História Sentimentos Impuros - Capítulo 10


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Categorias The Loud House
Personagens Bobby Santiago, Clyde McBride, Lana Loud, Leni Loud, Lily Loud, Lincoln Loud, Lisa Loud, Lola Loud, Lori Loud, Luan Loud, Lucy Loud, Luna Loud, Lynn Loud, Ronnie Anne Santiago
Tags Amizade, Amor, Angustia, Carinho, Diferença De Idade, Dor, Drama, História Sombria, Incesto, Leni, Lincoln, Lori, Loud House, Loudcest, Luan, Lucy, Lynn, Sentimentos Complexos, Sentimentos Platônicos, Sentimentos Unilaterais, Sofrimento, The Loud House, Tragedia
Visualizações 540
Palavras 2.754
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem, eu tentarei postar sábados e quartas agora.
Sejam gentis nos comentários, reeditar e corrigir esse capítulo deu um baita trabalho, ele está com algumas novidades. kkkkk

Capítulo 10 - Ato 10: Precoce. (Parte 1: Demônio de Neon.)


Fanfic / Fanfiction Sentimentos Impuros - Capítulo 10 - Ato 10: Precoce. (Parte 1: Demônio de Neon.)

Lola Loud era uma jovem forte e decidida do que queria, ela queria fama, ela queria ser grande, ela queria ser rica e ninguém iria impedi-la, ela faria tudo. TUDO pela fama, mas havia um preço a se pagar, infelizmente para ela preço que ela estava disposta a pagar não era o mesmo que seu irmão Lincoln poderia suportar e isso destruiu tudo para ela.

O choque de realidade fez com que ela ponderasse o que realmente era importante... Lincoln descobriu... Tudo ruiu...

Lola estava em frente a porta do quarto de Lincoln. Lola francamente nunca visitava Lincoln a menos que quisesse algo em troca, mas hoje ela queria seu perdão... Ela bateu a porta.

—Lincoln posso entrar? —Ela disse quase como se estivesse afirmando que iria entrar.

—Não... —O rapaz de cabelo branco falou com uma voz de desgosto e decepção.

Lola nunca ouviu alguém falar verdadeiramente decepcionado com ela, até agora.

—Por isso Lincoln... Eu disse para ninguém nunca mexer em minha cômoda. —A loura dizia como se isso fosse escusável.

Ela ouviu o frio vento do silêncio por alguns segundos.

—A mamãe sabe? —Lincoln disse através da porta.

—Não... —Lola disse sentindo a boca seca.

—O papai? —Lincoln sabia que seus pais não sabiam, nenhum pai iria permitir isso se tivesse conhecimento.

—N... Não... —Lola estava com medo então disse. —Por favor não conte para eles...

—Eles precisam saber Lola... Isso é crime! —Lincoln tinha dezesseis anos, ele queria poder fazer algo a respeito disso, mas ele ainda estava em choque com o que ele descobriu. Primeiro Luna no ano passado e agora… Lola… Será que era culpa dele?

Ele estava falhando em seu papel de irmão? Sua culpa foi interrompida pelo chamado dela.

—Lincoln... Por favor... Isso é muito comum no Show Bussines. —Lola disse balançando os cabelos louros tentando soar forte.

Lincoln se levantou e caminhou até a porta a abrindo com violência gritando.

—Isso é comum com mulheres, sem um pingo de amor próprio, de mais de dezoito anos não com meninas de onze que eu julgava que tinha princípios! —Lincoln estava furioso, mas não com ela e sim por não ter percebido...

Lola era muito sínica, ninguém nunca percebeu, ela se preveniu, ela se preparou, ela se escondeu de forma tão maestral que ninguém percebera, só um irmão realmente dedicado teria percebido por detrás daquela fachada de força e autoridade, apenas ele perceberia uma garotinha assustada e machucada por ter cruzado uma barreira antes da hora.

Precoce...

Ele viu que ela estava sangrando... Ele era o único homem presente naquela família, o pai ocupado trabalhando ele tomou a frente de protegê-las...

E agora… Ele tinha falhado…

Novamente...

Lincoln já entendia as meninas...

Era cedo demais para ela...

Algo estava errado...

Mesmo com medo na noite anterior ele foi olhar na cômoda dela para tentar descobrir o motivo dela estar assim, mas quando ele descobriu uma parte dele rezou por permanecer na ignorância. Ele viu as fotos e os objetos... Não precisou de mais para saber o que ela já tinha feito...

Agora, após abrir a porta, ele ficou calado, esperando-a entrar em seu quarto, eles precisavam conversar.

Lola sem perder a compostura entrou caminhando suavemente com seus saltos altos, corpo de menina, jeito de mulher.

Era tão óbvio, como ele não tinha percebido?

—Desde quando? —Lincoln disse trancando a porta atrás dele, sabia que não haviam mais câmeras de Luan no quarto dele ele fez um trato com a Lisa para tirar todas, mas ele não queria expor o... “Segredo” doentio dela...

—Bem... —Lola estava corada em falar disso com alguém, ela escondia sua intimidade tão fundo dentro dela mesma que realmente sentia-se estranha falando com alguém, os segredos dela eram sórdidos, mas Lincoln tinha um olhar complacente, mais de preocupação do que de punição. Lola disse. —Aconteceu pela primeira vez aos dez... Bem... Foi quando eu percebi que para ganhar os concursos deveria “dar favores” para certos juízes.

Lola ia lançar os cabelos ao vento como de costume, uma forma infantil de mostrar a maturidade que ela fingia ter. Lincoln rangeu os dentes e segurou o braço dela em pleno ar, olhando fundo nos olhos dela disse.

—Você se precaveu todas as vezes? —Lincoln tinha verdadeiro pânico em sua voz. Lola ia falar esnobando que não era uma criança boba, mas ele então falou alto. —Quero saber se havia alguma chance de você pegar uma doença!

Aquilo acertou Lola como um porrete, ela não esperava que esse fosse o principal medo do irmão, então ela começou a perceber que Lincoln não estava conversando com ela como um adulto que queria repreendê-la, mas como um irmão extremamente desesperado com o bem-estar físico e mental da irmãzinha precoce.

—Sim, eu fiquei segura. —Lola falou pela primeira vez não sendo arrogante.

—A pessoa foi gentil? —Lincoln disse segurando a mão dela com carinho.

Talvez fosse a conversa, o ambiente, ou o olhar que ele estava lhe dando, mas a fachada de pedra de Lola estava cedendo, ela sentia que iria quebrar, ela sentiu os olhos começando a lacrimejar, Lincoln estava quase chorando, parecia que era algo importante para ele, quase como se ele sentisse a dor que ela sentiu todas as vezes que a violaram tão cruelmente.

Ela tentava segurar quando ele falou.

—Eles, pelo menos, tentaram lhe dar prazer? —Lincoln falou pálido, nunca pensou em falar sobre isso com uma irmãzinha... Pelo menos tão cedo…

Luna tinha sofrido um estupro antes e estava abalada, a irmã musicista esta quebrada, mesmo sendo uma adulta, como Lola poderia estar tão calma sendo estuprada tantas vezes!

Lincoln foi puxado de volta a realidade quando a ouviu soluçar.

Lola então desabou, ela estava chorando nos braços de Lincoln.

—Não sei... Eu estava bêbada demais para me lembrar... Eu só sei que não estou doente... Mas todas as vezes foram terríveis... Eu nem me lembro das primeiras... Mas ainda sinto a dor dentro de mim... Ainda tenho pesadelos... Mas... —Lola chorava copiosamente nos braços do seu irmão.

Lincoln ia falar, quando a ouviu continuar.

—Mas, você não entende Lincoln... Para manter a fama se torna necessário ganhar... Se você perde será chamada para menos concursos e assim terei menos fama e menos dinheiro. —Lola parou por um segundo fungando. —Nenhuma de nós quer, mas precisamos fazer isso para ganhar... Para sobreviver nesse mundo Lincoln, você precisa dar algo em troca para vencer... E... Isso é tudo que eu tenho para dar que alguns juízes querem... Eu não me arrependo, eu passei para o concurso nacional, como você acha que eu tenho tanto dinheiro para emprestar para as irmãs? Todos me conhecem! Eu sempre ganho o concurso e eu vou continuar a vencer! —Lola falava como se fosse o mais importante.

O barulho assustou os dois, nenhum deles esperava esse excesso... O som forte de carne contra carne foi ouvido, naquela noite escura a violência era evidente, mas não por maldade, mas por decepção.

Lincoln não aguentou, ele fez algo que nunca tinha feito antes, ele deu uma bofetada nela. A menina de quase doze anos olhou para ele com a mão na bochecha vermelha. Lincoln olhando ela de cima a baixo se sentiu enojado.

Ela usava salto alto até para dormir... Estava usando uma camisola quase transparente com um espartilho muito apertado para que seu corpo de criança já tivesse forma adulta, os cabelos com bobs para parecer tão natural que era artificial, maquiagem e creme anti-espinhas... E um ácido nos lábios para eles ficarem vermelhos mesmo sem batom.

Aquilo era doentio... Era demoníaco forçar um padrão de beleza tão doloroso para uma simples criança.

Lincoln não aguentou, ele arrancou os bobs no cabelo dela e pegou um copo de água que tinha na cama dele, jogou a água na cara de Lola, a jovem ficou atônita e sem reação. Assim que aquela lama na cara dela começou a se desfazer na água ele tirou a camisa e começou a esfregar o rosto dela tirando aqueles restos de produtos.

—O que você está... —Lola tentou se afastar, mas ele a segurou e jogou contra a cama, tirando todos os produtos, deixando o rosto dela virgem, pelo menos o rosto...

Ela ia gritar de raiva quando viu o olhar de pura fúria de Lincoln, Lola pela primeira vez congelou perante o irmão gentil... Ela estava consumida pelo medo, com apenas um único olhar.

—Se você não se importa de ser estuprada pelos juízes do seu concurso e se tratada com objeto por eles não vai me impedir de tirar esta coisa ridícula de você! —Lincoln estava furioso, ele rasgou a camisola e arrancou o espartilho dela. Lola estava completamente nua agora... Morrendo de medo.

Todas as vezes que aqueles homens tocaram nela vieram à tona, ela ia chorar quando percebeu lágrimas caindo no rosto dela... Não era lágrimas dela... Eram de seu irmão...

—V... Você é uma criança... Não devia ter se submetido a isso Lola... Porque aceitou abrir mão de uma coisa tão importante só para ganhar concursos... Lola.. A sua mocidade é muito mais importante que os concursos... —Lincoln saiu de cima dela e sentou na cama. —O que você deu de graça antes da hora nunca vai poder recuperar...

Lincoln não conseguia olhar para ela. Lincoln sentia que tinha falhado mais uma vez como irmão mais velho, Lola percebeu aquilo, mas tão rápido quanto o ataque de fúria de Lincoln veio ele foi embora.

Lola logo sentiu-se coberta com o cobertor de Lincoln, ele a cobriu e se afastou.

—É uma noite fria... Desculpe Lola... —Lincoln realmente não queria ter exagerado, mas ele realmente não conseguia aceitar o fato de que sua irmãzinha tinha feito essas coisas só para ganhar concursos.

—O dinheiro e a fama são coisas tentadoras Lincoln... —Lola disse se cobrindo no cobertor dele. —Eu só... Queria ser alguém importante...

Os olhares deles se cruzaram por um segundo, a ambição de Lola realmente tirou o pior dela.

—V... Você era importante para mim... —Lincoln disse com uma voz vazia, em seguida se levantou deixando o próprio quarto, deixando a irmãzinha sozinha.

Lola nunca chorou tanto quanto naquele momento, ela não esperava aquilo. Lincoln nunca desistia de ninguém...

Lola tinha se deixado levar pela fama e fortuna...

Ela era apenas mais demônio de neon, construído pela fama e futilidade, embebida em luxúria e devassidão.

Sem honra...

Sem vida...

Sem amor...

Lincoln voltou trazendo roupas para ela ao entrega-las ele pediu para Lola sair do quarto... Ele nunca mais dirigiu a palavra para Lola.

Na cabeça dele o jovem não tinha apenas falhado em proteger Luna meses atrás... Ele havia falhado em salvar Lola...

-----------------------------------------Redenção---------------------------------------- -

Era hora do concurso nacional, a mãe estava esperando-a no carro, pobre Rita Loud não fazia ideia. Lola abriu sua cômoda e viu o... Preservativo...

Havia se passado um mês desde que Lincoln descobriu, ele foi para a casa do Clyde no dia seguinte e nunca mais voltou, disseram que iriam participar de um concurso de jogos, mas ele não manteve contato nem com Leni... Todas as irmãs sentiam saudades dele, não entendiam porque ele não voltou, todas se acusavam de terem feito algo com ele, mas Lola era a culpada.

Lola não pegou o objeto, ela desta vez não iria fazer isso... Ela ia ganhar da forma certa... Ou ia perder com honra...

Lola foi ao concurso, fez o melhor... E...

Ficou em segundo...

Na saída ela viu a menina vencedora desabotoando o vestido e entrando do camarim do juiz que fez Lola perder e em seguida ouviu o que sabia que eles iam fazer.

Naquele momento Lola percebeu que aquele mundo não valia a pena, Lincoln estava certo. Ela foi para casa e jogou fora as fotos de “seleção” para concursos. Lola pegou os livros da escola que ela tinha guardado na ultima gaveta e pela primeira vez em muito tempo ela começou a estudar.

A tarde ela ouviu Lily gritando feliz “Lincoln voltou”, e foi uma felicidade total, todas foram vê-lo, menos ela, o rapaz disse que ele e Clyde foram participar de um torneio de videogame e que eles ganharam por isso ele tinha saído sem avisar e ficou sem comunicar, apenas Lola sabia que era mentira, ele não queria vê-la... Ele estava magoado.

Por isso ela não foi falar com ele, ela se olhava no espelho e se via como suja e indigna de falar com ele.

Naquela noite quando todos já tinham ido dormir Lola ainda estava estudando, até mesmo Lana tinha estranhado, a gêmea “dormia” na cama dela com o velho Charles deitado no ao lado. Lola ouviu alguém batendo sua porta, assim que ela abriu seu estômago virou uma confusão de enjoo e dor.

Era Lincoln, Lola não esperava, ela achou que ele nunca mais olharia para a cara dela. Lola tentou falar, mas nenhum som saiu, ele também parecia apreensivo.

—Desculpe... —Lincoln foi o primeiro a falar, chocando-a, Lola esperava que ele dissesse para ela viver a vida dela e deixá-lo em paz mesmo que convivessem na mesma casa, em vez disso ele estava se desculpando. —Desculpe por lhe assustar... Rasgar sua camisola e quebrar seus bobs... Acima de tudo... Desculpe por ter agido daquela forma... Você foi estuprada... E eu em vez de lhe ajudar eu lhe insultei... Não precisa me perdoar, mas...

O jovem foi interrompido por um abraço apertado, Lola estava de cabelos desgrenhados, roupa comum e sem nenhuma maquiagem... Ela parecia uma criança normal.

—Lincoln... —Ela estava abraçada forte nele, com a cabeça enfiada na camisa do rapaz. — Eu nunca mais vou participar de outro concurso... Eu vou estudar e trabalhar, nunca mais vou deixar ninguém me tocar por favores... Vou construir minhas próprias vitórias... Eu... Eu não tenho coragem de olhar mais você nos olhos... Sei que para você eu sou apenas mais uma prostituta atrás de fama... Mais um demônio de neon... Mas... Eu vou melhorar, um dia você vai se orgulhar de mim.

—Não se chame assim nunca mais... —Lincoln a abraçava com força, disse com carinho acariciando o cabelo dela. —Você perdeu, hoje, com honra no seu concurso.

Lola ficou espantada, não esperada que ele a visse.

—Você assistiu na TV? —Lola disse incrédula.

—Não... Eu comprei os ingressos e estava na trigésima fila no teatro. —Lincoln disse calmamente. —Eu estava lhe seguindo... Se algum cara tentasse tocar em você de novo... Eu... —Lola percebeu que ele não iria terminar essa frase, mas visivelmente ele iria fazer algo que o levaria para a cadeia.

Lola começou a respirar pesado, seu irmão iria para cadeia só para protegê-la, Lola via como o fracasso consumia Lincoln... Ele se culpava por ela não ser mais virgem. Lola estava lisonjeada, nenhum homem no escuro mundo de leviandade que ela viveu se importou com ela, apenas a usavam e a descartavam como um rostinho bonito.

—Não se culpe. —Lola na ponta dos pés passou a mão no rosto do irmão mais velho dizendo. —Eu estava seguindo o caminho fácil... Nunca mais vou seguir o caminho fácil... —Lola ficou na ponta dos pés e beijou a bochecha do seu irmão dizendo. —Não vou mais mentir para você Lincoln... Francamente... Eu ainda terei pesadelos sobre... Os momentos... Mas francamente queria que fossem seus lábios a me consumir... Pensando agora... Preferia que você tivesse sido a minha primeira vez... —Lola falava da forma mais natural do mundo.

Lincoln ficou extremamente desconcertado e a soltou, se afastou um passo em choque, mesmo corado ele estava feliz por ela ser honesta... De agora em diante ele iria cuidar dela de verdade.

Sem saberem Lana estava acordada, ouviu tudo... Ela queria falar com Lincoln... Mas isso é uma história para outro dia.

Quanto a Lola?

Nada mais foi dito, a loura precoce nunca mais ficou com ninguém por vantagem, apenas por amor, ela começou a estudar e seguiu em frente, nunca mais usou seu corpo para ter vantagem, ela usou o que importava, sua mente, dedicação, coragem e coração...

Toda noite que teve um pesadelo dos terríveis estupros que sofreu... Ela imaginou que Lincoln a salvava... Amando-a e tocando-a de forma gentil, tocando todo seu corpo ainda não desenvolvido... De uma forma doentia ela conseguiu seguir em frente nessa ilusão sexual de seu salvador...

Afinal...

Ela era precoce...

Afinal...

Ela foi um demônio neon...

Agora ela queria ser como Lincoln...

Um anjo...

Mesmo que de lama...

Entretanto Lincoln sentia seus pecados pesando em seus ombros,

Ele falhou com Luna...

Ele falhou com Lola…

Ele jurou a si mesmo que nunca mais falharia…

Pobre rapaz… Ele estava tão errado...


Notas Finais


Espero sinceramente que tenham gostado, este capítulo deu um baita trabalho para ser reeditado e corrigido, comentários, recomendações e favoritos são sempre bem vindos. Sejam gentis por favor. :)

Vejam minha nova fic: https://www.spiritfanfiction.com/historia/familia-desestruturada-13609781


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