História Sentenced to Love - Capítulo 12


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Categorias Once Upon a Time, Supergirl
Personagens Alex Danvers, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Maggie Sawyer, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Ouat, Supergirl, Swanqueen
Visualizações 377
Palavras 2.903
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey pessoal... mais um capítulo e espero que gostem de ler tanto quanto eu gostei de escrever!
Overdose de capítulos... 1/3

Capítulo 12 - Jantar em família


Fanfic / Fanfiction Sentenced to Love - Capítulo 12 - Jantar em família

Point Of View Regina

Tomo meu banho e me arrumo devagar, quando saiu vejo que a Lilith estava a minha espera para me ajudar com a roupa, apesar de ter dito que não era necessário. Ao chegar na porta do quarto encontro com Emma, que prontamente se oferece para me ajudar a descer as escadas e caminhar até a mesa farta do café da manhã da casa Swan.

- Filha!! – Dona Miranda exclama ao me ver – venha... Sente aqui – afasta a cadeira para mim

- Não precisa se preocupar tanto – digo sem graça

- Você deu um baita susto na gente, cunhadinha – Lili dispara

- Lilith – Emma repreende sem jeito e todos sorriem

- O que eu perdi? – Richard parece confuso

- Meu bem, acorde! – Miranda caçoa do seu esposo – E Emma... Não brigue com sua irmã, só seu pai não percebeu que existe algo aí – ela aponta para nós enquanto provoca risos em todos com suas expressões faciais, menos em mim e na Swan, pois estamos morrendo de vergonha

- Obrigada Lilith! – Emma diz em rendição

- Filha, quando te vi olhando para Regina com aqueles olhinhos bobos... – Miranda dá de ombros sorrindo

- Mas nós somos apenas amigas – tento argumentar

- No mínimo existe uma amizade colorida – Lili dispara

- Não Lili, só amigas mesmo – respondo

- Regina, minha filha não costuma se importar com alguém que ela não goste, não costuma trazer mulheres para casa se elas não forem especiais e nós nunca conhecemos uma namorada dela, acho que sua presença aqui nos diz alguma coisa – ela explica enquanto segura minha mão com carinho.

- Mamãe – Swan repreende – o David trouxe Regina, não eu!

- Porque você pediu – David dispara e logo se arrepende

- DAVID – Emma grita e todos sorriem

Começamos a tomar o café da manhã, os empregados retiraram a louça suja da mesa, mas nós permanecemos ali conversando, o único momento que alguém levantou foi na hora que a Emma foi buscar o medicamento que o médico passou para minhas dores, mas ela logo voltou e trouxe consigo uma almofada para me deixar mais confortável. Assim foi o decorrer da manhã, até que nos avisaram que o almoço estava pronto e perguntaram se podia ser servido, nesse momento nos demos conta que passamos boa parte do dia sentados em volta da mesa. Antes mesmo de alguém responder sobre servir o almoço, aparece alguém anunciando a chegada do doutor Chase e pedem para ele entrar.

- Olá Robert – dona Miranda cumprimenta – fique a vontade, nós vamos resolver algo – fala expulsando todos

- Emma pode ficar? – pergunto e escuto alguns risos, o médico assente e Emma volta a sentar

- Fica tranquila, analisei seus exames e preciso fazer algumas perguntas, ok? – confirmei e ele prosseguiu - Há quanto tempo você tem os sintomas que Emma descreveu?

- Cerca de um mês ou um pouco mais que isso – respondo apreensiva

- Como são seus hábitos alimentares? – pergunta

- Os piores, Robert – Emma responde e me deixa sem reação

- Bem, pude ver que você tem uma anemia – ele começa – é possível que também tenha sentido fraqueza e fadiga? – assenti – então vou te receitar uma vitamina, mas isso não vai ajudar na anemia, pra isso você precisa ir ao médico e ele investigar para passar o suplemento certo para a anemia, mas pelo que vi pode ser deficiência em ácido fólico, ainda assim, vá ao médico quando voltar para Seattle, ok? – ele fala atencioso

- Pode deixar, ela vai – Emma confirma

- Tome esse remédio... Uma cápsula por dia, de preferência após o café da manhã – fala ao me entregar a receita – e as dores?

- Ainda sinto, mas estão mais suportáveis – respondo sorrindo

- Ela teve febre – Emma diz preocupada

- É normal Swan, foi o jeito que o corpo encontrou de reclamar pela dor – ele responde sorrindo – bem, escutei algo sobre almoço, melhor ir embora

- Nada disso, você almoça conosco hoje – dona Miranda disse aproximando-se – Vim avisar que já estão vindo com o almoço e vocês vão lavar as mãos

Ninguém discute, me levanto com um pouco de dificuldade, mas logo sou amparada pela Emma, vamos direto para pia e o médico nos acompanha, lavamos nossa mão e dr. Chase joga um pouco de água na Swan, que logo revida.

- Eu seguro e você joga, Rob - David diz segurando e Emma

- Jogo sujo D, larga minha irmã - Lili a defende batendo no braço do David

- Eu não posso deixar vocês sozinhos por um minuto? - dona Miranda aparece e reclama

- Deixa as crianças brincarem, meu bem - Richard fala pacientemente

Eu apenas sorria com aquela situação, era engraçado ver quatro adultos serem tratados como crianças levadas.  Voltamos à mesa e o almoço já está posto, comi apesar de não está com fome, o cheiro daquela comida era algo divino e o sabor era espetacular. Emma sentou ao meu lado e sempre que possível ela descansava sua mão em minha coxa, o que era alucinante! Como me controlar daquele jeito, quando meu objeto de desejo e sentimentos estava tão próxima a mim? Começam a tirar a louça suja para nos servir a sobremesa, eu não aguentava mais nada, estava completamente satisfeita e passei a só observar as conversas e rir com eles.

- Madrinha - grita um garoto que corre na direção da Emma

- Henry! - Emma levanta e vai de encontro ao garoto - como você ousa crescer tanto? Faz só um mês que não te vejo, garoto! - ela fala de forma divertida e o garoto sorrir

- Oi Emma! Quanto tempo - um homem cumprimenta se aproximando

- Jack...  Oi! - ela diz seca

Percebo que a expressão facial da Swan muda, seu sorriso da lugar a um espanto e seus olhos perdem o brilho dando lugar a uma tristeza. O homem se aproxima dando a impressão que vai abraçá-la, a princípio ambos hesitam, mas dão um abraço rápido e sem muito jeito. Henry parecia gostar de ver aquilo, o motivo...? Não faço ideia!

- Conheço todo mundo aqui, mas você não!  - Henry me diz de forma divertida, o que me faz sorrir

- Essa aqui é uma amiga dos seus padrinhos - Emma explica e se aproxima de mim - o nome dela é Regina

- Oi Regina, meu nome é Henry - ele diz esticando a mãozinha

- Olá Henry, é um prazer te conhecer! - faço o mesmo gesto e aperto sua mão - seu nome é lindo! Você sabe o que significa? - ele sorrir e diz que não com a cabeça - Henry era um nome muito usado pela realeza e significa príncipe do lar – falo sorrindo

- Que legal. - ele exclama com um sorriso enorme que aquece meu coração - você vai chorar? - pergunta preocupado ao vê meus olhos marejarem

- Não meu amor - faço um leve carinho em sua bochecha - só me emocionei por que lembrei do meu pai, o nome dele era Henry, sabia?

- Não! E ele morreu? - diz se aproximando ainda mais

- Morreu - falo com pesar

- Não fica assim... Seu papai tá com a minha mamãe no céu, eles viraram estrelinhas pra cuidar da gente - Henry se aproxima de uma forma tão doce que foi impossível não se emocionar ainda mais

Confirmo o que ele falou e limpo uma lágrima que teimou em cair, abro meus braços na intenção de pedir um abraço, mas nem precisei. Ao abrir meus braços o Henry parecia precisar do mesmo que eu e sem demora me abraçou. Ficamos todos ali por mais um tempo, David reclamou por não ter tido a atenção de Henry, Chase precisou sair para ir ao hospital, mas me alertou inúmeras vezes sobre uma nova ida ao médico e Emma parecia incomodada com a presença do tal Jack. Minhas costas começam a incomodar, possivelmente por passar o dia em uma posição, peço desculpas e digo que preciso deitar um pouco. Me levanto sob os cuidados da Emma que diz que me acompanhará. Antes que eu saia completamente do lugar, escuto a voz da D. Miranda nos chamando.

- Hoje nós faremos um jantar em família - ela diz contente ao vê todos juntos - Regina e Jack, vocês estão intimados

Pareceu que o Jack ia falar algo sobre esse jantar, mas dona Miranda logo o repreendeu e disse que não aceitava um ‘não’ como resposta. Subo as escadas devagar e Emma me ajuda, apesar de falar que não era necessário. Chegamos na porta do meu quarto e percebo que Emma não sabe se deve entrar ou não então faço sinal liberando a entrada e a vejo sorrir com malícia.

- Sem expectativas, Swan – sorrio – vamos conversar... Só! – dou uma ênfase especial na última silaba e ela parece entender – posso te faz uma pergunta?

- Claro – digo enquanto me ajuda a deitar

- Por que dormiu na poltrona? – arqueio a sobrancelha ao perceber que ela ficou sem jeito

- Não sabia se você ficaria confortável com isso e... – a incentivo com um olhar a continuar e ela atende meu pedido – não queria te machucar

- Deita aqui do lado, suas costas devem doer – percebo que ela vai sentar na poltrona e ela logo se aproxima confusa– falei para deitar Swan, pela expressão que faz até parece que te chamei para fazer sexo

- Quero deixar claro que foi ela quem sugeriu isso – ela diz como se existisse várias pessoas no quarto e isso me faz rir – tem certeza que vai resistir ao chame Swan? – ela diz engatinhando sobre a cama até mim

- Sou mais forte do que imagina srta Swan – arqueio a sobrancelha – não me subestime

- Ok, srta Mills – fala enquanto aproxima-se da minha boca e me faz engolir seco – perto demais? – apenas assenti com a cabeça – quer que eu me afaste? – fala em um sussurro provocante

Não respondo nada, apenas levo minha mão até seu rosto e faço um carinho suave, Emma se aproxima e cola nossos lábios dando inicio a um beijo terno, mas o desejo dela era muito maior, Swan passa sua perna sobre a minha, mas não senta em minhas pernas, parecia que todos os movimentos estavam sendo friamente calculados para não me machucar e aquilo era tão meigo e doce. Sinto sua mão em minha nuca, o que a ajuda a aprofundar o beijo, que em instantes é finalizado, mas seus lábios ainda queriam os meus tanto quanto o meus clamavam pelos dela. Emma atende aos meus desejos enquanto me dava suaves selinhos em meio a um largo sorriso.

- Posso te fazer outra pergunta? – digo mordendo o lábio inferior

- Você está muito curiosa hoje – ela senta ao lado na cama e faz um sinal com a mão me liberando para a pergunta

- Você e o Jack...? – pergunto sugestiva

- Não – ela gargalha – ele namorava a Lena, na verdade sempre nos demos bem, mas não tão bem assim

- Senti um clima tenso entre vocês – falo tentando saber o que acontecia

- Sabe aqueles assuntos pessoais que te fazem mal e você evita? – ela fala sem me olhar e coloco minha mão sobre a sua – esse é um dos meus assuntos, prometo que te conto um dia, mas não hoje!

- Tudo bem, estarei sempre aqui pra você – falo com sinceridade e ela sorrir

Por algum motivo que eu não conseguia entender, as palavras ditas por mim tem um efeito maior na Emma, seu sorriso voltou a se iluminar, mas ela não falou uma palavra sequer. Swan arruma os travesseiros de forma a ficar mais confortável e estica o braço apontando para seu ombro, querendo que eu deite junto a ela e assim faço. Com um pouco de dificuldade coloco minha cabeça em seu ombro, ainda estava meio dura, não sabia se pela queda ou por está em uma cama com ela. Swan parece perceber que não estou relaxando e pega um de seus travesseiros, colocando-o nas minhas costas.

- Melhor assim? – ela pergunta deitando novamente

- Sim – volto a deitar sobre seu ombro

Coloco meu corpo de lado, me aconchegando ainda mais ao corpo da Emma, não falávamos absolutamente nada, apoio meu braço sobre seu abdômen e recebo um carinho, suas unhas que sobem e descem sobre a pele fina do meu braço e assim adormeço.

 

Point Of View Emma

 

Não sei por quanto tempo ficamos ali, mas sou acordada com uma batida na porta, coloco a mão sobre o ouvido de Regina com o intuito de abafar o que falo, quando indico que a pessoa que batia a porta poderia entrar.

- Hei – Lili diz entrando e peço para falar baixo – woooow – diz ao ver o motivo – a mamãe pediu pra avisar que daqui a trinta minutos o jantar vai ser servido – diz sorrindo e olhando para Regina

- Ok, vou acordá-la – sussurro e a vejo ainda parada – Lili, você já pode ir

- Ah ta... É verdade... Vocês... – olha pra mim desconfiada e a repreendo com o olhar – certo... Já tô indo – levanta os braços em rendição

Observo o corpo da Regina enquanto ela dorme, estava parcialmente sobre o meu e uma de suas pernas entrelaçada às minhas, sua cabeça estava mergulhada em meu pescoço e podia sentir o cheiro do seu cabelo.

- Acorda dorminhoca – digo fazendo um carinho em seu rosto

- Eu dormi – diz levantando o rosto para mim sem abrir os olhos

- Sim, dormiu – sorrio e dou um leve beijo na ponta do seu nariz

- Nossa – ela espanta-se ao vê como o seu corpo estava disposto ao meu – eu... Ahn... – sorrir sem graça

- Não tem problema, relaxa – falo me levantando um pouco e apoiando seu corpo nos travesseiros – Lili veio nos avisar que o jantar tá pronto daqui a trinta minutos, precisamos de um banho antes

Ela levanta devagar e não ajudo, queria saber se ela realmente se sentia melhor e apesar da dificuldade ela consegue.

- Você não vai levantar? – ela pergunta

- Vou esperar você tirar a roupa, aí entro – respondo sendo bem sugestiva

- Como é? – pergunta sorrindo – então eu vou tirar toda a minha roupa – fala pausadamente retirando o seu casaco – vou entrar no banheiro – diz deixando a porta semi aberta – e quando estiver completamente nua – diz jogando seu vestido e depois sua lingerie – eu vou trancar a porta do banheiro e você não vai conseguir entrar

- Isso foi muita maldade – digo jogando um travesseiro na porta do banheiro e escuto sua gargalhada

- Emma – ela grita de dentro do banheiro – apanha a roupa do chão antes de sair, por favor – fala docemente

- O que ganho em troca? – digo apanhando a roupa e colocando em cima da cama

- Meu eterno agradecimento – ela responde

- Abre a porta e me agradece, srta Mills – jogo o travesseiro de volta para a cama e apoio meu corpo na porta

- Emma, o que está fazendo? – minha mãe diz entrando no quarto

- Eu? – falo tentando ganhar tempo enquanto escuto as risadas da Regina – estava avisando a Regina que vou tomar banho

Falo e logo saiu do quarto e me dirijo ao meu. Escolho uma roupa e a coloco na cama, vou ao banheiro e tomo meu banho sem muita demora, não queria que minha mãe aparecesse e reclamasse comigo novamente. Ao sair do banheiro coloco minha lingerie e termino de me arrumar colocando minha inseparável jaqueta. Saindo do quarto vejo a Mills encostada na parede de frente a minha porta.

- Hum, veio me buscar? – pergunto maldosa

- Fiquei com medo que se perdesse no meio do caminho – ela diz se aproximando – está com um cheiro muito agradável srta Swan – fala agarrando minha jaqueta de forma possessiva

Agarro sua cintura devagar e vou envolvendo seu corpo trazendo-a para mais perto de mim. Sinto meu nariz roçar no seu e ela fecha seus olhos com o contato, nossos lábios estavam a uma distância mínima.

- Ai meu Deus – meu pai fala sem jeito e nós nos separamos

- Oi pai – falo sem jeito e Regina sorrir

- Ahn... Nossa! Bem, sua mãe pediu para te chamar para jantar – ele diz dando as costas e sorrindo

- Vamos com você – seguro a mão da Regina e dou o outro braço ao meu pai

- Fico tão feliz em ver minha família reunida – meu pai exclamou ao vê todos juntos – sinto tanto a falta de vocês – apontou para mim e David – quero dizer... – suspira – Eu amo vocês... Antes que seja tarde eu quero dizer que sei que tenho muitos defeitos, Miranda pode confirmar melhor que ninguém, não é querida? – minha mãe sorrir e segura a mão do meu pai – mas fico feliz em saber que apesar dos meus defeitos eu fui abençoado com essa família linda que tende a aumentar – olha para Regina com carinho – então um brinde ao que nos une, um brinde ao amor

Todos nós nos emocionamos ao perceber sua emoção e levantamos nossos copos para fazer o brinde com ele, era isso que aquela noite representava, amor, em sua forma mais pura e mais bela. O Jantar é envolvido por esse clima suave, chega um momento que Jack se despede por saber que está tarde, levanto com Regina, D e Lili fazem o mesmo e resolvem colocar o Henry para dormir. Sobrando ao redor da mesa apenas os meus pais, que curtem aquele momento a sós.


Notas Finais


Obrigada por terem lido e pelos comentários *-*

PS.: Twitter da fic @sentencedtolove
grupo no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/7u8xGyqye31CbW2ODnWDy9


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