História Sentimentos - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Marcelina Guerra, Paulo Guerra, Personagens Originais
Tags Alicia Gusman, Carrossel, Drama, Paulicia, Paulo Guerra, Romance
Visualizações 144
Palavras 636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi queridinhos :)
Não, eu ainda não sai do castigo do celular... infelizmente. Então eu vou escrever pelo computador e postar mesmo assim.
Eu revisei quase quatro vezes, espero não ter muitos erros.
Bom, espero que gostem <3 e não esqueçam de comentar suas opiniões.

Até a próxima bb <3 <3

Capítulo 8 - Alicia4


Paulo se afastou de mim se levantando com um sorrisinho no rosto. levantei meio trêmula, meu rosto ainda queimava e minha respiração ofegava.

-Vamos... Vamos, Guerra. - chamei-o, minha voz falhou. Respira fundo Alicia...

(...)

Já fazia um bom tempo desde que entramos na floresta.

- Acho que nos perdemos... - resmunguei,ele sentou-se no chão e suspirou.

-Não acredito.- murmurou.

Escorei em uma árvore e comecei a raciocinar. Nós entramos na parte da floresta a direita do meu lago, passamos pela figueira e então... como viemos para aqui?

- Droga! Como eu sou estúpida! Passei perto do lago, da figueira e... Lembra, Alicia! Lembra sua tonta! - comecei a bater a cabeça contra a árvore tentando lembrar.

- Ei, calma! Já está tarde! Aconteceu, fazer o que? Pessoas que roubam cadernos merecem esse tipo de castigo. - ele disse em tom brincalhão e rindo. De repente seu rosto ficou sério- Você está chorando? - perguntou.

Coloquei a mão no meu rosto e percebi que chorava.

- Não! - respondi limpando as lágrimas.

- Por que você está chorando?

- Eu não estou chorando, Guerra! - eu disse e virei de costas saindo andando, ele foi atrás de mim.

- Onde você vai? - ele puxou meu braço e por impulso eu o abracei, sua primeira reação foi ficar assustado, então ele me envolveu nos meus braços, respirei seu perfume ainda chorando. - Foi alguma coisa que eu falei? - ele estava se culpando? Me senti péssima.

- Eu te odeio! - disse chorando e ao mesmo tempo o apertando nos meus braços, minhas lágrimas caíam na sua blusa molhando seu ombro. Queria dizer que eu o odiava por me fazer sentir-me especial, por me fazer gostar tanto dele e por me deixar tão... confusa. - Eu te odeio... - sussurrei.

Ele me pegou no colo e eu me deixei levar.  Não sei quanto tempo andamos, só sei que foi muito, até acharmos meu lago, nem sei como ele chegou ali. Ele me sentou em um tronco tirou um fósforo e fez uma fogueira.

- Melhor? - Perguntou sentando-se do meu lado, eu deitei minha cabeça em seu ombro.

- Sim... - Murmurei - desculpa, Guerra eu fui uma babaca! Completa e inútil! Você fez tudo e eu fiquei só chorando como uma bebê.

- Tudo bem, agora que nos achamos você quer ir embora? - Ele perguntou, balancei a cabeça negando.

Ficamos lá só eu e ele aproveitando o nosso silêncio.

(...)

Acordei mais cedo que o esperado. Girei para o lado e vi o Guerra dormindo, ele estava fofo. Sorri com ele, o cabelo bagunçado e rosto sereno estava extremamente angelical.

Peguei meu celular e minha mãe me ligou.

- Oi mãe? 

- Oi meu amor. como está aí?

- Legal. E aí? Juju e Lara estão bem?

- Sim, Juju perguntou de você, e Lara adoeceu, uma gripinha besta. Falei com seu avô ontem.

- E o que ele disse?

- Pneumonia Alicia? - Ouvi ela suspirar do outro lado da lina.

- Eu sei, mas não se preocupe, foi início de pneumonia, e eu já melhorei. - Acalmei-a.

- Quem era o menino que estava com você? - Dei um sorrisinho e olhei o Paulo, ainda dormia.

- O Guerra, Paulo Guerra, irmão da Marce, lembra dele?

- Lembro sim estão namorando? - Eu engasguei com nada;

- Não mãe? - Gritei, fazendo Paulo acordar.

- Ta bom! Ta bom, já entendi, para que gritar! - Escutei um chorinho de fundo.

- Lara acordou mãe? 

- Acordou sim, ultimamente as coisas estão complicadas. Preciso ir, meu amor. Beijos Tchauzinho.

- Tchau mãe.

Deitei-me ao lado de Paulo, ele sorriu e me puxou para um abraço.

- Você é muito cheiroso. - Murmurei encaixando minha cabeça na curva do seu pescoço.

E assim dormimos.



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