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História Sentimentos Perdidos - Capítulo 7


Escrita por: lariasaa

Notas do Autor


⚠️ Aviso importante ⚠️
-a mídia é o look do tae nesse cap, mas com cabelo vermelho( mas fica a vontade quem quiser ver ele diferente)
Oii passarinhos, então continuar atualizando essa fic tá sendo bem difícil pra mim então eu tenho pensado em colocar em hiatus mas só em último caso.
Eu só queria saber o que vocês tem achado ou se tem alguma coisa que vcs acham ruim. Enfim, não sei pra onde vai essa fic então me ajudem please🤍
Lembrem de votar e comentar o que acharam ok🤍
Só isso mesmo, bj e boa leitura🤍

Capítulo 7 - O meio do fim 4


Fanfic / Fanfiction Sentimentos Perdidos - Capítulo 7 - O meio do fim 4

P.O.V.~Taehyung~ 


Depois do meu encontro com o Jimin e do Woo me levar para casa, fiquei atoa e olhando fotos no insta para escolher o que eu ia vestir de surpresa para o Hope.


Eu tinha pensado em encomendar um terno novo, mas ele já tinha dito que ia mandar o que queria que usasse no jantar de hoje a noite, mas ele não falou o que eu tinha que usar por baixo. Tive que continuar me lembrando que só faziam cinco dias que eu conhecia ele por que meu coração ficava dando pitaco toda vez que eu olhava que horas eram. Ele me mandou mensagem depois falando para estar pronto as 21hrs, quando ele ia passar aqui,  mas ainda eram duas da tarde e eu já tava todo ansioso olhando milhares de estilos de harness na internet.


Continuei respondendo todas as infinitas mensagens que o Jimin me mandava enquanto ele conversava com o Jk sobre eles saírem na sexta, daqui a dois dias. E eu também mandei umas fotos do que eu queria usar para o Hope, mas tudo que eu mandei Jimin falou que tava ótimo então não me ajudou em nada a escolher.


Me levantei do sofá, onde estava deitado desde que cheguei, ao som da campainha. A Rô não ia naquele dia então eu fui atender meio sem saber o que tava acontecendo, ainda mais quando abri e dei de cara com um entregador com uma caixa enorme nos braços.


— Olá. Boa tarde, entrega para o Vante? — Eu quase não consegui ouvir com a caixa tampando o rosto dele.


— Sim, sou eu. — Mesmo que ele talvez não tenha visto, sorri pelo possível presente.


— Ah sim, assine aqui por favor. — Ele deixou a caixa no chão do corredor e me passou um papel e caneta. — E aqui. — Ele apontou para outra folha em baixo. — Ótimo,muito obrigado senhor Vante. Eu posso deixar a caixa aí dentro se você quiser.


— Não não, muito obrigado mas eu dou conta, acho. — Ele sorriu, acenou e me deu as costas andando até o elevador.


Com muita força, que eu não sei da onde eu tirei, consegui arrastar a bendita caixa até a sala e resolvi abrir ali mesmo para baltar que levar até o quarto. Passei uma faca da cozinha nas fitas que lacravam a parte de cima e abri pra encontrar um monte folhas de um papel macio fazendo volume.


Quando consegui tirar toda aquela camada de papel inútil, um tecido branco quase transparente apareceu. Tirei da caixa e o estendi no sofá para ver melhor, era um terno impecável e todo branco mas vinha com um colar com uma única pena azul (ver mídia do cap).


O blazer era mais cumprido na parte de trás e a camiseta tinha um decote em V que ia ficar perfeito com o harness de couro brilhante que eu tinha comprado pela internet e agora estava esperando entregarem aqui no apartamento. A calça também era branca, mas como achei que era muito pequena experimentei e fiquei encarando no espelho minhas coxas marcadas pelo tecido macio e o cinto que a mantinha bem presa no meu quadril. 


Esperei ainda duas horas até outro entregador, da loja que eu tinha comprado o harness, tocar a campainha e eu ir correndo, de novo, atender. Quando olhei o meu celular jogado no sofá além das 20 notificações do Jimin que eu resolvi ignorar por enquanto, vi que já iam ser seis da tarde e eu não estava nem perto de ir me arrumar. Levei todas as peças de roupas e caixas até o meu quarto e entrei o mais rápido possível no banho. 


Me esfregando com o sabonete mais cheiroso que eu encontrei e passando quilos de hidratante  demorei uma meia hora ali no banheiro. Fui até o closet com a caixa do harness e depois de muita luta e olhar a imagem da embalagem umas mil vezes consegui colocar certinho. O mais complicado foram as fitas de couro que cobriam meus mamilos atritaram com eles toda vez que eu tentava me mexer, mas me segurei para não suspirar quando me olhei no espelho.


Meu corpo estava um pouco vermelho pelo esforço mas as fitas de couro cortando-o desde o meu ombro até as coxas e passando pela minha bunda um pouco mais justas o completaram perfeitamente. Vesti o terno branco por cima e ajeitei tudo para que não aparecesse, o que foi difícil já que tudo era tão justo e decotado. 


Terminei me olhando no espelho do quarto e tirando uma foto para mandar para o Hope que ele respondeu dizendo que ele já estava saindo do studio e passava aqui em meia hora. Sai correndo para dar os toque finais, arrumar o cabelo, passar perfume e regar minhas plantinhas. Desci o elevador e esperei no lobby até ele avisar que estava lá na frente.


Quando passei pela portaria ele desceu do carro e veio me abraçar colocando suas mãos na minha cintura e colando nossos lábio em um selinho rápido para depois me soltar e abrir a porta do carro. 


— Vante, você está ainda mais lindo do que eu imaginei. — Ele disse depois de dar a volta e sentar no banco do motorista ao meu lado.


— Obrigado, você também está muito elegante Hope. 


Ele usava um terno parecido com o meu, mas em um cinza quase preto com o mesmo colar de uma pena no pescoço.


— Onde a gente vai hoje? — Eu perguntei enquanto ele dava partida.


— Um amigo meu abriu um restaurante numa cobertura e hoje é a festa de inauguração. — Com isso ele tirou a não da manivela e apoiou em minha coxa, apertando bem de leve enquanto eu corava mas continuava o encarando. — Nada de mais, apenas alguns amigos íntimos.


Hope devia seriamente rever seu conceito de amigos íntimos. Quando a gente chegou a um prédio não muito afastado do centro tinha uma fila e diversos seguranças na porta. Para evitar a multidão de fotógrafos amontoada ali, Hope só abaixou o vidro e falou com um dos seguranças que nos deu passagem para o estacionamento do subsolo. 


Descemos do carro e Hope me puxou pela cintura para andar colado a ele, enquanto eu mantinha minhas mãos juntas na frente do corpo por causa do harness que agora eu sentia raspar pela minha pele a cada passo nosso. No elevador  ele apertou o botão para a cobertura e ficou acariciando meu quadril até achar uma das fitas de couro que a camisa não cobriu.


— Então essa é minha surpresa? — Ele disse enquanto acompanhava o caminho da fita com os dedos pelas minhas costas.


— Você gostou Hope? — Eu disse me esforçando  para não gaguejar quando ele chegou na minha clavícula e subiu para o meu pescoço.


— Eu vou te dizer quando ver ela completa. — Deixando um último carinho na minha bochecha a porta do elevador se abriu e ele me puxou pela mão para fora.


Seguimos até o bar no fundo do loca, passando por muitas pessoas que cumprimentavam o Hope e me encaravam de canto de olho. Ele pediu um uísque e eu um coquetel azul que o garçom tinha acabado de entregar para a moça do nosso lado.


Hope me puxou mais parapeito dele e ficamos conversando sobre o que tínhamos feito, eu contei sobre ter ido almoçar com o Jimin e acabei rindo do bico emburrado que ele fez.


— Eu fiquei o dia inteiro trabalhando e com saudade de você, para você ficar o tempo todo com aquele baixinho? — Own ele sentiu saudade. Não Tae, se concentra.


— Foi só um almoço, e eu até ajudei ele a pegar o número do Jungkook. — Eu me aproximei para deixar um selinho mas ele me segurou pela nuca e aprofundo o beijo me envolvendo nos seus braços. 


— Sei. Vem, vamos dançar um pouquinho. — Ele disse depois de se afastar e segurar minha mão para me arrastar até a pista enquanto eu negava com a cabeça e ele sorria. 


Estava tocando uma música animada e maioria das pessoas estavam dançando ou pulando na pista de dança com o DJ no meio de tudo e efeitos de luz brilhando ao redor. Hope nos levou até o meio e segurou no meu quadril para me mover junto com ele, estávamos quase nos fundindo ali de tão colados e ele não desviava nem uma vez os olhos dos meus. 


Depois de três músicas nos já tínhamos tirado os blazers e as camisetas colavam em nossos corpos. Nisso o DJ trocou para uma música mas sensual ao mesmo tempo em que eu virei de costas e Hope nos aproximou ainda mais com uma mão coordenando meu quadril que se arrastava pelo seu membro semi ereto. Continuei olhando para frente e tentando segurar os suspiros que saiam sem controle da minha boca até que Hope me virou para grudar nossos lábios em um beijo afoito acompanhado das suas mãos apertando forte minha bunda. 


— Eu vou buscar o carro ok. Me espera lá na frente. — E sussurrando isso ele me deixou todo mole ali no meio.


Passei pelo monte de gente, peguei meu casaco e fiquei me encarando no espelho do elevador  enquanto ele descia até o térreo. Tentei arrumar meu cabelo que estava uma bagunça por causa das mãos atrevidas do Hope  e acalmar minhas bochechas que estavam vermelhas tanto do álcool quanto da voz dele no pé do meu ouvido segundos atrás.


Entrei no carro assim que ele parou na minha frente e, antes de conseguir colocar o cinto direito, ele me puxou para colar de novo nossas bocas ainda vermelhas. Deixando uma lambida e minhas bochechas pegando fogo, ele deu partida no carro enquanto passava uma mão casualmente no meu membro por cima do tecido e apertava o volante com a outra.


— Quietinho. — Ele disse quando eu remexi para aumentar o atrito e ele apertava forte bem na glande.


Fique tão desnorteado que só vi quando já estávamos em frente a sua empresa e ele me puxava pela portaria, passando pela recepcionista, com quem ele falou mas eu não ouvi nada, até chegar a um corredor com muitas portas e parar em uma escrito: J-Hope's Studio. 


— O que a gente tá fazendo aqui Hope?— disse muito confuso enquanto ele destrancava a tal porta. 


— Era mais perto do que ir até o apartamento, e se alguém perguntar eu só vim buscar um casaco que eu esqueci. — Quando finalmente abriu entramos e ele voltou a trancar a porta.


Ele se aproximou de mim por trás enquanto eu observava a escrivaninha com diversos monitores e caixas de som, parecidos com os que ele tinha em seu quarto, e os diversos quadros pendurados em cima do sofá espaçoso encostado na parede.  Ele começou a beijar e deixar chupões fortes na minha nuca e eu me desconcentrei quando suas mãos nos aproximaram e eu senti seu membro já completamente duro em minha bunda. 


Eu me virei e juntei nossas bocas, sugando seu lábio inferior, e deixando-a vermelhinha. Ele levou uma mão minha até sua camiseta e eu passei a desabotoa-lá enquanto ele pressionava minha cintura e minha bunda. Me pegando no colo, ele andou comigo até a cadeira e sentou comigo rebolando lentamente nele e parando o beijo para gemer em seu ouvido.


— Aqui você tem que fazer bem quietinho Vante. — Ele disse se afastando e me olhando nos olhos. —Agora eu quero ver minha surpresa.— Ele me deu mais um selinho e deixou que eu ficasse de pé para tirar minha roupa. 


Com seus olhos percorrendo meu corpo e suas mãos segurando meu quadril, tirei primeiro a camisa e me virei de costas para dar para ele visão da minha bunda  branquinha, agora vermelha dos seus dedos, recortada pelo couro enquanto eu me baixava para passar a calça pelos meus pés e jogar ela em qualquer lugar. Me ajoelhei e soltei seu cinto arrastando até suas calça sair por completo e estarmos os dois nus no seu studio.


— Agora você pode dizer se gostou da supresa. — disse com ele me olhando nos olhos.


Ele se levantou e me empurrou até a parede e prendeu meus braços acima da cabeça com uma mão e a outra passeou pelo meu abdômen até envolver meu membro esquecido duro como pedra e começar a bombear devagar.


— Eu adorei Vante. — ele sussurrou de novo em meu ouvido enquanto lambia meu pescoço e deixava mordidas leves. 


Ele abandonou meu membro com um gemido manhoso meu em repressão a falta de contato, até ele voltar a me beijar com pressa. Sua mão continuou seguindo as tirar de couro, que agora estavam mais apertadas já que eu não conseguia me manter parado de antecipação e minha pele brilhava com um camada fina de suor. Ele chegou até a minha entrada a circulou enquanto se afastava para voltar a me olhar com seus olhos ainda mais escuros naquele lugar com a iluminação fraca que vinha da janela, ameaçando entrar sem nunca fazê-lo. 


— Chupa. — com dois dedos em frente a minha boca e sua mão ainda pressionando as minhas no alto, lambuzei o máximo de consegui. 


Ele voltou a mão até minha entrada e colocou os dois de uma vez enquanto me assistir gemer seu nome o mais baixo que eu conseguia. Tremi quando ele começou a movê-los dentro de mim, acertando minha próstata cada vez que ele ia mais fundo. Ele me beijou uma última vez antes de me virar e soltar meus braços, que eu levei para frente para me apoiar na parede enquanto ele empinava meu quadril e deixava marcas dos seus dedos.


Com o rosto apoiado na parede eu passei a só gemer e acenar concordando com as palavras sujas que ele dizia no meu ouvido, ainda com seus dedos, agora três, indo o mais fundo possível. Ele os retirou e eu voltei a resmungar como conseguia com uma mão em meu pescoço, mas quando senti sua glande raspar em minha bunda juntei todas as focas que eu tinha para pedir para ele usar camisinha. Deixando um beijo me minhas costas ele foi até a mesa e voltou com uma embalagem colorida, só consegui ouvir o pequeno rasgo e voltar a gemer quando suas mãos separaram minha bunda e ele me penetrou de uma vez por inteiro. Ele me ajudou a suprimir um gritinho virando meu rosto para beija-lo. Quando já estava confortável, me movi de leve sinalizando para ele se mover.


E assim ele deu início a estocadas langas mas profundas, e som dos nossos corpos ecoou pelo pequeno estúdio. Com suas mãos desregulando as tiras de couro do meu quadril eu me movia para frente e para trás  o mais rápido possível, mas quando meus gemidos se elevaram mais do que deveriam ele saiu de mim, me virou e me levantou, pressionando nossos corpos contra a parede até voltar a estar dentro de mim.


Com suas mãos segurando minhas coxas e meu tronco subindo e descendo toda vez que ele se movia, envolvi seu pescoço e beijei seu pescoço.


— Aaah... Você me fode tão bem Hope... Consegue sentir o quão fundo você vai? — eu sussurrei no seu ouvido o só serviu de um estimulo para ele acelerar e pressionar meu membro em seu abdômen.


— Aí, assim... por favor continua. — E ele gemeu rouco no meu ouvido como resposta.


— Vante, guloso do caralho, se apertando em volta do meu pau...Ah eu vou gozar.


— Goza para mim Hobi.


E com isso os dois gozamos juntos em uma bagunça de gemidos, apertos e línguas se cruzando em um beijo desengonçado. Ele se sentou no sofá ainda dentro de mim e me abraçou enquanto eu deitava no seu peito e ele fazia um carinho gostoso no meu quadril, latejando, e costas.


— Vem, eu vou te ajudar a tomar um banho.— ele saiu de mim e me ajudou a caminhar até uma portinha que eu não tinha notado no canto da salinha, que eu descobri ser um banheiro pequeno com uma ducha.


Ele me ajudou a tirar a poha e suor do corpo enquanto deixava selinhos e eu quase dormia nos seus braços. Ele passou o sabonete com calma onde minha pele estava vermelha e eu o fiz cafuné até que estivéssemos os dois limpos. Ele me deu uma cueca e um moletom que tirou do armário pequeno em baixo da pia. Quando saímos eu me deitei no sofá e o observei recolher nossas roupas e colocar em uma sacola, deixando tudo arrumado sozinho já que ele tinha rejeitado a minha ajuda. 


— Você tá bem? — Ele perguntou se deitando abraçado comigo no sofá como dava já que éramos os dois grandes de mais para o móvel pequeno.


— Sim, e você? — Disse olhando nos olhos dele e deixando um beijo na sua bochecha.


— Só posso ficar melhor que isso se você continuar me chamando de Hobi. — Ri do seu sorrisinho malicioso enquanto ele fechava os olhos. 


- Então, Hobi.... A gente tem que ir pra casa não? 


— Daqui a pouco, não deve ter mais ninguém na empresa mesmo. Geralmente só eu e minha equipe ficamos até tarde, então vamos dormir um pouquinho aqui e depois a gente vai pra casa. Pode ser? — Ele me apertou  ainda mais e puxou uma coberta que eu nem tinha visto ele pegar do armário, por cima da gente. 


— Pode sim. — E quando eu olhei ele já tinha apagado. — Boa noite Hobi.


E acabei dormindo também, aconchegado nos seus braços e ouvindo seu coração batendo forte no peito junto com o meu. 


Notas Finais


Mt obg se vc chegou até aqui🤍
Perdoem os erros e não esqueçam de 🌟votar🌟 e 💬comentar💬 pleasee 🤍
Ai gente eu sei que eu atrasei a att bastante hj e peço mil desculpinhas mas eu to com uns problemas e também tem a Páscoa mas enfim, obg por lerem🤍
Notinha extra: cara vcs já jogaram Rhythm Hive???? É um joguinho da Hibe (Big Hit labels) mt bom super recomendo, mas já aviso que é super viciante.


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