História Senza Limiti - Jikook - Capítulo 41


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Boyxboy, Chanbaek, Exo, Got7, Hyunjin, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Junghoseok, Jungkook, Luhan, Markson, Minyoongi, Namjin, Namjoon, Sehun, Seokjin, Straykids, Suga, Yoonseok
Visualizações 376
Palavras 1.738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 41 - Capítulo 41


Fanfic / Fanfiction Senza Limiti - Jikook - Capítulo 41 - Capítulo 41

Jungkook


Meus pés pareciam presos ao chão. Mesmo vendo Jimin se afastar correndo de mim, não consegui me mover. Aquilo era um sonho? Uma alucinação? Eu estava ficando tão mal assim?


– Se você não for atrás dele, eu vou.


A voz de Hoseok interrompeu os meus pensamentos e eu despertei do choque.


– O quê? – perguntei, olhando furioso para ele. Eu o odiava. De repente, tive vontade de dar um soco na cara dele.


– Eu disse que, se você não for atrás dele, eu vou. Ele precisa de alguém neste momento. E tem que ser você, por mais que eu não queira que seja, porque não acho que você o mereça.


Ele sabia que jimin estava grávido? Meu sangue começou a ferver. Ele havia contado a Hoseok que estava grávido, mas não a mim?


– Eu estava aqui na primeira manhã que ele tentou trabalhar e o cheiro de bacon o fez sair correndo para o banheiro para vomitar. Então, sim, eu já sabia. Tire essa expressão maluca de ciúme do rosto e vá atrás dele. – O tom de Hoseok estava repleto de desprezo.


– Ele estava passando mal? Eu não sabia que ele estava passando mal.


Senti uma dor no peito. Ele estava passando mal sozinho. Eu havia deixado Jimin sozinho e ele estava sofrendo. De repente, não conseguia mais respirar. O ar não chegava aos meus pulmões.


– É, seu idiota de merda, ele estava passando mal. Isso acontece nessas situações. Mas está melhorando. Agora já estou prestes a ir atrás dele. Mexa-se – avisou Hoseok. Saí em disparada.


Só depois que deixei o prédio pelos fundos e olhei acima da colina que o encontrei. Ele ainda estava correndo. Seguia na direção dos apartamentos. Estava indo para casa. Fui atrás dele. Ele estava grávido. Poderia estar correndo daquele jeito? E se fizesse mal para o bebê? Ele precisava ir mais devagar.


– Jimin, espere – chamei, quando cheguei perto o bastante. Ele diminuiu o ritmo e finalmente eu o alcancei.


– Desculpe. – Ele soluçava e levava as mãos ao rosto.


– Desculpar pelo quê? – perguntei, diminuindo a distância entre nós e o puxando para perto de mim. Eu não estava mais preocupado em assustá-lo. Não o deixaria ir a lugar nenhum.


– Por isso. Por tudo. Por estar grávido – sussurrou ele, tenso nos meus braços. Ele estava se desculpando. Não. Ele não ia pedir desculpas por aquilo.


– Você não tem nada do que se desculpar. Nunca mais me peça desculpas de novo. Está me ouvindo ?


Um pouco da tensão diminuiu e ele se apoiou em mim.


– Mas eu não contei para você.


Não, ele não tinha me contado, mas eu entendia. Era uma droga, mas eu entendia.


– Queria que tivesse contado. Eu jamais deixaria você passando mal sozinho. Teria cuidado de você. Vou cuidar de você agora. Vou compensar você por tudo. Juro.


Jimin balançou a cabeça e se afastou de mim.


– Não, eu não posso. Nós não podemos fazer isso. Não lhe contei por um motivo. A gente... a gente precisa conversar.


Não importava. Eu ia cuidar dele mesmo que ele não me deixar-se. Mas, se ele precisava conversar sobre isso, nós conversaríamos.


– Tudo bem. Vamos para a sua casa, já que estamos tão perto.


Jimin concordou com a cabeça e virou-se para seguir na direção do apartamento. Yugyeom dissera que Hoseok estava deixando os dois morarem ali pelo mesmo valor do antigo apartamento de Mark. Eu achara que Hoseok estava pensando em usar isso para obter algum desconto fiscal. Agora entendia tudo. Ele estava fazendo isso pelo Jimin. Estava cuidando dele. Mas não ia mais cuidar. Eu cuidaria do que era meu. Não precisava que Hoseok fizesse isso. Ia conversar com Hoseok mais tarde, mas iria pagar a maior parte do aluguel daquele apartamento. Hoseok não ia tomar conta de Jimin. Ele era meu. Observei-o se abaixar para pegar a chave debaixo do capacho. Aquele devia ser o pior lugar para esconder uma chave. Trataria disso mais tarde também. Não conseguiria dormir à noite sabendo que ele tinha uma chave escondida embaixo do capacho da porta da frente para qualquer um entrar na casa dele. Jimin abriu a porta e deu um passo para trás.


– Entre.


Entrei e peguei sua mão. Ele podia querer me dizer todos os motivos pelos quais não deveríamos ficar juntos, mas eu o estaria tocando o tempo inteiro enquanto ele falasse. Precisava saber que ele estava bem. Tocar nele me acalmava. Ele fechou a porta e me deixou levá-lo até o sofá. Sentei e o puxei para o meu lado. Queria colocá-lo no colo, mas a expressão preocupado e nervoso no seu rosto me impediu de fazer isso. Ele precisava falar e eu o deixaria fazer isso.


– Eu devia ter contado. Desculpe. Eu ia contar, talvez não do jeito que fiz hoje, mas ia. Eu só precisava de tempo para decidir para onde iria depois daqui e o que faria da minha vida. Queria economizar dinheiro para recomeçar em algum outro lugar. Pelo bebê. Mas eu ia contar a você.


Ele ia me contar e depois ir embora? Fui tomado pelo pânico. Ele não poderia fazer isso.


– Você não pode me deixar – falei, bem direto. Ele precisava entender isso.


Jimin desviou o olhar do meu e examinou as nossas mãos. Entrelacei os meus dedos nos dele. Era tudo o que estava me mantendo calmo no momento.


– Jungkook – disse ele baixinho.


– Eu não quero que o meu bebê se sinta indesejado algum dia. Sua família... – Ele parou de falar e ficou pálido.


– Minha família vai aceitar o que eu disser. Se não, pego você e o meu bebê e os deixo pagando suas próprias contas. Você vem em primeiro lugar, Jimin.


Ele balançou a cabeça, soltou a mão da minha e se levantou.


– Não. Você diz isso agora, mas não é verdade. Não era verdade um mês atrás e não é agora. Você sempre vai escolher a eles em vez de mim. Ou pelo menos o Luhan.


E tudo bem. Eu compreendo. Só não consigo viver com isso. Não posso ficar aqui. Não ter contado sobre o pai dele era algo que iria me assombrar pelo resto da vida. Minha necessidade de proteger Luhan havia ferrado com a única coisa importante para mim. Eu me levantei e fui até ele, que recuou até estar contra a parede.


– Ninguém. Vem. Antes. De. Você.


Os olhos dele brilharam com lágrimas contidas. Eu odiava o fato de que ele não conseguia acreditar em mim.


– Eu amo você. Quando você entrou na minha vida, eu não o conhecia. Luhan era minha prioridade. Mas você mudou isso. Você mudou tudo. Eu ia lhe contar, mas a minha mãe chegou em casa antes do previsto. Eu morria de medo de perder você, mas perdi de qualquer jeito. Nada vai tirar você de mim de novo. Vou passar o resto da vida provando que o amo. Você e o bebê.


Toquei a barriga dele e ele estremeceu.


– Vocês vêm em primeiro lugar.


– Quero acreditar em você – disse ele com um soluço.


– Por favor, me deixe provar isso. Ir embora não me deixa provar nada. Você precisa ficar comigo, Jimin. Precisa me dar uma chance.


Uma lágrima se soltou e rolou pelo rosto dele.


– Eu vou ficar enorme de gordo. Bebês choram a noite toda e custam caro. Não vou ser o mesmo. Nós não vamos ser os mesmos. Você vai se arrepender.


Ele não fazia ideia do que viria. Não importava quantas vezes eu dissesse, ele não acreditava em mim. Ele havia perdido todo mundo que amara e em quem confiara na vida. Por que acreditaria em mim? Os únicos homens da sua vida o abandonaram. Traíram sua confiança. Ele não esperava nada além disso.


– Este bebê trouxe você de volta para mim. Ele é parte de nós. Eu nunca vou me arrepender disto. E você pode ficar do tamanho de uma baleia, que vou amá-lo de qualquer jeito.


Seus lábios se abriram em um pequeno sorriso.


– É melhor eu não ficar do tamanho de uma baleia.


Dei de ombros.


– Não tem importância.


O sorriso dele desapareceu rapidamente.


– Seu irmão... ele vai odiar isso. Vai nos odiar.


Eu lidaria com o Luhan. Se ele não conseguisse aceitar a situação, eu pegaria Jimin e nós dois iríamos para algum lugar longe de Luhan. Jimin já havia se ferido o bastante. Eu não deixaria mais ninguém magoá-lo.


– Confie em mim para protegê-lo.


Jimin fechou os olhos e assentiu. Senti o peito inchar e tive vontade de gritar para o mundo que aquele homem era meu. Em vez disso, eu o peguei no colo.


– Onde fica o seu quarto? – perguntei.


– É o último à esquerda.


Fui até lá. Não iria fazer amor com ele, mas precisava abraçá-lo por um tempo. Empurrei a porta e congelei. O quarto tinha um bom tamanho para um apartamento, mas o cobertor no chão com um único travesseiro foi mais um golpe para mim. Quando ajudei com a mudança, notei que Jimin não tinha cama. Ele estava dormindo no sofá. Estava tão envolvido em reconquistálo que não tinha pensado que ele precisava de uma cama.


– Não comprei uma cama ainda. Eu poderia dormir no sofá, mas queria dormir no meu próprio quarto – murmurou Jimin, tentando descer do meu colo.


Eu não iria soltá-lo. Segurei-o com mais força contra o meu corpo. Ele havia dormido no chão duro na noite anterior enquanto eu estava dormindo na minha imensa cama king size. Porra.


– Você está tremendo, Jungkook. Por favor, me ponha no chão – disse Jimin, cutucando o meu braço.


Sem soltá-lo, dei meia-volta, passando de novo pela sala, e saí. Bati a porta atrás de mim, tranquei e enfiei a chave no bolso. Eu não o botaria de novo embaixo daquele capacho.


– O que você está fazendo? – perguntou Jimin. Meu carro não estava lá. Então eu o levaria no colo colina abaixo até a minha picape.


– Estou levando você para comprar uma cama. Uma cama enorme. Uma cama que custe uma porra de uma fortuna – resmunguei.


Estava furioso por ter deixado passar esse problemão. Não era de admirar que Hoseok estivesse cuidando dele. Eu havia falhado. Não faria isso de novo. Iria garantir que ele tivesse tudo.


– Eu não preciso de uma cama cara. Vou comprar uma em breve.


– É, logo mesmo. Esta noite. – Abaixei a cabeça e beijei o seu nariz.


– Eu preciso fazer isso. Preciso de você deitado na melhor cama que o dinheiro possa comprar. Está bem?


Um pequeno sorriso surgiu nos lábios dele.


– Está bem.



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