História Sempre te Amarei - Capítulo 6


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Ban, Diane, Elaine, Elizabeth Liones, King, Meliodas
Tags Melizabeth, Reencarnação
Visualizações 164
Palavras 1.729
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, tudo bem com vocês? Espero que sim hihi apareci com mais um capítulo fresquinho pra vocês, acredito que agora o romance vai começar fluir mais na fic, espero que gostem kkk

Sem mais delongas..

Boa leitura! <3

Capítulo 6 - VI - Talvez apaixonada


Fanfic / Fanfiction Sempre te Amarei - Capítulo 6 - VI - Talvez apaixonada

Bom, iríamos começar essa noite animada experimentando o bolo que a Diane havia sofrido para fazer. Me sentei a mesa juntamente com Elaine, enquanto Diane colocava o bolo sobre a mesa.

— Será que está bom Elaine? — pergunto pra loira propositadamente pra provocar Diane, e obviamente da certo, ela sempre cai.

— É claro que está ótimo, o que está querendo insinuar? — me pergunta de maneira séria, mas ela sabe que estou brincando, é claro.

— Nada oras, mas da forma que você apareceu na sala aquela hora, suspeito que talvez tenha uma bomba aí dentro. — digo como quem não quer nada e noto uma de suas sobrancelhas se elevar. 

— Elizabeth, pare de ser maldosa. — Elaine nos repreende, sempre a mais racional de nós três.

— Certo certo! — bato palmas animada. — Vamos comer essa belezura preparada por uma amiga maravilhosa, vulgo Diane. 

Elas duas riem da minha animação repentina enquanto eu coloco um pedaço de bolo no prato. Assim que comi vi que estava realmente uma delícia, Diane é boa com essas coisas. Mas eu não podia perder a oportunidade de querer deixa-la um pouquinho “irritada”. 

— Está ótimo Diane! Porque não segue carreira de confeiteira? Ia fazer sucesso. — falo de boca cheia e noto o olhar reprovador da loirinha baixinha sobre mim. — Que foi? — perguntei com a boca mais cheia ainda.

— Credo Elizabeth, tenha modos. — ela ri de mim.

— Nojenta. — Diane faz cara de nojinho, como se ela nunca tivesse falado de boca cheia, reviro os olhos. — Mas respondendo sua pergunta, prefiro ter isso como um Hobby, além do mais, trabalhar com vocês duas na livraria é ótimo! — me responde animada e eu não consigo conter um sorriso sincero que se forma em meus lábios. Elas duas também não tinham noção do quanto eu era grata pelas duas me ajudarem e acreditarem em mim enquanto todos a minha volta achavam meu sonho bobo e que eu nunca iria conseguir realiza-lo. 

E hoje vejam só, tenho a livraria que sempre quis, uma vida bem sucedida e ainda por cima tenho amigas incríveis. Claro que ainda tem o meu sonho de lançar um livro, mas não tenho muita pressa quanto a isso. 

Depois de comermos o bolo Elaine sugere que vejamos algum filme. Eu obviamente concordei na hora, talvez eu tenha a chance dormir no meio do filme sem elas notarem. Ri internamente desse meu plano idiota.

— Então, o que sugerem? — Elaine pergunta pra nós duas enquanto arruma a tv pra vermos o filme.

— Que tal.. Maze Runner, o último que lançou? — as duas me olham com cara de tédio e eu levanto minhas mãos em sinal de rendição. — Não tá mais aqui quem falou. 

— Queria ver algo fofo, tipo um romance. — Elaine fala sorrindo toda animadinha, nunca me canso de dizer que essa é a mulher mais fofa que já vi na vida.

— Por que tenho a impressão que você só vê romance Elaine? — perguntei por perguntar. 

— Já sei! — Diane pula no sofá como se tivesse achado a cura do câncer, eu hein. — Que tal Amizade Colorida? — ela sugere com os olhos violetas brilhando.

— Ótima escolha Diane. — a loira fica contente pela escolha da outra, não vou nem me pronunciar se não elas me batem aqui sem dó nem piedade. 

Depois que arrumamos tudo e Elaine trouxe uma pipoca pra nós, começamos ver o filme. Parecia um filme bem idiota no começo, mas conforme foi passando os minutos foi ficando muito bom. A amizade deles virou algo completamente fora do contexto, eles viviam se pegando e no final como todo clichê de romance, os dois se apaixonam e tentam se evitar.

E no meio do filme me peguei pensando em Meliodas, algo que eu considero fora do contexto também, afinal por que estou pensando nele? Ele mesmo disse que só queria uma amizade entre nós dois, eu fiquei realmente desapontada com isso, afinal eu não podia negar que me sentia muito atraída por ele, não consigo mais tentar negar isso pra mim mesma, porque até vendo esse filme boboca de romance eu estou pensando nele igual uma idiota, que raiva de mim.

— O que houve Ellie, não gostou do filme? — Elaine me pergunta com o semblante preocupado.

— O que? Não, eu só estava pensando em umas coisas. — ri tentando passar confiança pra ela. 

— Se você diz. — ela da de ombros. — Mas estava pensando em que? Parecia que estava em outro planeta. 

— Eu aposto que estava pensando em um certo homem. — Diane se intromete na conversa me alfinetando.

— Claro que não. — respondo convicta de que não estava pensando no Meliodas, mas essas duas coisas chatas me conhecem muito bem.

— Elizabeth, desde que você o viu pela primeira vez sempre está no mundo da lua, está apaixonada? —  Diane podia segurar essa língua dela as vezes, droga. Corei de vergonha e o olhar das duas se arregalaram não acreditando. — Está falando sério? — ela me indaga rindo.

— Não! — digo sentindo meus nervos tensos — Eu não estou apaixonada.. — sussurro essa última parte, ainda corada.

— Você sabe que pode contar com a gente né? — a loirinha me olha com carinho. 

Eu sei que posso contar com elas, óbvio. Mas como explicar com palavras algo que nem eu mesma entendo? Não faz sentido, ele simplesmente tomou conta de mim só com um olhar, por isso não faz nenhum pouco de sentido. Me sinto confusa longe dele, mas mesmo nos poucos minutos que fiquei com ele naquele almoço, ou até mesmo na nossa reunião, minha mente ficou limpa de qualquer problema e confusão. 

E isso me incomoda, por que eu nunca senti essas coisas por ninguém antes. Tenho que tentar entender isso antes de querer explicar pra elas, se não vão pensar que estou ficando maluca. 

— Certo. — suspirei alto — Elaine, como você se sente á respeito do Ban? 

— Por que a pergunta? 

— Apenas responda. — as duas estranharam esse meu comportamento, tá escrito isso na expressão delas.

— Bom.. Eu me sinto completamente realizada perto dele, é como se ele me completasse, como se fosse uma parte de mim. Tudo o que eu sinto perto dele é felicidade e amor. — ela finaliza com um sorriso bobo no rosto, provavelmente está pensando nele. — Mas porque a pergunta? 

— Olha, talvez eu realmente esteja apaixonada, mas pra mim não faz sentido. — elas ficaram confusas. — É que.. Ai eu não sei explicar, só digo que talvez eu esteja, pronto. — apesar de obviamente não entender nada, elas sorriram. 

— E quem é o sortudo? — Diane indaga curiosa, á essa altura já tínhamos nos esquecido do filme que passava na tv.

— Segredo. — sorri triunfante e as duas a minha frente ficaram com vontade de me matar — Não se faça de boba Diane, sabe que odeio perguntar óbvias. — falei baixinho, e ela fez cara de espanto, será que ela mesma não acreditava na sua própria hipótese? 

— Sério? Pelo loirinho? — ela diz rindo. Apenas assenti. — Ai meu Deus. 

— Loirinho? — Elaine não está entendendo nada, fiquei com vontade de rir da cara de paisagem dela. 

— Sim, o amigo do Ban, o que quis fazer parceria com a livraria. — quando eu digo que Diane não sabe segurar a língua, não é brincadeira. 

— Está “provavelmente” apaixonada pelo Meliodas? — Elaine diz. Tomara que seja provavelmente mesmo. 

— Sim, mas talvez seja bobeira minha, até por que ele me ofereceu só amizade. — suspirei derrotada. — Mas não se preocupem, quando eu entender essa confusão dentro de mim vocês serão as primeiras a saber.— elas assentiram e voltamos a prestar atenção no filme que passava, e que inclusive já estava no final. 

... 

Três semanas se passaram desde dia que dormi na casa da Elaine, e Meliodas nunca mais entrou em contato comigo, talvez eu realmente tenha sido boba em acreditar no que ele me disse, talvez só eu pensasse nele de maneira diferente e ele percebeu e quis se aproximar de mim. Provavelmente só pensava em negócios. 

O que mais me deixa irritada é que mesmo pensando essas coisas pra tentar tirar ele da minha cabeça, mais eu penso nele. Coração idiota.

Estou em casa já que hoje é feriado, ainda bem, precisava de um dia de folga, já que estava me atolando no trabalho pra ocupar a cabeça. Sentada no sofá eu assisto um programa qualquer que está passando enquanto faço carinho na minha gatinha que está deitada do meu lado. 

As meninas me chamaram pra sair hoje, mas eu recusei usando a desculpa de que estava cansada por causa do trabalho e iria descansar hoje.

O programa na tv está bem idiota pra falar a verdade, e quando eu ia pegar o controle pra mudar de canal, meu celular começa tocar. Um número desconhecido, atendo desconfiada. 

— Alô? 

— Oi Elizabeth, sou eu. — conheci a voz dele na hora e meu coração deu um salto. — Desculpe ter sumido, mas tive que viajar a trabalho, por isso não deu pra manter contato. — ele ri do outro lado da linha. Meu coração está á mil por hora, não pensei que queria tanto assim ouvir essa voz.

— Tudo bem, sem problemas. — tentei parecer ser gentil, espero que tenha funcionado.

— Então.. Eu estava pensando, hoje é feriado, quer dar uma volta? — ele sugere, mas percebo que está meio tenso, talvez tenha medo que eu diga não, ou sou só eu imaginando coisas.

— Por mim tudo bem. — sinto que ele sorriu do outro lado da linha. Depois de passar meu endereço desliguei a ligação e fui correndo pro quarto pra me arrumar. 

Quando Elaine saber que me recusei a sair com ela pra depois aceitar dar uma volta com ele, ela provavelmente vai querer me bater, mas vale o risco.

Me sinto feliz, estranhamente muito feliz. Talvez esse meu desânimo todo realmente tivesse haver com ele, bem que Elaine falou, mas eu como sou teimosa neguei, nunca admitiria em voz alta que a saudade de alguém me deixaria tão pra baixo. Não nessa vida pelo menos. 

 


Notas Finais


Comentem ai embaixo o que acharam do capítulo de hoje, amo comentários kkkk

Até o próximo capítulo, beijão! <3


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