulo 4 - Conversa aberta


Fanfic / Fanfiction Sempre juntos (Malec) - Capítulo 4 - Conversa aberta

Por Alec

- "Eu acho melhor eu ir embora, não foi boa ideia vir aqui", ele diz pegando a mochila e indo em direção a saída do quarto, eu sou mais rápido e fico entre ele e a porta.

- Você não vai a lugar nenhum, eu falo e Magnus fica ansioso, então eu puxo ele para um abraço e ele aos poucos vai se acalmando.

- Vem, eu puxo ele, fazendo-o sentar onde antes estava a sua mochila, que agora está jogada no chão.

- Amor, a gente tá parecendo dois adolescentes bobos, você não acha? Eu falo e ele rir, eu o olho sem entender.

-"Se você não sabe Alexander, nós somos adolescentes" ele diz como sendo óbvio, eu dou um tapa no seu braço.

- Como é bobo o meu namorado, eu falo piscando pra ele.

- "Hum, ainda sou seu namorado Alexander? Depois daquele dia, dá forma que você saiu correndo, pensei que tinha te perdido" Magnus diz e eu quase choro.

- Me desculpa, eu fui um idiota amor, eu ainda sou seu namorado, se você ainda quiser um cara complicado como eu.

- " Menino, você será o meu namorado para sempre, mesmo você não me querendo mais" Magnus diz e meu coração se aquece, eu amo tanto, mas tanto esse garoto, que chega doer.

- Então, já que estamos namorando, vamos a parte mais difícil, eu falo e respiro fundo algumas vezes, tomando coragem. Eu senti muito dor Mags, sério, senti prazer também, foi gostoso até certo ponto que não sei dizer, é como se você tivesse tocado em algum lugar específico, mas a ardência foi maior, eu não sabia o que te falar naquele momento, eu meio que me ofereci pra você durante o dia, não queria que sentisse culpa de nada, e quando fui tomar banho, eu tava sangrando, eu falo e Magnus arregala os olhos.

- " A gente quis tanto e nos jogamos de cabeça, que esquecemos que precisava de preparo, eu deveria cuidar de você e te machuquei, eu sinto muito" Magnus diz atrapalhado com as mãos, e eu sinto tanta sinceridade em seus gestos e tanta dor também.

- Então tá decidido, nós vamos ler sobre isso, e vamos fazer do jeito certo, o que você acha? Eu pergunto, me surpreendendo a mim mesmo.

- " Amor, tem como eu me apaixonar mais por você" Magnus diz fazendo sinais, eu puxo ele para um beijo apaixonado.

- " Sua boca é toda gostosa, quanto mais te beijo, mas vontade dá".

- Engraçadinho, agora que o senhor já me beijou, vai lá e tira essa roupa, eu vou lá embaixo buscar um pouco de água, você quer? Eu pergunto e Magnus aceita, eu saio do quarto e deixo ele a vontade.

Quando eu volto para o quarto, céus, Magnus está lindo vestindo um moletom cinza e uma camiseta vermelha, eu estranho, mas...., no lado esquerdo da cama, o lado que ele dorme quando está comigo, ele está quieto e sem graça.

Eu entrego a água para ele e vou direto para o banheiro, saindo minutos depois, pronto para dormir, vestindo apenas uma boxer preta.

Por Magnus

Ouvir de Alec o quanto eu o machuquei, que doeu muito e pior, que sangrou, aquilo me deixou péssimo, me senti um imbecil por nunca ter pesquisado sobre o assunto, a gente namora desde sei lá, a eternidade, e isso não era relevante em nossas conversas, o que a gente sempre fez foi estar juntos, sempre nos amando, rindo um do outro, nós realmente somos muito bobos.

Alec tá no banheiro, e essa será a primeira vez que a gente vai dormir juntos depois do que aconteceu, e eu estou um tanto desconfortável, então fico sentado esperando ele voltar e aproveito para dar uma lida sobre o assunto, e por Raziel, a minha cara começa a queimar de vergonha.

- Marte chamando, pode voltar da lua Bane, Alexander diz me tirando do transe, meus olhos estão direcionados para as suas coxas grossas e seu volume dentro da boxer.

- " Fui pego, isso é constrangedor," eu falo e ela dá um sorriso tão gostoso e senta na cama também, roubando o meu celular que está aberto em uma página de pesquisa.

- "Devolve o meu celular, seu filho da puta" eu faço os sinais e ele sabe que se eu tivesse falando, estaria gritando.

-Sua sorte que a língua de sinais que você falou agora não emitiu som, se dona Maryse ouve você chamar ela disso, você estaria frito, ele diz e eu começo a rir, de nervoso é claro.

- Céus, você tava pesquisando, Alec diz olhando para o celular, eu coro intensamente.

- " Eu não posso te machucar nunca mais amor" eu falo com um pouco de vergonha e ele me puxa para um selinho,

- Eu tenho certeza que não vai, e eu sei que isso pode acontecer, que até pode ser normal de vez em quando, então Bane, vai se acostumando, vou querer muito você ainda, mais eu preciso saber, você também quer experimentar? Ele me pergunta e eu não sei o que dizer, em todos os meus sonhos com ele, sou eu que sempre estou em uma posição ativa e não vou negar, eu adorei a minha primeira transa, apesar da culpa de ter machucado ele.

- "Não sei Alexander, mas se por acaso, só se por acaso, eu não quiser?" Eu falo com receio, a gente nunca tinha tido essa conversa tão abertamente.

- Não sei, acho que não seria problema, eu sempre sonho com você fazendo em mim, ele diz e dá de ombros, eu acho graça do jeito que o meu gato dos olhos azuis consegue encarar as coisas.

A gente fica conversando por um longo período de tempo, até que a mãe do Alec bate na porta, mandando a gente dormir.

- "Acho que temos que dormir gatinho, não quero que minha sogra fique brava comigo" eu falo e deito na cama, puxando Alec para o meu braço.

- Acho que você está vestido demais, você nunca dormiu assim, Alec diz e eu sinto um alívio e tiro a roupa, ficando só de boxer, Alec se aninha em meu braço, se virando de costas, a gente puxa o edredom, e em uma conchinha perfeita, a gente pega no sono.

Por Alec

O dia amanhece com o meu celular gritando na voz da Beyonce, eu me estico todo e aperto o soneca, me viro para o outro lado e vejo o meu indonésio lindo, dormindo tão serenamente, que até dá dó de acorda-lo, então eu envolvo a sua cintura com a minha mão, colo as nossas testas, e espero a outra crise da minha diva, que vai acontecer em 20 minutos.

- Magnus a gente vai chegar atrasado, eu falo descendo as escadas, colocando os tênis e quase caindo.

- " A culpa é minha de você colocar o soneca do seu celular, duas vezes"? Ele me pergunta indignado.

- Claro que é, primeiro, você não acorda nem que o mundo caia na sua cabeça, segundo, você é lindo dormindo, eu fiquei com dó de desfazer a obra de arte da natureza, e em terceiro e o motivo real, você demora muito se maquiando, você já é tão lindo, não sei pra que precisa de tudo isso, eu falo assim que a gente senta na mesa para tomar o café da manhã, apontando para os seus olhos marcados de azul e seus cabelos em um topete com pontas amarelas.

- Cunhadinho, não liga pra esse idiota não, ele não entende nada das coisas, Izzy diz e Mags sorri pra ela.

- Ok, vocês dois estão juntos nessa, eu estou fora, a batalha é injusta, agora come, senão vamos atrasar e a primeira aula e a do trabalho idiota e de duplas duvidosas, eu falo e Magnus me olha com uma torrada na boca e geleia de morango sujando o seu rosto.

- É isso mesmo, eu odeio aquela vaca e nem precisa gastar o seu latim, você odeia a Lídia, eu falo e chego perto dele e passo a língua no canto da sua boca, limpando a geleia.

- Eca gente, que nojo, Izzy diz e a gente começa a rir.

A gente chega na escola de mãos dadas, mas toda a alegria e sorriso que estavam nos meus lábios somem no exato momento que Camille vem correndo, com um sorriso ladino no rosto e pega na outro mão do meu namorado.

-Vamos Mags, você demorou, acordou tarde? Ela pergunta a ele, mas me olhando com desdém.


Notas Finais


E aí?


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