História Sentenced to Love - Capítulo 13


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Categorias Once Upon a Time, Supergirl
Personagens Alex Danvers, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Maggie Sawyer, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Ouat, Supergirl, Swanqueen
Visualizações 347
Palavras 2.275
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


2/3
^^,

Capítulo 13 - Os laços que atam


Fanfic / Fanfiction Sentenced to Love - Capítulo 13 - Os laços que atam

Point Of View Emma

Todos nós nos emocionamos ao perceber sua emoção e levantamos nossos copos para fazer o brinde com ele, era isso que aquela noite representava, amor, em sua forma mais pura e mais bela. O Jantar é envolvido por esse clima suave, chega um momento que Jack se despede por saber que está tarde, levanto com Regina, D e Lili fazem o mesmo e resolvem colocar o Henry para dormir. Sobrando ao redor da mesa apenas os meus pais, que curtem aquele momento a sós. Chego à porta do quarto da Regina e a puxo delicadamente para um beijo de despedida, como seus lábios eram deliciosos, a abraço pela cintura e dou alguns passos para trás, fazendo ela colidir com a parede e soltar um gemido, separo os nossos corpos rapidamente e apesar da expressão de dor, por causa das suas costas, ela diz que está bem. Regina me puxa e voltamos a selar nossos lábios, suas mãos apertam minha cintura por baixo da minha jaqueta, o medo de alguém aparecer tornava aquele momento ainda mais excitante. O ar começa a faltar, nos fazendo parar o beijo, mas não nos afastamos, abro meus olhos que encontram os seus e começo a lhe dar selinhos curtos enquanto recebo seu carinho entre os fios do meu cabelo.

- Pena que amanhã precisamos voltar – reclamo ainda envolvida em seu abraço

- Na verdade eu deveria ter voltado hoje – ela disse com pesar – falei para Mary que voltaria hoje após o almoço – ela fala e logo faz uma expressão de pânico – meu Deus, Mary, ela me deixou várias mensagens querendo saber como eu estava

- Ela ligou para o David e ele explicou tudo, não se preocupe – ela respira aliviada ao ouvir tudo aquilo – agora preciso dormir um pouco, não esquece do remédio que o Chase passou para suas dores e amanhã nós compramos as vitaminas e procuramos um medico pra fazer os exames que... – Ela se aproxima novamente e me cala com um selinho suave.

- Posso te pedir uma coisa? – ela diz mordendo o lábio inferior e eu consenti – dorme comigo hoje – seus olhos pegavam fogo, apesar disso tento me controlar para não machuca-la, então a olho com duvida – nós vamos dormir Swan, as duas estarão com roupa – ela sorrir

- Se você não estivesse machucada... – falo com pesar

Sem demora a Mills abre a porta do quarto e nós entramos ela vai até o banheiro fazer sua higiene noturna e aproveito para correr até meu quarto e fazer o mesmo, volto para o quarto dela e percebo que esqueci de pegar uma roupa para dormir, decido retirar a calça e o sutiã, ficando apenas de camiseta e calcinha, até que ela sai do banheiro com uma camisola em um tom claro de rosa, algo delicado e suave, ficando tímida ao me ver observá-la. Regina se aproxima olhando para as minhas coxas, o que me faz sorrir, ela me olha com carinho e os nossos lábios se encontram como um beijo de boa noite. Saboreei seus lábios com muito cuidado e desejo.

- Hora de dormir, Swan – diz desfazendo nosso beijo – preciso começar a fazer natação – faço uma expressão tentando mostrar que não entendi – será preciso se eu quiser acompanhar a intensidade dos seus beijos, sem implorar por ar

Sorrio com o comentário e dou vários selinhos nela, finalizando com um mais demorado. Vou até o criado mudo e pego o seu remédio, entregando a ela para que tome, nos deitamos e novamente dormimos abraçadas, a deixando ouvir o pulsar do meu coração e ela me deixando sentir seu cheiro suave.

- Emma, pega aquele copo - ela dizia - para de brincar com Henry e vem me ajudar, você é mais criança que ele, sabia?

- Para de ser chata! Henry, não seja igual a ela... Você precisa ser descolado como sua madrinha - digo sorrindo e ela respinga água da torneira em mim - você quer brincar agora? Viu isso Henry? O que ela está merecendo? - digo agarrando seu corpo por trás

- Henry...  Não!  - ela grita sorrindo enquanto Henry a molha - eu sou sua mãe, você deveria ficar do meu lado... Ele só tem dois anos e já te defende desse jeito – ela fala me olhando

- Que bagunça é essa? - Jack fala ao vê o estado que deixamos a cozinha

- A culpa foi da Emma - Lena me dedura e finjo está ofendida - vem cá, sol - me faço de difícil e saiu de perto - eu errei Jack, eu fiz tudo sozinha - Lena grita se vitimizando para o Jack que estava longe e a abraço

Nós sorriamos como duas crianças e Henry se aproxima para brincar conosco. Até que vejo a blusa manchar de sangue, a alerto, a mancha aumenta e entro em pânico.

- Emma - ela diz com voz falha enquanto cai no chão - isso dói, Emma

Ouço seus gemidos e aquilo me deixa louca.

- O que posso fazer? Me fala! - grito desesperada

- Cuida do Henry pra mim - ela diz aos prantos em meio a um choro descontrolado

- Eu não vou te deixar morrer - grito tentando tocá-la - Lena, Lena, Lena

- Emma...  Hei - alguém fala com calma

- Lena...  Cadê a Lena? - falo com respiração descompassada

- Foi um pesadelo... Emma... A Lena não está aqui - encaro a pessoa ao meu lado e percebo que ela é Regina

- Regina? O que faz aqui? - pergunto confusa - eu preciso encontrar a Lena...  Ela não está bem - digo tirando o lençol do meu corpo para me levantar

- Emma, olha pra mim - ela segura meu rosto - a Lena não está aqui, a Lena morreu, você consegue me entender? - ela diz com firmeza olhando em meu olhos

- Lena morreu?  - ela assente com a cabeça - Lena morreu! - baixo a cabeça e tento lembrar que foi um pesadelo, respiro fundo e sinto a mão da Regina levantando meu rosto - desculpa, foi um pesadelo

- Não pede desculpas - ela enxuga as lágrimas teimosas em meu rosto - tudo bem, Emma... Está tudo bem

Ela se acomoda na cama e me chama pra perto dela, mas meu corpo não obedece. Sinto um leve toque em meus braços e um puxão suave, me acomodo ao seu lado e escuto um leve gemido seu.

- Vai ficar tudo bem - ela afaga meu cabelo à medida que beija meu rosto - eu estou aqui, eu não vou a lugar nenhum. Fecha os olhos, fica quietinha e se concentra no toque dos meus dedos - ela começa a percorrer seus dedos em minha mão, meu braço, às vezes afagando meu cabelo - esquece tudo - fala com voz suave

Me deixo levar pelas carícias e volto a dormir, tive sonhos conturbados a noite toda, mas nada parecido com o sonho com Lena. A presença de Jack naquela casa me levou a um passado revoltante, me fez lembrar da ligação que recebi a anos atrás, quando me avisaram sobre a morte da minha prima e reviver pesadelos que queria esquecer. Acho que nunca perdoei seu marido por tê-la deixado só e por tudo que aconteceu. Percebo raios de sol iluminando o quarto e vejo que o dia amanhece, mas logo fecho os olhos novamente.

- Acorda dorminhoca - escuto e resmungo - Vamos nos atrasar

- É realmente necessário? - digo com os olhos ainda fechados

- Sim, é realmente necessário - escuto ela sorrir e solto um sorriso preguiçoso em sua direção - como consegue?

- Acordar na hora? - ela pergunta

- Acordar tão linda - respondo

- Você não vai ganhar mais cinco minutos na cama só porque me elogiou - Regina arqueia a sobrancelha fingindo me repreender e eu sorrio - Emma...  - ela fala sem jeito e faz um carinho em meus cabelos - como você está?

- Bem - respondo depois de olhá-la por um tempo e me levanto da cama - preciso ir para o quarto e tomar um banho - digo colocando a calça - vou deixar você fazer o mesmo - vejo ela levantando da cama e me apresso para sair do quarto

- Hei - se aproxima delicada - eu não vou te perguntar nada, mas estou aqui quando quiser conversar

Regina aproxima-se um pouco mais e beija minha boca com delicadeza, aproveito o contato singelo e envolvo os meus braços e em sua cintura enquanto a sinto fazer o mesmo com meu pescoço. A lembrança de que precisamos ser rápidas faz nosso beijo ser desfeito, deposito um beijo em sua testa como um agradecimento e vou para o meu quarto. É necessário um banho rápido, pois já havíamos perdido tempo demais, vou até o quarto da Regina, mas ela não está mais lá. Ao descer, vejo a mesa posta e a Mills sendo cercada pelos meus pais para sentar e se alimentar.

- Mãe, nós estamos atrasadas, David já foi embora e prometi que levaria a Regina – falo me aproximando

- Mas ela precisa comer e ser medicada, lembra? – minha mãe rebate

- Oi madrinha – sinto o Henry me abraçar pela cintura

- Oi meu amor – retribuo o abraço – está muito cedo, o que faz de pé?

- Vim me despedir – ele fala ainda me abraçando – você volta logo?

- Volto sim meu amor... Mãe... – repreendo ao vê-la trazendo mais comida para a mesa e Regina sorrindo com toda aquela situação

- Porque não faz um sanduiche? – Henry dá a solução – a Regina come e vocês não se atrasam

Minha mãe segue para cozinha e traz consigo alguns potes. Coloca frutas cortadas em um, sanduiche natural em outro, sanduiche com pasta de amendoim em outro...

- Mãe, essa comida vai servir quantas pessoas? – sorrio

- Me deixe cuidar de vocês e me ajude levando isso para o carro – fala me entregando os potes – e você mocinha – diz para Regina – coma essa fatia de torta para tomar o remédio enquanto pego uma garrafa térmica para guardar um pouco de suco pra vocês

Não me atrevo a repreendê-la novamente e a deixo cuidar de Regina e de mim. Não demora muito e ela volta com o suco para viagem e um copo para a Mills.

- Está bem mamãe, agora nós vamos – digo depois de Regina ser medicada

- Filha, dirige com cuidado... Não corre muito – ela diz me abraçando – e você, cuide da saúde e procure logo um médico... Ah! E não esqueça do remédio, o Chase passou o tratamento para cinco dias – ela explica para Regina que confirma tudo com a cabeça

- Papai – o abraço

- Volte logo, te amo meu sol – retribui com os olhos marejados

- Você anda muito sentimental – sorrio recebendo seu beijo na minha testa – Vamos? – pergunto à Regina que assente e vem até mim

- Madrinha – Henry grita – espera – me coloco ajoelhada em sua frente e ele prossegue – lembra o que acontece essa semana? – assenti vendo os seus olhos tristes – fica comigo... Só você me entende

- Eu te prometo que vou está com você sempre, você nunca estará sozinho Henry – falo olhando em seus olhos depois de perceber que meus pais e Regina prestavam atenção em nossa conversa

- Sinto tanto a falta dela – ele fala baixando a cabeça – ela me fazia sorrir

Henry começa a chorar e o abraço, tento segurar minhas lágrimas, mas é impossível. Sabia exatamente o que ele estava sentindo e como essa saudade era enorme, percebo que minha mãe está prestes a falar algo, mas ele me procurou e eu que deveria dizer que tudo ficaria bem, apesar de não acreditar tanto nisso, então breco a ação da minha mãe e faço Henry me olhar.

- Lembra o que sua mãe sempre dizia? – digo enxugando o seu rosto

- Somos mais fortes quando estamos juntos – diz com voz de choro

- Isso... Eu não se essa dor vai passar um dia, mas somos mais fortes quando estamos juntos e é dessa forma que a gente vai superar isso e seguir em frente... Juntos! – limpo meu rosto e seguro o seu, deixando um beijo em sua testa – olha, não posso está aqui no dia com você, mas eu te prometo que volto no fim de semana e nós vamos fazer uma linda homenagem pra sua mãe

- Promete? – diz abrindo um lindo sorriso

- Prometo! Confia em mim? – ele confirma – Então será uma homenagem a altura da sua mãe – sorrio de volta

- Você vai está aqui Regina? – ele pergunta exibindo uma fofura singular – me promete que vem?

- Ahn... Henry – ela respira fundo e olha para todos e para o Henry – prometo!

- Ok baixinho, prometo que a gente vai se falando ao longo da semana, mas agora preciso ir – dou um outro beijo em seu rosto e me levanto – vamos? – pergunto a Regina e ela segue para o carro após se despedir de todos – mãe, deixa um beijo para a Lili – entro no carro

No carro, fecho os olhos e respiro fundo, não gosto de dirigir tensa. Olha para Regina e ela me observa com carinho e preocupação, faço sinal dizendo que estou bem e ligo o carro. Os dez primeiros minutos da viagem foram falando do fim de semana e Regina riu bastante ao lembrar da queda e da vergonha que sentiu, mas de repente ela começa a chorar, um choro a principio tranquilo, mas se tornando algo descontrolado em poucos minutos.

- Hei – falo parando o carro no acostamento – o que houve? Falei algo? – ela balança a cabeça em negativa – sente dor? 


Notas Finais


Obrigada por terem lido e pelos comentários *-*

PS.: Twitter da fic @sentencedtolove
grupo no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/7u8xGyqye31CbW2ODnWDy9


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