História Sentimentos confusos - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 2.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Famí­lia, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa noite! Mais um capítulo, não sei se está bom, mas acontece. Caso tenha algum erro é porque eu escrevo no celular, então, acontece.

Capítulo 2 - Capítulo 2- Alexander Winchester


Por Samuel

Depois que o Killian e o Kevin nos apresentaram a escola inteira nós fomos para nosas aulas. O Alex e o Nate tinham aula de ciências e eu tinha aula de história, por sorte, o Kevin também, mesmo não sendo o Alex ou o Nate, teria alguém que eu sabia o nome. 

- Hey, Sammy, não entra em pânico, lembre-se, são só pessoas. 

Alex fala antes de seguir com o Nate e o Killian para o lado oposto que eu sigo com Kevin. Chegamos na sala e entramos, o professor já estava lá. 

- Você deve ser Nataniel Swan. Eu sou Charlie Ross, mas pode me chamar de Chuck, sou seu professor de história. Seja bem-vindo. (o Kevin foi direto pro lugar dele antes que o professor terminasse de falar, é, o professor parecia bem legal, porém eu não sou o Nate) 

- Não... eu sou Samuel Archibald. Mas obrigada, senhor Charlie. 

- Desculpa Samuel, eu devo ter confundido os horários. 

- Tudo bem, Senhor Chuck, pode me chamar de Sam, se quiser. 

- Ok, Sam, pode sentar ou falar algo sobre você para turma. 

- Obrigada. 

Eu ignoro a possibilidade de falar em público e vou para a única cadeira vaga que tem ali antes que eu caia de tão nervoso que estou, ao lado de Kevin. Eu não via a hora daquela aula acabar, o Chuck é mesmo legal, mas eu não suporto história. Depois de me torturar o suficiente eu ouvi o sinal, graças a Deus. Eu fui um dos últimos a sair da sala, não gosto que me encarem e o que mais faziam naquela escola era me encararem, deve ser porque sou novato. Eu odeio ser novato. Eu estava saindo pela porta quando...

- Samuel! Espera, Samuel!

Então eu parei onde estava e me virei para trás, era o Kevin. - Não precisa dessa formalidade toda, Kevin, pode me chamar de Sam, por favor! (começamos a andar rumo ao refeitório)

- Ok, desculpa, Sam. Então, pra onde está indo? 

Como se ele já não soubesse. Estávamos seguindo pra lá, eu tinha certeza que ele sabia - Refeitório, eu acho. (o Kevin e o Killian passaram uma aula e meia para nos apresentarem a escola, então só entramos na terceira) 

- Vai lanchar com alguém?  Se, sei lá, estiver sozinho, pode lanchar comigo, eu sei que ser novato é um saco. 

- Acho que vou lanchar com o Alex e o Nate, mas obrigada pelo convite. 

- Ah, ok. Quando estiver sozinho, conte comigo pra ser sua companhia. 

- Obrigada, Kevin. (quando me dei conta ja estávamos no refeitório)

- Tchau, Samu...Sam! 

Ele ia me chamar de Samuel! DE NOVO! Apenas acenei pra ele e o mesmo andou até uma mesa com 3 pessoas, o Killian, um garoto e uma garota. Avistei o Alex e o Nate, o Nate estava conversando com um garoto no qual eu não conhecia e o Alex estava me encarando, andei até eles. 

- Sam! Esse é um garoto da minha sala, Robert Nolan. 

Ele sabe que eu tenho pânico em conhecer pessoas, ele tinha que me apresentar esse Robert agora? Logo agora? Eu acabei de sair de uma aula de história e ainda sabia que discutiria com o Alex por causa daquele maldito beijo na cabeça de mais cedo que eu gostei tanto, mas só quem fazia isso era o Alex. 

- Oi, Robert. (forcei um sorriso) Eu sou Samuel Archibald, mas pode me chamar de Sam. 

- Oi, Sam. (ele me olhou nos olhos, provavelmente minhas bochechas estão todos os tons de vermelhos possíveis) Pode me chamar de Rob. 

- Bom, Rob, prazer em te conhecer. Lincença um minuto. Alex, vem cá.

O Alex me seguiu até ficarmos um pouco afastados de onde o Nate e o Rob estavam, mas eu ainda sentia que meu rosto estava vermelho feito uma pimenta. 

- O que foi, Sammy? Aconteceu algo? 

- Eu só queria sair dali. O Nate tinha que me apresentar esse Robert agora? Eu acabei de sair de uma aula de história, ele sabe que eu não suporto história e sabe que tenho pânico em conhecer pessoas novas, ainda mais que esse Robert fala olhando nos olhos. 

- Respira, Sammy. É só um cara. Mas se quiser sair completamente desse refeitório eu me sinto previlegiado em te acompanhar, eu sabia que essa escola tinha muita gente, mas não imaginei que teria tanta gente assim. 

- Se Você, Alexander Winchester está incomodado com esse tanto de gente, avalie eu. (fomos seguindo em passos largos para fora do refeitório) 

- E Então? É amiguinho do Kevin? 

Dei de ombros, ainda não considerava o Kevin amigo, ele só me chamou pra sentar com ele e nada mais, não considero isso uma amizade. -Não, ele só me convidou para almoçar com ele. O que te faz pensar que já somos amigos? 

- Você estava andando e conversando com ele. Qual sua próxima aula? 

- Ué. (não vejo problema em conversar com alguém sem considerar tal alguém como amigo) Educação física. Hoje meu dia está ótimo. Primeiro, é o meu primeiro dia de aula em ima escola nova. Segundo, aula de história. Terceiro, tenho que conhecer pessoas. E pra finalizar com chave de ouro, educação física, para deixar meu dia melhor ainda. (O que seria de mim sem meu sarcasmo?)

- Uau, Sammy, e eu pensando que meu dia estava ruim. Veja pelo lado bom, pelo menos estarei na aula de educação física com você. 

- Graças ao bom Deus. 

Estávamos sentados em um banco um pouco afastado do refeitório presos em nossos pensamentos quando ouvimos o sinal tocar. Hora do pesadelo. Fomos para a aula o que não foi tão ruim assim. O professor, David Murray era novato então nos fez sentar-mos e falar nossos nomes e algo sobre nós. Pensando melhor, foi pior do que jogar qualquer coisa ou se exercitar, um dos fatos de eu não ter muitos amigos é eu sentir pânico ao conhecer pessoas ou em estar em lugares com muitas pessoas, tipo essa escola, tipo essa aula. Tocou, eu nunca agradeci tanto por uma aula ter acabado. Eu e o Alex fomos até nossos armários, pegamos nossas mochilas e esperamos o Nate lá fora. Ele demorou 10 minutos para chegar lá fora.

- Caramba Nate, eu estou com fome, preciso mesmo ir pra casa. 

- Calma Archibald, eu estava convesando com o Robert. Você está com um ótimo humor hoje. 

- É bom saber que esse Robert é prioridade pra você agora, é bom saber que minha fome não importa pra você. 

- Pelo amor! Não seja dramático, Sammy, eu não acredito que v... (alex o cortou e com todo direito)

- SAMMY? COMO ASSIM SAMMY? SÓ EU O CHAMO DE SAMMY! QUEM VOCÊ PENSA QUE É PRA CHAMÁ-LO DE SAMMY? 

- Eu sou o melhor amigo dele. Não grita comigo, Winchester. Vocês estão com um ótimo humor hoje, hein. 

- POR FAVOR, VAMOS LOGO EMBORA, EU ESTOU COM FOME.

Eu realmente me irritei, o Nate às vezes me supreende. Primeiro ele me faz conhecer uma pessoa e nem me prepara pra isso, nem sequer me avisa, só me apresenta e depois ele demora 10 minutos por estar conversando com esse cara e ainda me chama de Sammy, ele sabe que só o Alex me chama assim. Que vontade de socá-lo agora mesmo, e beijá-lo também, que raiva desses sentimentos. Eu estou com fome, caramba!

- Grita mais alto Sam, assim um outro planeta te escuta. 

- Cala a boca Swan, entra logo nesse carro e nos leva pra casa do Sammy. 

Agradeço por Alex não ter me deixado falar nada ou teria esganado o Nate ali mesmo, talvez o amiguinho Robert dele viesse salvá-lo. O Nate nos levou para minha casa e não falamos nada o caminho inteiro, eu odeio quando brigamos, principalmente quando usamos sobrenomes. Assim que atravessarmos esta porta o Alex vai falar "Sammy, o que foi aquilo hoje?", eu não quero dicutir com o Alex por causa dos ciúmes desnecessários dele, é algo TOTALMENTE SEM NECESSIDADE. Eu sei que ele é meu melhor amigo e me ama como um irmão, mas às vezes ele é insuportável, principalmente quando alguém faz algo que só ele faz e o Nate ter me chamado de Sammy irá piorar bastante as coisas. O Alex vai fazer uma tempestade num copo d'água. Entramos. 

- Mãe! Chegamos! (ninguém responde) 

- TIA? TIA! CHEGAMOS! 

A casa continua em silêncio, eu vou até a porta aceno pro Nate, ele acena de volta. - Tchau, Sam. - Alex se joga no sofá, eu tranco a porta e vou até a cozinha, acho que não tem ninguém em casa. Encontrei um bilhete: 

Sam, eu e seu pai precisamos viajar pois sua tia Donna está doente e precisa de cuidados, passaremos a semana aqui, caso ela não melhore eu ligo para avisar que passarei mais tempo. Confio em você e sei que não vai fazer besteira, se cuida, seu almoço e o do Alexander estão no microondas, sei que sabe cozinhar melhor que seu pai, então vai conseguir se virar para café, almoço e janta. Você não é criança e estou confiando em você, também te conheço o suficiente pra saber que não é o tipo de adolscente que faz festas escondidas dos pais. Amamos você, Sam! Se cuida, beijos. 

Mãe e Pai, beijos. 

É, eu acertei, não tem ninguém em casa. Esquentei meu almoço e o do Alex. Fiz suco, coloquei a mesa e o chamei. - ALEX! (silêncio)

- ALEXANDER WINCHESTER, VENHA ALMOÇAR. 

Não recebi resposta, de novo. Revirei os olhos e fui até a sala, o Alex estava jogado no meu sofá, sua mochila estava no chão e ele estava dormindo, o coitado estava tão cansado que nem almoçou e capotou, no meu sofá. O peguei com um pouco de dificuldade no começo, mas mesmo que ele seja mais alto que eu não foi tão difícil carregá-lo até meu quarto. O coloquei na minha cama, tirei seus tênis e o cobri com minha coberta, se não fosse meu melhor amigo eu deixaria no sofá mesmo. Desci para almoçar, guardei o almoço dele e almocei. Subi, tomei um banho, vesti uma calça moletom e fui fazer uma maldita atividade de história. Quem passa atividade no primeiro dia de aula? Eu estava concluído quando vi um Alex sentado na minha cama me encarando com um olhar tipo " o que estou fazendo aqui?". 

- Algum motivo especial pra eu estar na sua cama, enrolado com sua coberta? 

- Você capotou no sofá lá embaixo, seu almoço está no microondas. 

- Ok. Sammy, o que está fazendo? 

- Bom, eu estava fazendo uma atividade de história, mas acabei de terminar, então vou jogar vídeo game. 

- E eu vou te perguntar que diabos aconteceu hoje? 

Ah, já estava esperando por isso. - Seja mais específico, Alex, hoje aconteceu muitas coisas. 

- Estou falando de hoje cedo, quando o Nate chegou. O que foi aquilo? Está escondendo alguma coisa de mim, Archibald? 

Lá vem os sobrenomes...- O que eu estaria escondendo de você, Alex? O Nate só me deu um beijo na cabeça, o que queria que eu fizesse? Batesse na cara dele? É um ato de carinho! 

- Se ouça, Archibald! Só eu faço isso com você, então sim, você deveria bater na cara dele e dizer que somente eu posso fazer ieso com você!

- Ué, por que? 

- Como assim por que, Sammy? Porque EU sou seu melhor amigo. 

- Ah, Pelo amor de Deus, Alexander. Foi só um beijo na cabeça, isso não interfere em nada na minha e muito menos na sua vida, até porque o beijo nem foi em você. 

- Não foi só o beijo, Sammy! Você sabe disso. ELE TE CHAMOU DE SAMMY, ENTENDE? ELE, não EU, te chamou de SAMMY. Como esperava que eu reagisse? 

- Com um pouco mais de maturidade. Eu sei que ele me chamou de Sammy e ele não deveria, sei também que ele me deu um beijo na cabeça, mas ele é meu amigo da mesma forma que você e você não pode me culpar pelos atos dos outros. O que achou que eu estava escondendo de você? Se eu namorasse ou ficasse com o Nate ou qualquer outra pessoa, você seria a primeira pessoa a saber. 

- Acho que o fato de você ser apaixonado por ele revela muitas coisas, mas ok, Sammy. Desculpa. Mas se ele te chamar de Sammy outra vez eu quebro a cara dele. 

- Relaxa Alexander, relaxa. Desce pra almoçar e lê o bilhete que minha mãe deixou. Eu sei que o bilhete foi pra mim, mas é importante você saber. 

- Ok, obrigada, Samuel Archibald. 

O Alex desceu para almoçar. Eu estou tão cansado, me deitei na cama que o Alex iria dormir (no meu quarto tem 2 camas, a minha e uma menor encostada na parede) e acho que capotei quase no mesmo instante. Quando acodei eram 7:38 PM e eu estava na minha cama, cobertindo, até estava com um moletom. Virei de lado e vi o Alex dormindo na cama que era praticamente dele já que ele dorme aqui quase todos os dias. Eu desci para fazer o jantar, mas eu não estou bem, preciso dormir. Então subi e só pensei em dormir. O Alexander não acordou e eu estou cansado, então eu dormi outra vez.




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