História Senhor Tortura - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Detetive, Horror, Investigação, Originais, Policial, Suspense, Tensão, Terror, Tortura, Violencia
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Na Sombra


   O Senhor Tortura caminhou até a porta e bateu na fechadura com o pé de cabra tentando rompê-la. Dava cinco golpes seguidos e verificava se havia aberto ou enfraquecido a porta. Continuou batendo até aquilo abrir.

Rose e June ouviam o barulho desesperadas, tentando encontrar algo para se defender do inimigo quando ele entrasse.

— Nós precisamos nos esconder. - comentou Rose.

As duas correram em direções opostas pela casa, Rose encontrou um ferro de passar roupas no quarto que entrou e o colocou na tomada. Caso o Senhor Tortura a alcançasse tentaria atingi-lo em seu braço ou perna já que o rosto era coberto. June entrou no banheiro e se escondeu trancando a porta. Olhou ao redor tentando encontrar qualquer coisa que pudesse ajudar mas não havia nenhum objeto além da lixeira e dos produtos de higiene. O que obviamente não era muito útil. Pensou em mudar de cômodo para se esconder mas já era tarde. Ouviu o barulho da porta desmoronando. O Senhor Tortura estava dentro da casa.

Rose sentiu um arrepio em seu corpo, a tensão aumentava. O barulho havia parado. O Senhor Tortura já devia estar as procurando. Estava no quarto dos pais de June, olhou em baixo da cama de casal e se abaixou se escondendo logo em baixo. Ainda estava com o ferro de passar em mãos, mesmo que o Senhor Tortura gostasse de torturas, seria insuportável até mesmo para ele ter algo daquela temperatura chocando contra o seu corpo. Não teve tempo de analisar algum outro objeto, havia pego o primeiro que viu.

Tyler andava a passos largos e lentos pela casa, Rose e June não haviam pensado direito. Os únicos cômodos com a porta fechada eram o quarto do casal e o banheiro. Soube logo de cara que elas estavam ali. Mas queria se divertir as torturando psicologicamente, fazendo com que ficassem cada vez mais apreensivas. Ele entrou primeiro no quarto de June, sabendo que não teria nada lá.

Olhou ao redor e viu uma cama, um guarda roupa e um computador no canto do quarto além de um celular em cima da cama. O pegou e olhou uma foto de June no papel de parede. Tentou adivinhar a senha para desbloquear o aparelho três vezes mas falhou, acabou desistindo e jogou em cima da cama novamente.

Ligou o computador e por descuido de June, ele não tinha senha. Provavelmente por ser a única pessoa a utilizar aquele computador. Abriu o navegador e tentou pesquisar por Senhor Tortura. Era um pouco incômodo para ele acessar o site sem ter funções de administrador. Clicou em comprar serviço, experiência de quase morte e selecionou o botão "atendimento domiciliar" que fazia a vítima evidentemente ser atendida em casa. Fez tudo aquilo apenas porque se sentia incomodado torturando as pessoas sem um pedido, com aquilo se sentia na obrigação de fazer o serviço. O problema é que marcou o atendimento para outro dia na casa de Rose. Digitou um código de confirmação de pagamento e desligou o computador o puxando diretamente da tomada. Se levantou e foi até os cômodos onde as garotas estavam.

A única coisa que precisava era saber quem estava em qual cômodo, bateu três vezes lentamente na porta do banheiro. Ouviu um baixo gemido de preocupação. Bateu novamente três vezes dessa vez na porta do quarto. Não ouviu nada.

Rose lá dentro estava determinada a acabar com o sociopata, mesmo que lágrimas de nervosismo caíssem de seus olhos. Não ouviu mais nada por uns longos e assombrosos minutos, imaginou que o Senhor Tortura tivesse ido atrás de June, não havia visto onde ela se escondeu. Teve um pensamento repentino de sair do quarto e ir atrás da amiga para ajudá-la. Mas tirou o pensamento da cabeça e voltou a concentrar em sua própria integridade física. Infelizmente deveria ser individualista naquele momento. Tentou não pensar em June por enquanto.

Ouviu através da janela um barulho de um carro passando em alta velocidade na rua e só então pareceu lembrar que o quarto tinha uma janela. Se aproximou do vidro e tentou abrir sem fazer nenhum barulho. Puxou a janela para o lado a arrastando lentamente, parou algumas vezes devido ao ruído que fazia com medo. Se apoiou  com os pés para subir ali em cima, olhou para baixo. Estava no segundo andar, a queda dali não seria tão feia mas ainda assim poderia quebrar alguns ossos e não queria isso. Voltou para dentro do quarto e arrancou o lençol da cama e voltou para a janela.

Olhou ao redor tentando encontrar algum lugar para amarrar o pano e descer da casa. Se apoiou com uma mão na janela enquanto seu corpo estava do lado de fora da casa e permanecia equilibrada apenas com um pé na janela enquanto o outro balançava frente a parede do lado de fora. Segurava o pano com a boca tentando esticar seu braço para amarrá-lo em um prego que parecia resistente. Quando alcançou o pano escorregou caindo no chão, lá em baixo.

— Merda! - resmungou Rose em voz baixa.

Voltou para dentro do quarto com dificuldades e teve a ideia de jogar o colchão lá embaixo para amortecer sua queda, não sabia se funcionaria nem se passaria pela janela, mas não custava nada tentar.

Pegou o colchão e tentou dobrá-lo para fazê-lo passar pela janela. Era difícil e não atravessava o lugar. Tentou de novo e empurrou com força. Agora o colchão estava preso a janela, Rose se desesperou e o empurrou com toda força.

Sentiu um calafrio que a fez paralisar quando notou que a maçaneta do quarto estava sendo girada. O Senhor Tortura estava tentando abrir a porta. Se desesperou e empurrou novamente e o colchão caiu no chão do lado de fora, se apoiou na janela e mirou no colchão macio. Torceu para atingi-lo e se jogou. No mesmo instante que o Senhor Tortura abriu a porta.

Sentiu o vento bater no seu rosto e tentou se ajeitar de modo que não sentisse dor ao chocar contra o chão. Atingiu o colchão com força, sentiu seu corpo dormente por alguns segundos mas conseguiu se levantar. Sentia como se não tivesse vivido os últimos dez segundos. Estava atordoada, andou até o meio da rua e se lembrou que June ainda estava lá dentro.

Olhou para a casa tentando decifrar se deveria voltar atrás, olhou para a frente e viu o trailer do Senhor Tortura. A porta estava aberta, andou lentamente até o local e entrou. Foi até a área onde as pessoas eram torturadas.

Viu vários objetos ao lado. Viu uma serra elétrica e a pegou hesitando. Tentou ligá-la mas a guardou no lugar. Olhou outros objetos e pegou um maçarico, o ligou e faíscas quase atingiram seu olho. Viu dois ratos de esgoto em uma gaiola e quase vomitou, não chegaria perto daquilo.

Passou a mão em vários objetos tentando encontrar algum que a ajudasse a salvar a amiga, uma faca, um alicate, uma tesoura mas nada que atendesse sua necessidade. Uma arma de fogo facilitaria sua vida, mas não havia nenhuma ali. Abriu uma gaveta e viu vários celulares ali dentro, desde modelos recentes até os mais antigos. Pegou um aleatório e testou para ver se funcionava.

Se assustou quando viu a tela de abertura do aparelho móvel, esperou alguns segundos e logo estava na tela inicial. Havia uma foto de uma garota que Rose não conhecia, aquela era Sally. Tyler a perseguia virtualmente recolhendo todas as informações que conseguia obter, e infelizmente eram poucas.

Só havia encontrado três fotos da garota vasculhando literalmente até o final da Internet. Sally tinha vinte e dois anos agora. Era uma adulta. Tudo que Tyler sabia sobre ela atualmente era essas três fotos que havia salvado e colocado em todo lugar possível.

— Quem é essa? A Senhora Tortura? - Se perguntou Rose sarcasticamente. 

O celular não tinha nada de importante além disso, guardou o novamente e fechou a gaveta. Não tinha tempo para analisar aparelho por aparelho. Voltou a procurar objetos, a melhor opção que encontrou foi um taco de basebol. Bateu em algum lugar para ver se era duro o suficiente para colocar o Senhor Tortura no chão, quebrou uma parte das placas de aço na parede e correu para a casa novamente.

*********

June não tinha saída, de forma alguma passaria pela minúscula janela do banheiro e a coisa mais letal que tinha ali eram os sabonetes e shampoos. Estava chorando de desespero. O Senhor Tortura abriu a porta e estava frente a frente com ela parado a observando se lamentar sentada sobre a tampa do vaso sanitário.

— Vai embora por favor. - disse June com receio.

— Eu já estou indo, mas você tem que vir comigo. - disse o Senhor Tortura.

June o encarou sem entender. 

— Você não tem opção. É vir comigo ou as coisas serão piores. - disse Tyler com serenidade.

— Você é um monstro.

— Eu só estou tentando ganhar a vida honestamente, sua amiga que me fez vir até aqui. Se não fosse pelos descuidos dela você não estaria nessa situação. - disse o Senhor Tortura encostando na parede.

— O que está tentando insinuar? - perguntou June.

— Nada, apenas estou te mostrando fatos. Você só teve conhecimento de minha existência porque apareceu no meu local de trabalho enquanto seguia outra pessoa por culpa de sua amiga. Infelizmente Pong não estava muito amigável naquele dia, isso fez com que seu pai ficasse nervoso e tentasse acabar comigo. Agora ele está no hospital. - disse o Senhor Tortura.

— O que você quer de mim?

— É simples, você me ajuda e você nunca mais vai me ver.

— Que tipo de ajuda? - perguntou June apreensiva.

— A torturar sua amiga, fazê-la sofrer. - disse Tyler.

— Por quê? - perguntou June chorando.

— Porque eu gosto disso.

June pensou por alguns instantes, levou as mãos a boca demonstrando incredulidade e dúvidas sobre sua índole. Enxugou suas lágrimas e tentou encarar o Senhor Tortura através da máscara de ferro.

— Eu aceito. - disse June.

Ela não queria fazer isso, mas se fosse para o Senhor Tortura deixa lá em paz imaginou que valeria a pena arriscar uma amizade.

— Nesse momento, sua amiga deve estar entrando aqui de volta. Apenas finja que está assustada comigo e o resto eu executo.

June concordou com a cabeça, então o Senhor Tortura fechou a porta de volta lentamente deixando ela sozinha novamente. Se levantou e esperou que a porta se abrisse novamente como ele ordenou.

*********

Rose entrou novamente na casa com passos lentos atenciosa para não ser pega desprevenida. Tentou passar pelos fundos para que não fosse vista, passou pela cozinha com o bastão na mão em modo defensivo. Subiu as escadas rapidamente sem fazer barulho.

 Ouviu um estalo e as luzes se apagaram a deixando sem nenhuma visão do lugar. Não havia noção de que lugar seguir. O Senhor Tortura havia desligado o painel de energia.

Rose se sentiu assustada e vulnerável, imaginava ver vultos em todos os lados mas era tudo fruto de sua imaginação. Tentou dar alguns passos mas sentia seus pés se encaminharem para alguma armadilha e então ficou imóvel sem dizer nada, com os olhos fechados mesmo que já estivesse tudo escuro.

Rose estava se sentindo como em um filme de terror, imaginava que qualquer movimento que fizesse acabaria dando de cara com o monstro. Não podia fazer nada além de ficar parada ali e esperar por algum milagre.

Os pelos de seu corpo se arrepiaram quando sentiu uma respiração em suas costas. Tentou se virar rapidamente para atingir o corpo que estava atrás do seu com o taco duro de madeira. O Senhor Tortura conseguia a enxergar, estava usando um óculos de visão noturna que fazia com que ele visse as coisas esverdeadas. Segurou o taco de basebol antes que o acertasse e arrancou das mãos de Rose. Ela tentou acertá-lo com socos e pontapés mesmo sem enxergá-lo mas não foi eficiente.

Ela falhou em salvar a amiga e estava prestes a mergulhar em suas próprias lágrimas e pensamentos do que o Senhor Tortura faria com ela. Tyler estava em um momento perturbador de sua mente, não havia chegado tão longe em sua perversidade com ninguém antes.

 Se sentiu receoso por um segundo e viu uma imagem perturbadora em sua cabeça que o fazia relembrar a infância, por impulso segurou e apertou a nuca de Rose com força o apertando até que aquela memória desagradável sumisse por completo de sua mente. Soltou-a fazendo a perder o fôlego ao tentar correr para escapar.

Rose não sabia para onde ir, apenas queria fugir e se salvar. Conseguiu entrar em algum cômodo, tateou as mãos nas paredes e encontrou uma porta e a fechou. Por sorte ou azar, sentiu uma chave presa a fechadura e trancou a porta. Torceu para o Senhor Tortura não ter entrado no local junto com ela. Estava com o coração acelerado.

As lágrimas que saiam de seu rosto eram de um desespero tremendo, a única coisa que conseguia pensar era que se o Senhor Tortura estivesse ali naquele cômodo junto com ela, as coisas estariam perdidas. Tentou dar alguns passos à frente e bateu a perna em algum móvel baixo, provavelmente uma pequena mesa. Se abaixou para tentar sentir até aonde o móvel ia para não acabar destruindo tudo.

Passou a mão horizontalmente na mesa até que seu braço desse uma leve caída se encontrando com o chão. Andou mais um pouco, a essa altura já havia colocado em sua mente que o Senhor Tortura estava do lado de fora do local e se mantendo ali até alguém chegar estaria pelo menos um pouco segura mas ainda assim estava preocupada com June, não sabia onde sua amiga estava e poderia cair nas mãos daquele torturador.

Sentiu seu joelho tocar em algo macio e abaixou-se para sentir melhor, concluiu que era um sofá ou algo parecido. De qualquer forma resolveu se sentar ali, por algum motivo encontrar um lugar confortável a deixava um pouco menos apreensiva. Estava se sentindo como uma garota cega fugindo de um monstro em um filme de terror.

Tyler havia cumprido seu objetivo de amedrontá-la, era uma tortura psicológica. O medo que Rose tinha de ser torturada fisicamente era enorme em seu cérebro. Tyler conseguiu traumatizá-la de modo que sua mente entrava em conflito só de pensar no assunto.

Ser perseguida daquele jeito dava a mesma sensação de ser torturada fisicamente porque era o que seu cérebro achava que iria acontecer. Ficou sentada no sofá por mais uns cinco ou dez minutos, não sabia direito porque sem energia elétrica não tinha uma noção de tempo muito boa. Talvez não tivesse se passado nem sequer um minuto mas seu corpo e cérebro sentiam como se fossem horas.

Após esses longos minutos ou segundos, a energia voltou. A luz do cômodo se acendeu e Rose girou a cabeça para olhar ao redor e ver que estava sozinha e também notou que estava em uma grande sala de estar. Se sentiu aliviada por alguns segundos até alguém bater na porta, o nervosismo retornou vagarosamente ao seu corpo e esperou a pessoa que estava na porta ir embora ou ser sua amiga June. Novamente batidas na porta, Rose ficou em silêncio.

— Tem alguém aí dentro? Por que a porta está trancada? - perguntou uma voz masculina.

Rose se sentiu aliviada novamente, reconheceu a voz. Era Mark, o pai de June. Foi até a porta e girou a chave abrindo. Mark a olhou estranhando o fato de ela estar em sua casa e em sua sala de estar que por algum motivo tinha uma porta. Ele tinha curativos e gesso por várias partes do corpo.

— O que está fazendo aqui? - perguntou Mark.

— Desculpe, eu vim aqui para ver June e acabei me trancando na sala de estar porque nós estávamos fazendo coisas. - disse Rose disfarçando terrivelmente.

— Coisas? - perguntou Mark desconfiado.

— É. Coisa de mulher.

— Você parece cansada, está suando. - observou Mark.

— Não se preocupe, eu já estou indo pra casa. - disse Rose.

Ela não queria revelar que June e ela estavam sendo perseguidas pelo Senhor Tortura, isso só iria piorar as coisas.

— Casa? São três horas da manhã. - disse Mark olhando para o seu relógio de pulso.

— Eu tenho que ir pra casa alguma hora. - disse Rose fingindo decepção.

— Você pode ficar aqui até amanhã, está muito tarde para sair na rua sozinha e esses ferimentos não vão me deixar dirigir por algumas semanas. Mas por favor não tranque minha sala de estar novamente, fique com June no quarto dela. - disse Mark.

Mary entrou e viu Rose, seu marido explicou a situação e ela pareceu não se importar muito.

— June está bem? - perguntou Rose.

— Por que ela não estaria? Está no quarto dormindo. - disse Mark.

Rose concordou com a cabeça e se encaminhou até o quarto de June e a viu realmente dormindo em um sono pesado, a encarou com incredulidade. Fechou a porta e a acordou. June a encarou com um olhar cansado e estranhando.

— Você ainda está aqui? - perguntou June sonolenta.

— Que porra é essa? Eu quase fui pega por um maníaco e você dormindo! - disse Rose.

— O Senhor Tortura... Ele ainda está aqui? - June perguntou se sentando na cama.

— Não, ele foi embora de alguma forma. Seus pais chegaram. - disse Rose.

June fez uma expressão de alívio, não queria ter que enganar a amiga como o Senhor Tortura havia pedido. Encarou Rose com um olhar assustado.

— Então, por que você estava dormindo? - perguntou Rose.

— Na verdade eu não me lembro de ter vindo dormir. Acho que fui dopada ou algo assim. - disse June esfregando os olhos.

— De qualquer forma, nós temos que parar esse cara. - disse Rose se sentando na cama.

— Não Rose. Nós não podemos. Ele é um sociopata, a polícia tem que cuidar disso. - disse June.

— A polícia não consegue fazer nada, ele disse que sou a cliente preferida dele. Eu estou em perigo. - disse Rose aumentando o tom de voz.

— Certo, e o que iremos fazer? Vamos ser torturadas, mutiladas ou mortas se irmos atrás dele. - June disse frustrada.

— Vamos fazer a única coisa que podemos fazer. Descobrir quem ele é.




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