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História Senhores de sangue - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olá, guardiões! Agradeço a todos que comentaram e favoritaram a história no primeiro capítulo, obrigada pela chance! Voltei com mais um capítulo, ele tem uma onda mais explicativa pra dar uma base no contexto geral da história, eu espero que gostem! ♥️

Capítulo 2 - 02


Que lugar era aquele? Aquilo era real de mais para ser uma fantasia, e irreal de mais para ser verdade. Mia queria se aproximar para olha-los de perto, eles não a assustavam, intrigavam-na, eram incríveis, mágicos... Seus detalhes, curvas, desenhos, era tudo tão fantástico, aquilo só podia ser um sonho, um sonho do qual nunca se esqueceria.

Estava paralisada.

- Quem eles são? – mordeu os lábios – São facinantes. 

- Em geral, refugiados da guerra em que vivemos. Não há mundos em que se ganhe com a guerra.

- Estou sonhando ou isso é algum tipo de brincadeira? 

- É real querida, quer vê-los? 

Antes que pudesse reponder asas negras cortaram o céu, um homem pousou perto das crianças recolhendo suas asas. Seus olhos tomados pelo vermelho mais puro, eram magnéticos. Não conseguia parar de olha-lo.

Sua respiração se tornou superficial. Ele bricava com as crianças quando seus olhos se encontraram  e deram forma a um transe profundo. Pôde ouvir os batimentos, dela ou dele não saberia dizer. Aquela conexão era primitiva, quase animalesca. Quem era ele? 

Stefan fechou a cortina em seu rosto a despertando.

- O que acha de darmos uma voltinha lá por baixo? – estendeu a mão em forma de convite

- Claro... – o seguiu ainda desnorteada

Corredores seguiram, aquela base era enorme, um labirinto. No caminho encontraram várias pessoas, se é que podia chama-los assim, muitos os cumprimentaram. “É um prazer conhecê-la”, “Seja bem-vinda”, nada relevante o suficiente para roubar sua atenção. Aquele homem fez algo com ela, algo que a prendia e ela não gostava disso.

Chegaram, finalmente, no primeiro piso. Havia uma recepção em frente ao grande salão em que estavam e cinco portas ao seu redor. Stefan a dirigiu ate a recepção. Uma mulher de cabelos brancos se encontrava no posto de atendimento, tinha orelhas tão pontudas quanto à ponta do nariz, olhos azuis doces e extremamente claros. Ela sorriu com a aproximação dos dois.

      — Boa tarde – disse calorosa para Mia e fechou a cara ao olhar para o seu acompanhante— Stefan.

— Também é um prazer, Danika— respondeu irônico— Você poderia, com o ar da sua perfeição élfica, registar minha belíssima acompanhante?

     Ela mexeu um pouco no computador à frente e coletou não só a digital como bateu uma foto de Mia.

 — Eu vou deixar o cadastro dela como um pacote interno no seu. Já que eu sei que não vai durar muito mesmo— seria um crime dizer que Mia estava adorando aquilo? Ela nunca presenciara um possível efeito da cafajestice do pai— Mas quer uma dica, querida? Vá embora enquanto pode. É minúsculo.

     — Não foi o que você disse.

    — Mulheres são ótimas mentirosas, não sabia?

     — Ta bom!- disse já não deleitando da situação— Informação de mais. E obrigada, mas eu não pretendo ficar. Seja lá em que inferno o meu pai— deu ênfase nisso— me colocou, eu vou embora.

  — Você tem uma filha? Por que não me contou isso?

  — Porque não pretendia durar muito mesmo

     Mia revirou os olhos. Eles a ignoraram totalmente e ficaram naquela troca de farpas. A garota saiu de fininho e foi atrás de algo que a interessasse, uma maneira de saber e entender onde estava ou apenas o dono daqueles olhos. Ele era um deles, procurá-lo provavelmente não era a opção mais inteligente. 

Tinha cinco portas para iniciar sua busca, e ,por sorte, uma faca e uma bolsa de dinheiro que pegou discretamente do pai. Ele sabia que ela estava em posse, nunca conseguiu rouba-lo, mas já que não havia falado nada, tomou como seu. 

Porta A, começaria por ela. Estava trancada, no entanto ainda pode ouvir alguns ruídos com o ouvido na porta. A sala estava bem barulhenta, talvez fosse uma reunião, capitou algo de sobre selos e negações, não conseguiu entender muita coisa.

     Ao ir para B ela checou Stefan que a encarava com um sorriso, estava menos distraído do que pensava.

     — Eu não sou tão tonto, minha querida. Se quisesse sair de vista deveria ter ido para outro cômodo –  Danika já não estava mais lá, devia ter se cansado da discussão.

     — Eu quero saber onde estou- rebateu.

     — Capit, já lhe disse.

     — E onde Capit fica?

     — Eu ainda preciso te explicar isso com calma, pequena. Mas entenda, esse é o nosso lar agora, te darei tudo aqui, basta ter paciência.

      Mia viveu praticamente toda a sua vida com Stefan, sempre o seguiu pelos mais diversos caminhos, mas ele nunca escondeu nada, nunca pediu que acredita-se em monstrinhos encantados.

   — Stefan, me explique agora— ele consentiu.

     — B — ele apontou para porta— Me siga que contarei tudo que precisa saber.

     Ela o fez.

     — Rapazes, esta na hora da piração de mentes. Quem vai brincar de contar a história dessa vez?— havia quatro seres dentro da sala.

Hector Harry, um sátiro de cabelos castanhos e queixo fino, orelhas longas e pontudas coincidindo com os pequenos chifres de pontas erguidas para cima. Sem camisa ele expunha os pelos castanhos do seu corpo forte e a barba cheia bem elaborada. Usava uma bermuda bege, como se isso anulasse de alguma forma o fato de suas pernas serem metade bode.

     A sua direita uma mulher de beleza estonteante, Nikaia. Grandes e intensos olhos castanhos emolduravam seu rosto magro e bem desenhado, seus lábios carnudos chamavam atenção junto com as joias que usava, principalmente uma tiara de joias caídas pela sua cabeça raspada. Asas transparentes e delicadas saiam de suas costas negras, sendo valorizadas pelas suas roupas curtas de cor amena.

Já a esquerda de Hector podia ser visto um homem baixinho e mal encarado. Um gnomo gorducho e bigodudo chamado Eros, parecia um velho que comeu exageradamente ao longo da vida, era carrancudo e cheio de marcas de expressão, possuía um bigode branco que se alongava ao chão junto com a sua barba. Não usava um chapéu longo ou uma roupa colorida como se esperava, e sim vestimentas feitas totalmente de couro.

     E por último um Blemmye conhecido como Ezon Dake. Sem cabeça ou estrutura corpórea comum humana, seu rosto ficava em seu peito, onde os braços largos ultrapassavam relevantemente. Tinha um corpo magro e esguio, mais de dois metros de altura. Uma aberração dependo dos olhos que os viam.

    O ar sumiu dos pulmões de Mia ao ver tais criaturas. Não podiam ser reais, podiam?

     — Então você é a Mia?— disse o sátiro amigavelmente— É um prazer conhece-la, ouvi muito sobre você, a garota de ouro de Desconfiança. Eu sou o Hector.

     Ela não podia responder, algo a impedia. Talvez medo seja a palavra certa.

     — Ho, querida— Nikaia seguiu falando— Acalme-se um pouco, não somo aberrações. Sei que esta tudo indo muito rápido, ninguém te explicou nada, então respire um pouco, nos deixe falar.

Sete pecados, Luxúria, Ira, Soberba, Inveja, Avareza, Gula e Preguiça, todos governando simultaneamente as sete capitais que compunham Capit. Governando os seres que viviam em seus territórios, governando entre a guerra de poder que decidiria quem é o mais forte.

        Não se tem uma grande explicação de como tudo começou, e se tem esta trancado nas páginas mais secretas já escritas nesse livro. Mas ao que todos iram lhe falar: Essa guerra começou apenas para que Ira e Luxúria medissem forças, eles separaram os pecados, iniciaram combates, mataram inúmeros seres mágicos. Mas pelos milênios em que guardo isso nunca houve um vencedor.

        Não a vantagens e pesos a mais em nenhum dos lados, é uma guerra infinita, guerra que nunca terá um acordo de paz. Ao menos que as informações que lhe estou entregando caiam nas mãos de algum deles, isso seria decisivo e não pode acontecer.

        Capit é uma terra mágica, mas esta manchada de sangue, certas áreas nunca iram se recuperar dos massacres que foram ali presentes.

Engoliu a seco. Uma terra mágica separada do mundo humano, habitada pelos mais diversos tipos de criaturas. Aquilo parecia um roteiro da Disney, só faltava uma reviravolta onde todos viravam doces e delicados seres de luz.

     Como alguém em sã consciência acreditaria naquilo? Mesmo com eles a frente, não poderia ser, era... impossível! tinha que ser.

     — Eu quero ir para casa— exigiu atordoada.

    — Não... Mia... Estamos em casa. Eu vou te apresentar ao meu irmão, você vai viver num palácio, vai poder ter tudo que sempre quis — Stefan tentou se aproximar, mas ela recuou.

     — Eu não quero nada! Fui feliz com pouco, não preciso dessa loucura! E não acredito que mentiu pra mim por todo esse tempo, você tem poderes, Desconfiança. Mentiu pra mim a minha vida inteira, sobre tudo. Stefan, você sempre foi a única coisa que eu tive!

Seus olhos queimaram. Se tudo era real, mágoa e traição a abraçavam nesse momento.

- Nós precisamos de você, eu sei que é muito, sei que está sobrecarregada, mas precisamos de você para ganhar a guerra, do livro – Nikaia disse com a voz repleta de compaixão – Você é mais forte do que pensa 

- Eu não sou uma guerreira, eu sou uma ladra. Eu sou humana!

- Desconfiança, agora! Faça-a aceitar – a voz ríspida de Eros, o gnomos, soou em uma ordem.

- Faça-a aceitar? – olhou confusa para o homem que chamara de pai – O que ele quer dizer com isso?

- Nada, querida.

- Sem mentiras, por favor – um pouco mais e despencaria

- Eu tenho um dom, como todos os servos, personificar a minha emoção e manipula-la em outras pessoas, mas eu não vou usar isso com você, arco-íris – cautela em sua voz

E de repente todas as vezes que aceitou e se jogou de cabeça em algo que ele pediu fez sentindo, ele tirou a desconfiança dela e não restou outra possibilidade além de acreditar cegamente.

- Seu... – não sabia o que deveria sentir.

As portas abriram, dois guardas em cada lado e no meio aquele homem... 

- O rei requisita vossa presença, senhorita Mia – ele disse e sua voz soou como uma carícia. Os olhos vermelhos a rondando, lendo-a – Por favor, se alguém pode fazer ou responder algo sobre esse reino é o ele.

Segurando as lágrimas ela seguiu os homens. Stefan estava logo atrás. Ela fugiria, mas antes precisava ver com quem estava lidando. 

- Quem é você? – perguntou ao rapaz

- Lysander, príncipe da províncias de orgulho –  olhou em seus olhos – Sente o mesmo que eu?

- Pensei que fosse mais um feitiço – mais uma armação, omitiu.

- Não, é só a prova de que é você.

Grandes portas azuis se abriram revelando a sala do trono. O chão, as paredes, todos formandos de alguma jóia ou pedra tão azul quanto o mar. Doze soldados montavam um círculo pelo salão, protegendo o centro. O trono. 

- Mia, é uma honra. Eu sou Orgulho, mas pode me chamar de Kairon. Gostaria de..

O rei foi interrompido. Um homem apareceu a sua frente e lançou uma cabeça aos seus pés.

- Minha recompensa – o mascarado exigiu.

- Homens como você deveriam ter mais respeito perante o rei – os guardas, prontos para a batalha, estederam a recompensa

- Perdoe-me, Vossa magestade – uma reverência debochada – Se precisar dos meus serviços sabe onde encontrar sua plebe.

Alto, forte, totalmente coberto por uma armadura negra. A irreverência, as armas o denunciavama, um mercenário. Era sua chance.

- Você! – Mia jogou o saco de dinheiro roubado no visitante – Me tire daqui.

Em segundos o homem olhou para o rei, olhou para Mia e sorriu. Mais um segundo e eles estavam lado a lado em uma floresta. Ela havia sido teletransportada! Que incrível!

- Foi uma honra negociar com você, princesa – seguiu andando.

- Espere!- dado sua negligência em parar Mia o acompanhou – A cidade mais próxima, onde fica? 

- Se não tiver mais dinheiro eu sinto em lhe informar, mas não faço caridade.

Homens pularam das árvores e cairam no chão, estavam armados com facas e espadas. Seis no total, cinco em terra e um continuava no ar. Avançaram. Mia agarrou a faca e esperou que chegassem a ela. Sem base, portavam armas brancas, eram alvos fáceis. 

Dois a atacaram simultâneamente, esquivou das armas e aproveitou a entrada. Esfaqueou a costela do homem a sua direita e chutou o da esquerda o desestabilizando. Cortou a garganta de ambos e arremessou a faca no bandido sobre as árvores. Ele caiu ferido. Mia roubou a sua arma.

Respirou ofegante, descontou sua raiva naqueles homens e não se arrependia.

- Norte – o homem pronunciou, as mãos cobertas de sangue. Três cabeças aos seus pés.

- Me leve ate lá- ordenou

- A troco de que, princesa?

- A cabeça de seus inimigos.

- Não pedi que os matasse.

- E em compensação está com a cabeça acima do pescoço.

Ele riu e se aproximou dela. Dois paços de distância.

- Deixa eu te contar um segredinho, eu os teria matado sem você – sussurrou

- Mas eu os matei – um passo a frente, o estava desafiando.

- Eu gosto do seu jeito – Com um gesto delicado escondeu uma mecha do cabelo de Mia atrás de sua orelha, sujando-o – Venha, irei levá-la, três cabeças, três pedidos. Hoje é seu dia da sorte, princesa, encontrou o seu gênio da lâmpada. 

Ele continuou, estavam tão próximo que os corpos se encostavam a cada inspiração..

- Me diga, o que deseja? 

Mia sentiu a respiração quente, analisou cada centímetro da máscara e os olhos por trás dela, amarelos, cor de âmbar.  Sentiu o coração, e um pouco mais, vibrar, ele não era hipnótico, era exitante.

- Você vai me levar ao mercado mais próximo, vai responder tudo que eu perguntar até lá e vamos deixar o último pedido para mais tarde.

-  Uma pergunta, um desejo, a primeira é a única que garanto minha sinceridade – justo.

- Como eu volto para a terra?

-  Terra? Interessante – sobre passos vagarosos eles seguiram pela floresta – O meio mais rápido é um portal, mas se você conseguir quebrar o selo eu posso teletransporta-la, por um bom preço, é claro.

- Onde eu arrumo um portal? De que selo estamos falando e como eu o quebro?

- Você está completamente perdida, não é, princesa? Como eu sou um cara legal vou te ajudar, uma pergunta por outra – ela consentiu – Então, vamos lá, os portais foram proibidos para evitar fugitivos. Algumas ninfas ainda os confeccionam e eles são vendidos nas Terras rasas, uma ilha, que considerando que estamos em terras de Vaidade, não muito distantes. Já o selo, na base do seu pescoço há símbolos, você já deve ter notado, um selos proíbe que saia sem um portal, é um elo com Capit, e o outro indica a sua serventia.

-  Serventia? 

Passou a mão no pescoço e sentiu leves ondulações, uma espiral, um infinito e algo semelhante ao contorno da lua minguante. Três marcas, não seria precavido citar a terceira.

- Minha vez  – Mia revirou os olhos – Porque Orgulho, em todo seu poder e soberba, quer você?

- Eu não sei – deu de ombros – Você chegou antes que eu pudesse perguntar.

- Resposta insuficiente, se quiser minha ajuda tem que ser mais... aberta- um sorriso malicioso – você escolhe o sentido.

- Eu sou necessária para a guerra, e isso é tudo quê terá de mim – e que ela sabia, e talvez necessária fosse um grande exagero, mas ele não precisava saber.

Ele seguiu com a explicação, nunca olhando-a.

- Serventia é a que pecado você pertence. Os sete tem diretamente uma espécie mágica ligada a eles, como seu amigo Orgulho tem os Elfos, e servos de sangue, ligados a seu poder central. Usando novamente Orgulhinho de exemplo: Seu poder central é o orgulho, óbvio, e ele tem soldados de sangue como Ego, sentimentos e estados ligados a ele.

Então era isso que Stefan era, um servo... Mas como Desconfiança se relaciona com Orgulho?

O mascarado continuou:

– Por que não conhece nada de Capit?

- Estou apenas de passagem, viagem inesperada – Mia tentou ao máximo dar um ar de naturalidade a fala, mas o homem era esperto, ela sabia. Droga, precisaria fazer melhor que aquilo, não poderia demonstrar fraquezas – Como eu chego às terras rasas?

- Pode pegar a balça. Quando chegamos ao mercado procure por Lewis e diga que quer passear, ele entenderá e a levará, uma bolsa de moedas deve ser o suficiente – quantos roubos teria que fazer hoje? – A última pergunta, princesa, como você se chama?

Levantou o queixo orgulhosa, o quanto menos soubesse um do outro melhor seria para os dois.

- Scarlett.

- Scarlett... – pronunciou em um sussurro –  Mentirosa, eu gosto disso. Ainda te devo um pedido Scarlett, então caso precise sair apenas feche os olhos e chame pela lua, eu aparecerei para pagar minha dívida.

O homem máscarado afastou um mar de folhas de sua frente revelando o mercado. Algo semelhante ao que se via em filmes medievais, barracas coloridas exibindo armas, comidas e roupas. Criaturas andando em estradas de pedras fazendo suas compras naquela tarde. Atrás deles alguns estabelecimentos provavelmente mais caros, uma loja de costura, outra de artigos mágicos e uma taverna, o que Mia conhecia docemente como bar, seu alvo.

Ao olhar para os lados se pegou sozinha .

- Palhaço – disse sobre o forasteiro não mais presente – Pedir para a lua, que piada.

Começou a avaliar suas opções. O primeiro problema era, claro, suas roupas. Uma calça jeans e uma camisa com “ Acordando cedo para me atrasar com calma” escrito não eram as roupas mais discretas para uma sociedade que parecia não ter passado do couro.

Roupas... O vilarejo era próximo, ela o conseguia avistar. Saiu caminhando entre as árvores. As casas eram pequenas e simples, aparentemente feitas de madeira, tinham janelas redondas e portas nas quais o menor dos humanos não conseguiria passar sem se encolher. Gnomos... Observou a movimentação dos pequenos. Não encontraria roupas para ela ali, e principalmente, chamaria muita atenção. 

Voltou a feira, poderia se mesclar melhor com mais espécies a sua volta. Em uma banca perto das árvores  pegou uma capa preta, estendendo o capuz sobre sua cabeça. Caminhou pelas beiradas até a taverna chamando o mínimo de atenção possível. E, finalmente, estava dentro.


Notas Finais


Iai? Gostaram? Comentem a sua opinião e possíveis teorias do desenrolar da história.
Ainda estamos nesse período complicado então lembrem-se de se cuidar. Higieniza esse celular hein!


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