História Sempre sua - Capítulo 27


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Categorias Histórias Originais
Tags Romance Lésbico
Visualizações 13
Palavras 777
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii

Capítulo 27 - Notícia


Fanfic / Fanfiction Sempre sua - Capítulo 27 - Notícia

Esforcei-me ao máximo para não fazer minha mão grudar violentamente no rosto de Sarah. Dei um sorrisinho anormal. Meu coração não parava de reclamar. 

-Boa noite.-disse Sarah com uma expressão de quem acabará de ganhar um sexo dos bons. 

Vagabunda!

-O.. oi...como vai?.-Gigi cumprimentou sem entender caralho algum.

Valentina abaixou a cabeça deixando escapar aquele sorriso iluminado que tanto adoro, mas logo passou um dos braços em volta do pescoço de Sarah que a fitou com cara de safada.

Quase vomitei.

-Filha-Bernardo chamou me puxando do transe,- sente-se aqui do lado de Valentina, sei que esta com muita saudades não é filha.

Percebi então que era a única ainda em pé.  

Me acomodei em uma cadeira vazia ao lado de Valentina. Ela recuou um pouco evitando o máximo possível de contato. Olhei pro nada. O desconforto era horrível.

-Meu amor não está reconhecendo Valentina ? - Meu pai perguntou  alegremente chocado.

Gigi observava cada reação minha. Eu não gostei nada disso.

-Sim estou , só... não imaginava isso assim tão de repente.-Falei e girei os olhos fitando uma pilha de talheres desnecessários sob a mesa.

-Ohh eu entendo minha filha e é por isso que resolvi oferecer este jantar para o casal.-Meu pai parecia feliz de verdade.-Quero que tudo isso acabe e que as brigas do passado fiquem no passado. A vida não tem tempo para isso.

-Eu...eu concordo.-Minha voz falhou.

Meu pai começou a tagalerar e eu já não conseguia compreender mais nada. Tentei fugir para o meu subconsciente feliz, mas a realidade não permitia ,eu teria de enfrentar tudo, não poderia fugir. Ela jamais abriria mão de sua vida badalada. Era uma em cada noite. E eu quase entrei pra sua listinha nojenta. 

-Obrigada pai , mãe. Mas não posso aceitar.- Valentina disse.

Eu virei o rosto para encarar as pessoas na nossa mesa. O que eu tinha perdido? 

-Eu amadureci bastante aprendi com meus erros, e agora quero construir uma vida de verdade ao lado da Sarah. Eu a amo.- Sua voz era baixa e educada ,as duas trocaram olhares ,vi meus pais contemplando aquilo como uma maravilha do mundo moderno. 

Valentina não se atreveu a me olhar nem uma vez, estava consciente de que eu sim a amava de verdade e mesmo assim demonstrava frieza.,meu coração tilintou ferozmente. Desabei pro lado até senti o chão frio tocar meu rosto.

******************"********************

-Ohh não!.-berrei ao despertar numa cama de hospital. 

-Querida , graças a Deus.-Gigi tocou minha testa.

-Que?.- exclamei grogi.

-Você precisou de uma bolsa de soro. Fiquei tão preocupada por não ter acordado antes.-Ela acariciava meu cabelo.

-O que aconteceu mãe?.- um gosto metálico  em minha boca me fez fazer cara feia.

-Você desmaiou no jantar.-respondeu intrigada.

Comecei a me lembrar e chorar também.

-O que foi meu amor porque tá chorando?

-Eu tô morrendo de fome.- Menti.

Ela sorriu.

-Bernardo foi comprar algo pra gente comer mas está demorando tanto. Vou procurá-lo.- Ela beijou minha testa e saiu.

Três segundos depois a porta se abriu. Ergui a cabeça para espiar o que Bernardo havia trazido mas não era ele.

Engoli em seco e virei o rosto.

-Oi pequena.

Era incrível o efeito que apenas sua voz fazia em mim. Odiava sentir isso.

-Acho que aqui não é o lugar que deveria estar.-falei baixinho. Me sentia fraca e indefesa.

-Eu decido isso.

-Com certeza.-respondi.

Ela se sentou na beira da cama.

-Você tá pálida.

-Isso é o de menos.

Valentina suspirou.

-Eu me pergunto por mais quanto tempo vou suportar ficar longe de você. Estar perto e não pôde toca-lá. Não sabe como me machuca te fazer sofrer.- Seus olhos dóceis inundou meu ser. Já não haviam vestígios de mágoa e dor.

-Mas você... você disse àquelas coisas.

-Naõ vê que só sei te proteger. Não quero nem imaginar se algum dia Giovanna e Bernardo descobrir. 

-Porque não ?.- busquei uma resposta me inclinando nos cotovelos.

Valentina mudou completamente. Sua expressão se tornou maliciosa. Com um dedo ela traçou meus lábios sem desviar o olhar.

-Se soubesse o que eu penso todas as vezes que simplesmente fico perto de você, querida me mandaria pra prisão .-murmurou excitada.

Meu corpo vacilou. E eu quase fiz besteira.

-Valentina.-implorei por mais de seus toques.

-O que foi ?.-sua mão apalpou um de meus seios por cima da blusa.

Merda!

Rapidamente ela voltou para sua posição como se prevesse o futuro. Nossos pais entraram no quarto. Ela piscou pra mim e beijou minha bochecha demoradamente.

Atrevida! 

Meu corpo parecia o de um porco espinho.

-Até mais.







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