História Senhorita Grey - Capítulo 46


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Alice, Anastasia (Rainha Vermelha/Rainha Branca), Anna, Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Cruella De Vil, Daniel, David Nolan (Príncipe Encantado), Elsa, Emma Swan, Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Malévola, Mérida, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell, Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Swanqueen Morrillia
Visualizações 121
Palavras 1.711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem tomou vergonha na cara hehehe
Boa leitura

Capítulo 46 - Oque e isso


Fanfic / Fanfiction Senhorita Grey - Capítulo 46 - Oque e isso

— Persistente você não? — Ela murmura, um rastro de irritação em sua voz. — Vida, os negócios, o universo. Emma, faz tempo que a Sra. Robinson e eu nos conhecemos. Falamos sobre tudo.

— De mim? — Eu sussurro.

— Sim. — Os olhos castanhos assistem-me cuidadosamente.

Eu mordo meu lábio inferior, tentando restringir a pressa súbita de raiva que vem a superfície.

— Por que você conversa sobre mim? — Eu empenho para não soar chorona e petulante, mas eu não tenho sucesso. Eu sei que eu devia parar. Eu estou empurranda-a muito forte. Meu subconsciente surge com o rosto de Edvard Munch novamente.

— Eu nunca encontrei ninguém como você

— O que isso quer dizer? Que nunca conheceu alguém que assinou o contrato sem questionar primeiro?

Ela agita sua cabeça.

— Eu preciso de conselho.

— E você toma conselho da Sra. Pedófila? — Eu estalo. Segurar meu temperamento é mais difícil do que eu pensei.

—Emma... suficiente, — ela estala de volta severamente, seus olhos se estreitando.

Eu estou patinando em gelo fino, e eu estou indo para om perigo.

— Ou eu porei você nos meus joelhos. Eu não tenho nenhum interesse sexual ou romântico de qualquer jeito. Ela é uma amiga querida, estimada e uma companheira de negócios. Isto é tudo. Nós temos um passado, uma história compartilhada, que era monumentalmente benéfica para mim, entretanto isso fodeu seu casamento... mas este lado da nossa relação está terminado.

Jesus – outra parte que eu não consigo entender. Ela era casada também. Como elas fizeram isto por tanto tempo?

— E seus pais nunca descobriram?

— Não, — ela rosna. — Eu já disse isso a você.

E eu sei isso. Eu não posso perguntar a ela quaisquer perguntas adicionais sobre ela porque ela enlouquecerá comigo.

— Você acabou? — Ela estala.

— Por agora.

Ela respira fundo e visivelmente relaxa na minha frente, como se um grande peso fosse erguido de seus ombros ou algo.

— Certo... minha vez, — ele murmúrios, e seu olhar feroz virou gélido, especulativo. — Você não respondeu meu e-mail.

Eu ruborizei. Oh, eu odeio refletores em mim, e parece que ela vai ficar brava toda vez que nós temos uma discussão. Eu agito minha cabeça. Talvez isto é o que ela sente sobre minhas perguntas, ela não está acostumada a ser desafiada. O pensamento é revelador, me distrai, e enerva.

— Eu iria responder. Mas agora você está aqui.

— Você prefere que eu não estivesse? — Ela respira, sua expressão impassível novamente.

— Não, eu estou contente, — eu murmuro.

— Bom. — Ela dá para mim um sorriso genuíno de alivio. — Eu estou muito contente de estar aqui... apesar de seu interrogatório. Embora aceite que me fuzile de perguntas, você pensa que pode reivindicar algum tipo de imunidade diplomática só porque eu voei todo esse caminho para ver você? Eu não estou aceitando isto, Senhorita Swan. Eu quero saber como você se sente.

Oh não…

— Eu disse a você. Eu estou contente que você esteja aqui. Obrigada por vir, — eu digo debilmente.

— O prazer é todo meu, Senhorita Steele.— Seus olhos brilham quando ele se debruça para abaixo e me beija suavemente.

Eu sinto eu mesma automaticamente respondendo. A água está ainda morna, o banheiro quieto e vaporoso.

Ela para e se puxa de volta, olhando abaixo, para mim.

— Não. Eu penso que eu quero primeiro algumas respostas antes de nós fazermos mais.

Mais? Aí está essa palavra novamente. E ela quer respostas... respostas para o que? Eu não tenho um passado secreto... eu não tenho uma infância horripilante. O que ela possivelmente podia querer saber sobre mim que ela já não saiba?

Eu suspiro, resignada.

— O que você quer saber.

— Bem, como você se sente sobre nosso acordo, para começar.

Eu pisco para ela Hora de dizer a verdade. Meu subconsciente e a deusa interior olham nervosamente uma para o outro. Inferno, vamos com a verdade.

— Eu penso que eu não posso fazer isto por um período estendido de tempo. Um fim de semana inteiro sendo alguém que eu não sou. — Eu ruborizo e olho fixamente para as minhas mãos.

Ela levanta meu queixo, e ela está sorrindo para mim, divertido.

— Não, eu também penso que você não poderia.

E parte de mim se sente ligeiramente afrontada e desafiada.

— Você está rindo de mim?

— Sim, mas em um bom modo, — ela diz com um pequeno sorriso.

Ela se debruça e me beija suavemente, brevemente.

— Você não é uma grande submissa, — ela respira enquanto segura meu queixo, seus olhos dançam com humor.

Eu olho fixamente para ela chocada, então eu desato a rir – e ela se junta a mim.

— Talvez eu não tenha um bom professor.

Ela bufa.

— Talvez. Talvez eu deveria ser mais rígida com você. — Ela arma sua cabeça para um lado e dá a mim um sorriso astuto.

Eu trago. Jesus, não. Mas ao mesmo tempo, meus músculos apertam deliciosamente bem no fundo.

É seu modo de exibir o quanto ela se importa. Talvez o único modo que ela pode mostrar que se importa – eu percebo isto. Ela está olhando fixamente para mim, medindo minha reação.

— Foi tão ruim eu te bater?

Eu olho de volta para ela, piscando. Foi tão ruim? Eu lembro de parecer confusa com minha reação. Machuca, mas não tanto em retrospecto. Ela disse inúmeras vezes que está mais em minha cabeça. E a segunda vez… Bem, isso foi bem… quente.

— Não, para falar a verdade não, — eu sussurro.

— Foi mais a ideia disto? — Ela inicia.

— Eu suponho. Sentir prazer, quando supostamente não se é para ter.

— Eu lembro de sentir o mesmo. Leva um tempo para conseguir que sua cabeça trabalhe ao redor isto.

Santo inferno. Isto foi quando ela era uma criança.

— Você pode sempre usar uma palavra de segurança,Emma. Não esqueça isto. E, desde que você siga as regras, o que preenche uma profunda necessidade em mim pelo controle, você se mantém segura, então talvez nós podemos achar um modo.

— Por que você precisa me controlar?

— Porque isso satisfaz uma necessidade em mim que eu não encontrava em meus anos de formação.

— Então isso é uma forma de terapia?

— Eu nunca pensei sobre isso desse modo, mas sim, eu suponho que é.

Isto eu posso entender. Isto ajudará.

— Mas, aqui tem uma coisa... um momento você diz não me desafie, o próximo você diz que gosta de ser desafiada. Isto é uma linha muito fina para andar com sucesso.

Ela olha para mim  por um momento, então franze o cenho.

— Eu posso ver isto. Mas você parece estar se dando bem até agora.

— Mas a que custo pessoal? Você me deixou de braços e pernas atadas.

— Eu gosto disso, atar pernas e braços, — ela sorri.

— Não é isso que eu quis dizer! — Eu esguicho água em exasperação.

Ela olha para em mim, arqueando uma sobrancelha.

— Você acabou de espirrar água em mim?

— Sim. — Merda… esse olha.

— Oh, Senhorita Swan. — Ela me agarra e me puxa sobre seu colo, espirando água por toda parte do chão. — Eu penso que nós tivemos suficiente conversa no momento.

Ela aperta suas mãos, uma em cada lado da minha cabeça e me beija. Profundamente. Possuindo minha boca. Angulando minha cabeça… controlando-me. Eu gemo contra seus lábios. Isto é o que ela gosta. Isto é no que ela é tão bom. Tudo acende dentro de mim e meus dedos vão para seu cabelo, segurando ela para mim, e eu estou beijando-a de volta e dizendo que eu o quero muito, do único modo que eu sei como. Ela geme, e movendo assim eu estou montada nela, ajoelhando acima dela, sua ereção em baixo de mim. Ela se puxa de volta e olha para mim, seus olhos ardendo e luxurioso. Eu solto minhas mãos para agarrar a extremidade da banheira, mas ela agarra ambos meus pulsos e puxa minhas mãos atrás das minhas costas, segurando-os juntos com uma mão.

— Eu vou te ter agora, — ela sussurra e me ergue de forma que eu estou pairando acima dela.

— Pronta? — Ela respira.

— Sim, — eu sussurro, e ela me solta para ela, lentamente, perfeitamente lento… enchendo-me… Assistindo-me enquanto ela me toma.

Eu gemo, fechando meus olhos, e eu me divirto na sensação, o estirar do preenchimento. Ela dobra seus quadris, e eu ofego, debruçando adiante, descansando minha fronte contra a sua.

— Por favor, deixe minhas mãos soltas, — eu sussurro.

— Não me toque, — ela pleiteia, e solta meus pulsos, ela agarra meus quadris.

Apertando a borda da banheira, eu levanto e então abaixo lentamente, abrindo meus olhos para olhá-la. Ela está assistindo-me. Sua boca ligeiramente aberta, sua respiração detida, formal – sua língua entre seus dentes. Ela parece tão… quente. Nós estamos molhadas e escorregadias e movendo um contra o outra. Eu me debruço para baixo e o beijo. Ela fecha seus olhos. Tentativamente, eu trago minha mão para sua cabeça e corro meus dedos por seu cabelo, não me separando meus lábios de sua boca. Isto eu tenho permissão. Ele gosta disto. Eu gosto disto. E nós nos movemos junto. Eu puxo seu cabelo, inclinando sua cabeça e afundando o beijo, montando-o – mais rápido, aumentando o ritmo. Eu gemo contra sua boca. Ela começa a me erguer propositalmente mais rápido, mais rápido, segurando meus quadris. Beijando-me de volta. Nossasa  bocas e línguas molhadas, cabelo emaranhado, e quadris se movendo. Toda sensação… tudo consumindo novamente.

Eu estou quase… eu estou começando a reconhecer esse delicioso aperto… acelerando. E a água… está rodando ao nosso redor, nosso próprio remoinho de água, um vórtice ativo quando nossos movimentos se tornam mais frenéticos… pulverizando água em todos os lugares, espelhando o que está acontecendo dentro de mim… e eu só não me importo.

Eu amo esta mulher . Eu amo sua paixão, o efeito que eu tenho nela  Eu amo que ela tenha voado até aqui para me ver. Eu amo que ela se importe comigo como el se importa. É tão inesperado, tão realizadora.

Ela é minha , e eu sou dela

— Isso mesmo, bebê, — ela respira.

E eu gozo, meu orgasmo se rasga por mim, turbulento, apaixonado, um apogeu que me devora inteiro. E de repente Regina me esmaga nele… seus braços embrulhados ao redor das minhas costas quando elap encontra sua liberação.

— bebê! — Ela grita, e isso prece uma selvagem invocação, ativa e tocando as profundezas de minha alma.

Nós deitamos olhando fixamente. Mas eu sabia que ainda nao tinha acabado

--Regina?


Notas Finais


E agora ?


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