1. Spirit Fanfics >
  2. Senhor Styles >
  3. Pechkam Rye, 243

História Senhor Styles - Capítulo 42


Escrita por:


Capítulo 42 - Pechkam Rye, 243


Fanfic / Fanfiction Senhor Styles - Capítulo 42 - Pechkam Rye, 243

Capítulo quarenta e dois: Pechkam Rye, 243

Noora Malik

Abro os olhos, assustada, cansada. Meu olhar corre pelo cômodo iluminado e eu me sento na cama, sem saber aonde estou.

- Bom dia, Malik – A voz de Dim, faz com que eu o olhe.

- Onde estou? – Pergunto me sentando na cama, vendo que estou livre das algemas. Me sento na cama, vendo Dim perfeitamente em paz, com seu terno cinza, sentando na mesa a minha frente com uma xícara de chá.

- Resolvi tirar você daquele lugar. Não é agradável para uma dama dormir ao lado do seu vômito.

- Por que está fazendo isso? – Corto qualquer tipo de clima favorável que ele tenta fingir ter. Seu sorriso falso some.

- Sente-se comigo, deve estar com fome.

- Nem um pouco – Digo entre os dentes – Por que está fazendo isso?

- Isso o quê? – Ele levanta uma sobrancelha – Tentando pegar o que é meu?

- Eu não sou sua – Digo com convicção e ele ri.

- Não, eu não estou falando de você – Ele da mais um gole em seu chá – Estou falando da Styles.

- O que? – Digo confusa.

- Você não é tão inteligente, Noora – Ele suspira, levantando e indo até a segunda cadeira da mesa – Sente-se. Temos muito o que conversar – Ele puxa a cadeira, em um ato de cavalheirismo que não condiz com sua personalidade fraca e falsa.

- Eu não quero.

- Senta agora – Sua voz muda, para uma mais assustadora e então ele tira algo do cós da calça social. Uma arma – Não me faça pedir novamente, Noora... – Seu tom se suaviza e eu engulo sem seco, me levantando da cama e indo em passos lentos até a mesa – Boa garota.

Ele se afasta, voltando a sentar em sua cadeira a minha frente.

- Quer chá ou café? – Ele pergunta casualmente.

- Não estou com fome – Respondo com a voz fraca.

- Chá ou café, srta. Malik?

Engulo em seco com seu tom ameaçador.

- Chá.

- Uma ótima opção. Ajuda a acalmar os nervos – Dim me serve com uma xícara de chá e então corta um pedaço de bolo pra si – Sinta-se a vontade.

- Por que estou aqui? – Pego a xícara em mãos e então percebo que estou trêmula.

- Pra fazer o Harry sofrer, bobinha – Dim da um gole em sua xícara. Engulo em seco – Sabe, Noora... eu tive muito trabalho pra ajudar a construir a Styles e nem meu sobrenome foi dado aquela empresa – Ele desabafa – Eu ajudei mais do qualquer infeliz que opinou. Participei de tudo e sempre fiquei em segundo plano... – Ele leva uma garfada de bolo a boca – Não vai tomar seu chá, querida?

A xícara antes suspensa no ar, é levada a minha boca por minhas mãos trêmulas. Ele sorri e então continua:

- Eu estava sempre na cola do pai do Harry, ajudando-o no que ele precisasse. Perdi minha esposa cedo, tive minha adoravel filha para cuidar e mesmo assim, me dedicava ao máximo a Styles. O que eu consegui? – Ele ri irônico – 20% daquele empresa em seu testamento e mais 20% para a minha filha.

- E isso não foi o bastante, não é? – Minha voz falha diz.

- Nunca é. 100%, é tudo o que a Styles possuía. 40% tecnicamente eram meu. E restante dos Styles. Eu sabia que quando os pivetes crescessem iria querer ter a Styles apenas para eles e então eu tive uma grande ideia.

Permaneço calada, apenas ouvindo.

- Anne estava grávida do seu segundo filho... Então eu só precisava mexer alguns pauzinhos e...

- Você matou a mãe do Harry – As palavras saem, de uma só vez. Sinto meu corpo se angustiar e se negar a acreditar nisso.

Dim é um assassino.

- Não, não fale assim, minha criança – Ele finge indignação – Eu não matei Anne, eu paguei um médico para fazer isso, e culpar o Daniel.

Suas palavras são frias, livre de qualquer arrependimento dos atos que cometeram. Dim é um monstro, um monstro que usou todos a sua volta, manipulou a vida de pessoas boas e que agora estão... estão mortas.

Sinto um calafrio e lágrimas silenciosas, apavoradas saírem de mim.

- Depois disso, eu fui pra segunda parte do meu plano: matar Daniel e Harry. Óbvio que não deu certo, seu namoradinho está mais vivo que nunca – Ele revira os olhos – Eu tive bastante tempo pra envenenar a cabeça do meu velho amigo, e fazê-lo odiar Daniel. Deu certo – Ele ri – Quer dizer, quase certo... O idiota deixou pra surtar quando só um filho estava em casa, e ainda nem matou... um tirinho de merda! – Ele bate na mesa, me assustando. Seguro o choro diante de um grande assassino a minha frente, alguém que eu pensei gostar de mim e principalmente de Harry.

Dim respira funda, se recompondo.

- Quer mais chá? – Ele pergunta cauteloso. Nego com a cabeça – Tudo bem, Noora... a parte mais assustadora está por vim.

Ele diz como se nada do que ele havia dito fosse algo grande. Porra! Ele é o motivo por Harry ser órgão, por ele odiar o pai e ter um irmão perdido. Ele é o motivo por Harry ser assim, desse jeito.

- Bom, querida... Depois da morte do meu velho amigo, que Deus o tenha – Ele faz uma pausa dramática e falsa – Seu pai ficou encarregado do testamento e havia uma cláusula que o beneficiava com 15% da Styles...

- O quê? – Digo baixo, sentindo meu coração se acelerar ainda mais – Você não... – A cada batida do meu coração, uma adrenalina começava a compelir minhas veias, invadindo minhas correntes sanguíneas. Não... ele não faria isso, ele não...

- É, eu mandei matar o seu pai.

Ele diz, com um sorriso cínico, que destrói todas as células do meu corpo. Um sorriso frio, de alguém que está gostando de todo esse caos.

- Você... – Me levanto com todo ódio estampado em meu rosto – É um monstro, filho da puta! – Pego o bule com chá quente e taco em rosto, queimando. Ele grita, levando as mãos ao rosto e eu corro, em direção a porta.

Ele matou a família de Harry e vai fazer isso com a minha. Ele matou o pai, ele... ele matou o meu pai por causa de 15% de uma empresa de merda! Choro, choro alto abrindo a porta e correndo até o corredor, quando bato em alguém. Alec.

- Me solta! – Digo tentando sair de suas mãos, mas ele me agarra pela cintura.

- Agora eu não solto mais nem fodendo... a não ser que eu te foda – Ele diz irritado me pegando no colo enquanto me debato, aos prantos.

- Me solta seu assassino! – Bato em suas costas com força, ele não diz nada enquanto me arrasta até o quarto, onde Dim estava saindo.

- Eu sabia que ela ia escapar de você – Alec ri para Dim.

- Essa vadia... – O mais velho caminha até mim, me agarrando pelos ombros – Olha o que você fez! – Ele aposta para seu rosto e então me dá um tapa forte, fazendo eu cair no chão.

- Você é um monstro! – Eu grito virando para encará-lo – Meu irmão vai me achar, eu eu vou contar tudo isso, Dim... você vai pagar por cada morte! – Grito histérica, enquanto Alec se aproxima com algemas.

- Ele vai te encontrar... – Dim garante, aliviando meu coração – Mas te encontra morta, assim que meu amigo aqui... – Ele aponta para Alec – Foder você, e depois disso, Harry ira conviver com isso por alguns segundos, antes deu matá-lo também.


Harry Styles

- Ela dormiu... – Sabrina aparece na sala.

Karen havia ficava bastante agitada com a ligação e teve uma queda de pressão. Sabrina fez um chá pra ela e a levou para o quarto, enquanto todos nós discutíamos o que íamos fazer.

Os policiais já chegaram e estão a par de tudo. Os detetives de Zayn os deixaram informados sobre a situação que se resume a: Noora sumiu com um cara que não sabemos quem é, pois as únicas informações são seu nome e sua profissão. Além de termos recebido uma ligação do celular de Noora com um desconhecido na linha. Fim. Pra ser mais simples, não temos nada.

- Eu não queria dizer nada na frente de Karen – Sabrina se aproxima de Zayn que está sentado em uma das cadeiras jogada pela sala – Mas eu rastreei o local durante a ligação.

Todos se levantam e o policial se aproxima.

- Iremos enviar uma ambulância e os policiais até lá. Vamos trazer sua irmã, Sr. Malik.

- Eu irei junto. – Digo junto a Zayn.

Sabrina nos olha aflita e então Liam se aproxima também.

- Irei junto.

- Vocês não vão a lugar algum. Deixem isso com a policia! – Sabrina altera a voz – Eu estou preocupada com a Noora e me sentindo pior do que qualquer outra pessoa aqui nessa sala. Eu sabia de tudo, e não contei nada. Eu poderia ter evitado tudo isso e não evitei! – Ela grita, mas logo leva a mão para sua boca, segundo o choro, enquanto a outra vai para sua barriga – Eu não vou deixar vocês saírem por aí e correrem o risco de estragar tudo! Que merda!

Ela vira, indo para a sacada, deixando todos os homens dessa sala em silêncio. Zayn a segue e eu olho para Liam, que o acompanha com o olhar. Suspiro e viro para o policial.

- Me dê uma aula rápida de como mexer com uma dessas – Digo sério, pegando uma das armas.

Eu coloquei Noora nisso e vou tirar ela de lá. Nem que eu tenha que dar a minha vida por ela.

- Com todo respeito, Sr. Styles, acho que Sabrina está certa...

- Não pedi sua opinião em absolutamente nada. Pode me explicar ou não? – O corto com raiva, e ele bufa pegando uma outra arma para me explicar.

Em menos de vinte minutos estamos prontos. Zayn ficou divido entre ir atrás da sua irmã ou ficar com Sabrina e sua mãe. Mas ele está inquieto e preocupado. Eu sei que ele me culpa e nem percebe que nessa situação todos nós estamos errados.

- Tudo certo? Então podemos ir? – O detetive que Zayn contratou diz, com um tom sério. Assentimos e saímos todos. Menos Zayn e Liam, eles ficam dentro da casa e segundos depois, apenas o Malik sai.

O caminho até o local foi angustiante. Eu sei que Noora vai me querer mais depois disso e eu de certa forma a entendo. Sua vida está em risco e não sabemos do porquê, ou quem está fazendo isso. A única coisa que eu sei, é que eu preciso tê-la novamente, preciso vê-la em segurança.

O local ao qual Sabrina localizou, não fica longe, o que nos surpreende. É na verdade uma casa comum afastada da cidade. Saímos todos do carro, com cautela e em silêncio, arrodeando a casa. Seja quem estiver ali dentro, não sairá vivo. Me certificarei disso.

Eu perdi muitas coisas na minha vida, coisas as quais aceitei sem questionar, mas perder Noora, eu não vou permitir.

O detetive aponta para uma equipe, e eles vão se espalhando pelo terreno vazio, enquanto nós caminhamos para dentro da casa. Assim que conseguimos entrar, nos dividimos em dois, um para um lado e outro para outro lado. Zayn segue para um dos lados com a equipe, enquanto eu vou descendo para o andar subterrâneo com a outra.

A cada passo que eu dava, eu podia sentir que estava próximo de Noora. Sentia o seu cheiro e juro que podia ouvir a sua voz. Eu sei, devo estar maluco, mas não estou. Eu estou tentando manter minha calma. Acho que já fiz muito estrago com ela e não vou me perdoar se eu atrapalhar essa operação. Por mais que eu quisesse sair socando todos, indo atrás dela de uma vez, eu sei que não posso e isso me fode por dentro. Eu tenho que me controlar pra salvar minha menina.

- Qualquer coisa, não atirem – O detetive ordena para a equipe, parada enfrente a uma porta. Todos assentem e então ele se vira a chuta com tudo, a abrindo – Mãos pra cima! – Ele grita, entrando no cômodo pequeno.

O sigo, com a arma posta a frente. O lugar é pequeno, composto por um balcão e uma pequena janela acima de uma das paredes. Entramos com cuidado, olhando para todos os lugares e vendo o lugar totalmente vazio.

- É, não tem ninguém – Um dos policiais diz.

- Mas alguém passou por aqui... – Outro diz, se agachando em um dos cantos da parede – Tem algemas suspensas na parede, o que parece, também vômito e é recente, já que não secou...

Me aproximo sentindo um cheiro forte.

- Durante a ligação ouvimos o barulho de tiro... – Eu digo com a voz baixa, fraca – Eles devem ter sacado e saíram daqui.

- Provável – O detetive sussurra, dando um longo suspiro.

- Merda – Digo com ódio, passando as mãos no cabelo e saindo daquele cômodo.

Saio, indo para fora da casa em passos largos, eu preciso sair daqui. Assim que chego no terreno, desabo, chorando. Eu só queria ela comigo, porra.

Eu estava tão decido a contar tudo, a ser verdadeiro, mas no momento que eu ia abrir meu coração, dizer que a amo de uma forma mais romântica, tudo foi estragado e ela se foi. Ela me trouxe tantos momentos bons, talvez os únicos momentos verdadeiro que tive depois de perder minha família. Mas porra. Agora ela esta em algum lugar, correndo risco e não sabemos nem o motivo, mas não importa, no final, a culpa será minha.

Meu coração se acelera com esse pensamento de aceitação. Sim, a culpa é minha. A culpa é toda minha, porra. Choro, choro de verdade, sentindo a culpa, a mágoa e arrependimento em mim. Eu fodi tudo, coloquei Noora nisso, e pra quê? No final tudo vai dar certo mesmo? Talvez sim e talvez... talvez não.

De repente, cenas de nove anos atrás vem a minha mente. Eu entrando na sala, vendo meu pai despejar todas as suas ruínas em cima de Daniel e do nada, ele atirando em meu irmão que caí no chão, logo após, meu pai, virando para mim e com o rosto vermelho de chorar, ele levanta o rosto, colocando a arma logo abaixo... grudando a arma a sua pele.

Caio de joelhos no chão, com a arma ainda em minhas mãos, enquanto me lembro dos seus olhos cheios de lágrima, enquanto ele sussurrava um pedido de desculpa, antes de puxar o gatilho e...

Abro meus olhos assim que ouço o barulho de um gatilho sendo destravado, e então percebo que estou a arma abaixo do meu rosto, assim como meu pai. Volto a fechar os olhos. Talvez esse seja meu grande destino. Depois de sofrer tanto, superar, ou fingir ter superado. Talvez assim seja melhor para ela, talvez ela conheça um cara melhor que a faça feliz. Suspiro, sentindo maia lágrimas saindo do meu rosto, como uma criança birrenta e insuportável.

Talvez a minha morte seja o melhor. Coloco o dedo no gatilho, sentindo todas as minhas emoções virem a tona. O quanto a magoei, o tanto que senti, tendo-a. Todas as brigas, todos os sinais de que ela é o amor da minha vida e agora tudo isso pode acabar, ela pode superar isso sem mim.

Fecho os olhos com força e atiro, assim que viro a arma para longe de mim. Mirando no vácuo da escuridão. Talvez ela fique mesmo melhor sem mim, mas não assim. Não sem eu lutar pelo amor da minha vida. Eu não vou desistir de você, Noora Frida Malik.

Convencido a não desistir mais, me levanto, vendo os policiais saírem da casa assustados. Como não achamos nada e nem ninguém aqui, decidimos voltar para o apartamento atrás de mais informações.

- Isso é completamente inútil – Zaym suspira a minha frente. Ele está agoniado, transtornado e sem saber o que fazer.

- Eu amo a sua irmã – Digo, não me importando se há policiais aqui – Eu nunca quis que essa situação chegasse nesse nível...

- Não, você quis que chegasse até a sua cama – Ele trava a mandíbula.

- Eu a amo de verdade, Zayn.

- Eu vou te dizer o que você realmente ama, Harry – Ele me olha e com um tom calmo, frio, diz: - Você ama ter mulheres aos seus pés. Ama usar as pessoas, confortar suas más escolhas e más atitudes em sexo. Você usou a minha irmã para aliviar suas tensões e as merdas da sua vida. Você pode até gostar dela, do sexo, da menina linda que Noora é por dentro e por fora. Mas não a ama – Ele trava a mandíbula – Assim que eu encontrar Noora, ela voltará pra casa da minha mãe e ficará longe de você e do caos que você é. Minha irmã não merece nada disso e isso é culpa sua. O que acontecer com ela, vai ser de sua total responsabilidade.

Ele diz, calmo, tão frio quanto gelo, despejando suas palavras em meu rosto, me deixando ainda mais consciente de que Noora e eu somos um erro, um erro certo pra caralho. E eu não vou desistir.

Fico em silêncio, tentando controlar toda a minha revolta. Não vai adiantar começar uma guerra com Zayn enquanto não acharmos Noora.

- E quando chegarmos em casa? Vamos ficar sentado esperando mais um telefonema milagroso de um filho da puta? – Zayn pergunta com desdém.

- É exatamente isso que vocês irão fazer – o detetive aponta para nós – Sua irmã está correndo risco de vida por motivos que desconhecemos e vocês dois brigando feito dois filhos da puta. Isso atrapalha toda a equipe e eu não quero ter uma morte nas minhas costas por causa de dois babacas.

- Minha irmã não tá morta, porra!

- Mas pode chegar a morrer se vocês não pararem com essa palhaçada. Vamos deixar vocês em casa e seguir em busca a Noora.

- Eu irei junto – Digo.

- Não, nenhum de vocês vão – O detetive diz com convicção – Eu já disse que não quero...

O meu celular volta a tocar no bolso, chamando a atenção de todos. Tiro com pressa, vendo o nome de Noora novamente e atendendo, colocando no vivo voz.

- Pechkam Rye, número, ahn, deixa eu ver... merda – A voz baixa, do mesmo homem da outra ligação ecoa – Número 243, perto do parque. Sério, não demorem e tragam ambulância, policiais e tudo que vocês... ME SOLTA, ALEC! ME SOLTA... NÃO, NÃO TOCA EM MIM, NÃO!... – A voz de fundo é baixa, mas da pra saber nitidamente que é a voz de Noora – Merda... não demorem.

A ligação se encerra.


Notas Finais


Acho que já dei muita pista de quem irá morrer. Espero que tenham gostado, estou escrevendo o próximo. Não esqueçam de comentar, o comentário de vocês me motivam bastante.

Até o próximo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...