História Sentimentos do Inverno - Capítulo 18


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Categorias League Of Legends (LOL)
Personagens Anivia, Ashe, Braum, Gragas, Lissandra, Nunu, Olaf, Sejuani, Tryndamere, Volibear
Tags Ashe, Freljord, League Of Legends, Romance, Sejuani, Tryndamere
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Palavras 6.514
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olááá meus queridos, é, demorei não foi? haha

Bom, tive muitos contra tempos etc e tals, estudo, preguiça, tristeza absoluta, essas coisas de seres humanos, então, voltei com mais m capítulo haha, meio grandinho pra compensar a demora ( desculpas por isso gente ), mas esse capítulo eu achei que ficou interessante ( na minha opnião) e ele tem uma referência ao um filme A lenda de Beowulf, uma animação de 2007, bem bacana, até indico a verem, eu tirei uma das cenas que acontecem lá, a achei interessante , se não gostarem podem falar.

Eu vi que muitas pessoas favoritaram a fic, eu cheguei e vi que tinha 63 favorits* <3 Queria agradecer as pessoas que favoritaram e aos recém chegados bem vindos se sentam em casa para comentarem por que cada comentário é importante, assim eu sei do que vocês gostaram ou não, eu sempre espero ansiosa pelos comentários de vocês...

Então meus queridos, é isso, boa leitura <3

Capítulo 18 - Sonhos e desejos


Já fazia mais de 1 semana desde do `` incidente´´, o casal real não se falavam direito, apenas em assuntos referentes ao reino, nem dormiam no mesmo quarto, enquanto Ashe dormia sozinha nos aposentos reais Tryndamere ficou um tempo do outro lado do castelo em um dos quartos de hóspedes, mas logo se mudou para a ala onde seu povo vivia, todos os dias o rei acordava cedo para quebrar o dejejum  junto com sua esposa, mas nenhuma palavra amistosa era trocada entre os dois. 

Na manhã seguida ao ocorrido a rainha pediu para sua serva mais íntima pegar uma mistura de ervas secas para um chá especial e quando ela foi trocar os lençóis da cama viu o sangue nos lençóis e imediatamente percebeu o ocorrido. 

- Minha senhora... - o choque da jovem era nítido - eu não... - e quando os olhos castanhos analisaram mais de perto o corpo de Ashe viu as marcas nos pulsos, no busto e se espantou – Ele a violentou minha senhora?! 

- O que? - a rainha a olhou espantada e pensou por um tempo - Não, eu... - ficou levemente corada - Nós fizemos amor, mas sabes o que dizem sobre bárbaros... - tentou dar um sorrisinho, mas não teve muito sucesso. Começou a pensar no que acontecera  na noite anterior, de fato gostou no início, mas durante o ato seu esposo começou a se tornar mais bruto e não a escutava quando lhe estocava com violência, não teve uma opinião totalmente formada sobre o caso. 

 

- Você está com uma cara péssima - Gragas lhe servia mais uma caneca de cerveja, já era a terceira caneca até agora – Trynda?! - quando lhe gritou o moreno levantou a cabeça - Já está bêbado? 

- Não - sua resposta foi fria e sua carranca nítida. 

- Ih! Vejo que as coisas não estão boas no paraíso - limpava uma das canecas de madeira, e pelo olhar mau humorado do amigo teve mais certeza ainda – Continua se aliviando sozinho? 

A expressão do rei se fechou, já ia para a quinta caneca. 

- Nós transamos – ele resolveu soltar de uma vez, a expressão do ruivo foi uma mistura de felicidade com preocupação. 

- E como foi? 

- Foi... Bom, até eu começar a perder o controle. 

- Perdeu.... Você... 

- Eu não a matei, se é o que quer saber

- Claro que não, se não o senhor não estaria aqui bebendo no meu bar e sim indo para a execução - Gragas tentava animar o rei, mas o amigo estava deprimido demais, estava no final da sétima caneca e começava a ficar alterado – Acho que devia ir para o castelo explicar tudo a ela... Ela é mais inteligente do que imagina, pode te surpreender... 

- Você não faz a menor... ideia... Ela nunca vai me aceitar de volta – sua voz começou a se elevar e os sinais da embriaguez era nítido pela fala um pouco embolada – E eu não quero que ela tenha medo eu quero... 

- Eu sei cabeção, mas não vai conseguir nada aqui bebendo – o ruivo se recusava a encher sua décima segunda caneca – Vou lhe levar pra... 

- Nããão! Eu quero beber! - bateu a caneca no balcão com um pouco de força e elevou mais a voz, a essa altura já haviam bastantes pessoas no bar, algumas olhavam um tanto assustadas pelo barulho que o rei fez, outras ou já estavam acostumadas ou já estavam bêbadas. 

- Encho mais uma e você volta pro acampamento? - o homem sabia que se ele continua-se ali as coisas poderiam piorar, então faria questão de leva-lo. 

 

Procurava ver os últimos relatórios da semana na Sala do Conselho quando sua serva pessoal entrou no recinto com uma bandeja com chá quente e um pedaço de torta quente. 

- Achei que gostaria de um lanchinho minha senhora – a jovem entrava timidamente no aposento e quando colocou a bandeja na mesa o cheiro do chá de jasmim veio direto para os eu nariz e junto com o cheiro da torta de amora recém feita encheu a boca da rainha d´água. 

- Agradeço Elizabeth – disse Ashe enquanto tomava um gole do chá quente – Todos já se recolheram? 

- Sim senhora. 

- Então por que ainda estás aqui? 

- Vossa Majestade não parou, todo assunto ligado ao reino a senhora assumia sem hesitar, saiu de manhã com o rei para lidar com algumas coisas na aldeia e vilas abaixo da Montanha do Troll, a tarde resolveram assuntos sobre as pequenas invasões das tribos-não-aliadas, e quando o Rei Tryndamere partiu no começo da noite a senhora veio para a Sala do Conselho e não saiu mais, por isso... Eu pensei... - a serva ficou envergonhada pelo seu feito. 

- Eu agradeço... Elisabeth – os olhos azuis cristalinos estavam na xícara de chá, um olhar perdido, seus pensamentos a levaram há aquilo que evitava todos os dias; sua relação com o rei. Depois do ``incidente´´ seu relacionamento se tornou cada vez mais distante, quando saiu do banheiro seu marido já não estava mais lá, então apenas tirou os cobertores do lugar e depois se cobriu e dormiu. 

 

- D...Drogon...Drogon?... Acorda Drogon – quando abri os olhos lá estava ela, cabelos brancos como a neve, olhos azuis cristalinos, pele branca como leite, fria ao toque, mas eu sabia que seu corpo era quente, bem quente pra falar a verdade – Teve um bom sonho? - seu sorriso era o mais lindo que já havia visto, sabia que seu corpo estava nu por baixo das pele, estávamos na minha tenda isso depois dela aparecer de surpresa na noite anterior, estávamos um tempo sem se ver direito, só nos encontrávamos para ações referentes as tribos ou para alguma decisão para guerra que ascendia, Lissandra, A Traidora, se mostrava mais obcecada pelo poder e ao se juntar com temíveis Observadores Gélidos se mostrou uma inimiga poderosa, sei que Avarosa teme pela minha vida e que mais do que ninguém sentia o peso de lutar contra seu próprio sangue, ela e Serylda, mas a irmã não demonstrava o que sentia, só quando bebia demais e acabava acordando na cama do meu irmão Odur, segundo o ruivo, a glacinata é mais do que demonstrava – O que está pensando meu bárbaro? 

- Em quanto a senhorita é bela minha rainha, e no quanto sou sortudo em poder me perder dentro de você - me aconchei no seu corpo sinuoso, fui em direção ao seu pescoço, sabia que ali conseguia provoca-la, sentia meu membro acordando e satisfeito com o que encontrava. 

- Drongon... Eu tenho que voltar, já devem ter percebido a minha ausência - sua voz era manhosa e eu sabia que ela não queria ir - É sério D... - tentava se desvencilhar  do meu toque, mas meu sangue já havia esquentado – Dro.. Drogon – meus dedos exploravam seu corpo e foram ao encontro da parte onde eu queria, mas minhas carícias duraram pouco já que meu irmão Odur entrou em minha tenda de surpresa. 

- Wuol, devo voltar depois? - o susto foi de imediato, aquele vagabundo era o único que sabia sobre nós dês do começo, eu lhe contei sobre nós, assim como ele me contou sobre sua relação com a outra irmã, Serylda – Ou será que devo me unir a vocês? - seu sorriso brincalhão estava estampado em seu rosto. 

- Nem ouse pensar nisso, se não eu arranco essa coisa que você chama de pau – a essa altura já havia me levantado e estava amarrando os laços da minha calça - O que diabos você veio fazer aqui? - minha cara se fechou. 

- Os batedores capturaram algo interessante a noite na floresta – seu olhar agora era sério. 

- Vamos ver o que é - já havia firmado a calça de couro e estava botando as botas feitas de animais e pegando um dos seus blusões feitos de peles de animais costurados, quando olhei para Avarosa a mesma estava ainda com a coberta  de peles cobrindo os seios fartos, já que seu vestido estava em algum lugar da tenda, não era muito delicado quando tirava suas roupas – Me espere lá fora – olhei nos olhos verdes dele, o ruivo-alaranjado de seus cabelos dançaram quando ele se retirou – Se quiseres permanecer aqui até eu retornar podemos acabar o que começamos, sendo que podemos fazer Odur esperar... Um pouco mais – me aproximava lentamente, mas como uma raposa ela se esquivou de mim, nada menos esperado dela. 

- Eu devo retornar Drogon – sua expressão era sorridente, mas logo ficou séria - Seu irmão achou alguma coisa na floresta não é? - seus olhos não estavam mais em mim, estavam olhando para o chão a um curto tempo, estava procurando seu vestido, e quando o achou intacto por sinal fez menção em coloca-lo – Drogon... 

- A noite nós conversaremos, seja o que for, não passou despercebido, não se preocupe minha rainha... - me aproximei e lhe beijei, um beijo terno e calmo – Vamos ganhar essa guerra, nem que eu tenha que morrer... Nós vamos derrotar os Observadores Gélidos e livrar sua irmã de seu poder. 

... Avarosa 

... Ashe´ 

 

Tryndamere abriu os olhos lentamente, suas palpebras pesavam, o lugar estava escuro, mas não era estranho aos seus olhos, quando focou mais nos objetos viu onde estava, em sua tenda no lado bárbaro do reino, não sabia ao certo que horas eram, mas já sentia que era dia, sua boca estava seca e havia uma dorzinha em sua cabeça, Gragas me avisou que aquela era a mais forte... Acho que ele quis falar da dor que vem depois, soube que o dejejum já havia sido feito, então tratou de chegar o ais rápido possível para marcar presença, mesmo não dormindo no castelo ainda era o rei. 

 

 

- Se passaram 4 meses dês daquele fracasso na Aldeia da Neve – Sejuani falava enquanto pressionava as têmporas como se estivesse com dor de cabeça, o que de fato estava um pouco - Perdemos um bom número lá, mas pelo que parece aquele Rei Tryndamere treinou aqueles avarosianos de merda, mas pelo que ouvimos muitos bárbaros se uniram a vadia de Ashe quando ela se casou com ele, espertinha aquela vagabunda - estava com algumas bandagens no peito por debaixo da blusa de peles costuradas, havia se recuperado, mas ainda havia algumas pontadas de dor. 

Olaf não se encontrava na reunião, nem Volibear, o urso ainda estava se recuperando dos ferimentos com sua tribo, seu javali também, tinha alguns ferimentos, a presa quebrada havia sido linchada. 

- Nossos mantimentos abaixaram consideravelmente, as ervas medicinais praticamente acabaram, houve muitos feridos... 

 - Inúteis - suas palavras eram frias, mesmo baixas - Vasculhe o bosque, entrem na montanha, não me importa, mas Bristle ainda tem ferimentos abertos - Assim como o inútil do Olaf, soube que o homem já acordará e estava consciente, pensou em ir visita-lo naquela manhã, mas preferiu sabre como estavam as coisas na tribo. 

- Descobrimos que houveram alguns desaparecimentos, até agora sumiram 16... 

- Eu não ligo, devem ter ido se juntar aquela cadela avarosiana, sendo assim não vou me importar com uns vermes covardes. 

- Mas senhora, encontramos sangue perto do bosque, uma pequena trilha de sangue que ia em direção a floresta, não creio que os desaparecidos sejam desertores e sim raptos, podemos... 

- Como eu disse, não vou me importar com uns vermes desertores... 

Passou-se uma semana e as coisas estavam correndo surpreendentemente normal, no final da semana Olaf foi até a cabana de Sejuani comunicar que estava vivo, claro, todo enfaixado, a cabeleira alaranjada estava presa em um grande coque frouxo, a líder suspeitou que foi Kira quem o fez, já que estava bem feito demais. 

- Você parece bem, como alguém que acaba de levar uma surra em uma briga de bar - sua voz possuía um tom seco, não tinha muita coisa pra dizer pra ele, não queria transparecer, mas estava aliviada por ele estar vivo, já que ele era um dos seus melhores guerreiros. 

- Não é a primeira vez que sou rejeitado pela morte – mesmo amargo seu tom possuía ironia - Me importei mais com você, se morre-se essa tribo aos poucos se desintegraria. 

- Não ia não, eles teriam você. 

- E se eu morre-se também? - o ruivo foi em direção a mesa de centro e se sentou na cadeira virada ao contrário - Falando em morte, onde está Volibear? 

- Com os Ursines, eles vieram e o buscaram , isso já faz 4 meses - estava sentada no chão, em cima de um tapete de pele de um urso das montanhas, grande e felpudo - Se eu morre-se você provavelmente seria eleito o novo líder, mas se não sobrevivesse... - tentou pensar em alguém como terceira opção, mas não achou - Bom, eles iriam colocar alguém bom no nossos lugares, se não eu volto dos mortos e coloco isso aqui de volta nos eixos - o calor da lareira mal a aquecia, mas isso não importava com isso, gostava mesmo da maneira que o fogo dançava, alguns diziam que conseguiam prever o futuro e/ou ver o passado nas chamas. 

- Não esperava menos de você - o homem deu um sorriso descontraído. 

- Quando o rei me jogou de Bristle... - queria lhe perguntar sobre aqulo que girava em sua mente desde que acordou - você o enfrentou como eu nunca tinha visto, nem mesmo contra mim - mantinha seus olhos nas chamas - Mas quando eu até você para recuarmos... Você  pareceu não me reconhecer, até achei que iria cortar a minha cabeça - agora o olhos azuis miravam os verdes azulados dele - O que deu em você ali? Por que não me escutou quando eu te chamei? 

O bárbaro se remexeu na cadeira, se lembrou dos olhos dela naquele momento, estava assustada, ele a havia assustado, uma coisa que nunca imaginou que homem ou fera fosse conseguir. 

- Eu não a ouvi, estava tão focado na luta que achei que você era um dos soldados dele - deu de ombros, mas na realidade não sabia direito o que havia acontecido, quando a viu sendo arremessada por Tryndamere a única coisa que pensou foi em para-lo antes que ele a mata-se, mas quando deu por si estava com a lâmina do próprio machado na garganta dela - Ainda bem que despertei a tempo, sendo que seria difícil cortar essa cabeça dura - tentou ser irônico pra fazê-la mudar de assunto, mesmo sabendo que mais cedo ou mais tarde seria abordado de novo - Soube que várias pessoas sumiram nesses últimos tempos, seriam desertores? 

- Eu não sei, pelo visto acharam sangue no local de um dos raptos, uma trilha em direção a floresta, se estão sequestrando o nosso povo temos que descobrir quem é. 

- Suspeitas de alguém? 

- Eu não sei, talvez a maldita da Ashe pra tentar saber sobre a nossa situação. 

- Mas se não me esqueço ela não age dessa forma, ela oferece comida e abrigo e depois espera que venham até ela. 

- Como um dono espera o cachorro, mas se não é ela quem poderia ser? 

- Lembra daquele espião que chegou do Oeste dizendo que ouviu vários rumores de que os trolls estavam atacando e sequestrando pessoas por lá? Talvez possa estar acontecendo aqui também. 

- Mas isso está a Oeste e estamos no centro de tudo praticamente, e trolls são muito burros como uma porta, não teriam nem metade da mentalidade pra sequestrar a minha avó, e olha que ela já morreu. 

- Sim, burros, até que alguém lhes diga o que fazer... - seu olhar já dizia tudo, Se alguém está usando os trolls como marionetes, então teremos outra pedra no sapato, e eu achando que já ter a aquela vadia já era uma coisa irritante, a mulher olhava furiosamente para o fogo. 

- Se realmente tiver alguém sequestrando o meu povo então mande reforçar a vigia, e se alguém desertar traga-o de volta pra servir de exemplo. 

- Tá, sim senhora. 

O ruivo se levantou e foi embora, ela continuou sentada em frente a lareira, depois foi pegar o lençol feito de peles costuradas e ficou sentada em frente ao fogo, pensou nas situações atuais, se alguém estava pegando pessoas do seu povo qual era o propósito disso? E melhor, quem seria? Poderia ser a Ashe, quanto mais de sua tribo sumisse mais fácil seria pra derrota-la, talvez seja um plano do seu novo marido dela, ele era um bárbaro, então guerra e conquista não é novidade pra ele, mas, se tiver outra pessoa, então seria mais uma pessoa pra competir pelo trono, isso a irritou profundamente. 

Os dias foram se passando, os ferimentos haviam se curado, as costelas haviam voltado pro lugar, as vezes incomodava mas não impedia de se locomover. 

Olaf se recuperava rápido, seus ferimentos já estavam cicatrizados, as costelas já estavam no lugar, era incrível, Kira havia deixado o ruivo, agora estava com Rowland, os dois começaram a se encontrar a 3 meses, mas só agora ela havia lhe contado isso, ele mal se importou, Sejuani muito menos, não dormia com ele já algum tempo, só estava com ele por sexo, não por sentimentos, não sabia o que era isso, não perdia seu tempo com tais coisas. Mas não negava que pelo tempo em que não transava estava sexualmente tensa, as vezes se tocava, mas não era a mesma coisa quando alguém a tocava, queria um homem, então resolveu sair a procura de um. 

Era noite, saiu com seu manto negro de urso das montanhas, estava com uma saia curta feita de pele de ursine, era peluda e branca, foi um traidor da tribo de Volibear que o desafiou, o resultado foi a morte do traidor, e para não desperdiçar a pele o urso deu para ela. Tal peça fazia par com um top de couro, havia duas braçadeiras e ombreiras com peles costuradas abaixo, suas pernas, barriga e algumas partes do seus  braços estavam completamente a mostra, somente o manto a cobria por inteiro quando o fechava, mas não ligou, não se importaria com o frio, já havia passado tempestades desprovida de agasalho. 

Andava pelas diversas fogueiras, vendo diversos rostos, homens morenos, loiros, ruivos alaranjados e ruivos sangue, um tipo raro de cabelo, assim como o seu, apenas Ashe possuía cabelos brancos como os seus. Pensou em usar o ruivo sangue, possuía a beleza de encher os olhos, mas sua mulher chegou, seus cabelos eram um ruivo alaranjados iguais o de Olaf, então continuou andando lentamente, já estava convencida a escolher qualquer um até que o viu, o homem com a cabeleira que reconhecia de longe não importa quantos tenham o mesmo tom dos seus fios laranjas, estava sentado em frente a uma fogueira, contava uma de suas aventuras, haviam outros, dentre eles estavam Rowland sentado abraçado com Kira. 

- O problema não era o filho e sim a mãe, quando eu o matei ela veio até mim, brincou comigo, usava as trevas a seu favor, emitia um som estridente, agudo e do nada BUM! - a garota deu um gritinho quando Olaf deu um berro repentino assustando todos a sua volta -  Uma criatura, enorme, pousou a minha frente e eu soube que era ela, a Mãe dos Monstros, e eu, com meus dois machados de guerra, sorri, pois quem sabe aquela criatura horrenda me desse enfim a morte digna, mas, de repente, aquela fera começou a mudar, começou a... Encolher - seus olhos encontraram os azuis que o observava - E o monstro... Virou uma bela mulher - olhava aqueles azuis cristalinos, estava com seu manto negro, cabelos trançados no lado esquerdo, o sangue subiu e desceu, só a visão dela fazia seu sangue de bárbaro esquentar - Vem Sejuani, chegou no meio da história. 

- Só se me der uma cerveja - arqueou uma das sobrancelhas  com a ponta da boca puxada, como se fosse dar um sorriso, era o mais próximo que conseguia chegar de um. 

Ele estendeu uma caneca que estava ao seu lado e ela andou em sua direção e a pegou quando viu que o líquido já estava na metade, o bárbaro aproveitou pra dar uma boa olhada nela a mesma quando esticou o braço, viu que suas pernas estavam a mostra e teve um vislumbre de sua barriga, aquilo fez seu sangue ferver mais ainda. 

- E o que aconteceu Olaf? Quando o monstro encolheu... - Kira perguntou interrompendo a tensão que estava se formando. 

- Como eu estava falando... - o ruivo viu a mulher se sentar do outro lado do fogo - a Mãe dos Monstros se transformou em uma bela mulher,  tinha pele dourada como ouro, cabelos morenos, presos em uma trança, estava completamente nua, até possuía também uma cauda, haha sim, uma cauda, seus pés não eram como os nossos, mas deuses como ela era linda, e tinha uns peitos... - ele colocou as mãos em forma de conchas em representação, fazendo todos rirem - Ela veio até mim, me olhando com malícia, `` Você, aquele que matou o meu filho, és um grande guerreiro, eu posso ver´´, atento aos seus movimentos eu disse `` Sim, eu sou mesmo´´,  `` Ele era meu precioso filho...´´, a essa altura a criatura me circulava, me analisava, `` Não se preocupe, você vai se encontrar com ele logo logo, com o ele e com o resto dos seus filhos´´, a cauda dela se enrolou no meu pescoço, achei que ela me mataria por isso coloquei a lâmina do meu machado no pescoço dela, mas quando fiz isso sua cauda  se afrouxou, mas minha lâmina continuava na garganta dela, seu olhar encontrou o meu e uma risada até sexy começou por parte dela. 

- Você a matou ou trepou com ela? Por que parece mais a segunda opção - a caneca dela já estava vazia a essa altura. 

- Eu já ia chegar lá, mas como sempre você me interrompe - pegou um saco de couro e passou indicando pra ir até ela, quando Sejuani abriu e bebeu sentiu que era rum - A criatura me olhou e disse; `` Eu posso ver que algo lhe aflige, algo em sua.. Alma´´, seu toque foi em direção ao meu machado o metal começou a derreter, `` Eu posso te ajudar... Olaf ... Eu posso lhe ajudar... Mas você vai ter que fazer uma coisa pra mim´´, podia sentir seu hálito, uma mistura de morte, sangue e o próprio inverno, o toque dela em minha pele era como se a própria Morte me toca-se, mas ao mesmo tempo fazia meu sangue descer e se concentrar no meu pau – um engasgo vindo do outro lado da fogueira se fez sonoro, era Sejuani tentando conter uma singela risada, o que era raro - `` Você matou os meus filhos... Mas eles eram de homens fracos, mas você... um homem forte... Quero que me dê um filho, só mais um´´, sua voz me provocava enquanto me analisava, me deixando ainda mais duro e quando dei por mim estava no chão daquela caverna com as calças arriadas montando ou sendo montado por aquela mulher, minha blusa estava sendo rasgada pelas garras dela, havia arranhões e eu comecei a sentir o gosto de sangue na boca. 

- E você deu um filho pra Mãe dos Monstros? - Kira perguntou aos risos enquanto colocava um pedaço de carne na boca. 

- Só do meu gozo deve ter saído uns 5 filhos de tão forte que foi. 

- E como tudo isso acabou? Ela te mandou uma carta depois? - o homem do lado da líder perguntou fazendo todos rirem. 

- Eu matei a cria dela, assim que ela deu a luz, era um criaturinha de pelos ruivos iguais aos meus cabelos, tinha um olho meu e outro dela – seu tom tinha algo que a loira não soube identificar - Depois matei aquela vagabunda, foi difícil eu admito, ela tinha garras afiadas e ainda tinha um veneno que quase me matou, fiquei 5 dias e 4 noites naquela caverna, a água que saía das rochas limpava o veneno dos meus ferimentos, quando saí de lá estava completamente nu e todo fudido, sangrando igual a um porco, mas uma bruxa da floresta me achou e me salvou. 

- Deixa eu adivinhar, você transou com ela também? - a loira lambia os dedos para tirar a gordura da carne. 

- Credo, não, por mais que ela tenha gostado do meu pau- olhava fixamente pra ela – me manteve nu todo o tempo em que estive lá. 

- Ui, bruxinha safadinha - Rowland já um pouco bêbado comentou fazendo todos rirem. 

Depois de um tempo Kira e o loiro já não eram mais vistos, os outros da roda foram atrás de suas mulheres e o homem ao lado de Sejuani havia desmaiado de bêbado, Olaf tinha ido mijar e quando voltou ela já não estava mais lá, o homem olhou pros lados e depois de um tempo ele já imaginava pra onde ela teria ido, ou torcia ora ela estar indo pra sua cabana, sozinha. 

Quando o ruivo foi mijar sua vontade de transar havia murchado, havia uma pequena fagulha, mas não aquele fogo intenso de antes, todos haviam ido dormir, alguns gemidos femininos e masculinos de prazer eram ouvidos ao longe, decidiu por fim voltar pra sua cabana, talvez encontra-se alguém no meio do caminho, mas aparentemente todos se encontravam adormecidos, Será que está tão difícil transar hoje em dia?, mas seus olhos avistaram um homem com cabelos castanhos, uma mão segurava uma tocha e a outra apertava o cabo da espada, Um vigia

- Senhora – o moreno a cumprimentou junto com um aceno de cabeça, e antes que ele se afasta-se ela lhe chamou a antenção. 

- Qual é o seu nome vigia? - sua voz se tornou mais sedutora, pois seu fogo estava voltando. 

- Maxmilliam, mas todos me chamam de Max. 

- Maxmilliam – Nome interessante, se imaginou gemendo aquele nome e o achou bem promissor – Vamos, eu quero que você venha comigo até a minha cabana - já ia andando, mas o viu hesitar um pouco – O que houve? 

- Eu fiz algo minha senhora? - ele parecia um pouco nervoso. 

- Não Max, eu apenas quero que você transe comigo – seu tom era calmo, preferiu ser direta e não fazer rodeios, odiava papo furado. 

O homem ficou pálido, todo aquela demora a estava aguniando sentia seu fogo diminuindo novamente. 

- Eu... 

- Max, meu rapaz, como vai a Donna? - Olaf apareceu de repente bem perto da líder, ambos não perceberam sua aproximação - Aposto que o bebê está mexendo demais. 

- Realmente, ele quase não dá um dia de descanso pra Don – o moreno olhava envergonhado pra ambos. 

- Diz pra ela que continua gostosa como sempre, agora deixa eu resolver o problema da nossa amada líder - virou seus olhos pra mulher que estava parada ali ainda não sabendo o por que. 

- Sim, senhor. 

- Problema? - ela falou com o vigia se afastou. 

- Realmente você deve ter um problema grave pedindo pro Max trepar com você... 

- Eu não pedi, eu apenas falei. 

- Por que não falou comigo? Sabe que quero comer você a muito tempo Sejuani – ele cruzou os braços. 

- Eu não falei por que eu não quero transar com você - mexeu em uma mecha que foi ao seu rosto por causa do vento frio. 

- Você mente mal Snowflake – ele ia se aproximando colocando as mãos em seus quadris, mas como sempre a mulher se fazia de difícil. 

- Eu não estou mentindo, ei me solta seu... - nesse momento ele deu uma mordida bem forte em seu pescoço, suas grandes mãos estavam dentro do seu manto, apertando tudo o que podia – Imbecil – seus lábios estavam bem próximos, mas antes dela o beijar o ruivo invadiu sua pequena saia e começou a estimula-la com os dedos, tentava alcançar seus pontos sensíveis. 

Não aguentando mais ele a rodeou com o braço livre e a colocou acima do ombro. 

- Dessa vez... Você não me escapa Seju – falou em um tom irônico que a excitou de certa forma. 

Olaf a levou em seu ombro, como se a estivesse raptando, ela por sua vez não gritou ou fez algum escândalo não queria acordar todo o acampamento para que a vissem daquele jeito, mas também queria aquilo, já que queria transar com o ele a muito tempo. 

 

Quando chegaram a cabana dela, ele a colocou no chão e ao entrarem o ruivo fechou bem a porta, em seguida foi até a lareira, havia algumas madeiras ao seu lado para alimentar o fogo, ele tacou todas dentro do buraco e ao ascender o fogo a sala ficou iluminada e o calor já era bem sentido, o homem começou a tirar os sapatos e a camisa de cima tudo olhando para a mulher de cabelos brancos que estava apoiada na mesa de centro, Sejuani tirou o manto revelando seu corpo quase a mostra, o ruivo a devorou com os olhos, ele já havia tirado a primeira camisa e já ia se dirigir pra segunda quando a loira foi em sua direção lentamente e com os dedos hábeis ela desfez o nó da calça de couro dele, quando o desfez ele a puxou para um beijo, intenso e suave, por um momento ele se separou dela pra sair da calça e deixando onde estava, depois foi em direção do manto dela que estava no chão e o usou para forrar o chão em frente a lareira. 

- Eu faço isso – o ruivo disse quando a olhou tentar tirar o top de couro assim que colocou o manto no chão. 

- Não quero que faça todo o trabalho – o olhou ir em direção ao seu quarto pra pegar seu cobertor e voltar, o forrando em cima do manto negro – Que atencioso – falou com a voz cheia de ironia. 

- Obrigado - agarrou a mulher a sua frente e a beijou cheio de desejo, começou a lhe tirar as ombreiras, as braçadeiras, a olhava com sede e os olhos azuis o olhavam com o mesmo ardor - Não se preocupe, o Max não vai contar o que aconteceu - começou a enterrar o rosto no pescoço dela, sentindo seu cheiro e lhe dando várias mordidas e beijinhos. 

- Não estou preocupada com isso - não se importaria se ele contasse pros outros que o tinha escolhido pra fazer sexo, já havia usado outros homens da tribo pra isso – Estou mais preocupada se você vai me comer com força - nesse instante uma risadinha maliciosa vinha dele. 

- A mulher, você pode apostar – sussurrou no ouvido dela em seguida usou o seu peso pra fazê-la deitar na cama improvisada e em seguida se deitou sobre ela. 

O beijo se seguiu urgente, as mãos lhe apertando como podiam, havia muito tempo que a queria, então aproveitaria o máximo de tudo, a mulher por sua vez, estava com as mãos na segunda calça já desfazendo o nó e quando conseguiu foi ao encontro do membro já um tanto rígido, começou a estimulá-lo lentamente mas com intensidade, descompassando sua respiração. 

Ele levou suas mãos ao top de couro dela e o tirou rapidamente revelando um par de seios fartos, só teve um vislumbre na primeira vez que dormiu com ela, agora os via claramente e se arrependeu de não tê-la tarado nas ocasiões que dormiram juntos. Os chupou com intensidade, um depois o outro e ela não parava de estimula-lo com a mão, seu quadril mexia um pouco ao compasso estabelecido pela mão dela. 

Sua mão livre foi ao encontro dos cabelos ruivos dele e o puxou para um beijo, o mesmo seguiu com um ardor tão intenso que o ar de seus pulmões escapava com facilidade, colocou uma de suas pernas sobre o quadril dele e com um pouco de força o fez se deitar e rapidamente o montou e começou a rebolar de leve sobre o pau dele, somente uma peça íntima lhe cobria o sexo. A visão dela sobre si era deveras excitante, corpo definido, seios fartos, uma beleza selvagem, que com certeza o agradava, deu-lhe um tapa nas coxas e depois lhe agarrou os quadris a forçando um pouco pra baixo a roçando mais sobre o seu pau, ouviu um gemidinho em resposta, caso ela se demora-se mais ele rasgaria o resto das roupas e a foderia de qualquer maneira. 

Passou as unhas pelo peito dele, eram curtas, mas fizeram o bárbaro ofegar e conter um gemido, isso a fez dar um sorriso no canto da boca, aquela doce tortura a satisfazia, gostava de fazer isso, gostava de tirar os homens do sério, isso os fazia serem selvagens com ela. Continuou sua doce tortura não parando de se movimentar sobre ele, lentamente, o provocando, passou mais uma vez as unhas pelo peito desnudo dele, agora com mais força, o viu fechar com olhos com força e gemer, não soube se era de prazer ou de dor ou ambos, geralmente seus parceiros eram homens da tribo e todos não se entendiam muito com ela com medo de sua fúria famosamente conhecida, mas teve a certeza que ele havia gostado quando ele lhe deu um tapa forte em ambas as coxas e levantou o tronco tomando seus lábios com os dele com uma urgência selvagem passeando as mãos pela saia curta dela tentando localizar os fechos ou o que as prendiam, como não encontrou nada começou a puxa-la pra baixo, virou o corpo mudando de posição a jogando abruptamente no chão, se afastou e se ajoelhou e com 2 puxadas tirou a peça encontrando uma calcinha preta, uma peça fina, e com um puxão tirou a peça íntima. 

O ruivo tirou sua calça de uma vez e a jogou em algum lugar, se posicionava entre as pernas dela e a puxou para mais perto posicionando suas pernas abertas e em seguida se apoiando sobre ela, com uma mão posicionava a ponta do pau na entrada da vagina dela e lentamente entrou dentro dela, olhado seu rosto tomar uma expressão de prazer o que o excitou bastante, ao passo que se movimentava dentro dela saboreava o quanto ela era úmida e quente por dentro, o que realmente era surpreendente já que sempre foi fria e agressiva. 

Com o tempo as estocadas estavam forte e rápidas fincava suas unhas nas costas dele com força, não conseguia conter os gemidos, e nem queria, de súbito deu-lhe um forte tapa na cara, o bárbaro parou por alguns segundos, Sejuani achou que ele ia fazer igual aos outros, mas o homem levantou o próprio tronco e com um movimento rápido a virou colocando-a de quatro, rapidamente seus cabelos brancos foram agarrados e puxados e um forte tapa foi desferido em sua bunda, ela praticamente gritou pelo susto. 

- Se continuar gritando vão pensar que eu estou te matando – penetrou nela com gosto ouvindo os gemidos de prazer em concordância - Não da maneira que a gente está fazendo pelo menos, ou será que sim? 

Deu mais alguns tapas entre as fortes estocadas, soltou os cabelos brancos e agarrou os quadris dela com ambas as mãos, se ajeitou um pouco e continuou lhe estocando com força, vê-la daquele jeito era deveras prazeroso, a cobiçava daquela maneira a muito tempo e desde que a beijou seu desejo inflamava ainda mais e mais e a cada dia. Sentia-se se contraindo a cada segundo, sabia que o ápice estava perto, podia senti-lo todo dentro de si, o membro largo e grande dele era deveras satisfatório. 

Agarrou os quadris dela com um pouco mais de força e lhe desferiu algumas estocadas brutas, depois lhe agarrou com força se derramando dentro dela, a sentiu se umedecer ainda mais e se contrair e teve a certeza que ela havia chegado ao ápice também, em seguida saiu de dentro dela lentamente e deitou-se ao seu lado. 

- Isso foi forte o suficiente? - perguntou ofegante. 

- Deu pro gasto – respondeu cheia de ironia. 

- Como é que é?! - sua reação foi tão repentina e espontânea que a fez rir, uma coisa que ele nunca viu ela fazer, só nas lutas, mas era diferente, aquele riso foi tão espontâneo e verdadeiro que o deixou perplexo, ouvir aquele som vindo dela era até bom. 

Começou a se aconchegar nela, virou seu rosto em sua direção e lhe beijou, um beijo calmo e lento, aninhava seu corpo ao dela mais ainda, a queria de novo, não havia saciado seu desejo sobre ela ainda e parece que ela também não, pois sentiu ela cruzar sua perna no quadril dele roçando de leve seu pau nela, ainda estavam bem ofegantes por causa do recente ato que fizeram então se separaram pra recuperar um pouco o fôlego. 

Olhou para aqueles olhos azuis, um azul claro e selvagem, colocou uma mecha do cabelo dela atrás de sua orelha, desenhou suas curvas com os dedos, começou nos lábios, depois foi para o queixo, pescoço, peito, seios, apertou de leve o bico de um olhando fixamente para o seu rosto, depois apertou com mais força a vendo fechar os olhos. Sejuani também o encarava, uma de suas mãos estava no peito dele  e a moveu pra baixo arrastando as unhas pelo caminho e antes de chegar no membro dele o ruivo tomou seus lábios com os dele, agora com um beijo feroz, a abraçou com um braço colando seus corpos ainda mais, agarrou seus cabelos e levantou sua cabeça expondo seu pescoço. 

- Nada de marcas – ela disse quando ele mordia de leve a pele exposta, rapidamente o ruivo abaixou a cabeça e levou sua boca ao encontro do peito dela, o chupou e mordeu a fazendo gemer, gemidos de dor, principalmente quando mordeu em cima da sua clavícula. 

Voltou seus lábios aos dela, colocando uma mão na coxa da perna cruzada ao seu quadril e com um movimento rápido a colocou por cima. 

- Agora, você manda – falou com um sorriso zombeiro no rosto. 

- Mas eu sempre mandei – devolveu com a mesma ironia. 

- Não a meia hora atrás - agora o sorriso ia de orelha a orelha. 

Não se preocupou em responder, estava mais ocupada rebolando de leve sobre o membro dele, sentiu se umedecer, o tempo de resposta dele era surpreendentemente rápido, os outros precisavam de um ``tempo maior´´. A visão dela ali era realmente maravilhoso, lhe provocando, se esfregando, a luz da lareira na pele dela dava a mais, como se ela fosse umas das estátuas dos templos de Ionia, daquelas que Udyr lhe contou certa vez, claro que se interessava em ouvir sobre essas coisas da cidade-estado, afinal nunca esteve nela, mas vendo a loira ali, lhe montando, era o mais próximo de divino que chegava, igual ao Udyr quando se referia as estátuas, ou o que os sacerdotes falavam dos deuses, aquela mulher ali mexia com todo seu corpo o seu ser e não desejava estar dentro de outra pessoa se não ela. 


Notas Finais


É isso coleguinhas, leitores, escritores, meus amores, esse texto gigantesco é meu pedido de desculpas a vocês pela minha demora, como eu disse que passei por uns perrenges estressantes, mas tentava escrever pedacinho por pedacinho e acada capítulo vocês com seus comentários me fazem me fazem escrever mais e mais.

Abraços leitores, 2 kisses <3


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