História Senza Limiti - Jikook - Capítulo 40


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Boyxboy, Chanbaek, Exo, Got7, Hyunjin, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Junghoseok, Jungkook, Luhan, Markson, Minyoongi, Namjin, Namjoon, Sehun, Seokjin, Straykids, Suga, Yoonseok
Visualizações 323
Palavras 5.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 40 - Capítulo 40


Fanfic / Fanfiction Senza Limiti - Jikook - Capítulo 40 - Capítulo 40

Jungkook


Yugyeom me ligou para contar que os meninos estavam se mudando para o clube hoje. Eu não tinha visto Jimin desde o incidente no campo de golfe. Não por falta de tentativa. Tentei cruzar com ele no clube várias vezes, mas nunca consegui. Eu tinha, inclusive, passado lá ontem, mas Darla dissera que Mark e Jimin estavam de folga e eu supus que os dois tivessem ido fazer alguma coisa juntos.


Parei no apartamento de Mark e, logo de cara, notei o carro de Hoseok. Que merda ele estava fazendo ali? Abri a porta do carro com força e andei até a porta do apartamento, quando ouvi a voz de Jimin. Virei na direção do carro de Hoseok até que o vi encostado no muro ao lado do qual ele havia estacionado, prestando atenção em Jimin com um sorriso nos lábios. Um sorriso que eu estava prestes a arrancar dele.


– Se você tem certeza disso, então eu agradeço – disse Jimin baixinho, como se não quisesse que ninguém a escutasse.


– Absoluta – respondeu Hoseok erguendo os olhos para mim.


O sorriso no rosto dele desapareceu. Jimin virou a cabeça para olhar por cima do ombro. A surpresa no rosto dele quando o seu olhar cruzou com o meu foi dolorosa. Talvez eu não devesse estar ali naquele momento. Não queria pirar e assustá-lo, mas eu estava bem perto de ter um ataque de fúria. Por que os dois estavam conversando a sós? Do que ele tinha certeza absoluta?


– Jungkook? – disse Jimin, afastando-se de Hoseok e vindo na minha direção.


– O que você está fazendo aqui? Hoseok riu, balançou a cabeça e abriu a porta do carro.


– Tenho certeza de que ele veio ajudar. Vou embora antes que ele desconte essa raiva toda em mim.


Ele estava indo embora. Ótimo.


– Você veio nos ajudar com a mudança? – perguntou Jimin, observando-me cuidadosamente.


– É, vim – respondi. A tensão se dissipou assim que a BMW de Hoseok foi embora.


– Como ficou sabendo que estávamos nos mudando?


– Yugyeom me ligou – respondi. Jimin se mexeu com nervosismo. Detestava deixá-lo nervoso.


– Eu queria ajudar, Jimin. Sinto muito pelo Luhan no outro dia. Conversei com ele. Ele não vai mais...


– Não se preocupe com isso. Você não precisa se desculpar por Luhan. Não o responsabilizo por isso. Eu entendo.


Não, Jimin não entendia. Eu podia ver nos olhos dele que não. Estendi o braço e segurei a mão dele. Só precisava tocá-lo de alguma maneira. Ele estremeceu quando os meus dedos roçaram na palma da sua mão. E mordeu o lábio inferior do jeito que eu queria morder.


– Jimin – falei e parei porque não sabia ao certo o que mais dizer. A verdade era demais agora. Ele levantou o olhar das nossas mãos e vi o seu desejo ali. Mesmo? Eu estava sonhando ou ele estava... estava mesmo? Deslizei um dedo pela palma da mão dele e acariciei a parte interna de seu pulso. Ele estremeceu de novo. Puta merda. Meu toque havia mexido com ele. Continuei me aproximando e deslizei a mão lentamente pelo seu braço. Estava prevendo o instante em que ele me afastaria e aumentaria a distância entre nós, como eu esperava que fizesse. Quando havia subido o bastante, meu polegar roçou na lateral do corpo dele, e ele agarrou o meu outro braço ao estremecer. Que porra era aquela?


– Jimin – sussurrei, empurrando-o para trás até ele estar encostado no muro de tijolos do prédio com o meu peito a poucos centímetros do seu. Ele não me afastou e as suas pálpebras pareciam pesadas enquanto ele olhava fixamente para o meu peito. Estava com a respiração pesada. Os seus peitos estavam bem embaixo do meu nariz. Subindo e descendo como se fizesse um convite. Um convite impossível. Alguma coisa estava errada ali. Pus a outra mão na cintura dele e a deslizei lentamente pelo seu corpo até ficar com o outro polegar embaixo do mamilo dele. Estava com os mamilos duros e rígidos, aparecendo por trás do tecido fino da roupa. Não consegui me conter. Pus a mão sobre o mamilo direito dele e o apertei gentilmente. Jimin deu um pequeno gemido e os seus joelhos estremeceram. Ele havia apoiado a cabeça no muro e fechado os olhos. Eu o segurei firme e passei a perna entre as suas, para evitar que ele caísse no chão. Com a outra mão, cobri outro menino esquerdo dele e acariciei com o meu polegar.


– Ah, meu Deus, Jungkook – gemeu ele, abrindo os olhos e me encarando através dos cílios abaixados. Puta que pariu. Eu estava em uma mistura de tortura e paraíso. Se fosse outro sonho, eu ficaria furioso, mas parecia real demais.


– Isso tá gostoso, gato? – perguntei, abaixando a cabeça para sussurrar no seu ouvido.


– Sim... – suspirou ele, jogando ainda mais peso sobre o meu joelho. Quando senti o pênis dele fazendo pressão na minha perna, ele arfou e agarrou os meus braços com mais força.


– Ahhhh. Eu ia gozar nas calças.


Nunca havia sentido tanto tesão na vida. Alguma coisa estava diferente. Aquilo não era como antes. Ele estava quase desesperado. Podia sentir o medo dele, mas a sua necessidade era mais forte.


– Jimin, me diga o que você quer que eu faça. Eu faço qualquer coisa que você quiser – prometi, beijando a pele macia embaixo da sua orelha. O cheiro dele era tão bom! Apertei os seus mamilos e ele soltou um gemido suplicante. Meu doce Jimin estava incrivelmente excitado. E era real. Não era uma porra de um sonho. Puta que pariu.


– Jimin!


O chamado agudo da voz de Mark foi como um balde de água gelada atirado sobre ele. Jimin se endireitou e afastou-se de mim. Não conseguia me encarar.


– Eu… hum… eu sinto muito. Eu não sei...


Ele balançou a cabeça e saiu correndo. Fiquei olhando até ele chegar à porta, onde Mark falou com ele com firmeza. Jimin assentiu. Depois que os dois entraram, bati com as duas mãos no muro de tijolos e resmunguei um monte de palavrões enquanto tentava controlar a minha ereção. Depois de alguns minutos, a porta se abriu de novo e eu me virei para ver Yugyeom saindo. Ele olhou para mim e soltou um assovio baixo.


– Caramba, cara, você é rápido.


Nem respondi. Ele não sabia o que estava falando. Jimin queria o meu toque. Ele não tinha me repelido. Estava quase implorando por mim em silêncio. Não fazia sentido, mas Jimin me queria. E Deus sabe quanto eu o queria. Sempre a quis.


– Vamos lá. Temos um sofá para carregar. Preciso da sua ajuda – chamou Yugyeom, enquanto segurava a porta aberta.


Jimin


Qual era o problema comigo? Entrei no quarto de Mark e fechei a porta. Precisava de um minuto para me acalmar. Estava quase implorando que Jungkook me comesse ali mesmo. Foi aquele sonho idiota. Tudo bem, talvez o sonho da noite anterior não tivesse sido idiota, mas tinha sido extremamente intenso. Só de pensar nele me fez fica duro de novo. Por que eu estava fazendo aquilo agora? Sonhos eróticos eram uma coisa, mas agora eles eram tão vívidos e reais que eu estava tendo orgasmos dormindo. Era loucura. Eu nunca ficara tão excitado em Sumit. Mas, também, Jungkook não estava em Sumit.


Eu me atirei no colchão de Mark, que ele havia deixado sem roupa de cama para a mudança. Precisava me recompor. Jungkook não tinh tentado me pegar, mas eu fui um louco arfante desde o instante em que os dedos dele tocaram a minha mão. Que constrangedor. Seria difícil encarálo depois daquilo. A porta se abriu e Mark entrou no quarto com um sorrisinho no rosto. Por que ele estava sorrindo? Teve um chilique quando me pegou do lado de fora.


– Os hormônios da gravidez estão fazendo efeito... – disse ele, depois de a porta estar bem fechada atrás dele.


– O quê? – perguntei, confuso. Mark inclinou a cabeça e disse:


– Você não leu nenhum dos panfletos que o médico lhe deu? Tenho certeza de que um deles fala sobre isso.


Eu ainda estava confuso.


– Sobre o fato de eu não conseguir me controlar quando estou perto do Jungkook?


Mark deu de ombros.


– É. Achei que seria ele mesmo que faria isso com você. Mas os homens também sentem mais tesão durante a gravidez, Jimin. Sei disso porque o meu primo costumava fazer piadas sobre o marido dele quando ele estava grávido. Dizia que tinha dificuldade para acompanhar o pique dele.


Tesão? A gravidez estava me dando tesão? Que ótimo...


– Isso provavelmente só vai ser problema com o Jungkook. Acho que ele é a única pessoa por quem você sente atração e deseja desse jeito.


Então só vai ser mais intenso quando você estiver perto dele. Talvez você deva contar a ele e aproveitar isso. Não tenho dúvida de que ele ajudaria. Eu não podia contar a ele. Não ainda. Não estava pronto e ele tampouco. Além disso, Luhan ficaria furioso e eu não tinha como lidar com ele agora. No fim das contas, Jungkook escolheria o Luhan. E eu não conseguiria lidar com isso também.


– Não. Jungkook não precisa saber. Não agora. Eu vou melhorar.


Mark deu de ombros de novo.


– Tudo bem. Falei o que acho. Se não quiser contar a ele, não conte. Mas quando você pirar e trepar com ele enlouquecidamente, pode, por favor, não fazer isso em público? – pediu dando um sorrisinho, então abriu a porta e saiu de novo do quarto.


– Vocês precisam enrolar numa colcha primeiro! Vão destruir as minhas almofadas – berrou Mark para os dois. Eu podia encará-lo. Jungkook não sabia de nada. Agiria como se nada tivesse acontecido. Além disso, eu precisava ajudar a fazer alguma coisa. Poderia terminar de embalar os utensílios da cozinha.


●●●


Jungkook estava me observando. Toda vez que entrava no apartamento para tirar alguma coisa, os olhos dele me encontravam. Deixei cair uma tigela, derramei uma caixa de cereais e derrubei uma caixa de talheres por causa daqueles olhares. Como eu conseguiria me concentrar e não parecer um idiota desajeitado se ele não parava de me olhar? Quando ele voltou para o apartamento, decidi que iria arrumar as coisas do banheiro. Eles iam tirar a mesa e as cadeiras da cozinha em seguida e eu simplesmente não poderia lidar com isso. Com certeza quebraria todos os copos de Mark. Entrei no banheiro, mas, do nada, surgiu um corpo atrás de mim. O calor do peito de Jungkook contra as minhas costas me fez estremecer. Merda. Eu não conseguiria lidar com aquilo. A porta do banheiro se fechou e o familiar som da trava só fez meu coração bater mais rápido. Ele queria continuar o que tinha acontecido do lado de fora e eu estava tão afetado por estar perto dele que não conseguia pensar direito. A mão dele afastou os cabelos da minha nuca. Quando o calor dos seus lábios tocou a minha pele nua do me ombro, acho que gemi. Ele apoiou as duas mãos nos meus quadris e me puxou ainda mais para perto dele.


– Você está me deixando louco, Jimin. Maluco – sussurrou ele no meu ouvido. Precisei de toda a minha força de vontade para não deixar a cabeça cair sobre o peito dele.


– O que foi aquilo lá fora? Você me deixou tão excitado que não estou conseguindo pensar direito. Tudo o que consigo ver é você.


As mãos dele subiram pelas laterais do meu corpo e tocaram a minha barriga. A posição quase protetora delas, embora ele não fizesse ideia do que estava protegendo, fez meus olhos se encherem de lágrimas. Eu queria que ele soubesse. Mas também queria que ele escolhesse a mim... e ao nosso bebê. Não achava que ele pudesse fazer isso. Ele amava o irmão. Eu tinha pavor desse tipo de rejeição e me recusava a deixar o meu bebê ser rejeitado. Comecei a me afastar do abraço dele quando as suas mãos subiram até os meus mamilos e a sua boca começou a mordiscar a minha nuca. Ah, merda... Eu podia não confiar a ele o meu coração, mas queria confiar o meu corpo. Mesmo que fosse só aquela vez.


– O que você está fazendo? – perguntei, ofegante.


– Rezando a Deus que você não me faça parar. Eu sou um homem faminto, Jimin.


Ele fez uma pausa, esperando minha resposta. Como não respondi, ele levantou as mãos e puxou a minha blusa para cima até deixar os meus mamilos à mostra. Eles agora estavam sempre muito sensíveis. Minha cueca ficou instantaneamente úmida e meu pênis duro e os meus joelhos vacilaram. Agarrei a parede para me equilibrar. Nunca nada tinha sido tão bom. Um som de desejo saiu da minha boca, mas eu não sabia ao certo do que se tratava. De repente, estava sendo pego no colo e girado. Jungkook pôs minha bunda na bancada antes de cobrir minha boca com a sua e as mãos voltarem direto para os meus mamilos. Eu não ia conseguir parar. Queria aquilo da mesma forma como queria continuar respirando. Antes, eu nunca havia precisado de sexo de qualquer tipo, mas aquilo era algo que eu era incapaz de controlar.


O beijo de Jungkook estava tão louco e ardente quanto eu. Ele mordeu o meu lábio inferior, sugou a minha língua para a boca dele e a chupou. Então apertou os meus mamilos, o que me fez pirar. Eu precisava dele sem camisa imediatamente. Agarrei a sua camisa e a puxei com força, até ele dar um passo minúsculo para trás e a arrancar pela cabeça. Então voltou a se dedicar à minha boca de novo. Suas mãos estavam fazendo coisas deliciosas com os meus mamilos e eu não conseguia ficar perto o bastante dele. Alguém bateu na porta e Jungkook me puxou até meus mamilos estarem apertados contra o peito dele. Eu estremeci e fechei os olhos de prazer. Ele virou a cabeça para a porta.


– Cai fora – rugiu a quem quer que estivesse do outro lado.


Um riso abafado foi tudo o que escutamos antes de Jungkook começar a fazer uma trilha de beijos pela minha nuca e clavícula, até pairar a boca sobre o meu mamilo direito. O calor do seu hálito me fez estremecer e, em resposta, agarrei os seus cabelos e forcei a sua cabeça para mais perto com um apelo silencioso. Ele riu, pôs o meu mamilo na boca e começou a sugar. O meu pênis no meio das minhas pernas pegou fogo, ou pelo menos foi a sensação que tive. Se ele não estivesse me segurando com o corpo, eu poderia ter disparado através do teto.


– Ah, meu Deus! – gritei, sem me importar se alguém estava me ouvindo.


Eu simplesmente precisava daquilo. Minha reação deixou Jungkook ainda mais insaciável. Ele passou para o meu outro mamilo, dando a ele o mesmo tratamento enquanto subia a mão pela parte interna da minha coxa. A ideia de que ele estava prestes a tocar aquela região ao mesmo tempo me assustava e excitava. Ele desconfiaria de alguma coisa, não? Então os dedos dele passaram pelo lado de fora da minha cueca. E eu não me importava mais.


– Porra. Você está todo duro... – grunhiu ele e enterrou a cabeça no meu pescoço.


A respiração dele estava pesada e ofegante. Seus dedos escorregaram para dentro da cueca, fazendo fogos de artifício explodirem no meu corpo. Agarrei os ombros dele. Estava cravando as unhas na sua pele, mas não conseguia evitar. Ele estava me tocando no meu pênis. Sua boca passou para a minha orelha enquanto me beijava e fazia cócegas na minha pele com a respiração pesada.


– Que pau doce. Isso é meu, Jimin. Sempre vai ser meu.


As palavras safadas ditas enquanto ele escorregava o mão entorno do seu pênis me levaram quase à loucura de novo.


– Jungkook, por favor – implorei, me agarrando a ele.


– Por favor, o quê? Você quer que eu beije esse pau doce? Porque ele está parecendo tão quente e suculento que eu preciso experimentar.


Ele estava tirando a minha cueca e meu short, levantei a bunda para facilitar o trabalho.


– Sente-se um pouco mais para trás – ordenou, mexendo em mim até as minhas costas estarem contra a parede. Então ele segurou as minhas pernas e as dobrou até os pés estarem em cima da bancada e eu estar totalmente aberto para ele.


– Caramba, é a coisa mais incrível que eu já vi – sussurrou antes de cair de joelhos e me cobrir com a boca. Na primeira lambida, eu estava gozando de novo.


– Ah, meu Deus, Jungkook, por favor, ah, meu Deus, ahhhhh – gritei segurando a cabeça dele sem conseguir deixá-lo parar. Estava bom demais. O toque da língua dele no meu pênis era incrível. Eu precisava de mais. Não queria que aquilo acabasse.


– Meu. É meu. Você não pode me deixar de novo. Preciso disso. Seu cheiro é perfeito. Nada vai ser tão perfeito assim para mim – murmurou ele, me lambendo. Eu estava pronto para concordar com qualquer coisa que ele quisesse.


– Eu preciso entrar em você – falou, erguendo os olhos para mim. Eu só concordei com a cabeça.


– Eu não tenho camisinha. – Ele fez uma pausa e fechou os olhos bem apertados.


– Mas tiro antes.


Agora não tinha importância, mas eu não podia dizer isso a ele. Jungkook estava de pé com as calças abaixadas. Ele agarrou os meus quadris e me puxou de volta para a beirada até a ponta do seu pau estar tocando em mim. A pergunta no olhar dele era clara, mesmo que ele não a formulasse em voz alta. Usei a mão para guiá-lo para dentro de mim.


– Caralho – gemeu ele ao percorrer o resto do caminho até eu estar cheio dele.


Totalmente cheio de Jungkook. Enrosquei os braços ao redor do seu pescoço e o segurei. Por apenas um segundo, eu precisava segurá-lo. Não tinha mais a ver com meus hormônios malucos. Agora que ele estava dentro de mim, eu estava me sentindo em casa, completo, e estava prestes a chorar. Antes que pudesse constranger a mim mesmo e confundi-lo, levantei a cabeça e sussurrei no seu ouvido.


– Mete em mim.


Foi como se eu tivesse apertado o gatilho de uma arma carregada. Jungkook agarrou os meus quadris com as duas mãos e soltou um grunhido antes de meter com força. A subida a caminho da espiral que eu sabia que estava por vir começou de novo e eu o cavalguei. Eu aproveitava aquele momento de rendição e de total abandono no seu rosto enquanto chegávamos cada vez mais perto do clímax de que precisávamos.


– Eu amo você, Jimin. Amo tanto que dói – arfou Jungkook, antes de abaixar a cabeça para chupar o meu mamilo.


Meu corpo estremeceu e eu gritei o nome dele. Jungkook levantou a cabeça e, olhando nos meus olhos, começou a sair de dentro de mim. Eu apertei as pernas ao redor da cintura dele. Não queria que saísse. Ele entendeu o que eu queria e disse o meu nome em um sussurro antes de atirar a cabeça para trás e gozar dentro de mim.


Jungkook


Jimin me empurrou e saltou da bancada antes que eu pudesse voltar à realidade depois daquele orgasmo.


– Espere, eu preciso limpar você – falei. Eu realmente só queria limpa-lo. Gostava disso. Não, eu amava. Saber que estivera lá e estava cuidando dele mexia comigo.


– Você não precisa me limpar. Eu estou bem – respondeu ele ao pegar a roupa atirada no chão e botá-lo de volta sem me encarar. Merda. Eu tinha entendido errado? Achei que ele quisesse. Não. Eu sabia que ele queria. Ele estava morrendo de desejo.


– Jimin, olhe para mim.


Ele fez uma pausa e pegou a cueca. Engoli em seco enquanto ele a vestia. Eu precisava Jimin de novo. Ele não podia me deixar sozinho agora. Não ia conseguir suportar se ele me deixasse.


– Jimin, por favor, olhe para mim – implorei. Ele parou, respirou fundo e ergueu os olhos para mim. A tristeza no seu olhar estava misturada a algo mais. Constrangimento? Certamente não. Estendi o braço e segurei o seu rosto com a mão.


– O que houve? Fiz alguma coisa que você não queria que eu fizesse? Porque eu estava tentando não perder o controle. Eu estava tentando de verdade fazer o que você queria.


– Não. Você... você não fez nada de errado. – Ele desviou os olhos dos meus de novo.


– Eu só preciso pensar. Eu preciso de um pouco de espaço. Eu não... eu não estava... a gente não devia ter feito isso.


Uma facada no peito teria doído menos. Eu queria puxá-lo para mim e bancar o homem das cavernas, dizendo que ele era meu e não podia me deixar. Mas aí eu poderia perdê-lo. E não suportaria passar por isso de novo. Precisava fazer tudo do jeito dele. Soltei o seu rosto e dei um passo para trás, para que ele pudesse sair. Jimin levantou o rosto para olhar para mim de novo.


– Desculpe – sussurrou ele, então abriu a porta e escapou.


Ele havia acabado de virar o meu mundo de pernas para o ar com um sexo incrível e estava pedindo desculpas. Fantástico. Quando saí do banheiro, Jimin tinha desaparecido. Yugyeom deu um sorrisinho e Mark inventou uma desculpa por Jimin. Eu também não queria mais ficar lá. Depois de me certificar de que todas as coisas pesadas haviam sido tiradas do apartamento e que a mala e a caixa de Jimin estavam arrumadas, fui embora. Não podia mais ficar ali com os dois me observando. Eles nos escutaram. Jimin tinha feito barulho. Eu não estava com vergonha. Só estava cansado dos dois olhando para mim e esperando que eu dissesse alguma coisa para explicar a saída de Jimin.


●●●


Dei a Jimin uns dois dias para me procurar. Ele não me procurou. Isso não me surpreendeu. Ele tinha pedido espaço e eu dei todo o espaço que podia. Não liguei para ninguém para jogar golfe comigo. Não queria ninguém por perto quando Jimin aparecesse. A gente precisava conversar. Sem distrações ou desculpas para ele fugir. Parecia um bom plano, mas depois de seis buracos e nenhum garoto servindo bebidas, comecei a estranhar. Quando estava prestes a ir para o buraco seguinte, ouvi o barulho do carrinho. Parei e me virei. O sangue que começou a pulsar pelas minhas veias só de pensar em ver Jimin ali e ficar a sós com ele congelou quando me dei conta de que era aquele garoto louro que eu havia visto sendo treinado por Mark algumas vezes. Merda. Balancei a cabeça e acenei para que ele seguisse em frente. Eu não queria uma bebida. O garoto sorriu alegremente e continuou até a parada seguinte.


– Está quente. Tem certeza de que não quer alguma coisa? – A voz de Hui perguntou e eu olhei para trás. Ele estava vestido com short branca, tênis e uma camisa polo igualmente branca. Quando o conheci, ele já adorava jogar tênis.


– Garoto errado – respondi, esperando que ele me alcançasse.


– Você só compra de um deles?


– É.


Hui pareceu pensativo.


– Entendo. Você tem uma queda por um garoto do carrinho de bebidas.


“Uma queda” não chegava aos pés do que eu sentia. Pus a bolsa dos tacos no ombro e comecei a caminhar até o buraco seguinte. Não ia responder ao comentário dele.


– E ele fica irritadinho com o assunto – ironizou. Isso realmente me irritou.


– Ou simplesmente não é da sua conta.


Ele soltou um assobio baixinho.


– Então é mais do que uma queda.


Parei e o encarei. O fato de ele ter sido a minha primeira trepada não significava que tínhamos qualquer tipo de ligação ou amizade. Isso estava me deixando furioso.


– Esqueça...


Hui pôs as mãos nos quadris e deixou o queixo cair.


– Ah, meu Deus... Jeon Jungkook está apaixonado. Puta merda! Nunca pensei que fosse ver esse dia.


– Você não me vê há dez anos, Hui. Que merda acha que sabe sobre mim? – O grunhido irritado na minha voz nem sequer o abalou.


– Escute aqui, Jeon, só porque você não me vê há dez anos, não quer dizer que eu não tenha ficado sabendo sobre você. Eu voltei à cidade várias vezes, mas você estava sempre fazendo festa na sua mansão e trepando com todos os modelos de corpos perfeitos que apareciam pela frente. Eu não vi sentido em reaparecer na sua vida. Mas, sim, vi você e, como o resto desta cidade, sei que você é um playboy rico e bonito que pode fazer o que bem entende.


Eu parecia superficial. Não gostei do retrato que ele pintou de mim. Será que o Jimin me via dessa maneira? Alguém não confiável que, além de não protegê-lo, seguiria em frente quando outra pessoa surgisse? Não, ele não podia achar que isso era verdade.


– Ele é incrível. Não... ele é perfeito. Tudo nele é perfeito para caralho – falei em voz alta e olhei de novo para Hui.


– Eu não apenas o amo. Ele me tem. Completamente. Eu faria qualquer coisa por ele.


– Mas ele não sente o mesmo? – perguntou hui.


– Eu o magoei. Mas não do jeito que você está pensando. É difícil explicar. Há tanta dor no que aconteceu, que eu não sei se algum dia conseguirei recuperá-lo.


– Ele vende bebidas no carrinho do clube?


Hui estava realmente obcecado com a coisa do carrinho de bebidas.


– Sim, vende. – Fiz uma pausa, imaginado se deveria contar a ele quem era Jimin. Dizer em voz alta a alguém e admitir poderia ajudar tudo a fazer sentido.


– Luhan e ele têm o mesmo pai. – Eu não queria ter dito desse jeito.


– Merda – resmungou hui.


– Por favor, me diga que ele não se parece com o seu irmãozinho do mal.


Luhan não tinha muitos fãs. Nem me abalei com a acusação de que Luhan era do mal. Ele próprio havia provocado isso.


– Não. Ele não tem nada a ver com Luhan.


Hui ficou em silêncio por um instante e eu me perguntei se aquela conversa iria continuar. Então ele se virou e apontou para a sede do clube.


– Por que não almoçamos juntos e você me conta tudo sobre essa situação tão estranha e eu vou ver se consigo colaborar com alguma sabedoria ou pelo menos um conselho.


Eu precisava de qualquer conselho possível.


– É. Está bem. Parece bom. Se me der um conselho que eu possa usar, o almoço será por minha conta.


Jimin


Era o segundo dia que eu não enjoava. Até pedi o Mark que preparasse bacon para me testar antes de eu me apresentar para o turno do almoço. Imaginei que, se eu conseguisse sobreviver ao bacon, conseguiria trabalhar no restaurante. Senti o estômago embrulhar e fiquei nauseado, mas não vomitei. Eu estava melhorando. Liguei para Hoseok e lhe garanti que ficaria bem. Ele aceitou minha oferta, porque estava com pouca gente e precisava de mim. Lisa estava parada na cozinha sorrindo quando cheguei trinta minutos antes do meu turno.


– Aí está o meu garoto. Que bom que aquele mal-estar diminuiu. Você parece ter perdido cinco quilos. Por quanto tempo ficou doente?


Hoseok explicara a Lisa e a quem mais perguntasse que eu havia pegado uma virose e estava me recuperando. Tinha trabalhado apenas dois turnos no salão e nunca encontrava funcionários da cozinha quando estava no carrinho de bebidas.


– Devo ter perdido peso, sim. Mas tenho certeza de que vou recuperar logo, logo – respondi, dando um abraço nela.


– É melhor mesmo, senão vou encher você de rosquinhas até conseguir passar as mãos ao redor da sua cintura sem meus dedos se tocarem.


Isso aconteceria mais cedo do que ela imaginava.


– Eu comeria uma rosquinha agora mesmo.


– Combinado. Depois do trabalho. Você, eu e uma caixa com doze. Metade coberta de chocolate – disse Lisa e me passou o avental.


– Parece bom. Você pode vir conhecer a minha nova casa. Vou ficar com o Mark em um apartamento dentro do clube.


Lisa arqueou as sobrancelhas.


– Não me diga. Ora, ora, ora, como vocês estão chiques. Amarrei o avental e enfiei a caneta e o bloco no bolso da frente.


– Farei a primeira ronda se você preparar as saladas e o chá gelado. Lisa piscou.


– Combinado.


Segui para o salão do restaurante e, por sorte, os únicos clientes eram dois senhores que eu tinha visto outras vezes, mas cujos nomes não sabia. Anotei os seus pedidos e servi uma xícara de café para cada um antes de voltar para conferir as saladas. Lisa já tinha duas preparadas para mim e as estava segurando quando voltei para a cozinha.


– Aqui estão, gostoso.


– Obrigado, linda – respondi, levando-as para o salão. Entreguei as saladas e anotei os pedidos de duas novas clientes.


Então fui buscar a água com gás e a água aromatizada com limão que elas pediram. Ninguém nunca pedia simplesmente água ali. Lisa estava saindo da cozinha quando cheguei.


– Acabei de atender as duas mulheres que parecem ter saído das quadras de tênis. Vi a Hillary... ela não é a anfitriã de hoje? Enfim, ela estava conversando com mais clientes, então, acho que deve haver uma mesa esperando para ser atendida.


Ela me cumprimentou e seguiu para o salão. Terminei de pegar as águas, pus as duas sopas de caranguejo que as mulheres haviam me pedido na bandeja e voltei para o salão, quando a expressão de pânico de Lisa chamou minha atenção.


– Deixe isso comigo – disse ele, pegando a bandeja da minha mão.


– Você nem sabe para quem é. Eu consigo carregar uma bandeja, Lisa – retruquei revirando os olhos.


Ela nem sabia que eu estava grávido e estava sendo boba... Então eu o vi... na verdade, eu os vi. Lisa não estava sendo boba. Estava me protegendo. Jungkook estava com a cabeça abaixada enquanto conversava, com uma expressão muito séria. O homem tinha cabelos loiros. Ele era maravilhoso. Tinha as maçãs do rosto altas e perfeitas. Cílios compridos e pesados contornavam os seus olhos escuros. Eu ia vomitar. Minha bandeja oscilou e Lisa a estava tirando de mim. Entreguei para ela. Estava quase deixando cair. Ele não era meu. Mas eu estava carregando o bebê dele. Ele não sabia, certo. Mas tinha feito amor comigo… não, ele havia trepado comigo no banheiro do Tae três dias antes. Isso me magoou. Muito. Engoli em seco, sentindo a garganta quase fechada. Lisa estava me dizendo alguma coisa, mas eu não conseguia entender. Não conseguia fazer nada além de olhar para eles. Ele estava inclinado muito para perto de Jungkook, como se não quisesse que ninguém ouvisse o que diziam. Os olhos dele desviaram de Jungkook e cruzaram com os meus. Eu o odiei. Ele era lindo, refinado e tudo o que eu jamais seria. Era um homem. Eu, um menino. Um menino patético que precisava dar o fora dali e parar de fazer cena. Mesmo que fosse uma cena silenciosa, eu ainda estava apenas parado, imóvel, olhando para eles. Ele me estudou e franziu a testa de leve. Não queria que perguntasse a Jungkook e apontasse para mim. Dei meia-volta e saí rapidamente do salão. Assim que estava fora da vista dos clientes, disparei a correr e dei um encontrão no peito de Hoseok.


– Opa, calma aí, querido. Para onde está correndo? Ainda é demais para você? – perguntou ele segurando o meu queixo com o dedo e levantando a minha cabeça para ver o meu rosto. Assenti e uma lágrima escapou. Eu não ia chorar por causa disso, droga. Eu havia pedido que acontecesse. Eu o tinha afastado e dado as costas a ele depois do sexo maravilhoso. O que eu esperava? Que ele ficasse esperando por mim? Pouco provável.


– Sinto muito, Hoseok. Só me dê um minuto e vou ficar bem. Prometo. Só preciso de um momento para me recompor.


Ele passou a mão pelo meu braço, de um jeito reconfortante.


– Jungkook está lá dentro? – perguntou quase com hesitação.


– Está – engasguei, obrigando as lágrimas que enchiam os meus olhos a irem embora. Respirei fundo e pisquei com força. Eu não ia fazer isso. Controlaria as minhas emoções malucas.


– Ele está com alguém? – perguntou Hoseok. Só fiz que sim com a cabeça. Não queria dizer em voz alta.


– Quer ir para a minha sala esfriar a cabeça? Esperar até eles irem embora?


Sim. Eu queria me esconder daquilo, mas não podia. Precisava aprender a conviver com a situação. Jungkook ficaria em Rosemary por mais um mês. Eu precisava aprender a lidar com essas situações.


– Eu consigo fazer isso. Foi uma surpresa. Só isso.


Hoseok desviou o olhar do meu e o rosto dele foi tomado por uma expressão fria.


– Vá embora. Ele não precisa disso agora – falou Hoseok com raiva.


– Tira a porra das mãos de cima dele – respondeu Jungkook.


Eu me afastei do abraço de Hoseok e mantive os olhos abaixados. Não queria vê-lo, mas também não queria que ele e Hoseok brigassem. Hoseok parecia pronto para lutar pela minha honra. Eu não fazia ideia de como Jungkook estava porque não olhava para ele.


– Eu estou bem, Hoseok. Obrigado. Vou voltar ao trabalho – murmurei e comecei a seguir em direção à cozinha.


– Jimin, não. Fale comigo – pediu Jungkook.


– Você já fez o bastante. Deixe-o em paz, Jungkook. Ele não precisa passar por isso. Não agora – rugiu Hoseok.


– Você não sabe de nada – grunhiu Jungkook e Hoseok deu um passo na sua direção. Ou ele ia contar que eu estava grávido e deixar muito claro que sabia de alguma coisa ou ia começar a trocar socos com Jungkook. Mais uma vez eu precisava acabar com aquilo e consertar a situação. Eu me virei e fui para a frente de Jungkook. Olhei para Hoseok.


– Está tudo bem. Só me dê um minuto com ele. Vai ficar tudo certo. Ele não fez nada de errado. Eu fui irracional. Só isso.


O maxilar de Hoseok se movia enquanto ele rangia os dentes. Provavelmente estava sendo difícil para ele ficar de boca fechada. Por fim, assentiu e se afastou. Eu precisava encarar Jungkook.


– Jimin – disse Jungkook gentilmente ao estender a mão e segurar a minha.


– Por favor, olhe para mim.


Eu conseguiria fazer isso. Precisava fazer isso. Eu me virei, deixando que ele segurasse a minha mão. Eu deveria me afastar, mas não conseguiria ainda. Eu o vira com um homem que provavelmente estava mantendo a sua cama quente à noite enquanto eu continuava afastando-o de mim. Eu o estava perdendo. E o nosso bebê também. Mas... será que algum dia ele realmente tinha sido nosso? Levantei os olhos e encontrei o olhar preocupado dele. Jungkook não gostava de me deixar chateado. Eu adorava isso nele.


– Está tudo bem. Tive uma reação exagerada. Eu só, hum, fiquei surpreso, só isso. Deveria imaginar que você havia seguido em frente a essa altura. Eu só...


– Pare com isso – Jungkook me interrompeu e me puxou para perto dele.


– Eu não segui para lugar nenhum. Você não viu o que pensa que viu. Hui é um velho amigo. Só isso. Ele não significa nada para mim. Eu vim procurar você. Precisava vê-lo e fui jogar golfe. Você não estava no campo. Eu cruzei com o Hui e ele sugeriu que almoçássemos juntos. Só isso. Eu não fazia ideia de que você estava trabalhando aqui. Jamais teria feito isso. Embora eu não estivesse fazendo nada. Amo você, Jimin. Só você. Eu não estou com mais ninguém. Nunca estarei.


Eu queria acreditar nele. Por mais egoísta e errado que fosse, eu queria acreditar que ele me amava o bastante para não precisar de mais ninguém. Mesmo que eu o estivesse afastando de mim. Eu estava mentindo para ele. E odiava mentirosos. Ele me odiaria também se eu não contasse logo. Eu não queria que ele me odiasse. Mas não podia confiar nele. Mentir resolvia isso? Mentir alguma vez resolve alguma coisa? Como ele poderia confiar em mim um dia?


– Eu estou grávido.


As palavras saíram antes que eu me desse conta do que estava fazendo. Cobri a boca horrorizado enquanto Jungkook arregalava os olhos. Então me virei e saí correndo como um louco.



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