História SENPAI - Deidara - Capítulo 1


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Notas do Autor


Bom, é meu primeiro imagine q posto. Espero que gostem ♡

Capítulo 1 - Senpai


Fanfic / Fanfiction SENPAI - Deidara - Capítulo 1 - Senpai

-- Você explodiu tudo! -- gritei ao avistar Deidara encostado no pássaro despreocupadamente.

-- Eu disse que se você demorasse, eu explodiria tudo, un -- respondeu irritado.

-- Eu já estava prestes à pegar o anel! -- esbravejei irritada.

-- Demorou demais -- fechou os olhos.

-- Eu não demorei nem cinco minutos! -- ele continuou com os olhos fechados e os braços cruzados. -- Olha a minha situação. Minhas roupas estão todas rasgadas! Argh! -- reclamei.

-- Que dramática, un -- suspirou e eu cerrei os punhos. -- Cadê o anel?

-- Tá aqui ó! -- levantei o dedo onde o anel estava, propositalmente no dedo do meio.
Deidara fez uma carranca.

Me virei e andei na direção da floresta.

-- Aonde você vai? -- perguntou atrás de mim.

-- Não interessa! Pode voltar para o esconderijo. Eu voltarei sozinha! -- disse pisando firme.

Ouvia um som de cachoeira ficando cada vez mais alto à medida que eu andava na floresta.

-- Você vai demorar muito para chegar no esconderijo andando!

-- Não tô nem aí -- ouço ele soltar um grunhido de insatisfação e sorrio.

Eu amo deixá-lo irritado comigo. Deidara foi o responsável por eu ter entrado na Akatsuki. Ele me venceu na luta do recrutamento e eu odeio esse fato. Desde então eu faço o que está ao meu alcance para chateá-lo. E eu sei que o fato de eu tratar todos os membros com respeito, menos ele, o irrita profundamente.

-- Então me entregue o anel que eu vou ir embora! -- ele diz atrás de mim.

-- Não. Eu peguei o anel então eu que vou levá-lo -- eu disse sem olhá-lo.

Ele resmunga e eu chego à um pequeno lago com cachoeira. Minha situação está deplorável. Estou toda suja de pólvora e minhas roupas estão um fiapo. Aliás, quase não tem roupa no meu corpo. Decido lavar meu corpo na água do lago, mas paro meu trajeto ao ouvir passos atrás de mim.

-- Não disse que iria embora? -- pergunto e me agacho na beira do lago e esfrego meus braços.

-- Eu não vou embora sem o anel, un -- disse. -- Vai, me entrega logo!

-- Eu não vou entregar nada!

-- Então vamos logo. Já ta anoitecendo! Não me faça esperar! -- gritou.

-- Pode ir embora, oras. Eu já disse que não vou ir com você!

-- Urgh! -- grunhiu e então um silêncio se instalou.

Limpei meus braços e rosto. Eu estava muito cansada e com calor. Havia feito muito Sol e eu estava suada. Tirei minha roupa afim de tomar um banho no lago, ficando apenas com as roupas íntimas.

-- Bela tatuagem -- me sobressaltei e dei um pulo para dentro do lago, afundando. Voltei a superfície e cuspi a água que havia engolido.

Deidara estava sentado em cima de uma rocha, sentado da meneira estilosa que ele faz. Grunhi para ele, sentindo minhas bochechas queimarem. Pelo silêncio pensei que ele havia ido embora e não pensei na hora de tirar a roupa.

-- Idiota! O que você tá fazendo aqui ainda?

-- Eu já disse que não vou embora sem o anel, un!

-- Aff! -- afundei na água. -- Dá pra olhar para lá então? Pervertido.

Ele revirou o olho à mostra.

-- Não demora! Já ta anoitecendo. -- ralhou, mas continuou sentado na rocha, me assistindo.

Sorrio com uma ideia.

-- Teria sido muito melhor ter vindo com o Hidan-senpai! -- comentei alto. -- Ou com o Kisame-senpai! Ou até com o Tobi-senpai!

Deidara faz uma carranca.

Duché!

-- Cala a boca e vai logo, un -- resmunga.

-- O jutsu do Hidan-senpai é tão incrível, né? Quando ele faz o sacrifício, fica todo sinistro -- comento.

-- Cala a boca -- grunhi.

-- E o jutsu da Konan-senpai, então? Aqueles origamis explosivos! Eu gostaria de ser forte como ela!

-- O meu jutsu também é explosivo, un.

-- Ah, mas o dela é bem mais artístico né? -- ele me encara sinistramente. -- Ops...

Deidara faz um selo de mão e eu afundo na água vendo uma explosão causada por uma aranha na superfície. Sorrio debaixo d'água e volto.

-- Eu preciso sair! -- aviso.

-- E quem tá te impedindo? -- faço uma carranca.

-- Você vai ficar aí... vendo tudo? -- pergunto, agradecendo por estar dentro da água e poder afundar meu rosto numa altura que ele não veja minhas bochechas vermelhas.

-- Algum problema? Eu já vi tudo mesmo -- sorri orgulhoso. -- Quer dizer, quase...

-- Idiota... -- falo dentro da água, fazendo bolhas na superfície. -- Me entrega o seu manto.

-- Pra quê?

-- Pra eu vestir, oras. Minhas roupas estão um trapo! Tudo por culpa sua ainda.

Ele faz uma carranca típica, mas se levanta  levando a mão até a fechadura do manto. Devagar demais, ele vai abrindo o manto e expondo seu tronco desnudo. Afundo minha boca na água. Não imaginava que ele tivesse sem seu uniforme por baixo, mas até que não é ruim...Na verdade... Merda, na verdade, seu corpo é perfeito.

-- Dá pra olhar pra lá? Pervertida -- me imita e eu gunho de baixo d'água.

-- Me dá isso logo! -- reclamo envergonhada.

Ele estende na minha direção, mas de onde ele está tem uma distância considerável onde eu tenha que caminhar até ele.

-- Vem buscar.

Faço uma carranca.

-- Trás aqui! Não vou sair nua da água.

-- Tô muito cansado pra andar agora, un -- mentiroso.

-- Deidara!

-- Você quem escolhe -- deu de ombros.

-- Argh!

-- Não vai querer? Tudo bem. -- ia vestindo novamente.

-- Ta, ta, ta. Eu vou buscar -- gritei irritada e ele sorri vencedor.

Saio da água e ele levanta os olhos na minha direção. Fico rubra e desvio o olhar para algum canto. Pego o manto da sua mão e me cubro.

-- Pronto, morreu? -- debocha, com um sorriso maldoso.

-- Idiota... -- resmungo.

Nesse momento estamos perto demais. Consigo ver seu tronco perfeitamente, e agora, de perto percebo uma tatuagem em cima de deu mamilo. No entanto, o que chama minha atenção é o corte com uma costura parecendo recente dentro do círculo. Um ponto de interrogação se forma na minha cabeça. O que é isso? Uma cirurgia? Um machucado? Como ele fez isso?

-- O que aconteceu aqui? -- Minha mão direita sobe involuntariamente na direção de seu peito, mas antes que meus dedos possam encostar na pele, Deidara segura meu pulso no ar.

Encaro seu único olho à mostra, já que o outro está atrás da franja loira e tapado por um suspensório. Mordo o lábio inferior, e no momento que o faço, seu olhar desce pra minha boca.

-- Você é muito curiosa, garota -- ele diz.

-- Eu não ia tocar, juro -- menti. Eu ia tocar sem perceber.

-- Cadê o anel? -- me ignora. Reviro os olhos e mostro o dedo com anel, (ainda no dedo do meio.)

Sorrio quando ele faz uma carranca, até que ele segura meu outro braço com a sua mão livre, me prendendo.

-- O que você...? -- pergunto, sentindo as bocas de suas mãos lamberem meus pulsos. -- Deidara...

-- Vamos embora -- ordena. -- Agora.

-- Eu já disse que vou ir sozinha! -

-- Você não vai ir sozinha! -- grunhi e eu reviro os olhos, olhando para o lado. -- A gente já se atrasou demais, por sua culpa, un. Tá ficando escuro.

-- Hey! A culpa não foi minha se você resolveu explodir o museu inteiro e minhas roupas junto! Agora me solta!

Ele não me solta. Ao invés disso, fica me encarando com a sobrancelha loira franzida, e por algum motivo, não consigo sustentar meu olhar no dele. Acabo desviando meu olhar para o lado, me xingando por agir desta forma.

-- Você tem que aprender à me respeitar -- ele diz.

Sua mão esquerda se desprende do meu pulso e pousa no meu queixo, fazendo-me olhá-lo.

-- Deidara...

Sinto a palma de sua mão quente sob minha bochecha e a língua da boca me lamber.

-- Você insultou meu jutsu hoje. Não acha que vai sair ilesa disso, não é? -- meu coração falha algumas batidas.

-- Deidara, eu...

-- Aliás, meu jutsu pode ser bem útil em outros casos também... -- sua mão desce do meu rosto para o meu pescoço.

Fecho os olhos num ato involuntário. Sinto a língua de sua mão lamber meu pescoço. Eu posso lutar contra isto, mas eu simplesmente fico parada.

-- Dei... -- um arrepio percorre minha espinha e eu contenho um gemido na garganta. Seu dedão passeia pela minha boca.

-- Você pediu por isso, garota. Você tá pedindo... -- ele solta meu outro pulso e me puxa pela cintura.

Deidara me beija com uma veracidade inexplicável. Sua língua mal pede passagem, ela simplesmente invade minha boca e eu apenas deixo. Eu sou forte, tenho força para pará-lo, mas simplesmente não o faço. Meu corpo é como um imã quando ele desce a mão esquerda e cola minha cintura no seu corpo. Minhas mãos vacilam soltas sem saber onde parar e eu as pouso em seu ombros. Eu só paro quando me falta ar nos pulmões.

-- Deidara... -- arfo contra sua boca e ele mordisca meu lábio. Nossas respirações se chocando.

-- Você está fazendo errado, un... -- ele diz.

-- O quê?

-- Você não pode desrespeitar um senpai assim.

-- Você não é um sen-

-- Shhhh... -- ele me corta, colocando o dedo sob meu lábio e sussurra no meu ouvido, fazendo uma onda de arrepios percorrerem meu corpo. -- Eu vou te ensinar à me respeitar da meneira que se deve.

Ele diz, enquanto abre o manto e expõe meu corpo aos poucos.

-- Deid-d...

-- Eu vou te foder até você me chamar de senpai.

•••


Notas Finais


Desculpem por algum erro e obrigada por ler. Sugestões são bem-vindas. Até mais. ♡


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