História Senza Limiti - Jikook - Capítulo 34


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Boyxboy, Chanbaek, Exo, Got7, Hyunjin, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Junghoseok, Jungkook, Luhan, Markson, Minyoongi, Namjin, Namjoon, Sehun, Seokjin, Straykids, Suga, Yoonseok
Visualizações 401
Palavras 805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - Capítulo 34


Fanfic / Fanfiction Senza Limiti - Jikook - Capítulo 34 - Capítulo 34

Jungkook


Namjoon finalmente desistiu de mim e foi dançar com um dos meninos que estavam nos olhando desde que entramos na casa noturna. Afinal, ele estava ali para se divertir. Eu precisava da distração, mas tudo o que queria era ir embora. Tomei um gole de cerveja e tentei não fazer contato visual com ninguém. Mantive a cabeça baixa e a cara fechada. Não foi nada difícil.


As palavras de Yugyeom não saíam da minha cabeça. Eu estava com medo. Não, estava em pânico com a possibilidade de Jimin voltar. Eu ainda me lembrava do seu rosto naquela noite no quarto do hotel. Jimin estava vazio. Não havia emoção em seus olhos. Ele tinha terminado comigo, com o pai dele, com tudo. O amor era cruel. Muito cruel. O banco alto do bar ao meu lado arranhou o piso ao ser empurrado para trás. Não olhei. Não queria ninguém conversando comigo.


– Por favor, me diga que essa careta no seu rosto bonito não é por causa de um garoto. Você vai partir meu coração. – A voz masculina era familiar. Virei a cabeça para o lado apenas o bastante para ver o rosto dele. Embora estivesse mais velho, eu o reconheci na hora. Há algumas coisas de que um cara não se esquece e o garoto que tirou a virgindade dele. Lee Hwi Taek ou Hui. Ele era três anos mais velho que eu e estava visitando a avó no verão em que completei 14 anos. Não foi uma relação amorosa. Foi mais uma lição de vida.


– Hui – respondi, aliviado por não ser mais um desconhecido se atirando em cima de mim.


– E ele se lembra do meu nome. Estou impressionado – disse ele. Então olhou para o barman e sorriu.


– Jack Daniels com Coca, por favor.


– Um cara nunca esquece seu primeiro homem.


Ele se remexeu no banquinho, cruzando as pernas e virando a cabeça para olhar para mim.


– A maioria dos caras não lembra, mas você teve uma vida diferente, comparada com a dos outros. A fama deve ter mudado você ao longo dos anos.


– Meu pai é famoso, não eu – reagi. Detestava quando os homens ou as mulheres tentavam falar sobre algo de que não sabiam. Hui e eu transamos algumas vezes, mas ele não sabia muito a meu respeito naquele tempo.


– Hum, que seja. E então, por que está de cara feia?


Eu não estava de cara feia. Eu estava acabado, mas não tinha a intenção de me abrir com ele.


– Eu estou bem – respondi, olhando para a pista de dança, na esperança de chamar a atenção de Namjoon. Estava pronto para ir embora.


– Você parece estar morrendo de dor de cotovelo e sem saber o que fazer – disse ele, pegando a bebida em cima do balcão.


– Eu não vou conversar com você sobre a minha vida pessoal, Hui. – Fiz questão de deixar claro o tom irritado na minha voz.


– Opa. Calma aí, bonitão. Eu não estava tentando aborrecê-lo. Só estava batendo um papo.


Minha vida pessoal não era assunto de bate-papo.


– Então me pergunte sobre a porra do tempo – resmunguei. Ele não respondeu e gostei disso. Talvez ele seguisse em frente e me deixasse em paz.


– Estou na cidade cuidando da minha avó. Ela está doente e eu precisava fazer alguma coisa diferente da vida. Acabei de passar por um divórcio muito chato. Estava precisando de uma mudança de cenário, sair de Chicago. Vou ficar aqui por pelo menos seis meses. Você acha que vai ficar mal-humorado durante todo esse tempo ou vai melhorar um pouco em um futuro próximo?


Ele queria sair comigo. Não. Eu não estava pronto para isso. Ia começar a responder quando o alerta de mensagem de texto do meu celular tocou. Aliviado por ter uma interrupção para poder pensar em como iria responder, tirei o aparelho do bolso. Não reconheci o número, mas o “Oi, é o Mark” chamou minha atenção. Parei de respirar ao abrir a mensagem para ler tudo.


"Oi, é o Mark. Se você não for um idiota completo, vai acordar, descobrir o que está acontecendo e tentar resolver as coisas."


Que merda aquilo queria dizer? O que eu estava deixando passar? Jimin estava em Rosemary? Era isso que Mark queria dizer? Levantei e deixei dinheiro suficiente no bar para pagar a minha cerveja e o drinque do Hui.


– Preciso ir. Foi bom ver você. Cuide-se – falei e comecei a procurar Namjoon no meio da multidão. Eu o encontrei bolinando um ruivo na pista de dança. O olhar dele cruzou com o meu e fiz um sinal com a cabeça em direção à porta.


– Agora – falei, me virando para sair. Iria deixá-lo lá se ele não me alcançasse antes de eu chegar à minha picape. Jimin podia estar ali. Eu ia descobrir. Perguntar o Mark o que ele queria dizer com aquela mensagem maluca não ia adiantar.



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