História Sentimento criminoso - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Personagens Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Sans
Tags Asriel, Chara, Chariel, Frans, Frisk, Love, Mafiatale, Romace, Romance, Sans, Sarisk, Undertale
Visualizações 152
Palavras 3.970
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oie povinho lindo. espero que gostem do que devia ser minha primeira oneshot

Capítulo 1 - - o garoto da moto


Fanfic / Fanfiction Sentimento criminoso - Capítulo 1 - - o garoto da moto

Capitulo único- o garoto na moto

 

Frisk deixou as lagrimas borrarem sua maquiagem enquanto ela andava noite a dentro, ela conhecia o bairro que estava e por mais que aquela noite em especial estivesse mais sóbria que as outras sua mente estava distraída demais com os acontecimentos anteriores.

“ela ouvia os rumores, mas não queria acreditar. Ela sabia dos boatos mas nem sonhava em questionar, ela sabia o que ele fazia mas fingia não saber. Mas daquela vez ela precisava ver, aquilo era demais. Ela suportava muito mas aquilo não.

Ela entrou na boate em que pessoas dançavam ao ritmo da musica. E ali afastados de todos ela o viu. Ela se aproximou o suficiente para ver uma garota de cabelos róseos em seu colo, tomando seus lábios, um bolo se formou em sua garganta.

- FLOWEY!!!- assim que ele ouviu sua voz empurro a garota em seu colo se levantando.

- FRI!- ela se aproximou e em um momento de insanidade que lhe trariam muitas conseguencias ela lhe deu um tapa forte na cara.

- não chegue perto de mim nunca mais!

E saiu dali rapidamente”

Idiota, idiota, idiota, era isso que repetia em sua mente. Eles moravam juntos, namoravam a mais de dois anos. Ela conhecia a personalidade explosiva do namorado, as marcas em seu corpo agora ocultas pela roupa grande eram as provas.

Tão perdida em seus pensamentos nem notou a moto estacionando um pouco a frente.

- a garotinha está perdida...- ela se assustou ao encarar o homem ali encostado na moto.

- Não sou uma garotinha.- claro já tinha seus dezenove anos, mas a aparência de quinze com um corpo sem curvas, magra e pequena confundia muitos.

- ah, então so está perdida? – ele sorria ironicamente.

-Também não!- ela inflou as bochechas- por que pensa isso?

- bom talvez por que fosse dá de cara nesse poste. – era verdade a morena nem reparou no poste que havia ali – ou talvez por pareça completamente assustada.

Ele acertara estava assustada mas não por que estava perdida.

-FRISK ! VADIA IMUNDA!- ela nem deve tempo de olhar pra a de onde vinha a voz seu braço foi envolvido por uma mão forte. –QUEM OCE PENSOU QUE ERA PRA ME DÁ UM TAPA, SUA PUTA IMUNDA?- ele a sacudia como uma boneca de pano sem vida,  ela apenas tremia, ele levantou a mão –VOU TE ENSINAR A NUNCA, NUNCA MAIS ME DESAFIAR ASSI M.

Antes dele desferi o tapa uma mão segurou a dele.

-solta ela. – o loiro olhou quem lhe segurava, apesar de maior que ele, o homem ali era pálido, magro, e parecia com sono, e mantinha um sorriso irônico nos lábios.

- ou?- o loiro debochou, o branco apenas sorriu mais ainda e levantou a blusa revelando ali uma pistola.

Flowey contra gosto a soltou.

-Vadia...- ele cuspiu as palavras, o outro segurou o pulso da morena e subiu na moto.

-Sobe.- ele falou em um tom baixo e calmo. Sem pensar ela subiu e ele acelerou, ela o segurou assustada e ele riu.- se segura.

- Meio tarde não? – ele não respondeu apenas acelerou. Ela riu e se afastou um pouco sentindo o vento bagunçar seus cabelos. Era a sensação de cair, mas sem nunca tocar o solo. Era uma boa sensação. Ela deve a breve sensação de ser livre.

O garoto a observava pelo retrovisor, viu seu sorriso sumir, ela o abraçou encostou a cabeça nas costas dele. E começou a chorar. Ele desacelerou,ate parar.

-ele vai me matar...- ela falou após um tempo. Ela desceu.- obrigada. Por me ajudar. Sei que me ajudou muito e eu sou um completa estranha, e você é um completo estranho. Mas sabe onde tem um hotel por aqui?

Ele a ficou encarando por um tempo, ela parecia tão frágil, tão pequena, ele queria abraça-la.

Ela o olhava nos olhos, eram de cores diferentes, um era de um tom cinza claro e o outro de azul. Era bonito.

- Sobe. Vou te levar em um lugar. – ela pensou um pouco, mas no fim subiu. Dessa vez ele esperou ela colocar os braços em volta da barriga dele para acelerar.

Ele tinha um cheiro bom, era doce mas não enjoativo. Frisk deitou a cabeça na costa dele e ficou sentido o calor do corpo dele, e seu cheiro, ele ficou sentindo a respiração dela, seus braços. Era bom sentir ela o abraçando.

Ele estacionou na frente de um prédio que sai uma musica alta, havia uma fila enorme próximo a entrada, o prédio devia ter três andares. Ele esperou ela descer e desceu.

- não se afaste de mim. Entendeu?- ele sussurrou próximo ao ouvido dela a arrepiando.

- entendi...- a voz dela falhou um pouco.

Ele pegou a mão dela e eles entraram no prédio. Era abafado, quente, escuro, cheio de fumaça, com uma musica frentica e luzes coloridas que seguiam o ritmo da musica.uma combinação que a deixou, quando depois de um tempo ele a guiou ate uma porta que dava em um corredor mais fresco, ela pode respirar.

-tudo bem kiddo? Você esta pálida.

- acho que sim...- eles começaram a andar.

- serio?- ele parou e empurrou contra a parede – você está no corredor, nos fundos de uma boate que nem deve conhecer, em um lugar que não conhecer, com um desconhecido... qualquer um em seu lugar diria que não esta em seu juízo perfeito.

Ela o olhou por um tempo, depois desfiou o olhar deixando lagrimas caírem.

- Estaria pior se eu tivesse ficado...- a voz dela estava rouca e amarga –ou se você não estivesse lá – ela voltou  olha-lo, ele não esperava aquela resposta. Ele limpou a lagrima em sua bochecha direita, e notou que por baixo da maquiagem havia um tom esverdeado, então ele realmente a batia?. Sem pensar muito ele roçou os lábios ali, dando um leve beijo depois. Se afastando em seguida, ela fechara os olhos e estava com os lábios entre abertos e com respiração acelerada, ele não se afastou muito. Queria beijar aqueles lábios rosados queria abraçar aquele corpo pequeno. Caramba estavam tão perto que ele podia sentir o sutil cheiro adocicado que vinha dela.

Mas ele se afastou, se afastou e continuar a andar. A deixando confusa, que reações eram essas que seu corpo tivera, o arrepio, o coração acelerado, era medo? Não, ele não fizera nada demais...

- você vai ficar parada ai? – ele já estava subindo umas escadas, e ela não se mexeu. Logo suas pernas obedeceram e o seguiram.

Eles acabaram em um corredor com muitas portas, ele abriu uma delas sem cerimônia a escancarando.assustando os ocupantes da sala.

-opa maus ai... atrapalhei o incesto básico?

- háhá comediante de merda. O que quer?- era uma garota

- alem de ver seus ossos expostos? Nada genocida imunda.

- Quando amor entre vocês em...- agora era um garoto,Frisk não os via estava encolhida atrás de do garoto. – Sans... a Undyne já levou...- ah Sans esse era o nome dele...

- Não príncipe... não estou aqui por causa disso.

- por que então? – a garota parecia impaciente, ele sorriu de lado e saiu da frente da morena que pode vê-los em fim.

O garoto estava atrás de uma grande mesa de madeira, em pé com as roupas amarrotadas, a calça marron desabotoada, e a blusa social verde caída ate o cotovelo, era branco tinha olhos azuis, e cabelos brancos. Era alto e forte.

A menina parecia muito com Frisk, é claro tirando a palidez e o rubor das bochechas, os olhos vermelhos, e o cabelo mais claro no tom ruivo e bem cuidado, alem do corpo bem definido marcado pelas roupas que lhe caiam perfeitamente nas suas curvas. Ela estava em pé ao lado do garoto, mas algo nas coisas afastadas diziam para Frisk que antes ela estava em cima da mesa.

- o que demos aqui?- a menina falou a encarando.ela curvou a cabeça para o lado. – quem é?

- achei na rua...- Sans falou irônico.

- tem pulgas...- ela o encarou

- acho que não... não é como você cadelinha de pulguenta.- ele a olhou desafiante

- olha quem fala saco de ossos ambulante.

- parem. – o garoto falou olhando Frisk, que agora possuía os olhos cheios de lagrimas. ‘achou na rua? Pulgas?’ eles a chamaram de cachorro com se ela nem estivesse ali...

- hei... kiddo... era brincadeira..- pera como ele sabia o que... ah isso não importa ela só sairia dali o – não vai não – Sans a segurou e puxou pra perto dele ela nem tentou fugir sabia que ele era mais forte alem disso ele pegara em um de seus machucados e doeria se ela tentasse sair.

- desculpe esses dois mocinha...são idiotas briguentos. Sou Asriel Dreemur, essa é minha irmã adotiva Chara. Me diga por que esta aqui? O que esse saco de ossos idiota lhe vez?

- ahn...eu...ele... me salvou?- os três a olharam surpresos e ela se encolheu mais – eu...meu... meu namorado...ele... ele faz coisas ruins...drogas eu acho...e e me disseram que ele me traia...e eu bom...não... não acreditei...e fui ver...eu bati...nele....- ela começou a chorar – eu so quero um lugar pra...pra dormi... eu...ele...- ela não terminou de falar Chara a abraçou.

- shiu... vamos de ajudar...- Sans sorriu vendo aquilo. – vem... vou de levar para um quarto. pode ficar o tempo que quiser... e relaxa seu namorado... comparado a nos é um merdinha qualquer...

-pior... é o Flowey..- Sans falou.

- o que?- os dois falaram ao mesmo tempo.- na nossa área?

- Sim...

- vocês conhecem ele?

- sim claro, como eu disse um merdinha qualquer que não sabe onde está se metendo. Você não precisa ter medo está com a gente agora?

-esta?- os dois garotos perguntaram

-estou? – a morena perguntou

- está, é minha agora, vou te apresentar a mama, ela vai concorda comigo...- ela saiu da sala a levanto.

- o que foi isso? – perguntou Asriel.

- você sentiu não foi?

- senti... mais o que foi?

- eu não sei... senti de longe e fui ver, era confuso e assustado mas forte, Chara sabe disso e vai querer usar... ou...

- so sentiu a ligação que elas tem... você acha que...

- ela estava com flowey... é possível.

- aqueles merdas... Sans... 

- eu sei, to indo.

Ele saiu do escritório.

  Ela acabara em um quarto simples mas bonito, uma cama de casal, um banheiro, um guarda roupas.

- Mamãe não esta mais aqui... voce fala com ela amanha...

- no...no que estão me metendo.

- hora vou te meter na maior Gangue\ traficantes\ assassinos\ donos da porra toda de toda cidade.

- por quê?

- ora por que eu senti algo em você...algo por você...gostei de você...- ela ficou pensando um tempo

- Frisk...

-exato Frisk...

- é por que somos parecidas?

- também...sabe Azzy me achou também... perdida... machucada, me levou pra casa e cuidou de mim...-ela mexeu no medalhão no pescoço. – não foi uma coincidência ser aquele  saco de ossos risonhos ter de salvado...- ela pareceu distante

- foi o que então...- a outra pareceu desperta e deu de ombros

- tira a roupa Frisk...elas parecem apertadas.-A menina corou um pouco.- ah sem vergonha o que você tem eu tenho de sobra...

A morena, acenou com a cabeça tirou o casaco, e viu a outra ficar seria, alem dos roxos já em tons azuis e verdes, haviam cortes nos pulsos. Ela retirou a calça, mas roxos, e blusa e mais marcar em seu abdome e costas. Sentiu dedos frios a tocarem, Chara estava a analisando.

- não doem mais...- havia uma vermelhidão no braço dela onde ele a pegara mais cedo.

A outra pegou seu braço direito analisado o pulso os cortes ali eram mais fundos.

- você é canhota...- ela levantou o braço esquerdo mostrando cicatrizes antigas- eu sou destra...acho... que tem um kit de primeiros socorros no meu quarto aqui na sede... vou pegar... vai tomando banho.

Ela saiu do quarto deixando a garota la, ela entrou no banheiro tomou banho, e quando saiu Chara já estava la.

-Senta. –ela apontou pra cama, ainda enrolada na toalha que estava no banheiro a morena obedeceu.

A de olhos rubros, pegou os pulsos dela, passou remédio e enrolou umas bandagens não muito forte, depois pegou um gel e passou no braço dela.

-ai chara é gelado...

- eu sei vai ajudar a diminui esses hematomas. Ate no seu rosto..- ela passou o gel ali – ele deveria morrer. Por que aceitou?

-ele é tudo que eu tenho...

-tinha... agora tem a mim, ao azzy... e quando Toriel a vi dera uma mãe... vamos ser sua família.

- obrigada, mas mal me conhecem... como.... por que? Eu... eu....

-shiu... não importa olhe nos meus olhos...- a Frisk vez isso os olhos dela eram de um vermelho tão intenso, enquanto os dela eram de um castanho claro. Tão diferentes. – confia em mim?- estranhamente sim, a morena sentia que tudo ficaria bem se confiasse nela e que ela nunca atrairia.

-sim...

-otimo, sabe pra entrar de verdade tem umas coisas que fazer. Mas não se preocupa. Sei que vai se sair bem.- a menina se levantou. – olha aqui é como uma republica  vai ver pessoas por ai, tem uma cozinha nesse e no outro andar, vai se da bem...- ela ia saindo

-Chara...- ela parou na porta – obrigada, por tudo.

-tudo bem não é a primeira que ajudamos e não será a ultima, só se sinta especial por que foi o saco de osso que a ajudou.- a morena mais nova corou e acenou com a cabeça. – ate amanha pequena.

Assim que ela saiu do quarto suspirou pesadamente.

- então quer dizer que viramos uma instituição de caridade.- Sans sorria ironicamente

- oh visagem, não te ensinaram que é feio escutar atrás da porta não?

-não alias me ensinaram como escutar sem ser detectado.- ele sorriu mais ainda.

- há há já pensou em ir pra comedia?

-já mas dizem que minhas piadas são de matar... então meu trabalho não mudaria muito.

A ruiva revirou os olhos.

- você é um idiota.

- você esta ajudando uma estranha.

- você ajudou primeiro.- ela falou em tom acusatório.

- eu realmente não queria...

- mas ajudou, e meteu ela em uma enrascada pior, e eu como sou um anjo salvador vou liberta-la.

-serio? Que santa- ele falou com ironia.

- sou mesmo -ela deu língua pra ele. – agora xô xô vaza pra tua casa.

- ah meu deus você ta me expulsando?

- to tial, vaza va embora.

- to indo.

Ele saiu para um lado e ela pro outro.

 Dentro do quarto Frisk abriu o guarda roupas pegando uma blusa branca e um casaco azul. Eles tinha um cheiro familiar, ela se deitou. O dia fora longo e não terminara como ela imaginara, em vez de estar sendo punida por Flowey, ela estava em uma cama quentinha, com um cheiro doce a envolvendo, e estava exausta, então ela fechou os olhos.

- Asriel, Chara e Sans...- ela sussurrou o nome deles e sorriu – obrigada.

Do lado de fora do quarto na escadas de incêndio, Sans olhava para o céu noturno. Com a mão no peito sentiu uma calma. E sorriu.

- de nada kiddo...-então fechou os olhos 

 

´~´~´~´~´~´~´~´~´

 

Frisk acordou  com dor de cabeça e fome ela se sentou.

-oi? – ela ouviu uma voz infantil, e olhou para porta onde um menino de cevelos brancos e uma roupa estranha estava.

-ola...

- você é nova?

- acho que sim...sou Frisk...

-Eu sou o grande e incrível Papyrus. – a menina riu.- e procuro a donzela perdida. A viu?

- oh não, sinto muito grande Papyrus – ele entrou no quarto.

- tudo bem eu o grande Papyrus vou acha-la, temos que ir pra escola.

- o certo. E quantos anos tem?

- eu? Tenho incríveis onze anos.

- oh uma idade muita avançada. Idade dos incríveis e grandiosos.

- Serio?- os olhos dele  brilharam e Frisk riu – quero dizer eu sei. Sabe é a minha idade. Mas falar mais uma vez?

Frisk sorriu era tão fofo, ela o abraçou.

- Você tem a idade dos incríveis e grandiosos... seu fofinho.- ela o apertou e ele riu, ela fez cosguinhas nele ele revidou a fazendo gargalhar. Quando eles pararam estavam no chão, rindo alto.

- você é engraçada Frisk.- ele a abraçou – gosto de você.

- me sinto lisonjeada. Também gosto de você...- ele corou um pouco. E deitou a cabeça na barriga dela. – papy, eu não conheço as coisas aqui e estou com fome. Pode me mostrar a cozinha?

- Claro, eu o grande Papyrus vou guia-la ate os aposentos de comer. 

- então vamos!- ela o pegou no colo o colocando nas costas.

Ele a indicava o caminho, as vezes algumas pessoas apareciam e os encaravam estranho, mas ela não ligava, estava preocupada em arrancar  risadas do mais novo, assim que chegaram na cozinha ela o deixou no balcão e procurou coisas pra fazer café.

- meu irmão faz o melhor café.- ele havia falado muito dele. – eu prefiro Nescau...

- posso fazer café pra mim e Nescau pra você.. que tal?

- sim, sim,- ele acenou freneticamente com a cabeça. Ela apertou a bochecha dele.

Ela fez uma garrafa de Nescau e uma de café e se sentou na mesa, haviam algumas bolachas de sal ali, então ela deu pra ele.

- então não tomou café?

- não eu ia comprar algo no caminho da escola, refri e salgadinho.

- oh mais isso faz mal. Deve comer algo quente pra preparar o estomago pro resto.

Ele deu de ombros logo algumas pessoas entraram na cozinha perguntando se haviam feito café, e Papy sempre respondia que a Frisk havia feito e as pessoas pediam e a morena dava.

Logo pessoas foram levando pão, e puxando assunto com a morena, alguns ate dava cantadas na cara dura, mas a menina apenas ria, enquanto Papyrus desafiava todos para uma luta sentando no colo da garota depois de um tempo.

- PAPYRUS SKELETON ESTAMOS ATRASSADOS!!!!!- todos se assustaram com a voz o menino se encolheu no colo da garota, uma garota ruiva com uma garotinha de cabelos curtos entrou. Ela viu o menino no colo da morena e travou.

- quem é você? – a menina de cabelos curtos e negros perguntou fazendo bico.

- é minha nova amiga. Frisk....- papyrus a abraçou.

- eu sou sua amiga.

- Mais metaton você é minha donzela, a Frisk é minha amiga. Tem diferença.- a garota apenas virou o rosto emburrada.

- papy. Temos que ir. Alias prazer Undyne.

- Frisk- ela deixou o garoto no chão lhe tanto um beijo na testa. – Ate depois grande Papyrus. Vai me ver não é?

- Sim, minha amiga. – ele riu tanto um beijo na bochecha dela. Undyne os encarou espantada.

Assim que ele se aproximou dela ela pegou na mão da garotinha, e papy foi acompanhando.

- Cuidado...- Frisk não entendeu por que disse aquilo. – e segura na mão dela também...

Todos a olharam surpresos, inclusive Undyne, e pra surpresa geral foi o que ele fez.

- vamos tia?- ela acenou com a cabeça e ele acenou pra Frisk.

Ela olhou pra todos que disfarçaram os olhares curiosos.

- ele não gosta de tocar em ninguém, e não deixa ninguém tocar nele. – ela se assustou Sans estava atrás dela e não disfarçava o olhar de espanto – ele so deixava eu tocar nele... como fez isso?

- eu...eu não sei...eu so... achei ele fofo e abraçavel...e ele não reclamou quando eu o abraçava ou apertava...e ... de onde voce surgiu?

- como assim...?- as pessoas começaram a sair.

- você surgiu do nada atrás de mim....

- anh não eu entrei pela porta.

- eu não vi- ela pos a mão na cintura – e eu teria notado se você tivesse entrado.

Ele deu um sorriso irônico e se aproximou dela.

- teria? – ele levantou uma sobrancelha

- bom..sim..- ela ia desviar olhar mas notou o corte no lábio inferior e um roxo embaixo do olho direito. – você tá machucado.- o sorriso dele se desfez, e ele quis se afastar, mas ela não deixou tocando no rosto dele e fazendo um carinho na bochecha dele.

Ela se lembrou que a Chara deixara o kit no quarto. então pegou a mão dele, e o puxou ele não contestou apenas deixou ela a levar. Ao chegarem no quarto ela o empurrou para cama que ele sentou. Ela pegou o kit, o gel que Chara usou e passou nele, limpou o sangue.

- como você...

- nos não brincamos de casinha aqui é o que voce ta pensando.- ele foi frio- demos um território grande e disputado e isso significa brigas.

Ela abaixou a cabeça.

E ele automaticamente se sentiu mal, ela estava preocupada e ele fora ignorante.

- ei...

- você se machucou em outro lugar? – ela  cortou antes dele se desculpar ele acenou com a cabeça em afirmação- posso passar o gel?

Ele apenas tirou a blusa, revelando um abdome definido, músculos bem trabalhados, e um peitoral {autora babando}. Ela corou e ele riu.

Ela tirou o casaco o amarrando na cintura, haviam roxos nas costelas e barriga (tanquinho) {hay- me tragam roupas.. eu viro lavadora é hoje. Chara- Para que ta feio}.

Ela passou o gel, sentido cada músculo dele.

Ele fechara os olhos apreciando os toques gentis da garota, que causavam arrepios prazerosos. Em certo momento ele deitou, e ela continuou , mesmo que não tivesse mas onde passar o gel, ele porem não reclamou, levou a mão dele de encontro com a dela e vez ela deslizar a mão por todo o peito, depois pela barriga, em movimentos lentos e delicados, ele suspirou deixando a mão dela o tocar, ela levou ate o rosto dele acariciou os cabelos dele. A bochecha. Os lábios.

Ela se aproximou o beijando, ele tocou a mão dela que estava sobre a bochecha e a acariciou quando ela se afastou ele sentou e eles ficaram se olhando, ele acariciou a bochecha dela.

-posso ...-ele aproximou delas ela acenou com a cabeça, ele a puxou ela sentou no colo ele a beijou.

Era um beijo calmo tímido e gentil.

Frisk estava adorando, so havia beijado flowey, e os beijos dele eram brutos invasivos e possessíveis.

- o que eu to fazendo?- ele murmurou nos lábios dela – você...tem um gosto tão bom...- ele voltou a beija-la mas necessitado que antes

- o que voce esta fazendo...- ela murmurou e ele se afastou a olhando mas ela não se levantou.- eu... eu sempre fui do Flowey. Ele me bateria ate amanha se me visse assim, nunca beijei ninguém alem dele, nunca ninguém me tocou alem dele. E sempre me pareceu tão errado, tão ruim...

Sans a apertou mais contra si colando seus corpos.

- e comigo?- ele roçou os lábios dela. – é ruim? Errado?

- assustadoramente não... é bom... eu quero mais...- ele sorriu e a beijou mais e mais, tocou o corpo machucado dela, tentando não causar dor o que foi quase impossível.

Então ele a deitou e deitou ao lado dela acariciando a bochecha dela e a olhando.

- o que é isso? – ela perguntou depois de um tempo.

- o que? 

- esse sentimento...é bom...é estranho... é repentino....é desconhecido.

- eu não sei...é novo pra mim também...

- o flowey pode te machucar se descobri? – o outro riu sadicamente.

- aquele merda não vai me machucar... e nem a você... eu prometo.

A garota o abraçou.

A porta foi aberta em seguida.

- Fri... a Mamãe chegou.

A garota se levantou e saiu pela porta não antes de receber um olhar estranho de Chara. Assim que a porta se fechou. Sans sentou.

-Voce é minha agora kiddo, só minha.- o olho dele brilhou em azul ele sumiu


Notas Finais


então não é uma fic minha sem uma coisa inesperada ou diferente né? espero que tenham gostado. kiss kiss my swettkiddos


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