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História Senju Tobirama - Capítulo 55


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Notas do Autor


Capítulo clichê igual a tia aqui gosta. ✋🏻

Capítulo 55 - Capítulo 55


Fanfic / Fanfiction Senju Tobirama - Capítulo 55 - Capítulo 55

...


As instabilidades são cessadas e a paz e calmaria voltam a reinar. Uma vez que o conselho e aliados foram avaliados e analisados pelos três poderes existentes em Konoha. Senju Hashirama, o Deus Shinobi, Senju Tobriama, o seu opositor e Uchiha Madara, seu melhor amigo. Os três uniam forças e distribuíam pela vila, com o proposto de fazer aquelas terras prosperarem.


Os Yamanaka's continuaram na vila e renderam suas forças, assim como outros clãs aliados. A vila passou por vistoria, os cidadãos deram depoimentos, a segurança aumentou significativamente por toda a extensão do território do país do fogo. 


Os novos pesquisadores que vieram  com o clã Nara e Yamanaka, estudavam a posição de Aimi. Principalmente o mistério que era seu corpo. Sendo quase oitenta porcento modificado, incluindo as variações de jutsus dos quais ela dominava. O componente esférico preso às costas de Aimi está sendo avaliado pelo grupo de pesquisa de Konoha, eles acreditam que a partir dali pode surgir uma tecnologia nova, algo que possa ajudar a alavancar a vila; e para melhor.


Hashirama e Mito mudaram-se para outra estalagem, enquanto sua casa estava sendo reconstruída. Eles poderiam optar por outro espaço, mas o apego de Hashirama ao local era inexplicável, fez de tudo para que o local pudesse voltar a ter a mesma vista e comodidade de antes.


Tobirama e Saori organizaram sua nova casa. Os primeiros dias foram de muita correria, mobiliar a casa até parece um serviço fácil, mas a ruiva sempre discordava de algo ou odiava as opiniões de Tobriama. Uma semana depois, ambos haviam chegado a um consenso, onde conseguiram definir algo bom e que agradasse ao dois. É errôneo falar que, Tobirama decidiu mesmo alguma coisa, visto que, ou Saori decidia algo, ou ela manipulava ele até que o mesmo mudasse de ideia. Ela sempre deixava ele acreditar que a decisão foi tomada pelo mesmo.


...


— Ei, amor, acorda. — Era manhã quando Saori entrou no quarto do casal e aos poucos, tentava acordar Tobirama. 


O corpo esbelto e branco de Tobirama estava embolado no tecido branco dos lençóis de cama. Seu antebraço cobria os olhos, evitando a luz do dia que adentravam pelas janelas, abertas por Saori. 


A ruiva trazia consigo uma badeja contendo café, torradas e algumas frutas. Era uma manhã tranquila e amena, os únicos sons escutados, eram apenas do pássaros e das árvores dançando no ritmo dos ventos. 


Sua alegria alastrava o quarto, seus pés dançavam juntos com as árvores vistas pelo vidro da janela, em frente sua cama. Saori deixa a bandeja no criado mudo, sorri, tira os chinelos, levanta um pouco seu vestido e sobe em cima da cama, ou melhor, sobe em cima de Tobirama. 


As mãos delicadas descobrem seu peitoral, passeiam até seu pescoço, chegando ao seu rosto. Saori delineia os lábios dele com as pontas dos dedos, tateia seu antebraço e o aperta, tirando dali. Tobirama contraiu os lábios em um sorriso bobo ao deixar que um de seus olhos se abrissem minimamente e vissem Saori. A ruiva deixava seus cabelos contornar os ombros, a franja cobria parte de seu rosto, os olhos azuis brilhavam feito céu estrelado e o sorriso era radiante, deixando o dia ainda mais lindo. 


— Você é tão linda, casa comigo. — Ele a puxa pela cintura, abraça seu corpo e afoga o rosto nos cabelos vermelhos, sentindo o aroma doce de Saori. 


A ruiva deixa o beijo na bochecha dele, se afasta um pouco para que Tobirama sentasse sobre a cama. Com um movimento, ela pega a bandeja, põe sobre o colo dele e sorri. 


— Feliz aniversário, pedacinho de céu! — Saori vibrava, vendo a cara assustada de Tobirama. — Não é grande coisa, mas acho que você não curte tanto alvoroço, então decidi fazer algo simples e a sua cara. Você precisa me agradecer, Hashirama queria fazer muito barulho. — Saori pega uma das torradas e leva a boca de Tobirama. — Não está com fome? — O olhar dele foi bastante sugestivo, porém, mordeu com delicadeza a torrada e sorriu. 


— Obrigado, não precisava se preocupar com essa data, é só um dia comum. 


— Não é um dia comum para mim, hoje é seu dia e eu tenho um presente. — Ela solta a torrada e estica o corpo até a gaveta do criado mudo. Saori tira um envelope azul e entrega a Tobirama. — Lê. 


— Mais uma das suas cartas destruidoras de coração? — Ambos riem e Tobriama começa a abrir o envelope. — Dessa vez não, né. — Ele abre lê a seguinte frase: "Vale um dia" — O que significa? 


— Significa que você tem um dia todo só para você. Isso me inclui. Pode pedi o que você quiser, assim como faremos só o que você quiser. É o seu dia, não é um dia comum. — Ela toca o nariz de Tobirama com o indicador e sorrir. — Olha, aproveita, so terá esse dia novamente, daqui um ano. 


— Hum, então pode ser o que eu quiser, certo? — Tobirama tira a bandeja do colo e devolve ao criado mudo. Em seguida joga o envelope de lado e puxa Saori para perto. — Estou com fome, mas o alimento que quero, é para minha alma; e isso, só encontro em você. — Os dedos adentraram aos cabelos dela, selando seus lábios.


— Tobirama.. — Ela arfou entre o beijo e separou seus lábios. — Precisamos comprar comida para o Kira. Podemos encarar isso como uma passeio, você não acha uma boa ideia? 


— Acho uma boa ideia, podemos sair para o nosso encontro. Já fazem meses que lhe chamei, e não tive a oportunidade. Mas hoje, vamos concluir isso. — Tobirama volta a beija-la, desta vez, suas mãos adentram o vestido dela, levantando o tecido até tirá-lo do corpo dela. — Quero vê seu corpo. — Saori assentiu, deixando que ele tirasse todas as suas peças de roupa. 


Despida e a mercê de Tobriama, Saori o encarava como quem pergunta o que se passa na cabeça dele. Tobirama estava estático, olhando Saori sobre seu colo. A ruiva transparecia sutileza, os cabelos caiam sobre o abdômen dele, os mamilos enrijeciam devido a baixa temperatura, os olhos brilhavam e o peito ardia. Está ali, sendo admirada por ele, estava sendo uma das melhores experiências já vivida pela ruiva. Principalmente por conta do olhar dele, era verdadeiro, amoroso, e cheio de desejo. 


— Você é tão linda, tão rara, tão minha. — Com as pontas dos dedos, ele acariciava os braços dela subindo do pulso até seus ombros. — Você não me respondeu, não sei ao certo, se você não ouviu ou se ouviu e ignorou. — Agora, sua mão passeava de um seio ao outro, apertando os mamilos dela, arrancando arrepios e gemidos. 


— Eu ouvir sim, não pretendia lhe ignorar não. De qualquer modo, iria responder ao fim do dia, e é isso que irei fazer. Você esperou muito tempo, algumas horas a mais, não irão fazer diferença, não é?


— É, você tem razão. — Tobirama solta um sorriso leve e desde a mão até o ventre de Saori, onde massageia suavemente. — Eu amo vocês. 


Saori sorri fraco, joga os braços sobre os ombros de Tobirama e o abraça forte. Desta vez, o ato de se tocaram não era depravado, a ânsia não tomava conta de seus corpos, e excitação existia, mas ela era apenas um sentimento em meio ao transbordamento de inúmeros outros sentimentos. 


A cada levantar de quadril que ela dava, Tobirama a invadia profundamente, deixando claro a sua ligação a ela. A cada gemido, um "amo-te" diferente. A cada arranhão um significado, assim como a cada revirar de olhos. Não sabe-se ao certo o que leva pessoas serem tão interligadas a ponto de explodirem em seus próprios universos a cada toque da pessoa amada. Isso porque dar significado a coisas que não precisam disso, é perca de tempo. 


Aquela manhã para os dois foi tão significativa quanto todas as outras que já passaram juntas. Depois de tantas implicâncias e barreiras em seus caminhos, a melhor alternativa para ambos, era aprender a viver cara dia como se fosse o único de suas vidas. 


...


— Se você me apressar, eu prometo demorar mais. — Saori gritava do quarto. Ambos haviam voltado das compras domésticas e agora se arrumavam para jantar fora de casa. Bom, Saori ainda se arrumava, já Tobirama, estava só a sua espera. 


Ela ajustava o tecido preto ao seu corpo e girava de um lado ao outro, olhando-se de todos os ângulos. Saori estava meio insegura, pois não era do seu feitio vesti algo daquele estilo. O vestido era de um modelo acinturado com saia rodada, não havia decote, sua gola era alta. As mangas eram longas, cobrindo toda a extensão de seu braço.


— Que droga! Não seu se estou com fome, ou isso e nervosismo. Mas, porque eu estaria nervosa? — Saori falava consigo mesma enquanto penteava os cabelos com os dedos. 


Deixa de ser paranóica, já estou ficando louco com essa sua arrumação. 


Não fode, Kurama! 


Palavreado bonito para passar à sua geração. 


Saori para e pensa consigo mesma. 


Tem como ele ouvir? 


Ah, não! Claro que não, eu fecho os ouvidos dele.A ironia estava explícita, mas Saori não pegou aquilo no ar. 


— Caramba, sério? 


Não


— Saori, terminou? — Antes que ela retrucasse Kurama, Tobirama entra no quarto e sorri. — Você esta linda! Vamos? 


— Vamos. — Ela caminha até ele e segura sua mão. — Preciso de um sobretudo. — Tobirama sorriu, sabendo qual ela queria. Desde a primeira vez, Saori nunca se desfez do sobretudo, mesmo que nem combinasse com sua roupa, ela o usava. Era um símbolo de seu romance. 


...


— É o seu dia ainda. Pode pedi e conversar sobre o que você quiser. — Ela falava devagar e sorridente. 


— Desta vez, vamos comer algo diferente, você vai gostar. — Tobirama estava sentado à frente dela. Seus olhares se cruzavam a cada movimento de seus corpos. A sincronia que ambos tinham era de ser admirar, tanto de um lado quando de um outro, havia os mesmos sentimentos. — Sabe, ando escrevendo e estudando várias maneiras de melhorar o nosso rendimento. Principalmente a qualidade dos nossos ninjas. 


— Eu ficaria lisonjeada em escutar sobre isso. — Saori enchia seu copo com água e tomava pequenos goles. Sua insatisfação por não estar tomando algo com álcool era perceptível. 


— Estava pensando em uma academia para ninjas. Onde ainda jovens, os civis receberão um treinamento específico. Isso implicaria em novas patentes e níveis de grupos de combates. Talvez manter apenas o Hokage sendo forte, não seja uma atitude inteligente da nossa parte. O poder precisa estava com a vila toda, desde a criança ao idoso. 


— Eu acho uma ideia brilhante. Quanto mais aliados treinados e fortes, melhor. Você escreveu tudo isso no seu diário? — Ela zomba, fazendo Tobirama revirar os olhos. 


— Não é diário. São planos escritos. Não posso ser um líder burro, a segurança dessa vila logo estará em minhas mãos, não posso fazer qualquer coisa, principalmente às cegas. Implantar a escola, patentes e categorias a cada um vai ser a melhor decisão. Eu posso treinar os primeiro e esses podem dar seguimento aos ensinamentos. 


— Eu posso ajudar você. — Seu olhar orgulhoso sobre Tobirama o deixava ainda mais determinado a seguir com seus planos. 


— Ótimo. 


Os dois permaneceram conversando sobre planos futuros enquanto jantavam. Como Tobirama previu, Saori gostou do ele pediu. A conhecia tão bem, poderia opinar sobre qualquer um de seus gostos e acertaria todos. A leitura que ele tinha sobre ela, era intensa. Entre sorrisos, caras feias, deboche, mini brigas e muito planejamento, os dois terminaram o jantar. 


Saíram do local de mãos dadas e caminhavam bastante pela vila. Tobirama mostrava os lugares onde pretendia estalar cada uma das construções que tinha em mente. Sua cabeça racionava muito mais rápido que a dos outros. Enquanto Hashirama pensava nesta paz de momento, Tobirama previa anos luz a frente. Suas anotações sempre eram detalhadas e bem respondida por ele mesmo. Onde havia chances de erros, ele repensava e reescrevia. 


— Acha que ela tem chances de sair? — Suas conversas, agora giravam em torno da ex aluna de Madara. Durante algumas semanas, ele vinha à visitando. Ela seria uma ótima aliada, caso fosse solta. Mas isso ainda estava fora de questão, na visão de Tobirama, ela permaneceria presa até o último dias de sua vida. 


— Eu sempre votarei para não a soltarem, mas você sabe, o molenga do Hashirama irá soltá-la. E pior, a deixará sobre os comandos de Madara. Só de olhar a cara do meu irmão, já sei o que ele planeja. 


— Eu votaria para que ela fosse solta também. Ela só estava perdida no meio de muita mentira, merece um futuro digno, ainda é muito jovem e o Madara tem muito a ensiná-la. 


— Que seja, mas se ela se revoltar de novo, eu mesmo a mato. — Tobriama finaliza a frase e logo após, leva um tapa de Saori. — Porque me bateu? 


— Porque você merece. — Ela bate outra vez ele a segura pelo pulso. — O que você vai fazer, me bater de volta? — Seu olhar sobe até o dele e ela solta uma risada maliciosa. 


— Eu adoraria bater em você, mas não posso. — Ainda segurando deu pulso, Tobirama a puxa até um beco. — Esse beco me lembra cosias boas. 


— Não ouse sugerir o que estou pensando... — O local estava escuro e deserto, o pouco de luz que chegava na metade do beco escuro era a da lua. 


— Você disse que, o dia era todo meu. — Tobirama a prendeu contra a parede enquanto falava em seu ouvido. — Serão cinco minutos... — Tobirama deslizou as mãos até a nuca dela, prendendo seus fios entre os dedos, a puxando para um beijo. O mundo parecia tão diferente, era como se nada ao redor existisse, era apenas eles dois. Tudo tornava-se mais quente e atraente, como canções que embalam nossos corpos e nos levam a outras dimensões. 


O beijo não era mais suave, ele a devorava, não estava lhe provocando, estava a possuindo. As mãos de Tobirama desciam pelas costas dela até chegar às suas nádegas, onde ele apertou com força por cima do vestido. 


— Eu fantasiei várias vezes isso, eu comendo você nesse local, e hoje, ah, hoje eu irei realizar esse devaneio. — Tobirama agacha diante dela e sobe as mãos por suas pernas até chegar na calcinha de Saori. Ele puxa o tecido delicadamente, deixando seus dedos tocarem aquela pele nua e sensível ao toque. 


Com a calcinha de Saori às mãos, ele a coloca no bolso e volta a beija-la. Saori já estava desesperada, levou as pequenas mãos até o cos da calça dele e começou a abri. Não tinha o que ela lhe dizer naquela momento, prometeu que não diria não a ele, então, era melhor que entrasse na aventura. 


Tobirama ergueu o corpo dela e a escorou mais uma vez na parede. Saori enlaçou as pernas nos quadris dele, ainda tentando abrir sua calça. 


— Eu ajudo você. — Tobirama abre sua calça e levanta o vestido dela. O seu deslizar dentro de Saori é quase que instantâneo. 


Ela balançou a cabeça loucamente, agarrando-se aos ombros dele para se apoiar. O corpo dela movia-se de cima para baixo, sentindo Tobirama a preencher completamente. Estava sendo tomada por espasmos de puro sentimento, que lhe roubavam o fôlego, o equilíbrio e até mesmo os pensamentos. 


A cada impulso que Tobirama dava dentro dela, arrancavam gemidos de Saori, mesmo que baixos, ainda faziam a cabeça dele enlouquecer. Vê o rosto dela vermelho e entregue a ele, era com certeza uma das melhores visões que ele poderia ter em toda sua vida. 


Saori segurava firmemente em seus ombros, apertando sua carne e rebolando em sincronia com as investidas de Tobriama. Levando em conta suas respirações, os dois alçariam o clímax em poucos minutos. 


Tobriama trincava os dentes a cada rebolada de Saori, ela se mexia muito rápido, abusando do controle dele e aproveitando a situação para lhe deixar exausto. Ela gemeu mais alto e seu corpo enrijeceu, junto ao dele. Saori o abraçou forte espasmando em seus braços chegando ao seu orgasmo de uma maneira muito intensa. Tobirama diminuiu aos poucos as suas investidas até que gozasse. 


Saori colou a testa a dele, a ruiva o olhava nos olhos e arfava forte, tentando recuperar o seu ritmo cardíaco. 


— Tobirama, eu aceito. — Ela falou selando seus lábios.


Ela a abraçou muito mais forte, até que a mesma reclamasse.  A primeira vez ele lhe pospôs sair para um encontro, havia planejado um um pedido de casamento com todos os seus clichês, mas com o passar dos tempos, ele deu-se conta que não precisava de tanto para ser feliz ao lado dela. Mesmo que o pedido fosse algo importante, não lhe perturbava o fato de assinar um papel, o real ele já tinha. 


Ele já tinha ela e ela já tinha ele. 


— Não me importo em como será esse casamento, por isso, deixo você escolher, seja de qualquer modo. Com muitas ou poucas pessoas, com sol ou com chuva, de dia ou de noite, o que realmente importa é que você esteja comigo, sempre, sempre esteja comigo. — Tobirama a segura firme e se teleporta para casa. 


— Você sabe, quero algo bem simples, para nós. Agora temos uma responsabilidade enorme pela frente. Você sabe os riscos que corremos fazendo isso agora a pouco? — Saori deixa o colo dele e deita-se sobre a cama, abrindo os braços. 


— Não tinha ninguém ali, se tivesse você saberia, eu saberia. Deixa de drama. — Ele se deita ao lado dela e se vira, ficando de frente pra ela. — Acha que será menino ou menina? — A mão acariciava o ventre de Saori. 


— Não faço ideia. A única coisa que tenho certeza, é que darei o melhor de mim para que sejamos uma família feliz. 


— Eu também, sempre estarei ao seu lado, aconteça o que acontecer. Obrigado pelo presente. 


— Ainda tem algumas horas de presente, quer brincar mais um pouco? — Ela vira-se rapidamente e senta-se em cima dele. — Ainda é seu aniversário. 


— Eu gostei da sua ideia. 


...


Notas Finais


Iae minha gente!
Como disse no início, capítulo clichê e cheio de frescurite, eu amo, quem me conhece sabe.

Enfim, hoje é aniversário do nosso neném dos cabelos brancos e cara fechada. O Nidaime que inventou tudo, inclusive, o anime gira em todos de todas as suas criações, estudos e divisões. O cara é brabo! É por isso que eu cadelo, sempre opto pelo personagem de personalidade forte, poderoso e inteligente. É o meu fraco KKK

Me digam, qual gosto de vocês?


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